História Just Happened - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~last_life

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Personagens Personagens Originais
Tags Originais
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Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Capítulo 1


POV´S ANA


 

7 de agosto de 2017,
     21:07
 
“Querido diário, 
 
Irei começar essa história falando um pouco de mim. Bom, moro com meus avós desde que me “conheço” como gente.  Meus pais se divorciaram quando era pequena. Então não tive muito desse negócio de “família unida”. Todos os dias meu pai saia tarde e só voltava ao amanhecer. Ele voltava bêbado. Não durou muito tempo e minha mãe se irritou. Depois que bebia, ficava agressivo. Então eu e minha mãe fomos morar com meus avós. Após alguns anos, ela "foi" embora, me deixando. Mas o bom é que ela sempre vem me visitar. 


Hoje em dia com 16 anos, ainda moro com meus avós mas meus pais sempre estão presente. Minha mãe casou de novo e está muito feliz e meu pai não se casou, porém largou o álcool e está feliz comigo .Bom, posso dizer que aqueles dias de “trevas” passou e agora bons dias estão por vim.”
 
 
 
Quando termino de escrever em meu diário, ouço um prato quebrando e lembro que minha vó estava na cozinha. Fui correndo até lá. Não encontrei nada, somente a caneca preferida da minha mãe no chão. 
- Minha mãe tem que começar a levar algumas coisas para casa dela, porque aqui não é depósito – Falei revirando os olhos e saindo da cozinha para procurar meu avó. Estranho... Não o encontrei. Normalmente ele fica deitado na cama pensando na vida. Jurava que tinha o visto aqui à uns 40 minutos atrás. Bizarro...
 
Pego meu celular e ligo pra minha mãe pra avisá-la que seus pais sumiram, mas ela não atende então  ligo para Victor (meu padrasto),que também não atende. Só sobrou meu pai, super-mega-power protetor, que amo. O mesmo não atende.
 
- Acho que o mundo vai acabar. Desde quando Euclides Rodrigues não atende o celular?
Meus olhos começam a pesar e quando percebo estou dormindo.
 
5:58
 
Acordo e vejo as horas. Dou um pulo pois não consigo me arrumar em pouco tempo. Saio da cama correndo e começo a me arrumar.
 
 
 
Na escola:
 

 
 -Vey, que ódio... Parem de falar que os meninos do BTS são homossexuais!! Eles são mais héteros do que vocês – Disse Júlia, que parecia estar bem irritada.

-Vai nessa... Aposta quanto que eles nunca viram um vagina?!

-André, acho que eles curtem mais um pênis.

-Marcus e André, a gente bem que podia apresentar o Pablo Vittar pra eles. O que acham?! – Disse Diego. 
Todos começaram a rir.
-Parem vocês! Não estão vendo que algo está muito errado aqui?!-Disse Luís.

-Também acho, a professora nunca se atrasa!-Disse Bia.

-Não é isso loira... A Ana não chegou e ela nunca falta!!

- E eu achando que você tinha desistido dela, Luís. Se enxerga, a mina não quer ninguém. Se fosse você, ficava na sua antes que ela te dê um belo fora. Escuta o cara que namorou com ela desde os 11 anos.

-Mano escuta o José. Disso ele entende. A Ana gosta de você, mas como amigo.- falou Samuel.

- Seis calem a boca cacete, a professora tá chegando, guardem a maconha! - Veio o Max correndo pra sentar na mesa.
- Que maconha animal?????- Gritou a Bia.

-Bom di...

Essas foram as últimas palavras que a linda professora Fernanda disse antes de desaparecer na frente dos alunos.

-Santa virgem, o que tinha nessa garrafa Marcus?? Max você colocou maconha nisso?? - Falou Julia encarando a garrafa do Marcus que, no momento, estava bebendo água.

-Gente cheguei. Tenho algo muito louco pra contar pra vocês!! - Falei, ainda ofegante por ter corrido quatro quadras pra chegar na escola a tempo.

- Linda, nós também! - Falou Luís pasmo com o que havia ocorrido.
 
 -Fale logo! Você está me deixando assustada!!.

-Tem que ficar mesmo! - Fala Tainá.

-O que está acontecendo - Perguntei 

-Caraca,  vocês são muito medrosos mesmo! Ana, seguinte, a professora desapareceu na nossa frente. Tipo truque de mágica!! - Falou Samuel sem dó nem piedade.

Fiquei em silêncio e lembrei o que tinha acontecido em casa e tentei fazer alguma ligação entre o desaparecimento dos meus pais/avós com o da minha professora.

-Ana você está bem? Está pensando em que? Sabe que você nunca se saiu bem com seus pensamentos, né? - Disse Bia dando uma risada.

-Haha, muito engraçado, Bia!! Mas sim, estou pensando e cheguei na conclusão que preciso ir no Colégio Militar o mais rápido possível!! - Falei determinada.

-Oush, endoidou de vez? E se a coordenação pegar você fora da escola? Levará uma suspensão e seus pais nunca te deixariam sair da escola em hora de aula!!

-Concordo com a Army louca ali! Sem falar que é perigoso ir sozinha!! - Falou Luís apontando pra Júlia que não ficou nada feliz com o "louca".

-Sendo assim, vem comigo? A gente vai e volta rapidinho. Só tenho que confirmar uma coisa.

-Mas...

-Você vai com a a gente. Resolvi! - Falou Samuel.

-Como assim "a gente"? - Perguntei.

-Ué... eu, você, Tainá e o medroso ali !!-Disse, enquanto apontava para Luís.

-Mas e nós? - Perguntou Marcus.

-Nós vamos ficar aqui e procurar os professores, coordenadores, e o diretor...Enfim alguém que tenha mais de 30 anos e trabalhe por aqui, depois nos encontramos.

-Okay, mas primeiro vamos fazer duplas. Assim usamos um celular pra cada dupla e economizamos bateria. - Falou José.

-Fechado ,eu e Bia .- Disse Max, fazendo com que a mesma fique corada.

-Sendo assim, eu e a Army louca - Disse Diego piscando pra Júlia.

-Eu fico com o André - Falou José.

-Irei ficar  na sala pra ver se alguém chega - Falou Marcus.

-Encontramos vocês  daqui 2 horas, fiquem bem. Já voltamos! - -Disse, com o coração na mão.

-Tchau Ana, volta logo! – Todos falaram ao mesmo tempo.

-Ok!!

 

Saí da sala rumo ao estacionamento que se localiza em frente ao colégio.

Na Sala:
 
POV´S JOSÉ


- André, vamos! Só falta a gente para sair da sala. Todos já foram!!

-Primeiro: eu não sou todos.
Segundo: calma, tudo tem sua hora.
Terceiro: A escola não vai sair andando

-Eu sei, mas acho que precisamos ir logo!!

-Okay, mas para onde?

No estacionamento
 
POV´S ANA


Chegando no estacionamento, pedi para os meninos fazerem ligação direta nas motos pra podermos ir mais rápidos e não pegarmos transito. Mas vamos dizer que não deu muito certo.

-Vocês tem certeza que sabem o que estão fazendo? - Falou Tainá.

-Tá me estranhando Nah? Claro que sabemos, só tem que fazer isso aqui e...

A moto ligou mostrando seu barulho monstruoso do motor e logo depois do Luís ligar.

-Vamos, pé na tábua!!!  - Gritei animada.

-Oh sim, sim!!-Disse Luís, meio confuso.

Foi então que percebi que não sabiam dirigir motos, encarei Tainá e começamos a rir. Troquei de lugar com o Luís e pisei no acelerador.  Dei meu capacete para ele e logo percebi que bem atrás de mim vinha Tainá e Samuel na garupa resmungando. Comecei a gargalhar.

No colégio
 
 
POV´S ANDRÉ
 

-José o que estamos fazendo no ensino fundamental 1???

-Simples, vim comprar lanche. Para de ser burro! Viemos procurar os professore, imbecil! --Disse  entrando em uma sala do 4°ano -Meu Deus, André temos que achar os outros agora!! – Falo ao entrar na sala.

-Mas por que? Quero dizer, concordo com você! - Disse quando repara na sala.

Fomos correndo procurar os outros.


Na rua 
 

POV´S ANA

-Desde quando vocês dirigem motos? - Perguntou Samuel

-Meu pai me ensinou quando mais nova, mas só o básico e com o tempo ensinei para Tainá e hoje somos craks – Falei me sentando.

-Estamos chegando! - Gritou Tainá.

-Percebi. - Falou Luís quando notou que estávamos estacionando.


No colégio
 
POV´S DIEGO


-Acho que eu vou vomitar! - Disse Max.

-Estão somos dois! - Falou Júlia enquanto saía da sala direto para o  banheiro acompanhada de Max.

-O que é isso? - Perguntou Bia.

A sala do 4°ano os alunos estão todos dormindo, mas parece que não adianta o quanto tentam acorda-los.

-Vocês tem problema? Deixem o garoto dormir! - Gritou Diego enquanto brigava com José e André que estavam lambendo os dedos e colocando nos ouvidos do garoto.
   

Continua...



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