História Just Like Fire - Capítulo 33


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Categorias Cameron Dallas
Personagens Cameron Dallas, Personagens Originais
Tags Cameron Dallas, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Magcon, Matt Espinosa, Nash Grier, Old Magcon, Savannah Montano, Shawn Mendes, Skate Maloley
Exibições 118
Palavras 1.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 33 - Capítulo 33


Fanfic / Fanfiction Just Like Fire - Capítulo 33 - Capítulo 33

Três semanas depois... •

Cameron:

Hoje é meu último dia livre nesse mundo louco e tão atraente, meu último dia com os meus amigos, meu pai e minha incrível namorada! Não... não estou morrendo ou algo do tipo, mas amanhã é meu primeiro dia na clínica e na minha opinião, lá é quase uma prisão. A semana depois do meu pedido de namoro para Lise foi intensa, momentos únicos com a minha garota e também com meu pai, conversamos e decidimos que eu teria de me internar logo, infelizmente tive uma recaída em alguns dias, saí a procura em qualquer canto que fosse, meu corpo estava com abstinência e necessitava daquilo, decepcionando a todos e principalmente à mim mesmo.

Quem havia ido atrás de mim foi Nash, me levou para casa, me deu um bom banho e cuidou até o dia seguinte. Levei um esporro seu, claro! Mas... Ele estava certo, como sempre. Não consegui dar a volta por cima como havia planejado e precisava de ajuda antes de cometer outra burrada, então decidi o dia, a hora e o lugar que ficaria. E seria amanhã! Decreto aqui, dia 7 de setembro a minha prisão.

Arrumava minhas malas, enquanto Lise apenas me olhava e chorava, sentada em minha cama. Meu coração fica pequenininho ao vê-la assim. Hoje passaria o dia com ela, aproveitaria cada minuto, por isso estou aqui as 7:00 a.m arrumando minhas malas, para mais tarde não me preocupar com isto.

— Pare de chorar, por favor! - dizia enquanto fechava a última mala, pego a mesma e coloco-a sobre o chão, sento-me na cama de frente para Lise.

— É horrível ter que ver você fazendo as malas e não poder fazer nada! - minha pequena chorava de soluçar.

— Meu amor, é para o meu bem... - sorrio e limpo algumas de suas lágrimas - Foi você mesma quem me disse isto!

— Eu sei. - dá um pequeno sorriso - Mas... - olha para a janela e vejo seu olhar viajar por ali - Vai ser tão difícil ficar sem você aqui, não sei se conseguirei aguentar! - responde e chora, como se eu fosse embora e nunca mais voltasse.

— Olha para mim... - ergo seu rosto - Vamos aproveitar o dia de hoje e o que vir a diante, será lucro! Está bom?

— Ta bom! - puxo-a para um abraço e ficamos um tempinho assim, até ela se acalmar.

— Eu te amo! - ela diz encostada em meu peito.

— Eu te amo, muito mais! - digo e sorrio.

Depois de um tempo, nos arrumamos e fomos tomar café, na mesma cafeteria onde nos encontramos pela terceira vez depois que havíamos nos conhecido. Já estávamos sentados em uma mesa no fundo do local e bem no canto.

— Eu juro, aquele dia eu queria ser invisível! - Lise caiu na gargalhada ao recordar deste dia.

— Porque garota? - pergunto.

— Estava toda desgrenhada, Cam... - sua cara de indignação era incrível e acabei rindo disto - Nem rímel, eu havia passado!

— Foi o dia em que mais te achei linda! - digo e Lise se aproxima para me dar um selinho - E também foi o dia que senti ciúmes de Shawn. - digo sério e ela rola os olhos.

— Você tem essa coisa com o coitado do Shawn, né? O menino sempre foi meu amigo! - diz intrigada.

— Agora não me importo mais, porém antes, me importava pra caraca. - dou risada de sua reação.

Ficamos um bom tempo conversando e rindo das coisas que iríamos lembrando de nossos encontros, nem parece que faz tanto tempo, mas já se passaram mais de quatro meses. Depois do café, fomos passear pelas ruas de Chino Hills, não era uma cidade muito atraente, mas eu amava-a.

Estávamos passando em frente à uma feira de doação de cães e Lise se viu maluca com tantos cachorrinhos que havia lá dentro.

— Vamos ali ver, por favorzinho? - suplicava para irmos até lá.

— Você vai querer levar todos amor, você mesma me disse que é louca por cachorros. - dizia calmo.

— Prometo me comportar. - fez beicinho.

— Ta bom... - rolo os olhos e ela pula de alegria em meu colo, quase caímos, porque me pegou de surpresa e todos que passavam pela gente ria - Garota, tu tá pesada.

Ela dá risada, desce de meu colo e sai me puxando para entrarmos na feira. Havia cachorros de todas as raças ali e era impossível não se encantar com eles. Quase me perco de Lise, pois cada hora ela estava em um canto com um cachorro nos braços e chamando-os de bebê.

— Eu quero todos pra mim! - dizia com um filhote de labrador nos braços. O que eu disse? Ela vai querer levar a feira toda consigo embora.

— Vamos sair daqui, antes que você leve todos para sua casa. - ri e ainda assim, ela continuou andando pra lá e pra cá.

Enquanto isso, eu também olhava alguns filhotinhos, até que me deparei com um e foi como se fosse um filho meu perdido ali dentro, aonde acabei de encontrar. Era um Husky Siberiano, lindo, como nunca havia visto antes!

— Jax! - saiu como um coro e ao me virar para trás, me deparei com Lise sorrindo.

— Porque é que você disse esse nome? - ela pergunta incrédula.

— Porque achei a cara dele! E você, da onde saiu menina? - pergunto assustado com o fato dela aparecer do nada e dizer o mesmo nome que eu para o cãozinho.

— Estava te procurando e quando te vi perto dele, este nome veio na minha cabeça. - sorri e se aproxima do pequeno cachorro, pega o mesmo no colo e começamos a acariciar seus pelos tão cuidados.

— Ele é tão lindo... - apenas concordo - Af Cameron, quero levá-lo comigo. - choraminga.

— Oi... - surge uma mulher atrás de nós, estava cuidando da adoção dos cachorrinhos - Vocês formariam uma bela família, porque não adota-lo?

Sorrio ao imaginar, eu, Lise e mais este lindo cãozinho em uma grande casa, e sendo a minha família.

— Não não... - Lise diz desanimada - Infelizmente, não podemos levá... - e antes dela terminar, interrompi suas desculpas.

— Aonde é que assino para adota-lo? - pergunto e vejo minha garota sorrir de orelha a orelha, a mulher fez o mesmo.

— Me acompanhe por favor! - ela indica com a cabeça.

Lise carregava o cachorrinho no colo, eu andava do seu lado sorrindo ao vê-la tão animada com o bichinho. Assinamos toda a papelada de adoção e o termo aonde não iríamos maltratar o pequeno cãozinho, também recebemos sua carteira de vacinação, como era filhote, já havia tomado todas as necessárias. Antes de irmos para casa, passamos em um pet-shop e fiz questão de comprar sua ração, potes de água e comida, brinquedos, um pequeno colchão para o nosso garoto dormir e uma coleira azul com um pingente de pata que estava escrito seu nome "Jax".


Notas Finais


muito amorrr 💓
cameron já irá se internar e estou muito mal com isto. 😔


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