História Just Like Heaven - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Alice, Axl, Comedia Romantica, Drama, Duff, Izzy, Slash, Steven
Exibições 45
Palavras 2.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey! ❤
Passando para postar rapidinho por que ainda tenho que fazer uma capa nova para a fanfic. Sei lá, achei essa muito "bléh".
QUALQUER ERRO, PERDOEM-ME, MAS REVISEI O CAPÍTULO MEIO CORRENDO E TENHO CERTEZA QUE DEIXEI ALGUNS PASSAREM!

Boa leitura! ❤

Capítulo 3 - 3. I'm Not Dead!


Fanfic / Fanfiction Just Like Heaven - Capítulo 3 - 3. I'm Not Dead!

ALICE’S POINT OF VIEW

 

- O QUÊ? – Axl e eu indagamos ao mesmo tempo, os olhos arregalados tamanha a surpresa.

Mas que merda aquele cara estranho estava falando? Era algum tipo de piada? Por que se fosse, não tinha graça alguma e estava me assustando.

O cara de cabelos cacheados, compridos e extremamente rebeldes nos olhava assombrado do topo da escada. Quer dizer, ele olhava Rose, como se evitasse me encarar, já que em nenhum momento seus olhos pairaram realmente sobre mim, e eu estava achando aquilo um tanto quanto bizarro.

Sacudi a cabeça, tentando me organizar e processar a situação.

- Quer saber? Eu vou voltar para meu quarto e fingir que nunca presenciei essa cena. – O cabeludo disse, já voltando para o corredor. – E por favor, William, diminui a dose da próxima vez.

E nisso, ele nos deu as costas, deixando Axl/William, ou seja lá qual o nome da criatura ruiva, e eu com cara de patetas no andar de baixo, feito duas estátuas no meio da sala de estar.

Eu não estava entendendo mais nada. Estava mais confusa do que nunca e os fatos anormais que vinham me acontecendo só contribuíram para meu ânimo beirar o desespero. Eu estava mais perdida e queria muito voltar para minha casa, para meu pai e minha irmã, para minha vida habitual e seguir como se não tivesse tudo aquilo acontecendo.

Eu só queria que aquele pesadelo acabasse, que eu acordasse em minha cama, em Seattle, com meu pai me sacudindo a ponto de me derrubar da cama.

Queria estar jogada no sofá de casa, ouvindo as músicas da banda favorita da minha irmã enquanto cantávamos nossa música predileta da mesma, Kate segurando uma vassoura imitando o guitarrista e eu usando uma escova de cabelo como microfone, imitando a voz um tanto aguda e esganiçada do vocalista, enquanto gargalhadas soavam pela casa entre uma estrofe e outra.

Eu queria entender o que havia acontecido, entender por que tinha aqueles lapsos de memória. Só uma explicação pelo fato de estar naquela maldita casa bagunçada e não lembrar como e por que tinha parado justamente ali. Entender o por que dá reação inexplicável do cabeludo ao dizer que eu não estava ali. O cara tinha algum tipo de problema ocular? Algo estava completamente errado, não era a toa sentir aquele estranho frio que contornava a minha espinha.

Por que estava tão longe de casa? Quem eram aqueles caras? O que estava acontecendo comigo? Eu não parava de me perguntar, sentia que iria ter um AVC a qualquer momento.

Axl estava muito calado ao meu lado e eu comecei a estranhar, virando-me para fitá-lo.

Ele me olhava fixamente, como se eu fosse o objeto mais estupidamente anormal e interessante de um museu e aquilo me incomodou profundamente. Não queria reatar nossa discussão e então respirei fundo a fim de tornar minha respiração mais plena.

- Você está certo. – anunciei cedendo meu lado daquele cabo de guerra. – Tenho mesmo que ir embora, porém será que antes de ir eu poderia fazer um telefonema? – pedi quase suplicante para o ruivo que eu mal conhecia.

- Você está realmente aqui? – passou a mão na frente do meu rosto, como se fosse me acordar, em transe.

Axl começou a fazer uns barulhos estranhos com a boca ao tentar me tocar, mas eu desviada de todas as maneiras possíveis do maluco que parecia obcecado.

Certo, além de estúpido, individualista e arrogante, era louco.

- AXL! – praticamente berrei, recobrando sua atenção, que a está altura já estava quase se jogando sobre mim.

- O que foi? – fez careta. É, ele não gostava nem um pouco da minha presença. E era recíproco. Ele me tirava completamente do sério.

Também, pudera. Não deveria ser uma situação agradável ser surpreendido por alguém sem memória invadindo sua casa. Eu até entendia seu lado, de certa forma. Seria cômico se não fosse trágico.

- Eu perguntei se posso dar um telefonema antes de ir. – Repeti, timidamente. A necessidade de sair dali o mais rápido possível vencendo o orgulho.

Ele pareceu analisar a situação, antes de assentir com um suspiro.

- Mas use o telefone do meu quarto, assim ninguém te vê e evito questionamentos impertinentes. – deu-me as costas. – Já chega de você por hoje.

Eu não entendi a o por que, mas aquelas palavras atingiram meu peito com força, magoando-me.

Como uma pessoa tinha a capacidade de ser tão arrogante? Chegava a ser excêntrico!

Em outras situações, eu teria ficado tão magoada a ponto de deixar uma ou duas lágrimas rolarem, como a boa sentimentalista sensível que era, porém aquilo não ocorreu e me senti orgulhosa. Não demonstraria fraqueza diante daquele ruivo idiota metido a rockstar com aquela bandana e roupas estúpidas.

Seguimos em silêncio pelo corredor até chegarmos a última porta, e sem delongas adentramos o cômodo.

O quarto, diferente de cedo, estava organizado. As caixas haviam sumido, dando lugar a alguns móveis e objetos que de longe, pareceram bastante caros. Só agora havia parado para analisar a dimensão do aposento. Era quase do tamanho da minha casa em Seattle e eu me perguntava inutilmente o por que uma pessoa precisaria de um quarto tão grande.

- O telefone fica na cômoda ao lado da penteadeira. – apontou. – Seja rápida, quero você fora daqui antes que os rapazes voltem.

E então saiu, deixando-me sozinha.

Funguei, sentindo um nó se formar em minha garganta e comecei a me perguntar se havia sido uma boa idéia. Eu não deveria ter prolongado a saída, eu era uma estúpida.

Não fui em direção ao telefone. Não queria mais fazer ligação alguma, não as custas daquele prepotente com síndrome de Rei do Mundo. Era incrível como aquele tão William/Axl Rose se achava. Eu tinha certeza que ele era um daqueles estúpidos playboys que teve seu ego acariciado com tecido de camurça desde pequeno.

Me virei em direção a porta, e sai correndo do quarto, atravessando o corredor como um raio.

Eu só queria sair dali o quanto antes e nunca mais voltar, não olhar para trás. Aquele era o tipo de situação que eu queria esquecer, e se tivesse sorte esqueceria. Eu me peguei desejando ter mais uma crise de perda de memória e nunca mais relembrar, como havia me acontecido. Era meu único desejo enquanto corria desesperada.

Quando alcancei as escadas, me senti leve e associei ao fato de estar quase alcançando a liberdade daquele pesadelo.

Quando desci o último degrau, arregalei os olhos, atordoada ao ver minha mãos perderem a cor gradativamente, alcançando o translúcido num piscar olhos.

Completamente paralisada no fim da escada, assisti meu corpo inteiro começar a desaparecer e minha visão embaçar.

E então eu desapareci.

 

AXL’S POINT OF VIEW

 

Eu era louco em deixar aquela garota perturbada sozinha em meu quarto, todavia eu estava tão transtornado que de fato não liguei. Se isso a fizesse ir embora logo da minha casa, eu estava agradecendo aos céus de joelhos.

Era quase engraçado o jeito como a pirralha em menos de um dia havia me tirado completamente do sério. Além de invadir minha casa com desculpas de falsa confusão, ela tinha o atrevimento de me insultar.

Abusada!

O que estava realmente me encucando era como o Slash havia se comportado. Eu sabia que quando o cara se drogava, ficava fora de si, mas aquilo fora ridículo! E para piorar ainda mais aquela maldita história, ele havia ME acusado de estar chapado.

Eu estava fora de mim e aquela garota havia extrapolado todos os limites. Eu já teria a enxotado a pontapés em outros tempos, mas eu precisava me acalmar e não fazer besteira como da última vez. E bem, estava dando certo, estava muito mais calmo que de costume, o que me deixou de certa forma orgulhoso de mim.

Já estava a um bom tempo no jardim e a essa altura Alice já deveria ter se mandado.

Voltei para dentro e conferi os cômodos do andar de baixo, vendo que a barra estava limpa e então subi para meu quarto, felizmente estava vazio e suspirei aliviado. Paz em fim.

Eu estava esgotado e toda aquela confusão só contribuiu para que eu estivesse me sentindo um caco. Eu só queria dormir até não restar vestígios de Alice em meus pensamentos ao acordar, nem que aquilo demorasse anos.

Joguei-me na cama a fim do meu tão esperado e merecido descanso.

Amanhã eu iria dar um belo esporro naqueles seguranças de merda e os reforçaria para evitar que aquela situação inaceitável voltasse a se repetir.

E foi com esse pensamento que acabei adormecendo.

 

(...)

 

Acordei por volta das 19hrs com gritos e risadas vindos do andar de baixo.

Era sexta-feira e dava para ver como estavam animados apenas por suas vozes. Com certeza logo iriam vir me chamar para ir a alguma boate nos divertirmos, era quase como um ritual semanal.

Antes que aqueles arruaceiros invadissem meu quarto, adiantei-me já bastante animado com a idéia de sair e espairecer.

Levantei-me da cama ainda meio sonolento e fui tirando as roupas a caminho do banheiro, jogando-as de qualquer maneira pelo chão do quarto.

Assim que a água quente do chuveiro entrou em contato com minha pele, era como se uma carga de tomeladas tivesse sido retirada de meus ombros. Relaxei ao ponto de esquecer toda a anormalidade que acontecera naquele dia, tornando-se apenas um evento distante e sem relevância alguma. Eu iria sair e esquecer completamente aquela garota e a confusão que era causara, e era provável que alguma groupie do Rainbow me ajudasse nessa tarefa.

Só de imaginar, sorri malicioso.

Assim que sai do box, vi que não havia trazido toalha. Dei de ombros sem me importar, afinal estava no meu quarto e sozinhos. Saí do banheiro.

Então um grito agudo de surpresa alcançou meu ouvidos, sobressaltando-me.

EU NÃO ESTAVA ACREDITANDO QUE AQUILO ESTAVA ACONTECENDO.

NOVAMENTE!

SÓ PODIA SER ALGUMA BRINCADEIRA.

Alice estava parada ao pé da minha cama, olhando ao redor inocentemente e assim que me viu gritou, tampando os olhos com uma das mãos, totalmente envergonhada.

Afinal, eu estava pelado.

- Você podia cobrir-se, certo? – ainda teve a audácia de me questionar.

- PUTA QUE PARIU! – Explodi de raiva, levando minhas mãos até minha cintura, protegendo meu membro. – Eu não acredito que você está aqui garota! – estava com raiva e muito indignado.

Alguém lá de cima estava de sacanagem com a minha cara. Impossível!

Vi que ela estava mais rubra que um pimentão, contrastando com sua pele extremamente branca, quase translúcida. Mordia o lábio inferior com força, enquanto ainda mantinha os olhos cobertos.

- Saia daqui! – Ordenei me aproximando, enquanto ela destampava o rosto. – Eu vou chamar os seguranças. – Fui em direção ao telefone no criado. – Já cansei.

Porém, ela foi mais rápida, bloqueando minha passagem.

- Não! – suplicou – Eu já estou saindo, não precisa de tanto.

- Está saindo? Como das outras duas vezes? – ironizei, revirando os olhos. – Não tem desculpa, eu vou ligar agora!

Ele continuou na minha frente e ficamos naquela dança. Estava quase perdendo a paciência quando ela se afastou e levou sua mão ao telefone.

- NÃO VAI LIGAR!

E então sua mão atravessou o aparelho.

Paralisei no lugar, completamente em choque, não crendo no que meus olhos viam.

Alice arregalou os olhos, fitando sua mão, tão chocada quanto eu.

- O-o que v-você fez com o t-telefone? – Alice gaguejou, abalada.

Eu não conseguia responder. Aquela situação era a mais esquisita da minha vida. Eu estava nu, no meio do quarto com uma garota que atravessava telefones.

Sem falar nada, aproximei-me da pirralha, e tentei tocar seu braço e para minha surpresa, minha mão atravessou seu corpo, como se tivesse acabado de tentar pegar a fumaça do meu cigarro.

Nos entre olhamos, baqueados e então...

- AHHHHHHH! – berramos, atordoados.

 

(...)

 

- Tudo bem, tudo bem sem pânico. - Alice andava de um lado para o outro, as mãos nos cabelos como se quisesse arrancá-los. – NÃO VAMOS SURTAR, VAMOS FICAR CALMOS! – praticamente gritava.

- Você quer parar? Estou ficando tonto. – Reclamei, sentado na beirada da cama, agora já vestido.

Alice estava uma pilha de nervos depois do ocorrido de pouco antes. A pirralha surtou de tal maneira que me deixou, de certa forma, bastante assustado, mais do que eu já estava com toda aquela situação.

Depois de, literalmente, sua mão ter atravessado meu telefone e minha mão ter entrado em seu braço, ela saiu correndo do quarto como um tiro de sniper, descendo as escadas, indo de encontro com os caras. Segui atrás da mesma, temendo o que aquela desequilibrada poderia fazer e a vi praticamente se jogar na frente dos meninos, tentando chamar-lhes atenção. Porém, Izzy, Stee, Slash e Duff continuaram estirados pela sala bebendo e fumando, sem notar a presença da mesma e eu então cheguei a conclusão mais do que perturbadora: Apenas eu era capaz de vê-la. Alice era, nada mais nada menos que um fantasma. Bem perturbada, emocionalmente instável e louca, mas ainda sim um fantasma.

Eu nunca fora cético em relação a coisas de outro mundo, vidas passadas, rituais espíritas, destino e vida pós a morte, sempre fui bastante religioso e tinha uma vasta coleção de artefatos religiosos, especialmente crucifixos.

Vez ou outra eu sempre me consultava com minha "conselheira espiritual”, Sharon Maynard, mais conhecida como Yoda.

No entanto, presenciar o que sempre acreditei estava sendo uma experiência completamente diferente, extraordinária e assustadora. A sensação era como se eu tivesse acabado de receber a notícia que Elvis Presley não havia morrido.

- Eu não estou morta, isso é só um pesadelo... – repetia para si mesma um milhão de vezes, quase como um mantra.

- Garota, aceite. Você morreu e voltou do além-túmulo para me assombrar.

- É MENTIRA! – Apontou o dedo na minha cara.

- Prove-me ao contrário então. – desafiei.

- Eu... E-eu...

- Foi o que imaginei. – Sorri vitorioso. – Agora uma coisa que eu não entendi: Por que você me escolheu justamente para assombrar?

- Eu não estou assombrando ninguém! – Sim, eu estava exagerando, mas estava sendo quase cômico ver o desespero presente em seus olhos verde, infantis e ao mesmo tempo topetudos.

- Temos que dar um jeito de você fazer a passagem, descansar em paz, essas coisas... – cai de costas na cama.

Sim, o choque já havia passado, dando lugar a mais pura e plena diversão. Ainda era estranho para caralho conversar com um espírito, mas um estava me divertindo a beça.

- Eu não vou fazer passagem alguma. – sibilou, a ponto de querer voar em meu pescoço. – Eu. Não. Estou. Morta. – Disse entre dentes, pausadamente.

- Pessoas vivas não atravessam telefones. – Ergui uma sobrancelha, zombeteiro.

Foi então que sua expressão aturdida e raivosa sumiu e vi um lampejo de medo e tristeza atravessar seus olhos claros, fazendo sua expressão tombar drasticamente. Alice agora parecia vulnerável, frágil e não aquela garota abusada e maluca que eu já estava me acostumando.

Por meio segundo, cheguei a sentir empatia pela mesma.

Apenas meio segundo.

- Logo que amanhecer irei chamar um padre para benzer esse quarto. – continuei depois de um tempo em silêncio, levantando da cama e pegando minha jaqueta jogada sobre meu piano. – Quem sabe assim não vai para onde tem que ir me me deixa em paz?

- Onde vai? – Perguntou a pirralha, ignorando minha provocação, ao me ver no pé da porta, pronto para sair.

Olhei para ela desacreditado, erguendo uma sobrancelha em desafio.

- Minha vida não é da sua conta, projeto de fantasma. – a cortei, saindo do quarto e batendo a porta em sua cara pasma e levemente magoada.

Sorri, sarcástico. Eu era um maldito filho da puta, mas quem liga?

Eu precisava beber, me drogar e foder para caralho e não seria uma pirralha fantasma que irei me atrapalhar. Eu precisava esquecer tudo pelo menos por uma noite e seria exatamente o que eu faria.

Farrearia até não me lembrar quem eu era.

Mas no fundo, bem lá no fundo, eu sentia que aquela pirralha não me daria descanso tão cedo.


Notas Finais


OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS MARAVILINDOS QUE ESTOU RECEBENDO!
Sério, vocês são todas uns amores, se pudesse abraçaria cada uma para sempre!
É tão bom ver vocês interagindo de uma forma tão legal e carinhosa comigo, só me motiva mais e mais!
E a vocês fantasminhas, podem aparecer vir? Sou um amor de pessoa ~não exagera Anna Julia~.
Um mega beijo ❤


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