História Just Love Can - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Em Família
Personagens Clara Fernandes, Marina Meirelles
Tags Clarina, Em Família
Exibições 225
Palavras 3.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite meninas?
Mais um capítulo para vocês
Boa Leitura
Anne

Capítulo 26 - Capítulo 26 - Aonde eu errei?



SANTA TEREZA
Aquela manhã elas acordaram e logo levantaram afinal tinha uma reunião com Flavinha, tomaram banho e desceram para tomar café. Neuza tinha ido levar Ivan na escola e Valentina estava com sua madrinha.
Marina: - Bom dia Flavinha.
Flavinha: - Bom dia.
Clara: - Pegou a nossa pequena?
Flavinha: - Levei ela para pegar o sol da manhã. Fazendo o meu papel de madrinha e ajudando a cuidar dessa princesa.
Marina: - Isso até que foi bom, dormimos mais um pouquinho.
Clara: - Você sempre com preguiça né amor?
Marina: - Meu charme né amor?
Clara: - Sei.
Marina deu um beijo na morena.
Marina: - Sou a sua preguiçosa. Olha só, só sua.
Clara: - Eu sei que é minha.
Flavinha: - Meninas esse dengo está muito bonito de se ver, mas temos uma reunião muito importante.
Marina: - Devemos nos preocupar? Olhou para a noiva com cumplicidade.
Flavinha: - Nada preocupante, mas do interesse de vocês.
Clara: - Está deixando agente preocupada sabia?
Flavinha: - Não posso nem fazer suspense?
Marina: - Não somos mães e temos dois filhos pequenos. Você quer nos matar do coração?
Flavinha: - Nossa quanto drama Marina, você exagera. Um suspense não mata ninguém.
Marina: - Pode começar a falar. Estamos falindo? Disse rindo.
Flavinha: - Não né Marina? Vamos acertar os detalhes do casamento.
Clara: - Você já esta vendo isso Flavinha?
Flavinha: - Claro, o final do mês já está aí. Vocês trocaram a data?
Clara: - Não é no ultimo final de semana do mês.
Flavinha: - Então, e vocês duas acham que falta quanto tempo?
Marina: - Temos dez dias ou não?
Flavinha: - Que passam voando mocinha. Bom o local eu já tenho eu só preciso acertar com vocês a decoração e o cardápio. E a música...
Clara: - Como assim já tem o local?
Marina: - É como assim?
Flavinha: - Seu pai quer que o local seja surpresa e a lua de mel, também é por conta dele.
Clara: - Esse meu sogro é terrível.
Flavinha: - Então podemos começar?
Marina: - E o estúdio?
Flavinha: - Não temos nada lá hoje. Ah não podemos esquecer as roupas de vocês.
Clara: - Você não para um minuto.
Flavinha: - Não senhora, nada de enrolarão. Só saímos daqui com tudo resolvido.
Marina: - Não temos escolha, confiamos em você. Pode escolher tudo.
Flavinha: - Não adianta tentar fugir Marina, vamos escolher juntas.
Marina: - Está bem.
Começaram a ver os catálogos que a assistente tinha selecionado junto de Diogo e quando era hora do almoço elas já haviam decidido tudo.
Clara: - Já acabamos?
Flavinha: - Falta a lista de convidados.
Clara: - Você já sabe quem chamar, menos uma pessoa. Flavinha concordou com a cabeça. - Agora posso sair com a minha noiva?
Flavinha: - Estão liberadas.
Clara: - Você cuida da pequena?
Flavinha: - Não precisa pedir.
Clara sorriu e olhou para a amada.
Clara: - Vamos amor?
Marina: - Pra onde?
Clara: - Surpresa! Confia em mim?
Marina: - Sempre.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Entraram no carro e partiram em direção a um parque. A morena havia pesquisado na internet, queria fazer algo diferente com Marina, mas romântico. Pediu a Neuza que preparasse uma cesta com as guloseimas favoritas da amada. Assim que estacionou o carro disse:
Clara: - Amor, chegamos. Você pega o que está na mala pra mim?
Marina: - Pego sim. Disse já saindo do carro e indo pegar o que a amada pediu, assim que abriu teve uma surpresa, um cesta de piquenique. - Sério, amor?
Clara: - Seríssimo ou você acha que eu ia esquecer que quando começamos a namorar você me disse que adoraria fazer um piquenique ao ar livre, só eu e você.
Marina: - Você não deixa passar nada e não esquece né amor?
Clara: - Não esqueço nada que seja relacionado a voce, porque do resto as vezes eu esqueço. Disse rindo.
Marina: - Já lembra do mais importante. Beijou a amada com paixão. - Você trouxe a toalha?
Clara: - Sim, pensei em todos os detalhes. Até a sua sobremesa favorita eu trouxe.
Marina: - Não acredito? Torta de maçã.
Clara: - Sim, tudo para o amor da minha vida.
Esticaram a toalha e sentaram ali na grama. Estava um dia bonito, tinha sol, mas não estava muito calor. O clima estava ameno. Estavam conversando amenidades quando a morena disse:
Clara: - Já pensou que daqui a dez dias vamos estar casadas?
Marina: - Sim, mas pra mim é como se já estivéssemos casadas a anos. Eu não sei explicar, mas o amor que sinto por você é tão grande que ele chega a transbordar. Você me entende?
Clara: - Entendo, eu sinto da mesma forma. Só que agora vai ser oficial, vamos mostra que o nosso amor é real.
Marina: - Você está falando isso por causa da sua mãe?
Clara: - Sim, eu vou mostrar pra ela que o que eu vivo com você não é mentira, que o que temos é real.
Marina: - Amor, você não precisa mostrar nada pra ela, nós sabemos que é real. Isso é o que importa, eu e você. Claro que ter o apoio das pessoas é importante, mas não se prenda a isso. Quando sua mãe cai na real, pode ser tarde. Eu não vou deixar ela te magoar mais.
Clara: - Eu sei, você tem razão. Eu e você é o que importa. Beijou a amada. - Estou com saudade de você, de fazer amor com você.
Marina: - Amor não me provoca estamos em público. E a morena continuava com os beijos.
Clara: - Vamos pro carro?
Marina: - Se está falando sério?
Clara olhou para a morena e parou os beijos:
Clara: - Você não quer?
Marina: - Não é isso amor.
Clara: - Então o que é?
Marina: - Nada é que...
Clara: - Já entendi, vamos pra casa. A morena disse se levantando e recolhendo as coisas. - Você vai ficar aí me olhando ou vai embora comigo?
Marina: - Espera amor vamos conversar.
Clara: - Não quero conversar, vai vir ou não? Disse já indo em direção ao carro. Sentou no lado do motorista e só esperou Marina entrar para ligar o carro e sair dali.
O caminho até em casa foi em silêncio, quando chegaram em casa a morena saiu do carro sem falar com Marina e entrou em casa feito um furacão. Passou por Flavinha e nem viu que a amiga estava ali. A fotografa entrou logo atrás com uma cara triste e se sentou no sofá.
Flavinha: - O que aconteceu que a Clara passou por aqui igual a um furacão e nem perguntou das crianças?
Marina: - Acho que dei uma bola fora.
Flavinha: - O que aconteceu?
Marina: - Acho que ela queria tentar algo diferente e eu meio que...
Flavinha: - Não acredito Marina, desde quando você nega fogo?
Marina: - Não sei Flavinha, com ela é diferente.
Flavinha: - Sua noiva tenta algo diferente para sair da rotina e você não quiz? Essa não é a Marina que eu conheço.
Marina: - Eu só fiquei surpresa eu acho, não esperava isso dela. Se entende?
Flavinha: - Não eu não entendo.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Clara estava chateada com Marina estava achando que tinha feito algo errado e que não tinha agradado a sua amada. Se trancou no quarto de hóspedes nas queria falar e nem ver ninguém, queria ficar sozinha e pensar.
Clara: " Eu não sei aonde eu errei hoje, sempre me falam que a Marina gosta de coisas diferentes. Que ela não gosta de deixar as coisas caírem na rotina mais hoje... Algo deu errado..."
A morena decidiu tomar um banho e tentar relaxar, mas apesar disso o banho não tirou a angústia que ela estava sentindo. Ela não queria falar com a fotografa, deitou no cama e mesmo sem saber o por que chorou. Enquanto isso Flavinha conversava com Marina.
Flavinha: - Você não vai atrás dela?
Marina: - Ela não vai querer falar comigo. Flavinha: - Vai atrás da sua mulher, mostra pra ela que você está lá, mesmo ela não querendo.
Marina: - Você acha?
Flavinha: - Vai logo Marina. Neste instante Neuza chegou com Ivan da escola. Flavinha disse que Neuza podia ir e que ela ficaria com as crianças e incentivou a amiga a ir atrás da noiva. - Anda Marina.
Marina: - Já vou. Disse subindo as escadas, foi até o quarto de casal e a amada não estava lá. - Onde ela se meteu? A morena não estava no quarto dos filhos e então Marina foi até o quarto de hóspedes e viu que a porta estava fechada, tentou abrir estava trancada. Então bateu.
Marina: - Amor abre essa porta, vamos conversar.
Clara se assustou quando ouviu Marina na porta.
Clara: - Vai embora eu não quero falar com você hoje.
Marina: - Clara, por favor...
Clara: - Marina, agora não. A morena estava irredutível não queria conversar com a fotografa.
Marina: - Vai me deixar dormir sozinha?
Não teve resposta, continuou ali tentando falar com Clara, mas como ela não respondia desistiu. Desceu as escadas e foi para o estúdio e deixou as lágrimas rolarem e pensou:
Marina: - " Eu sou uma idiota..."
Clara estava com o coração partido em fazer aquilo com Marina, mas ela estava magoada estava se sentindo rejeitada. Continuou ali chorando.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Depois de um tempo ali no estúdio chorando Marina resolveu subir e tomar um banho demorado, saiu do banho e deitou na cama. Ligou a televisão, mas não parava de trocar os canais. Foi quando alguém bateu na porta e ela achou que era a sua amada, mas não era Flavinha.
Flavinha: - Posso entrar?
Marina: - Pode.
Flavinha: - Conseguiu falar com ela?
Marina: - Não, ela disse que não quer falar comigo.
Flavinha: - Da um tempo pra ela.
Marina: - Primeira briga e isso poucos dias antes do casamento.
Flavinha: - Isso é normal todo casal briga.
Marina: - Eu sei, mas é estranho não...
Flavinha: - Não ter ela por perto.
Marina: - Isso.
Flavinha: - Eu vou pro meu quarto, vim trazer a baba eletrônica. A pequena já esta dormindo e Ivan está assistindo um filme, daqui a pouco pega no sono. Não se preocupe já programei a televisão dele para desligar sozinha. E amiga qualquer coisa me chama?
Marina: - Chamo sim.
Marina sabia que aquela noite seria difícil, ela se acostumou a dormir com sua morena. Não sabia se conseguiria ficar ali sem Clara e o mesmo se passava na cabeça da morena dormir sem a sua fotografa, mas naquele momento ela precisava de um tempo para ela.
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A noite foi agitava a fotografa virava de um lado pro outro e nada do sono aparecer, ela se levantou e foi até a cozinha pegar um copo de água. Passou no quarto da filha e ela estava dormindo, passou em frente ao quarto de hóspedes, pensou em bater mais sabia que ela não iria abrir, então desceu novamente as escadas e foi para o seu estúdio.
Ficou ali olhando algumas fotos e os emails, com isso se distraiu e nem viu as horas passar. Não pregou o olho a noite toda. Lá pelas seis da manhã Valentina começou a chorar e ela subiu para pegar a filha e foi na cozinha preparar a mamadeira.
Marina olhava a filha tão parecida com sua amada, lembrava Clara em tudo, parecia uma mini Clara. Deu a mamadeira para a filha e subiu para o seu quarto. No quarto de hóspedes, depois de tanto chorar Clara pegou no sono
vencida pelo cansaço e também acordou cedo, não foi um sono tranquilo sentiu falta da mulher ao seu lado e do cheiro e abraço de Marina, ela resolveu sair do quarto. Passou em frente ao seu quarto, mas não entrou, viu que a filha não estava no quarto e presumiu que ela estivesse com Marina.
Já na cozinha pegou uma xícara de café e foi para o jardim. Neuza que estava chegando ficou sem entender.
Neuza: - Já de pé Dona Clara?
Clara: - Na verdade eu quase não dormir...
Neuza: - Vocês brigaram?
Clara concordou com a cabeça e disse:
Clara: - Um desentendimento. Eu vou sair, você fala com ela que eu volto na hora do almoço.
Neuza: - Mais vai pra onde que só volta na hora do almoço?
Clara: - Preciso de um tempo, para pensar...
Neuza: - Não é melhor conversar primeiro?
Clara: - Depois. Disse já entrando em casa e pegando a chave do carro. - Diz que eu levei o carro e só é pra me ligar se acontecer alguma coisa com as crianças, ok?
Neuza: - Está bem.
Quando Clara estava saindo, Flavinha entrava na cozinha.
Flavinha: - Aonde ela vai?
Neuza: - Não disse, apenas disse que voltava na hora do almoço.
Flavinha: - Parece que foi sério mesmo, ela não fala com a Marina desde ontem.
Neuza: - Desde daquela hora em que deixei o pequeno aqui? Flavinha concordou com a cabeça. - E dona Marina cade?
Flavinha: - Esta no quarto com a pequena e o Ivan está dormindo.
Neuza: - Bem, vou cuidar dos meus afazeres.
Flavinha preparou uma bandeja de café e subiu para o quarto da amiga.
Flavinha: - Alguém que tomar café?
Marina: - Obrigada. Você viu a Clara?
Flavinha: - Vi na hora em que ela estava saindo.
Marina: - Saindo pra onde?
Flavinha: - Ela não disse, apenas disse que voltava na hora do almoço. E disse que só era para Neuza ligar se acontecesse alguma coisa com as crianças.
Marina: - Vou ligar pra ela.
Flavinha: - Marina não, ela precisa de um tempo. Marina começou a chorar e Flavinha a abraçou. - Vai ficar tudo bem ela só precisa pensar.
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Clara pegou o carro sem saber para onde ir, ela estava magoada e sabia que tinha que conversar com a amada, mas precisava de um tempo para ela, para pensar. Ela estava dirigindo pela cidade até que decidiu dar uma volta na praia, isso lhe trazia paz e aquela manhã estava tranqüila e serena.
Tirou os sapatos e começou a andar pela a areia. Ficou ali pensando e tomou uma suco em um quiosque. Passou horas admirando aquela paisagem e ligou para casa para saber dos filhos, Neuza atendeu o telefone.
Clara: - Oi Neuza, tudo bem por aí com as crianças?
Neuza: - Sim, apesar de Ivan não parar de perguntar por você antes de ir para a escola. A pequena está bem ficou com Marina o tempo todo.
Clara: - Então, está bem.
Neuza: - Volta na hora do almoço?
Clara: - Volto, acho que já castiguei demais a minha fotografa.
Neuza: - Não queria falar, mas ela está péssima.
Clara: - Volto na hora do almoço. No momento em que Neuza desligou Marina entrou na cozinha.
Marina: - Quem era Neuza?
Neuza: - Dona Clara querendo saber das crias.
Marina: - Não perguntou por mim?
Neuza: - Não só das crianças.
Neuza viu que uma lágrima escorreu óleos olhos de Marina, mas não disse nada.
Marina: - Pode ficar com a pequena? Vou trabalhar um pouco.
Neuza: - Está bem. Ela esta no quarto?
Marina: - Está.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Marina não quis almoçar e quando era mais ou menos uma da tarde Clara chegou em casa e entrou pela porta da cozinha. Não queria passar pelo estúdio, não naquela momento conhecia a sua amada muito bem. A morena entrou na cozinha e perguntou:
Clara: Ela já almoçou?
Neuza: - Não, só tomou o café da manhã.
Clara: - Teimosa.
Neuza: - Não, hoje é tristeza. Ela sentiu a sua falta.
Clara: Eu sei, mas eu precisava de um tempo, para colocar a cabeça no lugar. Prepara o prato dela que eu vou levar.
Neuza preparou o prato para Marina. A morena adentrou o estúdio sem a amada ver, deixou o prato em uma mesinha ali do estúdio e se aproximou da fotografa que estava de costas mexendo no computador e tampou os olhos de Marina. A princípio Marina levou um susto, mas logo reconheceu o perfume.
Marina: - Amor?
Clara: - Como sabia que era eu? Disse olhando nos olhos da noiva.
Marina: - Conheço o seu cheiro. Disse se afastando da morena, sabia que ela ainda estava chateada.
Clara: - Amor...
Marina: - Não precisa falar eu sei que magoei você é que precisa de um tempo, mas senti sua falta não consegui dormir, senti falta do seu abraço. Desculpa amor, eu não queria... Eu fique surpresa...
Clara a calou com um beijo na boca um beijo quente.
Clara: - Esquece já passou. Eu ainda estou com saudade da minha mulher. Olhou ao redor. - Tem alguém aqui?
Marina: - Não.
Clara empurrou Marina até a parede mais próxima e começou a beijar o seu pescoço e a colocar suas mãos por debaixo da blusa se Marina.
Marina: - E se a Neuza entrar?
Clara: - Vai nos pegar no flagra, quero você agora.
Marina se arrepiou com as palavras da amada e se entregou ao momento. Voltaram a se beijar e as mãos percorriam os corpos com urgência. Logo as duas estavam sem camisa, Clara beijava o pescoço da amada e retirou o seu sutiã, fez carinho nos seios da amada que gemia baixinho. A morena começou a beijar os seus da amada, sem pressa queria curtir cada momento. No meio a gemidos a fotografa disse:
Marina: - Não me tortura mais não me faz sua amor.
Clara não queria torturar a sua amada e logo atendeu o seu pedido. Tirou a calça que Marina usava e viu o quanto ela estava molhada, retirou a calcinha sem pressa. Beijou próximo ao sexo da amada e a penetrou, fazendo com que ela soltasse vários gemidos. Clara beijava o local e penetrava ao mesmo tempo, não demorou muito e Marina teve um gozo maravilhoso.
Marina: - Agora é minha vez.
Virou o jogo e colocou a morena contra a parede repetindo os atos da amada até que a morena também teve um gozo arrebatador. Estavam aí abraçadas. Clara com o rosto nos ombros de Marina.
Clara: - Boa forma de se fazer as pazes.
Marina: - Vou brigar sempre com você.
Clara: - Na verdade não brigamos, nos desentendemos.
Marina: - Vamos subir e tomar um banho e tirar uma soneca. Eu quase não dormir e depois de agora as energias reservas foram embora.
Clara: - Precisa comer também, sei que você não almoçou.
Marina: - Então tomamos banho, comemos algo e depois cama o que me diz?
Clara: - Ótimo, eu também quase não dormir.
 


Notas Finais


E ai gostaram?
Abraço
Anne


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