História Just Lovely - Capítulo 17


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Fluffy, Got7, Jark, Markson, Não É Daddy Kink
Visualizações 65
Palavras 607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - 17



- Mark, qual sabor vai querer? - Perguntou Jackson, abrindo o cardápio preenchido com as mais variadas opções de pizza ao lado do mais novo.

- Você escolhe, hyung. Qualquer um tá bom... - Respondeu tímido. Mark não era acostumado com todos aqueles mimos. Seu irmão sempre foi do tipo "trabalho pra você ter comida e ter o que vestir", o que significava que Tuan raramente era presenteado com algo que gostasse ou com uma ida à pizzaria.

- Pandinha, quero que você escolha. Você merece! Vai, pode pedir o que quiser.

O menor sorriu em agradecimento, passando o dedinho pelas fotografias das pizzas e bebidas.

- Hyung, qual seu sabor favorito?

- Gosto de mussarela. E você?

- Gosto daquela de chocolate com morango...

- Podemos pedir uma pizza com metade de cada sabor. O que acha?

- Ótimo!

Jackson fez um gesto para chamar pelo garçom, mas no momento em que o funcionário anotava seu pedido ele acabou por mudar de ideia.

- Não! Anula esse pedido, vamos querer uma de mussarela e uma de chocolate com morango. Separadas.

- Duas pizzas, hyung? - O menor arregalou os olhinhos, surpreso. - É muito caro!

De certa forma, Mark não gostava de saber que alguém estava gastando tanto dinheiro por si. Desde pequeno aprendera com Jinyoung a se contentar com pouco, afinal sua situação financeira nunca foi das melhores, e por isso sempre tinham de controlar o preço das coisas que compravam, fossem alimentos ou roupas.

- Não se preocupe, pequeno. E pra beber, o quê você quer?

- Pode ser uma Coca.

- Ótimo. Uma Coca de um litro, por favor. - Solicitou, assistindo ao garçom anotar seu pedido e se retirar em seguida.

Enquanto esperavam, os dois garotos passaram a conversar sobre os acontecimentos em suas rotinas naquela semana. Por mais que se vissem com frequência, Wang sempre estaria disposto à ouvir tudo o que Mark tinha a dizer.

Suas pizzas chegaram depois de mais algum tempo, e Jackson logo notou as orbes castanhas de seu dongsaeng brilharem em frente à comida.

- Eu tenho o melhor hyung do mundo! - O menor bateu palminhas, contagiando ao loiro.

- Aish, está dizendo isso só porque te trouxe pra comer pizza, não é? Malandrinho! - Jackson respondeu - obviamente - em tom de brincadeira. Afinal Mark jamais seria capaz de se aproveitar de alguém. Mal ele sabia, mas era imensamente admirado por Jackson por conta de sua bondade e seu coração puro em meio à tantas coisas ruins que já lhe vieram a acontecer mesmo com tão pouca idade. Além disso, por mais que Tuan fosse sensível e ingênuo, era também forte e esperançoso. Por isso sua simples presença cativava ao loiro de maneira inexplicável, e o fazia querer tê-lo sempre por perto, aquecido em seu abraço e longe da maldade deste mundo o qual definitivamente não merece pessoas como Mark.

- Não mesmo, Jackie! Você é o melhor hyung do mundo por ser você mesmo. Por ser fofinho, cuidadoso, paciente e também por me aguentar quando sou chato.

- Markie, não diga isso! - Retrucou ao pôr uma fatia de pizza no prato do menor. - Você não é e nunca será chato. Sabe, se soubesse o quanto me faz bem te ter por perto, jamais pensaria isso de si mesmo, pequeno.

Wang segurou o rosto de seu dongsaeng com as duas mãos, fitando seus olhinhos escuros cujo brilho parecia se comparar às estrelas. Era como se uma constelação inteira se abrigasse no olhar daquele menino.

- Eu amo você, hyung. Por favor, não me deixe.

- Eu também te amo, meu pandinha. - Deixou um leve selar em seus lábios, como se qualquer toque mais brusco fosse capaz de desmanchá-lo. - E eu nunca vou te deixar.



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