História Just Mine ¤ Jikook - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jihope, Jikook, Kookmin, Namjin, Vhope, Yoongi Forever Alone
Exibições 149
Palavras 2.509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa, não revisei pq tenho que me arrumar pro casamento da minha tia!

Beijos e boa leitura!

Capítulo 9 - Disfigure


Acordei cedo hoje, então teria muito tempo para planejar. Olhei para meu lado e vi jimin dormindo serenamente, dei um breve selinho em seus lábios e me levantei. Tomei banho, peguei uma mochila preta. Coloquei uma calça jeans escura, blusa preta, um moletom largo, também preto, e botas de exército cinza dentro da mochila. Fui para a cozinha e peguei alguns facões colocando-os dentro da mochila. Hoje seria um dia produtivo e tanto.

Fiz o café da manhã; panquecas com mel. Depois de arrumar a mesa, subi as escadas indo novamente ao quarto. Entrei e vi que meu jiminnie estava sentado se espreguiçando. Fofo. Levou um pequeno susto quando me viu escorado no batente da porta, mas logo corou fortemente, afinal eu estava apenas de cueca.

- H-hyunggg… - falou manhoso colocando o travesseiro à frente do rosto.

- O que foi, pequeno? - perguntei me sentando ao seu lado. Obviamente já sabia o motivo do constrangimento do menor, mas eu gostava de brincar com ele. É extremamente excitante.

Olhou para mim por cima do travesseiro, logo desviou o olhar.

- Não vai me responder? - perguntei novamente chegando cada vez mais perto do menor, que apenas se encolhia. - Me responda, Park Jimin. - falei engrossando a voz vendo o menor se arrepiar.

- O h-hyung não pode colocar a roupa…? - perguntou com a voz abafada pelo travesseiro.

- Mas eu não estou sem roupa. - respondi com uma falsa inocência.

- Mas co-loque alguma calça, hyung…

Peguei sua mão e a apertei levemente. Olhou para mim e sorriu bobo.

- Eu vou fazer isso por você. - me levantei e coloquei uma calça jeans preta. - Prontinho, quer mais alguma coisa, princesa? - falei debochado.

- Quero sim, estou com fome hyung! - respondeu alegre.

- Vem, eu já fiz café da manhã para nós dois.

Pude ver seus olhinhos brilhando. Levantou rápido da cama e me abraçou. Retribui o abraço e logo descemos as escadas.

Agora meu novo passa tempo é observar meu jiminnie, adorava ficar olhando suas expressões. Era tão ridiculamente idiota alguém conseguir ficar adorável todo lambuzado de mel. Park Jimin era uma junção de ridículos. Ridiculamente lindo, ridiculamente fofo, ridiculamente adorável, ridiculamente amoroso, ridiculamente gostoso, ridiculamente doce. E eu sou ridiculamente apaixonado por ele.

Escorado em umas das mãos olhava o mais novo comer. Parecia uma criança que havia acabado de ganhar o presente que sempre quis. Estava com um paninho de seda na mão livre limpando o mel que escorria da boca carnuda do menor, de vez em quando aproveitava e roubava os lábios do menor em um beijo lento.

- Vai para a faculdade hoje? - perguntei depois de beijar seus lábios com gosto de mal novamente.

- Eu não quero ir, hyung. - respondeu me abraçando.

- Eu tenho que ir hoje. Promete que não vai sair daqui?

- Prometo, hyung! - disse sorrindo.

- Acho bom. - beijei a pontinha do seu nariz e sorri de forma leve. - Volte para o quarto, já vou para lá com você. - assentiu e me beijou lentamente.

Depois que o menor subiu as escadas, comecei à limpar a bagunça que havia feito na cozinha. Depois de tudo estar devidamente arrumado, sequei minhas mãos em um pano e subi as escadas para me arrumar. Quando entrei no quarto, ouvi o barulho da água do chuveiro, indicando que Jimin estava tomando banho. Coloquei uma camiseta branca já que estava com a calça, um timberland e alguns anéis. Quando terminei de me arrumar, senti braços rodearam meu abdômen, dei uma leve risadinha e me virei dando um beijo na testa do menor.

- Eu tenho que ir agora. Não abra a porta para ninguém, se precisar de alguma coisa me ligue ou mande mensagem, ok?

- Tudo bem, hyung. Não precisa se preocupar tanto.

- Eu só não quero te perder. Já vou.

O menor assentiu e foi à cama para assistir algum desenho. Fui à cozinha e peguei a mochila. Não tinha necessidade de sair tão cedo para ir à faculdade, mas queria deixar tudo pronto. Só de pensar nos gritos de dor minha boca se curvava em um sorriso. O sangue escorrendo junto aos cortes extremamente profundos na carne. Era maravilhoso apenas de pensar.

Coloquei a mochila no carro e dirigi até o poço. Não era muito longe da faculdade, mas poucos iam lá. O poço era quase que um ponto turístico, era cheio de árvores verdes e flores coloridas, havia uma senhora que cuidava do local pois seu filho tinha construído o poço para ela. O poço também era famoso como o lugar das confissões amorosas, pois diziam que os casais que começassem o namoro lá, ficariam juntos por toda a eternidade com amor.

Mas houve um dia em que a senhora que cuidava do poço, foi brutalmente assassinada. As autoridades locais da época acharam pedaços do corpo dela nos lagos perto do poço em decomposição avançada. Depois disso são poucas as pessoas que vão lá, só alguns "caça fantasmas". Mesmo assim algumas pessoas vão, pois acreditam na eternidade do amor que o poço pode dar. Apenas alguém com problemas mentais pode acreditar em alguma coisa assim.

Depois de chegar no poço, passei pelo caminho repleto de folhas secas e mortas. Jimin não gostaria nem um pouco daqui. Fui em passos rápidos até o local onde se encontrava o poço. Chegando lá pude ver o mesmo. Não estava tão ruim, mas estava bem desgastado. As pedras estavam cobertas de musgo, a madeira cheia de buracos e vinhas. A corda do balde se encontrava meio cortada. E a alavanca enferrujada. Ao seu redor flores e folhas mortas (Dead Leaves ^-^), as árvores quase secas davam uma atmosfera meia sombria ao local. Fui em direção à corda, peguei ela e o gancho grande, afiado, meio enferrujado que à segurava. Coloquei dentro da mochila e à escondi atrás de uma árvore mais distante.

Saí do local e fui ao carro, começando à dirigir até a faculdade. Chegando lá estacionei o carro, arrancando olhares sobre mim. Comecei à andar em direção da sala de aula. Quando entrei na sala, pude ver Chanyeol roendo as unhas constantemente, ele estava nervoso, mexia a perna, batucava os dedos na mesa, mexia no cabelo e toda vez que a porta se abria olhava para ela. Ele estava esperando alguém, e esse alguém é o meu jiminnie.

Antes mesmo do professor chegar, Chanyeol se levantou e veio em passos curtos até minha mesa, observava tudo pelo canto do olho, atento à todos os seus movimentos.

- Jimin não veio? - perguntou assim que chegou à uma certa distância de mim.

- Está vendo ele aqui? - retruquei de maneira rude, sem virar minha cabeça em sua direção.

- Não, mas

- Não, ele não veio, disse que tinha um compromisso para mais tarde e que teria que arrumar algumas coisas. - menti. Pude ver a felicidade em seu olhar. Assentiu e voltou para a sua carteira.

Depois que o sinal tocou indicando o intervalo, esperei todos da sala saírem. Depois comecei à seguir discretamente Chanyeol, o mesmo caminhava à passos rápidos até a parte de trás da faculdade. Quando chegou lá, foi até um canto do muro, olhou para todos os lados não me vendo já que tinha me escondido atrás de um pilar, puxou um galho e passou por um buraco escondido no muro. Fui até lá, passei pelo buraco e vi o mesmo andar por uma pequena trilha em meio às árvores.

Seguia o mesmo silenciosamente. Depois de alguns minutos seguindo-o, vi que tínhamos chegado ao poço. Chegou perto do mesmo e começou à andar de um lado para o outro, murmurando algumas coisas e fazendo alguns gestos com a mão. Quando parou à frente do poço olhou para frente.

- Ok. Park Jimin, você quer namorar comigo? - disse olhando para o nada. - Não, não está bom. Como aquele cara pediu ele em namoro? Será que foi em alguma ocasião especial? Eu não sei o que fazer para pedir ele em namoro. - falava consigo mesmo.

Foi realmente uma ocasião muito especial. - pensei fazendo-me rir baixinho.

- Merda. Tenho que voltar. - falou logo seguindo a trilha rapidamente.

Depois de chegar novamente na sala, Chanyeol só murmurava baixinho para si mesmo, olhava tudo por rabo de olho. Depois que mecheu a cabeça positivamente sorrindo um pouco, deduzi que estava satisfeito com sua confissão.

Vai se confessar com a morte, não com o meu jiminnie.

Já tinha dado o sinal de voltar para casa, mas alguns alunos estavam alí fazendo aulas extras para ganhar alguns pontos nas matéria, e esses alunos incluíam eu e Chanyeol, não que eu precisasse de nota, eu tinha as melhores notas daquela escola, mas tinha que esperar para dar o bote. Antes mesmo de começar as aulas extras, Chanyeol saiu, e quando voltou estava todo arrumado. Idiota. As aulas acabariam antes do horário que ele mandou, dez minutos antes para ser mais específico.

Saí um pouco mais cedo das aulas e fui rumo à trilha que levava ao poço. Quando cheguei, peguei a mochila e troquei as roupas de forma rápida. Já arrumado, fiquei sentado alí, escondido esperava Chanyeol aparecer. Olhava para a trilha atento. O céu já se encontrava pintado por tons escuros. Os únicos barulhos presentes eram o da briza e o das folhas secas caindo no chão. Escutei passos apressados se mostrarem presentes, olhei mais para o fundo da trilha, podendo ver Chanyeol andando até o poço.

Quando chegou, olhava o relógio de pulso constantemente, olhava para o céu e para as trilhas. Quando vi em meu celular que marcava sete horas em ponto, levantei silenciosamente, coloquei o capuz do moletom que cobria todo o meu rosto, vesti luvas que trouxe da sala de artes da escola, abri a mochila pegando a corda e o gancho. Quando cheguei bem perto das costas dele, peguei o gancho e passei a ponta de forma leve em sua nuca, vi seus músculos tencionando, o mesmo paralisou no lugar em que estava. Distanciei o gancho da sua nuca e levei à gola de sua camiseta.

Forcei o gancho um pouco para baixo rasgando o tecido fino, com as costas expostas pelo rasgo, tirei o gancho dali logo voltando com velocidade e força. Quando o gancho entrou em contato com a carne, atravessou-a cravando na pele, escutei um grito esganiçada sair pela garganta de Chanyeol juntamente ao líquido vermelho escarlate. Fez menção de cair no chão, então segurei o cabo do gancho com mais força e o arrastei até a árvore no lado do poço. Com a corda amarrei ele ali com força, prendendo todo o seu tronco.

Fui ao encontro da mochila aberta, peguei-a e à joguei à sua frente fazendo os facões afiados deslizarem até a parte externa, arregalou os olhos quando viu as lâminas brilharem juntamente à lua. Me agachei em sua frente e tombei minha cabeça para a direita, observando as expressões de medo e desespero do outro.

- Quem é você? Por que está fazendo isso? O que eu fiz para você? POR FAVOR ME DEIXE IR EM BORA, EU PROMETO NÃO FALAR SOBRE ISSO PARA NINGUÉM! - gritava tentando se soltar.

- Você fala de mais para uma pessoa só…

Peguei um dos facões e o arrastei com certa força da sua mão até o pomo de Adão que não parava de mecher, arrancando gemidos de dor e sangue do outro. Quando cheguei até o pomo de Adão, girei o facão deixando-o reto, forcei um pouco a lâmina vendo os olhos se encherem de lágrimas. Ri com a cena. Ri diabólicamente. Tirei o facão dali, peguei um menor. Fui até as pernas colocando o facão à cima do joelho. Levantei o facão e voltei com força, ouvindo o facão rasgar a carne e os músculos da perna do outro. O outro apenas gritava com todas as forças que tinha, podia ouvir os pulmões trabalhando em busca de ar.

Depois de fazer o mesmo processo com a outra perna, soltei a corda, vi ele tentar se mexer, mas estava sem força alguma. Peguei sua mão direita e a coloquei um pouco à cima de sua cabeça, com a mão livre, peguei um dos facões e forcei na palma de sua mão até atravessá-la. Estava cego pela dor do outro ali presente, era tão bom ouvir seus gritos esganiçados de dor. O sangue escorrendo por entre os cortes profundos. O brilho das lâminas fincadas em seus músculos. Era tudo belo de mais.

Com as duas mãos presas na madeira por facões, Chanyeol se encontrava completamente imóvel. Chorava copiosamente, fazia preces com a pouca voz que sobrara por conta dos gritos.

- Será que aguenta quantos…? - perguntei à mim mesmo olhando o sangue jorrar pelos cortes.

Me levantei e comecei à desferir socos fortes pela face de Chanyeol.

- Um, dois, três, quatro, cinco… seis, sete, oito, nove… dez… - fiquei socando sua face até o número cinquenta, apenas quando vi que ele estava ficando inconsciente.

As luvas que cobriam minhas mãos estavam banhadas de sangue. O líquido pingava se misturando com a terra e as folhas. Uma linda paisagem. O rosto de Chanyeol estava todo quebrado, a face coberta por sangue, estava completamente desfigurada. A maioria dos dentes haviam se quebrado. A mandíbula, o nariz, tudo quebrado. Puxei ele pelos cabelos com força, bati sua cabeça no tronco da árvore vendo ele cuspir sangue. Peguei o maior facão que havia trago, novamente me agachei à sua frente.

Coloquei o facão em seu peito, forcei-o até passar pela caixa torácica do outro. Puxei para baixo de forma bruta, rasgando tudo o que tinha no caminho da lâmina, soltei a faca alí e me levantei. Passei à olhar o estado em que se encontrava. Estava completamente desfigurado. Quem o visse não o reconheceria tão facilmente. As tripas se encontravam para o lado de fora do abdômen, juntamente ao fígado e o estômago. O sangue era abundante alí.

Não demoraria muito para que alguns animais aparecessem para comer a carne. Tirei toda a roupa suja de sangue e coloquei a que estava usando para vir à faculdade, coloquei os facões que não tinha usado dentro da mochila e à luva também. Comecei à andar de volta para a faculdade. Entrei no carro, depois de estar devidamente calmo comecei à dirigir de volta para casa. Passei primeiro em um depósito de lixo, quando cheguei joguei a mochila junto com as roupas e as facas na queima de lixo. Antes mesmo de entrar em casa fui para a lavanderia limpar a luva, depois de lavar ela guardei-a na garagem junto com as outras luvas.

Voltei para o lado de fora e entrei pela porta da frente, tranquei ela é assim que me virei vi jimin correndo em minha direção.

- KOOKIE-HYUNG! - gritou se jogando em meus braços. - Eu senti tanta saudade, hyung não ouse mais ficar tanto tempo fora! - falou emburrado.

- Bipolaridade… - beijei seus lábios lentamente. - Também senti saudades, meu amor. Tenho que tomar banho estou todo sujo. - disse rindo juntamente ao meu jiminnie.

- Ok hyung! Mas rápido, eu quero te abraçar e nunca mais soltar! - exclamou novamente selando nossos lábios.

- Gostei da idéia de te abraçar e nunca mais soltar.


Notas Finais


Então queria perguntar uma coisa para quem acompanha minhas outras fics.

Por causa da caceta do casamento não deu pra mim adiantar os outros caps das outras fics, então amanhã só vou poder postar o cap ou de Blood Ocean Eyes ou de Neko

(Twins não vale suas safadenha)

Por favor, comentem de qual fic vcs vão queres cap!

Bjs no kokoro 😘 😘 😘 😘


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