História Just off the Key of Reason - Camren - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 61
Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey guys, aqui esta mais um capitulo pra vocês, espero que gostem :*

Capítulo 3 - Capítulo 3: Longe da Multidão Enlouquecedora


Fanfic / Fanfiction Just off the Key of Reason - Camren - Capítulo 3 - Capítulo 3: Longe da Multidão Enlouquecedora

Como era Fevereiro, e elas estavam em New York, andando pelo Central Park, Camila estava congelando. Dentro do apartamento ela teve a impressão de que estava mais quente do lado de fora do que realmente estava. Agora, ela andava ao lado de Lauren, tentando não tremer os dentes.

Lauren olhou para o lado e a estudou por um momento, estreitando as sobrancelhas.

“Você está com frio?”

Camila sorriu arrependida e assentiu com a cabeça, batendo os dentes. “Eu sei, eu sei. Eu deveria estar preparada. Eu sinto como se eu estivesse em uma expedição no Ártico.”

Lauren tirou o casaco e colocou-o em Camila. “Aqui. Vista isso.” Camila ficou surpresa, mas deixou a outra ajudá-la a colocar os braços nas mangas do casaco.

“Mas você não vai ficar com frio?” Camila perguntou preocupada.

Lauren apenas balançou a cabeça com um pequeno sorriso e voltou a brincar com os detalhes da própria blusa. Elas almoçaram no café preferido de Camila e agora estavam andando pelo parque. Camila olhou pra cima quando percebeu que Lauren virara a cabeça e seus passos estavam mais animados. A morena tinha um brilho nos olhos inocentes e animados, então Camila seguiu sua linha de visão. Seus olhos pousaram diretamente em um vendedor de balões. Ela sorriu.

Camila não disse nada; ela queria ver se Lauren iria pedir pra parar. Elas quase passaram reto pelo vendedor antes de Lauren desacelerar, virar para Camila e parar, mordendo o lábio inferior.

“Eu quero comprar um balão.” Ela disse e depois fez uma cara de quem não sabia porque tinha dito aquilo.

Camila sorriu abertamente e a puxou para perto do vendedor. “Eu também!”

Lauren parecia surpresa e animada. Camila pediu por um balão roxo.

“Hm, me vê um azul… e um amarelo, por favor? E um verde?” Lauren disse timidamente.

Camila sorriu e colocou uma mão no ombro de Lauren. “Eu acho que a minha amiga aqui precisa de um chapéu de balão em forma de animal também.” Camila a estudou por um momento e assentiu decisivamente com a cabeça. “Um leão. Definitivamente um leão.”

Camila esperava que o homem soubesse o que estava fazendo, ou então ficaria parecendo um chapéu de salsichas amarelas. Algo que Lauren realmente não precisava.

O vendedor sorriu. “Certo. E que tal um pra você?”

Camila começou a balançar a cabeça, mas Lauren pegou a mão que estava no ombro dela e interrompeu. “Ela precisa de um também.” Ela olhou para Camila por um momento. “Um urso. Por favor.”

O homem afirmou com a cabeça e começou a preparar os chapéus enquanto pegava os balões. Eles realmente ficaram parecidos com animais, o que fez as duas parecerem meio bobas, mas, quem liga. Elas estavam fabulosas.

“E agora?” Camila perguntou. O chapéu um pouco grande demais para a cabeça dela, meio caído pro lado. Lauren focou em amarrar os balões coloridos no próprio pulso. Camila tentava não sorrir com a cena.

“Hmm, a gente podia… não sei, deitar no Sol por um tempo? Pode te aquecer um pouco. Eu acho que prefiro ficar fora de casa do que…”

“Perfeito.” Camila falou. Ela sorriu quando Lauren colocou alguns dólares no chapéu de um morador de rua, acenando pra ele e dizendo um tímido “oi”.

Ela se perguntava como essa mulher conseguia ser tão meiga, e por que ela não compartilhava isso com o mundo.

~oooooooooo~

“Lauren!” Camila proclamou, saindo do quarto quando elas já estavam em casa. “Eu ainda não tenho seu número de celular.”

Lauren estava encolhida em um canto do sofá com um de seus livros.

“Eu não tenho celular.” Lauren disse um pouco tímida, olhos voltando ao livro.

Camila não foi capaz de processar o fato. A vida dela se desmoronaria caso ela não tivesse um celular; ela acabaria vivendo numa caixa de papelão perto de um rio sem saber o próprio nome e cantando para os patos.

“Você não… tem um celular?” Os olhos de Camila estavam arregalados. Lauren estava começando a parecer desconfortável. Ela balançou a cabeça negativamente.

Camila hesitou e tentou fazer uma cara menos chocada. Ela estava realmente fascinada. “Por que não?” perguntou.

Lauren balançou os ombros. “Eu não preciso de um.” Ela disse. Camila a estudou por um momento e se sentou no sofá.

“Como você entra em contato com as pessoas? Fala com amigos?” Camila perguntou, o choque em sua voz sendo substituído por curiosidade.

Lauren enrugou a testa, ainda vidrada no livro. “Quem?” perguntou.

Camila suspirou. “Lauren.”

Lauren não respondeu. Camila abaixou um pouco a cabeça.

“Você pode olhar pra mim, por favor?”

Lauren mordeu o lábio inferior e levantou os olhos, encontrando os castanhos de Camila.

“Obrigada.” Camila sorriu. “Mas, e a sua tia? Você não tem que falar com ela?”

Os olhos de Lauren se desviaram por um momento mas voltaram a olhar nos de Camila. Ela balançou os ombros novamente. “Se ela quisesse falar comigo ela poderia usar o telefone fixo.”

“Você não fala com ela?”

Lauren balançou a cabeça devagar. “Não exatamente.”

Bom, isso não estava certo, Camila pensou. Se ela fosse a tia dessa menina meiga, ela ligaria todo dia pra se certificar de que ela comera algo além de cereal e doces e não havia sido sequestrada depois de brincar nas gangorras no parque. Na verdade, ela provavelmente faria isso sendo Camila. Então, conclusão lógica, comprar um celular para Lauren.

Camila saiu do sofá e foi até a bancada da cozinha pegar a própria bolsa.

“Vamos, Lauren. Nós vamos comprar um celular pra você.”

Lauren não se moveu, apenas a observou, ainda sentada no sofá.

Camila diminuiu um pouco o entusiasmo e sentou de novo, com o casaco e a bolsa de Lauren na mão.

“Quer dizer, eu não vou te forçar, mas seria legal poder te mandar mensagens durante o dia.”

Lauren parecia surpresa. Ela estava passando os dedos pelos cantos das páginas do livro. “Você me mandaria mensagens?”

“É claro!” Camila abriu um enorme sorriso. “Você pode me distrair durante meus intervalos de almoço, e eu posso ligar pra você e reclamar da atitude da Dinah, ou coordenar quem vai buscar comida… Além do que, eu acho que nunca usei a linha fixa do prédio na minha vida; nem sei direito como funciona.”

Lauren sorriu e mordeu o lábio. Camila esperou.

“Posso colocar jogos nele?” Lauren perguntou, encarando Camila nos olhos.

“Aimeudeus, eu tenho que te apresentar a um amigo meu, Niall! Ele pode te ensinar sobre um jogo chamado Angry Birds, e aí isso vai consumir a sua vida e eu provavelmente nunca mais vou te ver.”

Camila estava falando sério. Quando ela comprou Angry Birds pela primeira vez, ela perdeu uma parte da própria alma. Sendo a perfeccionista que era, ela chegou a usar livros de matemática pra estudar os ângulos que deveria usar para atirar. Ela até começou a construir uma maquete de tamanho real no quintal de casa, uma forma completamente lógica para praticar, quando os pais dela interviram.

Lauren sorriu e guardou o livro. Elas voltaram para casa mais tarde com um novo iPhone, uma capinha azul com um elefante desenhado e a mais nova versão de Angry Birds.

~oooooooo~

No dia seguinte, depois do jantar, Camila estava sentada na sala de estar com Lauren, esperando os amigos dela chegarem para irem pra balada. Aparentemente, ontem havia sido o único dia que eles chegariam cedo para alguma coisa, e isso nunca mais aconteceria. É certo que eles haviam ligado pra informar que o Shawn tinha martelado um prego no próprio dedão e que eles tiveram que passar no hospital, mas essa não era uma desculpa muito boa, segundo Camila.

Ela suspirou exageradamente e olhou para os lados. Os joelhos de Lauren estavam balançando como um cavalo galopante e ela estava focada em brincar com os detalhes da própria jaqueta.

“Lauren.” Camila disse calmamente. Lauren parou de mexer na jaqueta e olhou pra cima, fixando o olhar nos lábios de Camila, que lhe deu um sorriso, e Lauren sentou em cima das mãos, com as orelhas ficando vermelhas.

Finalmente o celular de Camila vibrou com uma mensagem dizendo que seus amigos estavam esperando por elas em um táxi na rua. Bom, na verdade a mensagem dizia “venham logo, o motorista é um idiota”, então Camila guiou Lauren para o elevador e depois até o banco traseiro de um táxi lotado.

Não foi culpa de Camila que ela acabou parcialmente no colo de Lauren, a morena ficando furiosamente vermelha e focando o olhar pra fora da janela. Dinah e Shawn pareciam entretidos demais com a situação. Eles chegaram na balada sem nenhum incidente de mão boba, bom, sem nenhum incidente de mão boba não proposital, e saíram do táxi com alívio.

Lauren estava com aquela cara de ansiedade de novo. Ela não conseguia parar de mexer nas mangas da jaqueta, e finalmente Camila resolveu segurar as mãos dela com a própria mão, e as segurou enquanto eles achavam uma mesa perto da parede da casa noturna.

Camila olhou pra Dinah e revirou os olhos; a mulher já estava brigando com algum cara no bar. Eles tinham literalmente acabado de chegar e ela estava se perguntando se Dinah estava bêbada. Camila supôs que fosse a personalidade dela; o tipo de pessoa que parece estar sempre bêbada.

Ela e Normani voltaram pra mesa com seis shots e Camila respirou fundo. Essa seria uma noite bem longa.

Os olhos de Lauren estavam focados no shot que foi colocado na frente dela. “Hm, eu não… bebo.” Ela disse. Dinah simplesmente a encarou.

Camila assentiu com a cabeça e apertou o ombro da morena em sinal de que estava tudo bem. “Shawn, você pode pegar alguma outra coisa pra ela beber?”

Shawn parecia estar com dúvida do que fazer. Ele estava com problema pra processar. Camila esperou; ele se daria conta eventualmente. Depois de um momento ele fechou a boca, acenando com a cabeça e foi até o bar.

Dinah havia recuperado o uso das palavras. “Por que caralhos você não bebe?” Ela disse desacreditada. Camila se afastou um pouco dela; Dinah realmente não conseguia entender esse fenômeno não alcoólico.

“Eu só, hum, não gosto.” Lauren respondeu, colocando os braços sobre a mesa e voltando a brincar com as mangas da jaqueta. “Desculpa.” Ela sussurrou.

“Ei, não se desculpe, Lauren.” Camila disse, com os olhos arregalados olhando pra Dinah. Ela afagou as costas da mais velha.

Dinah a ignorou. “O que você quer dizer com não gosta?”

Normani agarrou o rosto de Dinah e virou-o para encará-la. “DJ. Para.” Ela disse lentamente. “Deixe-a em paz.” Dinah revirou os olhos mas fez o que a morena pediu. “Só é estranho.” Ela murmurou.

“Porque nós não somos alcóolicos como você?” Harry rebateu. Camila sorriu agradecida para ele enquanto Shawn retornava com uma água para Lauren.

“Obrigada.” Ela disse com a voz fraca.

“Sem problema.” Shawn sorriu.

Mais ou menos meia hora depois, quando todos já estavam razoavelmente intoxicados, Normani agarrou Dinah e a levou para a pista de dança. Harry estava jogando charme pro barman, apesar de Camila não fazer ideia do motivo. Ela nunca havia visto um barman tão másculo na vida. Shawn tinha sumido dez minutos depois que eles chegaram, sem dar o ar da graça de novo.

Camila estava feliz que Lauren parecia ter relaxado um pouco. Ela estava olhando o lugar ao redor delas, e batendo uns canudos extras na mesa como se fossem baquetas.

“Sabe, você faz bastante isso.” Camila observou.

Lauren diminuiu as batidas e olhou para Camila, mas não disse nada.

“É como se você não conseguisse ficar quieta.” Camila continuou. “Hiperativa.” Camila tentou falar com cuidado; realmente, era só o álcool começar a fazer efeito e ela começava a falar de hiperativa.

Lauren assentiu com a cabeça e parou com o batuque. Ela segurou as próprias mãos como se não soubesse o que fazer com elas. Camila a observou.

“Não é algo ruim.” Ela disse. “É bonitinho.”

Lauren ficou vermelha. “É um hm - quero dizer, é um tipo de tic… mais ou menos. Tipo, um hábito. Eu - minha tia - ela costumava odiar. Ela me dava uns remédios pra isso.”

Camila estreitou as sobrancelhas. “O quê? Pra fazer isso parar?”

“É. Só, eu não sei… acalmar as coisas…” Lauren explicou timidamente.

Camila pensou e pegou os canudos que Lauren tinha deixado de lado, começando uma própria batida na mesa. Ela sorriu pra Lauren. “Eu não gosto de calmo. Do seu jeito é muito mais legal.”

Lauren mordeu o lábio pra conter o sorriso e pegou mais canudos. Quando Harry voltou, sem sucesso no quesito barman hétero, elas estavam tendo um duelo de baterias. Bom, Lauren estava tendo um duelo. Camila estava fazendo papel de idiota depois de derrubar a própria bebida quando ela tentou usá-la como parte da bateria. Ela não ligou; ela achava que a risada tímida de Lauren era acolhedora e queria fazer de novo só pra continuar ouvindo aquele som.

“Vocês sabem onde a Mani e a Dinah foram?” Harry perguntou, mantendo a bebida longe da ira dos canudos da Camila;

Camila balançou a cabeça e parou de tocar. “Elas provavelmente estão transando no banheiro.” Ela sentiu Lauren engasgar ao lado dela e virou pra olhar para a morena.

“Elas fariam isso aqui?” Ela perguntou incrédula, falando mais alto que de costume.

Camila riu e levantou as sobrancelhas. “Aham. Quando foi a última vez que você foi pra uma balada?” Lauren ficou vermelha e abaixou a cabeça. Camila se repreendeu em pensamento. Karla Camila Cabello, pense antes de falar. Não seja tão direta. E pare de derrubar as bebidas dos outros.

Camila cutucou a bochecha de Lauren com um dos canudos. “Desculpa. Eu não-”

“Eu nunca fui. Em uma balada, digo. Eu nunca tinha ido em uma balada antes.” Lauren disse antes que Camila pudesse ter outro vômito de palavras de novo. Ela estava agradecida que Harry havia virado as costas e estava fingindo que essa conversa não estava acontecendo.

“Ah.” Camila se perguntava qual seria o oposto de vômito de palavras. Lauren olhou pra ela e deu um sorriso, que Camila retornou. Ela não se deu ao trabalho de procurar o vocabulário perdido.

Normani e Dinah voltaram para a mesa um minuto depois, definitivamente com aparência de que haviam saído do meio de um túnel de vento ou tinham aproveitado da companhia uma da outra no banheiro.

“Ei olhos verdes,” Dinah disse do outro lado da mesa. “Achou alguém que queira levar pra casa? Quer dizer, nós sabemos que a Camila é um caso perdido,” Camila revirou os olhos, “mas tenho certeza que podemos achar um cara bonito pra você.”

“Bom, o que quer que você faça, não tente o barman. Ele não sabe apreciar boas qualidades que uma pessoa possa ter.” Harry disse amargamente.

“Na verdade eu sou gay.” Lauren murmurou, olhos na bebida, soprando bolhas na água.

Camila derrubou a bebida de novo. Santa mãe de- contenha-se, Camila. Controle-se. Harry agia como se fosse lava se aproximando do colo dele.

“Jesus, cara, se acalme.” Dinah disse, sorrindo de forma maníaca, olhos vidrados no rosto de Camila. Lauren ainda estava soprando bolhas pelo canudo, um pouco mais rápido, bolhas com um certo pânico.

“Você é gay, Jauregui?” Dinah perguntou com a voz elevada. Obviamente ela precisava que todo mundo na casa noturna ouvisse, só pra se certificar.

Lauren olhou na direção dela um pouco preocupada. “Sim.”

Dinah fazia parecer que era manhã de Natal, ou que ela estava planejando alguma coisa que só poderia acabar em desastre. Camila sentia uma urgência de colocar o próprio corpo entre Lauren e Dinah pra proteger a mulher ao lado dela.

“Você sabia que você está no mesmo time que Cabello?” Dinah parecia com o gato que havia comido o pássaro. Camila estava completamente vermelha e Lauren não estava muito melhor. Harry estava ignorando tudo e todos, tentando tirar a bebida de Camila da calça dele.

Lauren obviamente não fazia ideia do que dizer. “Hm, eu… não?”

Camila cobriu os olhos com as mãos pra se recompor e bloquear a cara da Dinah. Ela se virou para Lauren quieta, esperando que seus olhos estivessem calmos, mas sabendo que eles provavelmente estavam parecendo de um maluco.

“Obrigada por nos contar, Lauren.” Ela disse simplesmente, depois de virar a cabeça pra observar os olhos verdes.

Lauren assentiu com a cabeça, hesitante. “Eu- obrigada por… me contar. Dinah, eu acho.” Lauren estava com a cara um tanto confusa. Camila percebeu que não era intenção dela agradecer Dinah. A maioria das pessoas não o fazia; era geralmente um acidente que não dava pra evitar.

“Tudo bem. Eu teria te contado de qualquer jeito. Dinah só gosta de se meter nos negócios dos outros porque somos mais legais que ela.” Camila disse, esperando ouvir um ‘cala a boca!’ surgir do outro lado da mesa e ficou agradavelmente surpresa quando isso não aconteceu. Depois ela quase vomitou ao olhar pra Dinah e vê-la grudada na cara de Normani.

Harry estava em um estado de silêncio permanente. Ou talvez ele estivesse sofrendo a perda das calças preferidas para a bebida que Camila derrubou. Tanto faz. Camila se sentia mais leve agora; mais feliz, como se qualquer coisa pudesse acontecer.



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