História Just off the Key of Reason - Faberry - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Quinn Fabray, Rachel Berry
Tags Faberry, Glee, Quinn Fabray, Rachel Berry
Exibições 37
Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey guys, aqui esta mais um capitulo pra vocês, espero que gostem :*

Capítulo 3 - Capítulo 3: Longe da Multidão Enlouquecedora


Fanfic / Fanfiction Just off the Key of Reason - Faberry - Capítulo 3 - Capítulo 3: Longe da Multidão Enlouquecedora

Como era Fevereiro, e elas estavam em New York, andando pelo Central Park, Rachel estava congelando. Dentro do apartamento ela teve a impressão de que estava mais quente do lado de fora do que realmente estava. Agora, ela andava ao lado de Quinn, tentando não tremer os dentes.

Quinn olhou para o lado e a estudou por um momento, estreitando as sobrancelhas.

"Você está com frio?"

Rachel sorriu arrependida e assentiu com a cabeça, batendo os dentes. "Eu sei, eu sei. Eu deveria estar preparada. Eu sinto como se eu estivesse em uma expedição no Ártico."

Quinn tirou o casaco e colocou-o em Rachel. "Aqui. Vista isso." Rachel ficou surpresa, mas deixou a outra ajudá-la a colocar os braços nas mangas do casaco.

"Mas você não vai ficar com frio?" Rachel perguntou preocupada.

Quinn apenas balançou a cabeça com um pequeno sorriso e voltou a brincar com os detalhes da própria blusa. Elas almoçaram no café preferido de Rachel e agora estavam andando pelo parque. Rachel olhou pra cima quando percebeu que Quinn virara a cabeça e seus passos estavam mais animados. A loira tinha um brilho nos olhos inocentes e animados, então Rachel seguiu sua linha de visão. Seus olhos pousaram diretamente em um vendedor de balões. Ela sorriu.

Rachel não disse nada; ela queria ver se Quinn iria pedir pra parar. Elas quase passaram reto pelo vendedor antes de Quinn desacelerar, virar para Rachel e parar, mordendo o lábio inferior.

"Eu quero comprar um balão." Ela disse e depois fez uma cara de quem não sabia porque tinha dito aquilo.

Rachel sorriu abertamente e a puxou para perto do vendedor. "Eu também!"

Quinn parecia surpresa e animada. Rachel pediu por um balão roxo.

"Hm, me vê um azul... e um amarelo, por favor? E um verde?" Quinn disse timidamente.

Rachel sorriu e colocou uma mão no ombro de Quinn. "Eu acho que a minha amiga aqui precisa de um chapéu de balão em forma de animal também." Rachel a estudou por um momento e assentiu decisivamente com a cabeça. "Um leão. Definitivamente um leão."

Rachel esperava que o homem soubesse o que estava fazendo, ou então ficaria parecendo um chapéu de salsichas amarelas. Algo que Quinn realmente não precisava.

O vendedor sorriu. "Certo. E que tal um pra você?"

Rachel começou a balançar a cabeça, mas Quinn pegou a mão que estava no ombro dela e interrompeu. "Ela precisa de um também." Ela olhou para Rachel por um momento. "Um urso. Por favor."

O homem afirmou com a cabeça e começou a preparar os chapéus enquanto pegava os balões. Eles realmente ficaram parecidos com animais, o que fez as duas parecerem meio bobas, mas, quem liga. Elas estavam fabulosas.

"E agora?" Rachel perguntou. O chapéu um pouco grande demais para a cabeça dela, meio caído pro lado. Quinn focou em amarrar os balões coloridos no próprio pulso. Rachel tentava não sorrir com a cena.

"Hmm, a gente podia... não sei, deitar no Sol por um tempo? Pode te aquecer um pouco. Eu acho que prefiro ficar fora de casa do que..."

"Perfeito." Rachel falou. Ela sorriu quando Quinn colocou alguns dólares no chapéu de um morador de rua, acenando pra ele e dizendo um tímido "oi".

Ela se perguntava como essa mulher conseguia ser tão meiga, e por que ela não compartilhava isso com o mundo.

~oooooooooo~

"Quinn!" Rachel proclamou, saindo do quarto quando elas já estavam em casa. "Eu ainda não tenho seu número de celular."

Quinn estava encolhida em um canto do sofá com um de seus livros.

"Eu não tenho celular." Quinn disse um pouco tímida, olhos voltando ao livro.

Rachel não foi capaz de processar o fato. A vida dela se desmoronaria caso ela não tivesse um celular; ela acabaria vivendo numa caixa de papelão perto de um rio sem saber o próprio nome e cantando para os patos.

"Você não... tem um celular?" Os olhos de Rachel estavam arregalados. Quinn estava começando a parecer desconfortável. Ela balançou a cabeça negativamente.

Rachel hesitou e tentou fazer uma cara menos chocada. Ela estava realmente fascinada. "Por que não?" perguntou.

Quinn balançou os ombros. "Eu não preciso de um." Ela disse. Rachel a estudou por um momento e se sentou no sofá.

"Como você entra em contato com as pessoas? Fala com amigos?" Rachel perguntou, o choque em sua voz sendo substituído por curiosidade.

Quinn enrugou a testa, ainda vidrada no livro. "Quem?" perguntou.

Rachel suspirou. "Quinn."

Quinn não respondeu. Rachel abaixou um pouco a cabeça.

"Você pode olhar pra mim, por favor?"

Quinn mordeu o lábio inferior e levantou os olhos, encontrando os castanhos de Rachel.

"Obrigada." Rachel sorriu. "Mas, e a sua tia? Você não tem que falar com ela?"

Os olhos de Quinn se desviaram por um momento mas voltaram a olhar nos de Rachel. Ela balançou os ombros novamente. "Se ela quisesse falar comigo ela poderia usar o telefone fixo."

"Você não fala com ela?"

Quinn balançou a cabeça devagar. "Não exatamente."

Bom, isso não estava certo, Rachel pensou. Se ela fosse a tia dessa menina meiga, ela ligaria todo dia pra se certificar de que ela comera algo além de cereal e doces e não havia sido sequestrada depois de brincar nas gangorras no parque. Na verdade, ela provavelmente faria isso sendo Rachel. Então, conclusão lógica, comprar um celular para Quinn.

Rachel saiu do sofá e foi até a bancada da cozinha pegar a própria bolsa.

"Vamos, Quinn. Nós vamos comprar um celular pra você."

Quinn não se moveu, apenas a observou, ainda sentada no sofá.

Rachel diminuiu um pouco o entusiasmo e sentou de novo, com o casaco e a bolsa de Quinn na mão.

"Quer dizer, eu não vou te forçar, mas seria legal poder te mandar mensagens durante o dia."

Quinn parecia surpresa. Ela estava passando os dedos pelos cantos das páginas do livro. "Você me mandaria mensagens?"

"É claro!" Rachel abriu um enorme sorriso. "Você pode me distrair durante meus intervalos de almoço, e eu posso ligar pra você e reclamar da atitude da Santana, ou coordenar quem vai buscar comida... Além do que, eu acho que nunca usei a linha fixa do prédio na minha vida; nem sei direito como funciona."

Quinn sorriu e mordeu o lábio. Rachel esperou.

"Posso colocar jogos nele?" Quinn perguntou, encarando Rachel nos olhos.

"Aimeudeus, eu tenho que te apresentar a um amigo meu, Artie! Ele pode te ensinar sobre um jogo chamado Angry Birds, e aí isso vai consumir a sua vida e eu provavelmente nunca mais vou te ver."

Rachel estava falando sério. Quando ela comprou Angry Birds pela primeira vez, ela perdeu uma parte da própria alma. Sendo a perfeccionista que era, ela chegou a usar livros de matemática pra estudar os ângulos que deveria usar para atirar. Ela até começou a construir uma maquete de tamanho real no quintal de casa, uma forma completamente lógica para praticar, quando os pais dela interviram.

Quinn sorriu e guardou o livro. Elas voltaram para casa mais tarde com um novo iPhone, uma capinha azul com um elefante desenhado e a mais nova versão de Angry Birds.

~oooooooo~

No dia seguinte, depois do jantar, Rachel estava sentada na sala de estar com Quinn, esperando os amigos dela chegarem para irem pra balada. Aparentemente, ontem havia sido o único dia que eles chegariam cedo para alguma coisa, e isso nunca mais aconteceria. É certo que eles haviam ligado pra informar que o Puck tinha martelado um prego no próprio dedão e que eles tiveram que passar no hospital, mas essa não era uma desculpa muito boa, segundo Rachel.

Ela suspirou exageradamente e olhou para os lados. Os joelhos de Quinn estavam balançando como um cavalo galopante e ela estava focada em brincar com os detalhes da própria jaqueta.

"Quinn." Rachel disse calmamente. Quinn parou de mexer na jaqueta e olhou pra cima, fixando o olhar nos lábios de Rachel, que lhe deu um sorriso, e Quinn sentou em cima das mãos, com as orelhas ficando vermelhas.

Finalmente o celular de Rachel vibrou com uma mensagem dizendo que seus amigos estavam esperando por elas em um táxi na rua. Bom, na verdade a mensagem dizia "venham logo, o motorista é um idiota", então Rachel guiou Quinn para o elevador e depois até o banco traseiro de um táxi lotado.

Não foi culpa de Rachel que ela acabou parcialmente no colo de Quinn, a loira ficando furiosamente vermelha e focando o olhar pra fora da janela. Santana e Puck pareciam entretidos demais com a situação. Eles chegaram na balada sem nenhum incidente de mão boba, bom, sem nenhum incidente de mão boba não proposital, e saíram do táxi com alívio.

Quinn estava com aquela cara de ansiedade de novo. Ela não conseguia parar de mexer nas mangas da jaqueta, e finalmente Rachel resolveu segurar as mãos da loira com a própria mão, e as segurou enquanto eles achavam uma mesa perto da parede da casa noturna.

Rachel olhou pra Santana e revirou os olhos; a mulher já estava brigando com algum cara no bar. Eles tinham literalmente acabado de chegar e ela estava se perguntando se Santana estava bêbada. Rachel supôs que fosse a personalidade dela; o tipo de pessoa que parece estar sempre bêbada.

Ela e Brittany voltaram pra mesa com seis shots e Rachel respirou fundo. Essa seria uma noite bem longa.

Os olhos de Quinn estavam focados no shot que foi colocado na frente dela. "Hm, eu não... bebo." Ela disse. Santana simplesmente a encarou.

Rachel assentiu com a cabeça e apertou o ombro da loira em sinal de que estava tudo bem. "Puck, você pode pegar alguma outra coisa pra ela beber?"

Puck parecia estar com dúvida do que fazer. Ele estava com problema pra processar. Rachel esperou; ele se daria conta eventualmente. Depois de um momento ele fechou a boca, acenando com a cabeça e foi até o bar.

Santana havia recuperado o uso das palavras. "Por que caralhos você não bebe?" Ela disse desacreditada. Rachel se afastou um pouco dela; Santana realmente não conseguia entender esse fenômeno não alcoólico.

"Eu só, hum, não gosto." Quinn respondeu, colocando os braços sobre a mesa e voltando a brincar com as mangas da jaqueta. "Desculpa." Ela sussurrou.

"Ei, não se desculpe, Quinn." Rachel disse, com os olhos arregalados olhando pra Santana. Ela afagou as costas da loira.

Santana a ignorou. "O que você quer dizer com não gosta?"

Brittany agarrou o rosto de Santana e virou-o para encará-la. "San. Para." Ela disse lentamente. "Deixe-a em paz." Santana revirou os olhos mas fez o que a loira pediu. "Só é estranho." Ela murmurou.

"Porque nós não somos alcólicos como você?" Kurt rebateu. Rachel sorriu agradecida para ele enquanto Puck retornava com uma água para Quinn.

"Obrigada." Ela disse com a voz fraca.

"Sem problema." Puck sorriu.

Mais ou menos meia hora depois, quando todos já estavam razoavelmente intoxicados, Brittany agarrou Santana e a levou para a pista de dança. Kurt estava jogando charme pro bartender, apesar de Rachel não fazer ideia do motivo. Ela nunca havia visto um bartender tão másculo na vida. Puck tinha sumido dez minutos depois que eles chegaram, sem dar o ar da graça de novo.

Rachel estava feliz que Quinn parecia ter relaxado um pouco. Ela estava olhando o lugar ao redor delas, e batendo uns canudos extras na mesa como se fossem baquetas.

"Sabe, você faz bastante isso." Rachel observou.

Quinn diminuiu as batidas e olhou para Rachel, mas não disse nada.

"É como se você não conseguisse ficar quieta." Rachel continuou. "Hiperativa." Rachel tentou falar com cuidado; realmente, era só o álcool começar a fazer efeito e ela começava a falar de hiperativa.

Quinn assentiu com a cabeça e parou com o batuque. Ela segurou as próprias mãos como se não soubesse o que fazer com elas. Rachel a observou.

"Não é algo ruim." Ela disse. "É bonitinho."

Quinn ficou vermelha. "É um hm - quero dizer, é um tipo de tic... mais ou menos. Tipo, um hábito. Eu - minha tia - ela costumava odiar. Ela me dava uns remédios pra isso."

Rachel estreitou as sobrancelhas. "O quê? Pra fazer isso parar?"

"É. Só, eu não sei... acalmar as coisas..." Quinn explicou timidamente.

Rachel pensou e pegou os canudos que Quinn tinha deixado de lado, começando uma própria batida na mesa. Ela sorriu pra Quinn. "Eu não gosto de calmo. Do seu jeito é muito mais legal."

Quinn mordeu o lábio pra conter o sorriso e pegou mais canudos. Quando Kurt voltou, sem sucesso no quesito barman hétero, elas estavam tendo um duelo de baterias. Bom, Quinn estava tendo um duelo. Rachel estava fazendo papel de idiota depois de derrubar a própria bebida quando ela tentou usá-la como parte da bateria. Ela não ligou; ela achava que a risada tímida de Quinn era acolhedora e queria fazer de novo só pra continuar ouvindo aquele som.

"Vocês sabem onde a Britt e a Santana foram?" Kurt perguntou, mantendo a bebida longe da ira dos canudos da Rachel;

Rachel balançou a cabeça e parou de tocar. "Elas provavelmente estão transando no banheiro." Ela sentiu Quinn engasgar ao lado dela e virou pra olhar para a loira.

"Elas fariam isso aqui?" Ela perguntou incrédula, falando mais alto que de costume.

Rachel riu e levantou as sobrancelhas. "Aham. Quando foi a última vez que você foi pra uma balada?" Quinn ficou vermelha e abaixou a cabeça. Rachel se repreendeu em pensamento. Rachel Barbra Berry, pense antes de falar. Não seja tão direta. E pare de derrubar as bebidas dos outros.

Rachel cutucou a bochecha de Quinn com um dos canudos. "Desculpa. Eu não-"

"Eu nunca fui. Em uma balada, digo. Eu nunca tinha ido em uma balada antes." Quinn disse antes que Rachel pudesse ter outro vômito de palavras de novo. Ela estava agradecida que Kurt havia virado as costas e estava fingindo que essa conversa não estava acontecendo.

"Ah." Rachel se perguntava qual seria o oposto de vômito de palavras. Quinn olhou pra ela e deu um sorriso, que Rachel retornou. Ela não se deu ao trabalho de procurar o vocabulário perdido.

Brittany e Santana voltaram para a mesa um minuto depois, definitivamente com aparência de que haviam saído do meio de um túnel de vento ou tinham aproveitado da companhia uma da outra no banheiro.

"Ei loira," Santana disse do outro lado da mesa. "Achou alguém que queira levar pra casa? Quer dizer, nós sabemos que a Rachel é um caso perdido," Rachel revirou os olhos, "mas tenho certeza que podemos achar um cara bonito pra você."

"Bom, o que quer que você faça, não tente o barman. Ele não sabe apreciar boas qualidades que uma pessoa possa ter." Kurt disse amargamente.

"Na verdade eu sou gay." Quinn murmurou, olhos na bebida, soprando bolhas na água.

Rachel derrubou a bebida de novo. Santa mãe de- contenha-se, Rachel. Controle-se. Kurt agia como se fosse lava se aproximando do colo dele.

"Jesus, cara, se acalme." Santana disse, sorrindo de forma maníaca, olhos vidrados no rosto de Rachel. Quinn ainda estava soprando bolhas pelo canudo, um pouco mais rápido, bolhas com um certo pânico.

"Você é gay, Fabray?" Santana perguntou com a voz elevada. Obviamente ela precisava que todo mundo na casa noturna ouvisse, só pra se certificar.

Quinn olhou na direção dela um pouco preocupada. "Sim."

Santana fazia parecer que era manhã de Natal, ou que ela estava planejando alguma coisa que só poderia acabar em desastre. Rachel sentia uma urgência de colocar o próprio corpo entre Quinn e Santana pra proteger a mulher ao lado dela.

"Você sabia que você está no mesmo time que Berry?" Santana parecia com o gato que havia comido o pássaro. Rachel estava completamente vermelha e Quinn não estava muito melhor. Kurt estava ignorando tudo e todos, tentando tirar a bebida de Rachel da calça dele.

Quinn obviamente não fazia ideia do que dizer. "Hm, eu... não?"

Rachel cobriu os olhos com as mãos pra se recompor e bloquear a cara da Santana. Ela se virou para Quinn quieta, esperando que seus olhos estivessem calmos, mas sabendo que eles provavelmente estavam parecendo de um maluco.

"Obrigada por nos contar, Quinn." Ela disse simplesmente, depois de virar a cabeça pra olhar nos olhos de avelã.

Quinn assentiu com a cabeça, hesitante. "Eu- obrigada por... me contar. Santana, eu acho." Quinn estava com a cara um tanto confusa. Rachel percebeu que não era intenção dela agradecer Santana. A maioria das pessoas não o fazia; era geralmente um acidente que não dava pra evitar.

"Tudo bem. Eu teria te contado de qualquer jeito. Santana só gosta de se meter nos negócios dos outros porque somos mais legais que ela." Rachel disse, esperando ouvir um 'cala a boca!' surgir do outro lado da mesa e ficou agradavelmente surpresa quando isso não aconteceu. Depois ela quase vomitou ao olhar pra Santana e vê-la grudada na cara de Brittany.

Kurt estava em um estado de silêncio permanente. Ou talvez ele estivesse sofrendo a perda das calças preferidas para a bebida que Rachel derrubou. Tanto faz. Rachel se sentia mais leve agora; mais feliz, como se qualquer coisa pudesse acontecer.



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