História Just One Day - Jikook - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook Kookmin
Exibições 110
Palavras 651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Capitulo Onze


Jungkook P.O.V

Arrumei a minha roupa, e abri a porta, dando um sorriso. Minha mãe, retribuiu o sorriso e logo veio me abraçar e bagunçou o meu cabelo como de costume. Dei um espaço para ela entrar, quando a mesma entrou, fechei a porta cuidadosamente e me virei para sentar no sofá ao lado dela. A própria tinha pegado a minha mão e acariciou, seus olhos estavam cheios de lágrimas, neguei com a cabeça, fui chegando a minha outra mão sob o seu rosto e sequei algumas lágrimas que estavam caindo. 

Faz bastante tempo que não a vejo, desde que mudei para Seoul, a minha vida é muito corrida, não tenho tempo para ligar para a minha família ou até mesmo passar um dia com ela. Mas eu sinto que isso irá mudar, tudo vai voltar ao normal.Quero dizer nem tudo.

A minha mãe, tinha pegado a sua bolsa e abriu com cuidado, me fazendo levantar uma das sobrancelhas e logo dei um sorriso fraco quando percebi que ela tinha me olhado. Soltei a minha mão e cocei a parte de trás de minha cabeça por conta do nervosismo.A própria tinha me dado um presente e me fez uma promessa que eu podia abrir só no ano que vem. Apenas, concordei com a cabeça. 

Jimin tinha chegado na sala, dando um sorriso que fechava seus olhos, minha mãe o olhou e deu um sorriso fraco, o chamando, o mesmo caminhou até ela e se agachou ao seu lado, ela tinha chegado perto de seu ouvido e sussurrou algo que o Jimin começou a rir. Dei um sorriso fraco ao mesmo tempo levantando uma sobrancelha. O próprio tinha chegado perto de mim e apertou minhas bochechas.

-Mãe, o que você disse? - Perguntei, mas Jimin tinha dado as costas para mim e foi andando até seu quarto, minha mãe tinha pegado o seu celular e começou a mexer, me ignorando totalmente. - Okay, não precisam falar. 

Me levantei lentamente do sofá e fui indo até a cozinha, peguei duas xícaras de café e puis em uma máquina que minha tia me dado de fazer café, apoiei uma das mãos na parede, me fazendo suspirar. Logo em seguida, dei um sorriso fraco ao ver que o café tinha ficado pronto. Peguei a caneca cuidadosamente e fui levando até a minha mãe, que a mesma sorriu e pegou a xícara. 

Cada gole que eu dava, eu pensava sobre a minha infância. Dei um sorriso bobo, escondendo ele com a xícara, os meus olhos chegavam a brilhar quando eu lembrava o meu irmão e eu pequenos. Quando éramos crianças, eu e meu irmão, não se gostávamos, ao, agora, não podemos ver um ao outro senão, iremos abraçar até não poder mais. 

Jimin P.O.V

Eu podia sentir que a casa estava silenciosa, mas eu não queria atrapalhar o momento de mãe e filho. Sinceramente, eu nunca tive esse tempo com a minha mãe, nem quando eu era criança. Minha mãe, sempre chegava tarde em casa e meu pai... Bom, se separou de minha mãe quando eu nem tinha nascido. O meu irmão mais velho, trabalha e vive em Nova Iorque, por isso, eu quero morar em Nova Iorque e viver a minha vida, conforme que eu quero. 

Tinha me sentado na cama, logo, peguei o meu celular que estava debaixo de um travesseiro que eu tanto amava, apenas, dei um sorriso fraco e desbloqueei o mesmo. O meu acessor tinha me dado algumas mensagens, mas eu não podia responder naquele exato momento. 

Escutei as risadas do Kook e de sua mãe, a felicidade desse menino fazia o meu dia alegrar, cada vez mais eu peço que esse sorriso e seu humor nunca mudem. Nem mesmo, quando eu sair dessa casa e viver na minha. Só de lembrar disso, o meu coração doía, mas ainda haverá muito tempo para curtir as nossas vidas e as nossas loucuras. 



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