História Just One Day - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Min, Rap Monster, Romance, Suga, Yoongi
Exibições 38
Palavras 1.645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sempre demoro muito pra postar. Foram tipo, três meses.

Nem sei mais o que prometer... Vou demorar menos da próxima vez. Tipo, menos de uma semana.

Capítulo 2 - 01 - Tears At The Parking.


Fanfic / Fanfiction Just One Day - Capítulo 2 - 01 - Tears At The Parking.


– Desculpa, Eli. Prometo que nunca mais vou fazer esse tipo de coisa, tá? Eu só tava confuso com os estudos, e a pressão de ser capitão do time e tudo mais. Eu ainda te amo, e jamais vou deixar te amar. Você vai vir no campeonato? 

– Vou, Scott. – respondi, ainda tentando parecer seca. Mas eu estava tão feliz por tê-lo de volta. Simplesmente não conseguia conter o sorriso. 

– Então, te vejo na segunda? 

– Uhum. – confirmei.

– Até lá. 

    E ele desligou antes de eu ter a chance dizer "tchau".

    Uma semana havia se passado desde o parque, e ele me chamou há três dias atrás para dizer que estava arrependido e que queria voltar. Eu queria negar, mesmo. Mas não consegui. Scott me fez derramar tantas lágrimas, mas meu coração bate tão forte por ele. Não consegui ser forte o suficiente pra rejeitá-lo. 

    Era uma tarde de sábado, e eu tinha voltado do supermercado com meu pai há umas duas horas. Quando chegamos, subi direto pro quarto, sem mesmo ajudá-lo a guardar as compras. Mas meu pai sabe que ainda estou meio confusa quanto às minhas emoções, então não se importou de fazer tudo sozinho. E enquanto eu estava deitada, ainda de calça jeans, Scott me ligou. E desde que finalizamos a ligação, não consigo parar de pensar nele. Não sei se foi uma boa ideia voltar correndo pra ele. Eu não chorei só no parque. Chorei na cama, chorei na escola, chorei no ombro das minhas amigas.. E foi só ele pedir desculpas que eu voltei para seus braços, como um cachorrinho atraído por um biscoito de carne. Mas por outro lado, não conseguiria ficar afastada por muito tempo. Ele é muito mais do que só o capitão do time de futebol do colégio. Ele é muito mais do que o mais popular de todos pra mim. Eu amo ele.


  [...]


– Aquela ridícula usou o mesmo cropped que eu usei, vocês acreditam? – Brook imitava não só a voz de Vanessa, mas também a forma de andar rebolando e o biquinho exagerado – Oh, como eu odeio a Brook! 
    Eu e Lola simplesmente não conseguíamos parar de rir. 

    Vanessa era provavelmente a garota mais chata da escola. Parece estar sempre querendo ser a vítima das coisas, além de adorar acusações e ficar dando em cima do namorado das outras. Não sei porque Scott ainda insiste em responder as mensagens dela.

– Eu comprei o cropped primeiro! – Brook exclamou, fazendo gestos bruscos com as mãos – É completamente injusto ser taxada como "a garota que copia a Vanessa". A Vanessa que deveria ser taxada como "A garota que me copia". Quer dizer, "que copia a Brook".

    O shopping estava bem mais movimentado do que o normal naquele dia. Desde que conheço Lola e Brook temos o hábito de vir ao shopping no sábado, e costuma estar só meio cheio. Hoje está completamente cheio. Não duvido que esse lugar exploda se mais alguém decidir entrar. 

– O que tá rolando aqui? – Lola perguntou aflita – Esse lugar nunca foi tão cheio.

– Não sei. – Brook respondeu – Acho que é apresentação de algum grupo japonês ou algo assim.

– Grupos japonês? – ponderei, tentando equilibrar todas as sacolas em um único braço enquanto usava a mão livre para ajeitar o coque – Desde quando eles ficaram tão famosos por aqui?

Anyway, me ajuda com essas outras sacolas aqui. – Lola resmungou, me entregando todas as que estavam em sua mão para mexer no celular. Eu ri da situação, mas carreguei as sacolas dela até chegar na praça de alimentação. 

     Paramos na fila do Subway, que diminuiu rapidamente. Em um piscar de olhos, Brook era a próxima a ser atendida.

– O que deseja, senhora? – a atendente perguntou, mas Brook não deu atenção. 

– Brook. – Bati em seu ombro de leve, mas ela só estendeu a mão em um sinal de "calm down" e voltou a olhar concentrada para a tela do celular.

– Senhora, o que deseja? – a atendente repetiu.

    Brook digitava rapidamente. 

– Larga o celular, darling! – Lola gritou no ouvido de Brook, fazendo-a pular com o susto – Não vai pedir nada? 

– Meu celular quase caiu com essa palhaçada. Vai, pede um Veggle Delite pra mim. 

    Pedimos gargalhando.

    O lugar lotou rapidamente. Parecíamos afastadas de todas as outras pessoas na praça de alimentação quando sentamos, mas agora estávamos cercadas de todos os lados por adolescentes gritando e rindo. Um palco estava terminando de ser montado em um dos cantos do lugar, onde vários seguranças tentavam manter as pessoas atrás de uma linha amarela no chão. Mesmo com o núcleo de pessoas concentradas do outro lado do salão, eu precisava fazer esforço pra falar com as meninas ou ouvi-las, porque os gritos estavam realmente altos.

OMG, parece um show do One Direction. – Lola comentou, rolando os olhos brevemente, sem tirar os olhos da tela do seu celular. 

    Os próximos dez minutos foram literalmente um inferno. As pessoas se acumulavam cada vez mais, e quando percebi, a saída estava completamente congestionada. As luzes se apagaram e todos começaram a gritar como se fosse o último segundo de suas vidas.

– Ótimo, estamos presas aqui graças à Lady Lerdeza, não é mesmo, Brook? – Lola disse calma, mas gritando para que sua voz se sobressaísse aos berros da multidão.

– Tava no celular, esqueci de comer o sanduíche. – Brook respondeu quase aos sussurros.

– Já estamos aqui, vamos só curtir. Não deve ser tão ruim. - elas assentiram seguindo meu raciocínio. Não tem como um estilo musical ser ruim quando une mais pessoas em um shopping do que nos outros seis anos de existência do lugar.

    Assim que concluí a frase, um feixe vermelho luminoso se acendeu no palco. Os gritos se intensificaram ainda mais, e, em um único gesto, centenas de mãos levantaram uma lanterna com uma bola transparente na ponta, onde as letras "BTS" se destacavam. Deduzi ser o nome do grupo, e percebi que acertei quando a mesma palavra brilhou no telão atrás do palco. Logo ela foi substituída pela simulação do fundo de uma mansão, e alguns garotos entraram no palco e se uniram no meio. A gritaria foi absurda, talvez a maior que eu já ouvi na minha vida. E quando começaram a cantar e dançar na roda, percebi que realmente não ia entender nada. 

    Eu não falo japonês.

    A coreografia era muito boa. Os garotos não pareciam nem um pouco cansados por estarem cantando e dançando ao mesmo tempo, o que me surpreendeu. 

    Assim que o refrão tocou pela primeira vez, um garoto de cabelos negros foi pra frente e começou a cantar rap. Pensei reconhecer aquela voz por um segundo, mas logo desisti da ideia. Não conheço nenhum japonês.

    Eu estava errada. Assim que ele saiu do meio, ele olhou na minha direção por meio segundo, e eu me lembrei de seu rosto. O garoto no parque, que me ajudou com a foto. Ele estava de cabelos brancos esverdeados quando eu o vi, há uma semana atrás. 

     Enquanto a apresentação acontecia, senti seus olhos sobre os meus mais umas duas ou três vezes. 


  [...]


– Brook, me faz um favor e leva suas próprias sacolas? Tá realmente pesado aqui. – eu disse, enquanto caminhávamos pelo estacionamento.

    Os garotos cantaram menos de dez músicas, mas o tempo passou bem rápido enquanto estávamos lá dentro. O céu já estava escuro lá fora e ainda teríamos de passar em mais algumas lojas fora do shopping. Tudo o que eu queria era deitar na minha cama e ter oito horas de sonhos tranquilos e felizes.

– Segura só até o carro, Eli. Tô cansada. – Brook respondeu, e Lola riu.

– Cansada de que? Digitar?

– Eu tive que segurar um cartaz pra uma garota que queria ir no banheiro no meio do show. Ela parecia muito animada por estar ali e triste por estar apertada, então eu tive que ajudar. Mas segurar aquilo no alto cansa, sabia?

    Lola revirou os olhos, me fazendo rir.

– Não tenta me distrair e colocar mais sacola suas na minha mão não. – eu argumentei – Esse truque só funciona uma vez.

– Uma? – Lola riu – Ela já fez isso com você mais vezes do que eu consigo contar. 

– Vocês deviam carregar minhas sacolas. Eu sou a mais velha, não tenho forças.

– Você tem vinte e um anos. – eu retruquei.

– Como eu disse, mais velha. 

    Rimos um pouco e depois mantemos o silêncio. A silhueta de um casal se beijando alguns metros a nossa frente, os carros acelerando devagar pra sair, as sacolas de Brook. Tudo era tão habitual. O clima era o mesmo da semana passada, da que veio antes e da anterior àquela. Tudo era tão habitual. Os metros diminuíram, até que o casal não era mais uma silhueta. Era apenas o meu namorado agarrando a Vanessa alguns carros atrás do carro de Brook. Habitual, como sempre disseram que aconteceria. Me recusava a acreditar até então, mas era assustadoramente verdadeiro. O tempo pareceu ter pausado por um segundo. Podia ouvir os sons de longe, enquanto levava minhas mãos até as orelhas e me recusava a escutar mais. Fechava meus olhos, cortando as lágrimas ao meio, e me virava. Corria pra longe, com Lola e Brook vindo atrás de mim. 

    As mãos delas tocaram meus ombros, me puxando pra perto. Mas as dele eram mais forte, e empurraram as duas pra longe. Ele segurou minha cabeça com força enquanto eu chorava, cada vez mais baixo. Ele pedia perdão. Suas palavras podiam ser belas, mas ele era tão arrogante. Seus movimentos eram agressivos, fortes. O habitual era sentir minhas mãos subindo pelo seu pescoço e parando para acariciar-lhe as bochechas. Meu tapa foi forte, exatamente no mesmo lugar, estalando alto e ecoando por todo o estacionamento. Ele virou o rosto novamente e me encarou. Seus braços seguraram os meus com arrogância. 

– Me solta. – gritei. 

– Solta ela. – Uma outra voz masculina surgiu, no mesmo momento em que um braço vindo de trás de Scott deu a volta em seu pescoço. 
   
    




Notas Finais


O que acharam? Comentem aí!

Bye do Geek! ;3


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