História Just One Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Marina Ruy Barbosa, Taylor Swift, Tom Hiddleston
Personagens Marina Ruy Barbosa, Personagens Originais, Taylor Swift, Tom Hiddleston
Tags Lydia Martins, Taylor Swift, Tom Hiddleston
Exibições 18
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Loki ou Tom? Deixo aqui a dúvida kajfoanfosng

Boa leitura... ❤

Capítulo 3 - And I'll never be her.


Fanfic / Fanfiction Just One Love - Capítulo 3 - And I'll never be her.

"Eu odeio você, eu te amo.

Eu odeio querer você.

Você quer ela, você precisa dela,

E eu nunca serei ela."


-Senhor... Eu... Por favor, me desculpe. - Lydia apenas teve tempo de se levantar, pegar suas coisas e sair da casa, vermelha como um tomate. 

-Lydia! Espere! - Thomas passou as mãos pelos cabelos e suspirou. - Lydia, eu... Ah, meu deus... 

Lydia correu o mais rápido que pode para sua casa. Seu rosto estava carmim, e ela se sentia extremamente envergonhada pelo que havia acontecido. 

Ao chegar em casa, notou a mensagem em seu celular. 

"Lydia, nós precisamos conversar." 

"Droga", pensou a ruiva antes de bufar e se amaldiçoar pelo acontecido. 

"Passe em minha sala na segunda, por favor." outra mensagem. Ela deslizou os dedos pela boca, lembrando do doce gosto dos lábios do chefe. 

"Tudo bem..." ela respondeu. 

Depois de ela responder, as mensagens cessaram, e ela se sentou no sofá, ainda catatônica. Estava paralisada, e não sabia o que fazer, falar ou pensar. Apenas queria sumir do universo o mais rápido que pudessem. 

-Ah, meu deus... O que eu estou fazendo? Ele é casado, Lydia! - se repreendeu. 

Ela ficou ali o resto do dia, com seus pensamentos. Sequer pode dormir a noite. 

                * * *  

-Como é que é? - Henrique perguntou estupefato. 

-É isso mesmo que você ouviu, Rique. 

-MEU DEUSO DO CÉU! EU TO ROSA CHICLETEEEE! - Lydia riu. 

-Pois é. Mano, eu tava lá normal, ai do nada aparece esse the monio pra me atazanar. Eu tenho dedo podre mesmo, só pode. - ela deu um gole em seu capuccino.

-O que ele quer conversar na segunda? 

-Não faço a mínima ideia. To aqui curiosíssima. 

-Me conta tudo depois, viu? 

-A curiosidade matou o gato. - Henrique apenas riu.

Depois de almoçar com o amigo, Lydia voltou ao seu apartamento. Ainda estava meio aérea pelo acontecido daquela manhã.

-Porque você me deixa assim? Eu nem te conheço... - sussurrou para si mesma, passando as mãos pelos cabelos ruivos. - droga.

A noite, ela aproveitou para fazer sua chamada de skipe para o pai. Assim que a câmera conectou, ela viu seu pai com um pote que parecia comer biscoitos no colo.

-Olá, Lydia. - ele comprimentou. -  o que fez esse fim de semana?

-Nada de especial. Amanhã talvez irei a uma festa na casa do namorado do Henrique. - ela disse sem muita emoção.

-Milagre você estar falando em festa. Nunca sai.

-Prefiro ficar em casa. É melhor do que sair por ai sem rumo, apenas por sair.

-Você precisa se divertir Lily. Se distrair e conhecer pessoas novas. Aposto que seu único amigo ai é o Henrique, e só porque vocês já se conheciam quando foram morar ai. - ele comeu um biscoito. Lydia riu.

-Isso não é verdade. Também tem os colegas da empresa em que eu trabalho.

-Colega é uma coisa, amigo é outra. Você sabe bem. - Lydia revirou os olhos.

-Que seja. - disse dando de ombros. - e o senhor? O que fez hoje?

-Nada de especial. Sua irmã veio hoje para cá. Ela trouxe os gêmeos.

-Eles já estão com quantos anos mesmo? 

-Oito. Michel é bem mais extrovertido que o irmão. 

-O outro se chama... Giovanni né? 

-Isso. - ele riu. - você não sabe nem o nome dos seus sobrinhos. 

-Faz tempo que não os vejo. - riu. - que seja. Chame Eduarda, quero pergunta-lhe algo. 

-O que é? - ele estreitou os olhos.

-Chame ela, senhor Gustavo. - ela riu. 

O senhor saiu da cadeira do computador, e voltou alguns segundos depois com Eduarda, acompanhada dos gêmeos Michel e Giovanni.

-O que houve, Lily? 

-Papai está dando trabalho para comer ou tomar os remédios? 

-Não, senhorita. Ele se comporta bem. - a moça riu. Lydia riu junto. 

-Okay. Deixe-me falar com os meninos. - Eduarda se afastou, e os gêmeos grudaram na tela. 

-Oi tia! - disseram em uníssono. 

-Olha o cachorrinho que a Mamãe comprou pra gente! - Giovanni estendeu a mão para cima. Nela havia um pequeno filhote. 

-Aaaawnt que lindo! - Lydia disse em meio a um sorriso. - a mãe de vocês está ai? 

-Não. Ela ficou em casa. - Giovanni respondeu. 

-Ela e o papai brigaram, e ela disse pro vovô que ta cansada, e que vai "dar um pé na bunda dele". - Michel imitou a mãe. Lydia suspirou. 

-Faz tempo que eles brigam?

-Faz sim, tia. Quase todos os dias papai chega em casa bêbado, e com cheiro de perfume de mulher. Eles brigam, e mamãe o coloca pra dormir no sofá. - Giovanni disse triste. 

-Não fique assim, querido. - ela tentou acalmá-lo. - diga a sua mãe que me ligue quando puder. 

-Tá tia. - ele deu um pequeno sorriso infantil. - eu e o Michel vamos brincar com o Pitoco. 

-Pitoco? - ela riu. 

-É o nome do cachorrinho. - Michel disse. 

-Okay. Até mais. 

-Até, Tia! 

O pai de Lydia voltou para a webcam, e eles conversaram mais um pouco. Depois desligaram, e Lydia foi para a cama. Tentou, mas não conseguiu dormir. 

Era incrível como uma pessoa que não podia ser a tirava tanto o sono. Era difícil, mas tinha que ser assumido. 

"Amantes ficam com o resto. Ele fica com você por alguns instantes, mas sempre volta para a sua amada esposa. Nunca se submeta a algo desse tipo, Lydia."

Lydia relembrava as palavras da irmã. A algum tempo Luiza vinha sofrendo problemas no casamento, principalmente suspeita de traição, e acabava por descontar na irmã, dizendo o quanto uma mulher era vagabunda por acabar com uma família.

"Vadia. Uma verdadeira vadia."

Relembrou. Lydia temia agora estar se tornando o pivô de um término. Uma vadia. 

                * * * 

Ela chegou cedo ao escritório aquele dia. Não sabia se o encontraria, mas não aguentava mais a curiosidade para saber o que a aguardava. 

-Bom dia, Sr. Hiddleston. 

-Bom dia... - ele se virou para fitá-la. - obrigado por vir aqui. 

-Eu trabalho aqui. 

-Pensei realmente que pediria demissão.

-Eu considerei essa possibilidade, senhor. 

-Por favor, não. - ele pediu. Lydia apena abaixou a cabeça. 

-Se puder me dizer o que quer, para que possa voltar ao meu trabalho... - ela tentou não chorar. 

-Lydia, eu sei o quanto você vale, e realmente não quero perdê-la. Como funcionária, e... 

-E? 

-Ah meu deus... Lydia, eu te desejo. Eu sei que sou casado, e que isso é extremamente errado, mas eu realmente a quero. - Lydia se segurou para não cair. Ele estava realmente lhe pedindo aquilo?

-Você.... Quer que eu seja sua amante? 



Notas Finais


Olha o que ele tá pedindo pra mina mano
Vai
Tomar
No
Seu
Cu
Thomas


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...