História Just one more love story - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Colegial, Drama, Músicas, Originais, Romance
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Palavras 3.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, meu povo!! Voltei!! Desculpem a demora, mas os avisos já foram dados no cap passado, então...
Avisinho: o cap de hj será contado inteiramente pela mamãe aqui... Espero q gostem!
Boa leitura!

Capítulo 21 - A viagem


POV Autora:

Enfim chegou o dia da viagem para Malibu. Todos os amigos estavam ansiosos, menos Jack. O rapaz entendia que a namorada queria se aproximar de seu ex-melhor amigo, mas não conseguia superar seus traumas nem seus ciúmes.

Érica mal podia esperar para que Randy pudesse fazer parte de sua roda de amigos e que os dois pudessem reviver os velhos tempos.

Daniela, Rachel, Charlie, Nathan e Francesca também estavam animados. Segundo Rachel, ela e Nathan poderiam elevar ainda mais seu relacionamento, assim como Charlie e Francesca. Daniela, por outro lado, pretendia descobrir o que andava deixando seu namorado tão aflito e aéreo, ou então, mesmo que não descobrisse, iria fazê-lo parar de fazer isso.

Porém, Christopher e Jefferson não poderiam estar mais do que aflitos. Haviam visto "aquela pessoa" mais duas vezes só no dia anterior. Se eles a viam tanto, por que Jack não a veria? Teriam que tomar o máximo de cuidado possível.

Eram 12:45 da tarde. Os únicos que faltavam chegar no aeroporto eram ninguém menos que Charlie e Francesca. Dani estava perdendo a paciência:

–O Charlie tinha que se atrasar, certo? Se não, não seria o Charlie!–disse ela, cruzando os braços e andando de um lado para o outro.–Aposto que vamos perder o vôo.

–Não é para tanto, né Dani? O vôo só é às 13:30.–disse Érica, que também estava receosa quanto o atraso de Charlie, mas tentava manter a calma.

–Olha, não é querendo ser desesperada, mas vocês lembram de quando marcamos de ir ao clube ano passado, às 14:00 e o Charlie só chegou às 16:00.–Rachel se pronunciou.

–E também temos que considerar que ele quase sempre chega atrasado na aula.–completou Nathan.

Érica suspirou. É, Charlie realmente tinha um problema com atrasos. A morena se virou para o lado, ao perceber que Randy estava muito calado e apenas mexia no celular.

–O que foi, Randy? Está tão calado.

–Hã? Ah, tudo bem. Estou conversando com minha prima.–respondeu ele, quase sem tirar os olhos do celular. Érica pôde notar que ele realmente se importava bastante com sua prima, mas... Não se lembrava de ele tê-la mencionado quando eram crianças.

Jack tentava disfarçar a cara feia, mas nada passa despercebido por Dani, que notou na hora o ciúme do rapaz.

–Sua tentativa de esconder o ciúme não está dando muito certo, Wild.–ela murmurou, para que só ele pudesse ouvir.

–Quer dizer que dá para notar?–perguntou ele, se inclinando um pouco para que ela o escutasse.

–Você é tão óbvio quanto uma avestruz.

–Então por que esse imbecil não nota e se afasta dela?

–Mais? Cara, ele ficou calado desde que chegou aqui. Dá um menos para ele, porque o único fresco aqui é você.

Depois disso, Jack ficou calado e tentou reprimir ainda mais o ciúme. Realmente estava sendo fresco demais. O St Clair não havia feito nada desde que chegou e ele o achava um imbecil só por responder uma pergunta de sua namorada. Tinha que parar de ser assim, afinal, o errado da história era ele.

Depois de alguns minutos e vários surtos de Daniela, Charlie e Francesca, com a desculpa do rapaz ter deixado para fazer a mala na última hora, chegaram.

Logo chegou a hora do vôo. Os jovens foram para o salão de embarque, entregaram as passagens e pegaram o avião. Érica e Jack ficaram juntos na janela, Charlie​ e Francesca​ atrás deles, Dani e Chris na frente de Érica e Jack, Rachel e Nathan ao lado de Jack (na segunda fila) e Jeff e Randy na frente deles.

A viagem foi tranquila. Jack dormiu o tempo todo nos ombros da namorada, assim como Nathan e Charlie, Chris e Jefferson conversavam por mensagem à respeito daquela pessoa, Dani e Érica conversavam entre si e às vezes incluíam Randy e Rachel em seus assuntos.

Cerca de algumas horas depois, os jovens desembarcaram em Malibu, e pegaram dois táxis com cinco pessoas cada um. Rachel deu as instruções do caminho até a casa da tia Vanessa e, já que não tinha muito trânsito, chegaram depois de meia hora.

Rachel logo reconheceu os dois seguranças parados do lado de fora do grande portão de duas portas de madeira. Um era careca e o outro tinha um cabelo liso e escuro. Os dois pareciam dois brutamontes de óculos escuros e terno.

–Hey, Brodway? Ronny?–chamou ela, sorridente.

–Mas olha só, quem está de volta! Como vai, Rach?–pergunta o segurança careca.–Quem são esses com você?

–Ah, são meus amigos. Viemos passar a semana aqui, já que recebemos o convite da tia Vanessa.–respondeu ela.–Pessoal, estes são: Ronny...–a loira apontou para o segurança de cabelo escuro.–E Brodway.–apontou para o guarda careca.

–É um prazer.–disse o tal do Ronny, com um sorriso de lado.

–Igualmente.–disse Christopher.

–Iremos abrir os portões. Esperem no jardim até o Reynold chegar e receber vocês.–informou Brodway, apertando um controle remoto, fazendo os portões se abrirem lentamente.

–Quem é Reynold?–perguntou Jack, curioso.

–O mordomo.–respondeu Rachel, que foi a primeira a avançar para dentro da casa.

Ao entrarem, os jovens arregalaram os olhos.

Só o jardim da casa já era de cair o queixo. Todo coberto de grama, com pedras para ter onde pisar. Uma piscina enorme em forma de círculo. Algumas mesas ao redor com sombrinhas e cadeiras de bronzeamento. Mais adiante, havia duas churrasqueiras de tijolos, uma pia grande de mármore e uma mesa grande de madeira, rodeada de cadeiras feitas do mesmo material. Do lado das churrasqueiras, havia um grande freezer cheio de bebidas e carnes. Também haviam vários canteiros de flores e várias palmeiras contornando o muro alto da casa, que também era coberto por arbustos, flores e lanternas.

–Oh, senhorita Cameron!–ouviram uma voz vinda da porta da casa.

Um homem alto, magro, de cabelos grisalhos e de terno. Parecia ter seus 50 anos. Tinha algumas rugas em seu rosto e barba bem feita. Parecia ser o tal de Reynold.

O homem foi até os garotos e se apresentou:

–Olá à todos. Sou Reynold, mordomo da casa.

–Oi, Reynold. Estes são meus amigos. Você aprenderá os nomes deles com o tempo.–falou Rachel.

–Ficarei feliz. Bom, imagino que estejam cansados. Vou pedir que Brodway e Ronny levem suas bagagens, e mostrarei a casa à todos vocês.–disse o mordomo, mandando mensagens em seu celular e guardando-o em seguida.–Deixem suas malas aí, que os seguranças já irão pegá-las. Bom, sigam-me.

O mordomo virou-se​de costas para o grupo de adolescentes e pôs-se a andar em direção a entrada da casa.

–Puta merda...–disse Jefferson, admirando aquele jardim enorme, enquanto seguia os outros até a escadinha de madeira que dava até o piso de cerâmica.–Rachel... M-me diz, o que a sua tia faz?

–Ela é dona de várias empresas internacionais, tem grandes lotes de terra alugados espalhados pelo mundo todo e, ocasionalmente, investe em alguns negócios imobiliários do exterior.–responde Rachel, despreocupada.–Ah, também é uma designer bem famosa.

Os garotos abriram a boca em um perfeito O. 

Chegando até o piso, os garotos andaram em linha reta por uma espécie de corredor, porém só a parte esquerda tinha parede, deixando o corredor ao ar livre.. Ao lado esquerdo, tinha apenas uma parede de vidro que fazia divisa com o que parecia ser a sala de estar, que era muito luxuosa por sinal. Logo chegaram até a porta de vidro de correr e adentraram a mansão.

–Ai, papai...–resmungou Jack, quase babando.

Os garotos chegaram à sala de estar, que tinha as paredes num tom de bege meio alaranjado. Um pouco adiante, havia um grande sofá em forma de C preto, com uma mesinha de centro de vidro que na verdade era um aquário com vários peixinhos, desenhos e algas. À cima do sofá, via-se um lustre enorme e dourado. Em direção ao sofá, uma parede de madeira onde localizava-se uma televisão de pelo menos 50 polegadas. Em baixo desta, uma estante cheia de livros, retratos e certificados. Por todo o chão havia um tapete peludo branco. 

Ao lado dos sofás e de algumas poltronas que tinham ao redor, encontrava-se um pergolado revestido de pedras com algumas plantas espalhadas pelas paredes e, um pouco mais afastado, uma escada de vidro com corrimão dourado. Ao lado da escada, havia uma entrada para outro cômodo, que os garotos podiam jurar que era a sala de jantar.

–Esta é a sala de estar.–anunciou Reynold.–A senhora Vanessa...–o mordomo foi interrompido.

–Reynold, eu preciso que...–a mulher que estava descendo as escadas logo parou, olhou para todos e sua expressão se alegrou.–Ah, vocês chegaram!

Ela desceu rapidamente e veio ao encontro de Rachel, abraçando-a forte.

–Minha sobrinha querida! Estava morrendo de saudades!

–Eu também, tia Vanessa...–Rachel respondeu, tentando respirar.

–Quer dizer que estes são seus amigos?–indagou ela, voltando a atenção para o resto das pessoas presentes.

–São eles sim.–disse a loira.–Pessoal, esta é a tia Vanessa. Tia Vanessa, pessoal.

–É um prazer conhecê-los! Espero que se sintam à vontade aqui.–disse Vanessa, sorridente.

–O prazer é nosso, senhora Vanessa.–respondeu Érica, educada.

–Pelo amor de Deus, garota, não me chame de senhora, assim me sinto uma velha. Podem me chamar de tia Vanessa mesmo.

–Obrigada, tia Vanessa. Meu nome é Érica, e estes são Jack, Jefferson, Christopher, Nathan, Charlie, Dani, Randy e Francesca.–Érica apresentou todo mundo.–Estamos gratos por nós deixar passar a semana na sua casa.

–Qualquer amigo da Rachel é meu amigo também. À propósito, qual de vocês é o namorado dela?

–S-sou eu, Nathan. Nathan Robson, tia Vanessa.

–Pois bem, Nathan, cuide bem da minha menina. Ela é pouco teimosa e temperamental às vezes, mas é um amor.

–Eu sei, sim. Vou cuidar dela.

Logo Érica começou a notar na aparência de Vanessa. Rachel havia dito no vôo que ela tinha cerca de 40 à 45 anos, mas... Era impossível que aquela mulher tivesse essa idade com um rosto bonito daqueles. Era loira, assim como Rachel. Alta, esbelta, não tinha uma ruga sequer. Seus olhos tinham um tom castanho achocolatado e um cabelo tão sedoso que brilhava. Sua pele era pálida e lisa, e ela usava jóias bem discretas. Suas unhas pintadas de um vermelho quase rosa, assim como o batom que usava nos lábios. Usava uma calça jeans preta, uma blusa azul piscina e uma jaqueta. Nos pés, uma sandália de salto alto preta. Tinha um relógio de ouro no pulso esquerdo e uma aliança no anelar. Sua bolsa era amarronzada, assim como seus óculos escuros que repousavam no topo de sua cabeça. Um pequeno pingente de ouro no pescoço e argolas bem discretas nas orelhas. Aquela mulher parecia ter uns 30 anos no máximo.

–Bom, foi um prazer conhecer vocês, meninos. Infelizmente não poderei ficar para jantar com vocês, meu vôo é daqui à uma hora e o Júnior ainda nem terminou de se arrumar.–disse Vanessa, decepcionada.

–Quem é Júnior?–perguntou Jefferson.

–Ah, é o meu primo, James Junior. Mas gostamos de chamar ele de JJ.–respondeu Rachel.

De repente, um garoto que aparentava ter seus 12 anos desceu as escadas, correndo com uma mala não tão grande. O menino tinha cabelos loiros meio bagunçados, porém carregava um boné na mão para não precisar ajeitá-los. Tinha pele um pouco menos pálida que Rachel e olhos azuis. Usava um short preto, uma camisa branca e uma jaqueta jeans. Nos pés, calçava um tênis preto. Possuía um pulseira de skatista no braço e um pingente esmeralda no pescoço, bem simples.

–Hey, Rach!–disse ele ao ver Rachel ali.

–JJ, há quanto tempo! Olha como você cresceu!

–Cresci mesmo, tô demais né?–ele deu um sorriso divertido.

–Tá, você tá incrível. Vai viajar com a sua mãe também?

–Não, na verdade, estou indo para casa da vovó em Los Angeles. Vou passar algum tempo lá até que a mamãe volte para me buscar.–respondeu o loiro.

–Entendo. Conhece meus amigos?–Rachel apresentou o resto do grupo.–Érica, Dani, Jeff, Chris, Jack, Charlie, Fran, Randy e o meu namorado, Nathan.

–Cara, você é doido.

–Digamos que eu seja doido por ela.–Nathan diz, e abraça Rachel pela cintura.

O menino fez uma cara de nojo, porém Rachel sabia que ele estava feliz por ela.

–Qual de vocês aí é o mais farreiro?

Todos sabiam que era Jack por natureza, mas como o rapaz havia sido domado por Érica, o título havia sido passado para Jefferson, que foi para quem todos apontaram.

–Vem aqui.–chamou o menino. Quando Jeff se aproximou, o garoto disse:–O estoque de bebidas do meu pai fica no porão. Pode aproveitar, ele não vai nem notar nada.

–Sério? 

–Claro, eu vejo o meu irmão mais velho indo lá quase todo dia e ele nem notou.

–Gostei de você, JJ.–Jefferson fez um toque de mãos com o garoto.–Quando precisar, pode contar com o irmão Jeff aqui.

–Valeu.

–Vamos, Júnior?–chamou Vanessa, perto da porta.

–Claro. Foi um prazer, gente. A gente se vê, Jeff.

–Tchau!–todos responderam.

Logo o menino e sua mãe deixaram a casa e os garotos começaram a conversar.

–Como que a sua tia pode ter 40? Ela parece ter uns 30 e olhe lá!–disse Érica para Rachel.

–Sabe que eu não sei? De acordo com o JJ ela nunca fez plástica.

–Falando em JJ...–Dani se virou para Jefferson.–O que ele disse para você?

–Coisa de homem.–respondeu Jeff, cruzando os braços, convencido.

–Ele tem 12 anos.–disse Rachel, arqueando uma sombrancelha.

–É segredo, okay? Não vou contar!

Todos cederam e logo Reynold apareceu novamente, depois de ter acompanhado Vanessa e JJ até a saída. 

–Bom, já que foram todos apresentados, permitam-me mostrá-los o resto da casa.

O mordomo logo os levou por mais outro corretor, este cheio de retratos da família que morava alí. Logo chegaram à cozinha que não tinha um tamanho normal, mas também não era um absurdo de grande. Era luxuosa, com modelo americano, quase todos os eletrodomésticos de inox. Possuía um grande armário branco com portas de vidro, deixando à mostra todas as guloseimas que JJ gostava de comer e que todos eles também gostavam.

Um pouco mais afastada, havia uma grande mesa de vidro com cadeiras de ferro. Um pouco mais atrás, havia uma porta de vidro que mostrava uma pequena escada de cerâmica que dava para a enorme piscina da casa e outra parte do jardim que cercava a casa junto com o muro. Também havia um caminho de pedras que dava até uma porta de madeira um pouco longe da piscina, que Reynold disse ser o porão.

Depois de mostrar toda a casa, os garotos foram para seus quartos e se hospedaram. Todos tiveram que dividir os quartos, cada dupla ficaria em um. Resolveram que os casais ficariam no mesmo quarto e Randy e Jefferson dividiriam um.

Érica e Jack desfizeram as malas e se jogaram na cama. Os dois estavam exaustos.

–Tô morta.–diz Érica, fitando o teto.

–Eu que o diga.

–Nem acredito que essa é nossa primeira viagem juntos.–Érica olhou para o lado, encontrando Jack com um olhar admirado para ela.

–A primeira de muitas.

Os dois riram e se beijaram. Estavam muito felizes por estarem em Malibu.

Enquanto isso, Jefferson terminava de desfazer suas malas no quarto, quando escuta seu mais novo colega falando com alguém no telefone:

–Sim, já cheguei em Malibu... Ah, a casa é enorme... Sim, conheci a dona da casa, acredita que ela tem 40 anos e parece ser mais nova que você?... Qualquer um parece ser mais novo que você, afinal você parece uma velha toda enrugada!–o rapaz deu uma gargalhada.–Vou desligar agora, depois te ligo para contar mais... Tchau!

–Quem era?–indagou Jefferson, fingindo interesse, mas na verdade realmente não se importava com aquele garoto.

–Ah, era a minha prima. Somos muito próximos.–responde Randy, sorridente.–Ela é como uma irmã para mim.

–Entendo.

De repente, o celular de Jefferson vibra, indicando uma mensagem de Christopher.

–Err... Olha cara, vai desfazendo aí a tua mala que eu preciso ligar para uma garota lá de NY. E você sabe como é, né? Mentir exige concentração.

Randy apenas riu.

Jefferson foi até o banheiro e trancou a porta. Nem leu a mensagem do amigo, ligou logo de uma vez.

–Alô?–perguntou Chris.

–O que foi, cara?

–Temos que resolver o que fazer com aquela garota. 

–Qual é, estamos em Malibu. Me poupe, Christopher. 'Cê tá ficando paranóico, parceiro.–diz Jefferson, parando em frente do espelho e analisando sua barba por fazer.

–Eu? Paranóico? Você é quem está brincando com isso, Jeff. Nós dois sabemos que não vamos conseguir esconder isso do Jack por muito tempo. Ela está em quase todos os lugares que vamos!

–E o que sugere que façamos? Só chegamos no Jack e dizemos: olha cara, lembra daquela garota que estragou a sua vida há um tempo atrás? Ela voltou!

–Claro que não, né, seu idiota? Mas temos que dizer alguma coisa. Por que não contamos à Érica? Ou pelo menos à Dani? Ela saberia o que fazer.

–Bom, a Dani, talvez, mas à Érica nem a pau. A Érica tem a mente limpa demais, talvez conte tudo ao Jack. 

–Então o que faremos? Não contamos à elas?

–Vamos resolver isso aos poucos. Acabamos de chegar em Malibu, temos uma semana para resolver isso. Por enquanto acho melhor não contar à ninguém.

–Não contar a ninguém. Combinado.–diz Christopher, decidido.–Mas nem pense em fugir do assunto. Nós temos que resolver isso, e o Jack não pode saber.

–Certo. Tchau.

–Tchau.

Christopher desliga o telefone, guarda-o no bolso e suspira, olhando para cima.

–O que o Jack não pode saber?

O rapaz gelou. Fodeu, foi o que pensou. 

Virou sua cabeça e viu Dani encostada na entrada do banheiro, de braços cruzados e com um olhar tão sério que parecia sombrio.

–D-Dani?

–Pode ir contando tudo, meu bem. Sou toda ouvidos.

 

 

 

 

"9 am, in your bedroom...

(9 da manhã, no seu quarto...)

The radio alarm clock is set for soon...​

(o alarme-relógio está programado para cedo...)

I know your friends and you know mine too...

(conheço seus amigos e você conhece os meus também)

If you don't tell on me, i won't tell on you...

(se você não contar sobre mim, eu não vou contar sobre você...)

I get around

(eu saio por aí)

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Gnt, eu ia demorar nesse cap, sim... Mas demorou mais do q eu previa hehehe
Digamos q houve entrega de boletins e eu realmente estou fodida na escola. Meu PC deu pipoco e agr eu vou ter q comprar outro pq n dá mais crt. O cap de hj estava pronto mas eu perdi tds os meus arquivos e documentos do PC, ou seje, escrevi saporra todinha pelo celular, então me perdoem se tiver com mts erros!!
Eu resolvi dar uma geral na minha vida. Sabe qnd tua casa tá uma bagunça e tu resolve limpar? Foi oq eu fiz na minha vida! Fiz limpeza de amgs (sobraram poucos mas os q sobraram até q valem a pena), comecei a dar um jeito nos meus estudos (tô num reforço) e me distanciei bastante da internet... Td mundo diz q eu mudei bastante e eu realmente mudei...
Os caps vão ser bem infrequentes daqui pras férias... Realmente n sei oq vai ser dessa fic daqui pra lá, mas EU NÃO VOU LARGAR ISSO AKI NÃO!!! Estou MT feliz em saber q a fic só cresceu enquanto eu sumi... Temos leitores novos e bem-vindos vcs q chegaram!!
Eu já vou começar a escrever de agr pelo Cel msm, pq no momento tô sem grana pra comprar PC novo, então por enquanto os caps vão ser escritos por celular (mas n se preocupem pq eu farei trocentas revisões antes de postar) é isso! Espero q vcs n me matem por causa dessa demora td!!
A música-tema de hj foi I get around de Dragonette (antiga? Sim, ruim? Nunca!)
Espero que tenham gostado! Comentem aí embaixo oq acharam do cap e não esqueçam de deixar suas músicas pra eu poder postar aki na fic!!
Bjsssss
Amo vcs ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤


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