História Just one Night (Larry Stylinson) - Capítulo 54


Escrita por: ~

Exibições 119
Palavras 3.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EEEEEEUUUUUU VOOOLLTEEIII!!!!

SÉRIO GENTE, ME PERDOEM!!!! Eu disse que não iria demorar, mas acabei demorando mais de uma semana, me desculpem!

Enfim, perdoem algum erro e espero que vocês gostem :)

~ Boa leitura. ~

Capítulo 54 - Painful words


//POV Harry//

- Você tem certeza absoluta disso Harry? - Louis perguntou olhando no fundo dos meus olhos. Suas íris azuis pareciam poder ver até minha alma e suas mãos tremiam enquanto ele segurava as minhas.

- T-tenho. -Respondi e acabei gaguejando por puro medo.

- Eu queria estar lá e te proteger… - Ele abaixou a cabeça e a voz saiu chorosa e triste.

- Eu sei, mas quero que fique aqui e proteja a si mesmo. - Soltei as mãos dele apenas para fechar o porta-malas do carro dele e o abracei com toda minha força. O encostei ali no carro, desci as mãos pela cintura dele e o beijei. Seus braços estavam em volta do meu pescoço, suas mãos bagunçavam meu cabelo e ele correspondia ao beijo com voracidade.

O beijo foi parando aos poucos até virar um abraço apertado de novo.

- Você tem certeza que não tem como rastrear o seu celular? - Ele perguntou, enquanto nos abraçávamos.

- Tenho… - Respondi e cheirei seus cabelos perfumados. - Como eu preciso usá-lo no trabalho e às vezes fazer ligações importantes, falando sobre negociações e informações de contas bancárias, então meu pai pediu que eu fosse atrás de colocar bastante proteção nele e o cara que eu achei para fazer o serviço fez um trabalho muito bom, por isso é impossível rastrear, fica tranquilo… O da Alicia também ela nem trouxe. Deixou o celular na casa dela e a bateria dele com a amiga dela, assim não tem como entrarem no celular dela e olhar as conversas para descobrir nosso plano.

- Ok… - Ele começou a distribuir beijinhos por todo meu rosto.

- Amor… - Fiz com que ele me encarasse e corei assim que ele o fez. - Promete que só vai voltar na quinta-feira?

- Prometo. - Ele disse tristemente.

- De dedinho e de coração? - Falei e ele sorriu.

- Sim, de dedinho e de coração. - Ele disse e eu sorri também. - E você promete que vai ficar bem?

- Prometo. - Respondi e corei mais. - Eu te amo.

- Eu também te amo. - Louis terminou de falar e mordeu meus lábios, dando inicio a mais um beijo lento e molhado.

“Eu queria muito que ele fosse com a gente, mas tenho medo do meu pai fazer algo com ele…”

- Hazz… - A voz da Alicia soou fraquinha. Paramos o beijo e olhamos para onde ela estava. O cabelo dela estava todo enfiado para dentro de um boné e usava óculos escuros. - Precisamos ir…

Puxei o celular do bolso do Louis e olhei a hora:

“21h20min.”

O coloquei de volta em seu bolso e o encarei. Ele sorriu fracamente e se soltou dos meus braços, indo até a Alicia e a abraçando apertado. Fui até perto dos dois e meu pequeno disse para ela:

- Vai ficar tudo bem… Você sabe que pode contar comigo em tudo.

- Obrigada… Sério, muito obrigada Lou. - Ela disse sorrindo e o beijou na bochecha. Depois de deixar um beijo longo na testa dela, eles se soltaram e Louis passou a mão na pequena barriguinha dela.

E assim Alicia entrou no carro, no banco do passageiro e eu beijei Louis mais uma vez antes de entrar no do motorista. Puxei meu cabelo todo para cima e o prendi em um coque.

Dei partida com o carro e Louis ficou acenando para a gente, enquanto o carro se afastava. Meu peito estava doendo, eu não queria deixá-lo aqui, mas é muito mais seguro para ele continuar aqui…

A viagem passou rápida, meus batimentos cardíacos aumentavam a cada instante…

Era mais de meia noite quando chegamos à casa do Louis aqui em Londres. Estacionei o carro e acordei a Alicia, que dormia pesadamente no banco de trás. Descemos pegamos nossas mochilas, deixando o vestido de noiva, meu terno e todas as outras coisas do casamento ali dentro mesmo, trancamos o carro e fomos até a porta, tocando a campainha em seguida. Hoje é domingo e acredito que Zayn esteja em casa, acho que ele não ia trabalhar esse fim de semana. Não demorou muito e ele apareceu na porta. Os cabelos estavam uma zona, usando apenas uma bermuda e com um cigarro de maconha pendurado nos lábios.

- Vocês já voltaram?! - Ele disse sonolento. - O Louis não veio?

- Não, ele vem só na quinta-feira. - Respondi e ele apenas balançou os ombros. - Aqui a chave do carro dele. - Entreguei a chave nas mãos dele. - Não posso chegar em casa com o carro dele, certeza que isso daria um problemão.

- Entendi. - Ele disse ainda mais sonolento.

- Preciso usar o banheiro. - Alicia avisou e Zayn deu espaço para que ela passasse.

Aproveitei esse tempo para mandar uma mensagem para a Gemma:

Para maninha:

Hey! Como estão as coisas por aí?

Menos de um minuto depois ela respondeu:

De maninha:

Uma loucura! Papai está surtando, nossa família inteira ainda está aqui em casa e os pais da Alicia também. Mamãe está sendo uma ótima atriz, fingindo estar desesperada.

Para maninha:

Logo estaremos aí… Prepare-se para o pior.

De maninha:

Ok.

Assim desliguei meu celular e o entreguei para o Zayn.

- Pode guardar isso aí? - Perguntei e ele pegou o celular parecendo meio confuso.

- Posso sim. - Murmurou quase fechando os olhos.

- Se eu levar meu pai vai pegar e vai dar um jeito de desbloquear… Daí vai ver todas as minhas conversas e fotos com o Lou. - Expliquei e ele apenas assentiu.

Zayn parece estar tão mal… As olheiras estão bem escuras e fundas. Louis e ele precisam fazer as pazes, assim o Louis pode cuidar dele.

Alicia logo voltou do banheiro, contei para ela que os pais dela estavam na minha casa e assim nós dois nos despedimos do Malik, indo em direção ao ponto de ônibus. Não demorou muito para passar um e nós entramos, por sorte estava bem vazio e depois de algum tempo nós finalmente descemos próximo a minha casa. Havia carros da policia e da imprensa parados na frente da casa, mas não tinha ninguém dentro, provavelmente estavam todos dentro de casa.  

Respirei fundo e encarei a Alicia. Ela retirou os óculos escuros e o boné que usava, os segurando com uma mão só. Segurei a mão livre dela e entrelacei nossos dedos. Ambos estávamos tremendo, meu coração estava a mil, quase pulando para fora e eu me sentia prestes a pular de um penhasco.

- Pronto? - Ela perguntou me encarando.

- Pronto. - Respondi e respirei fundo mais uma vez.

Assim nós caminhamos até o portão da casa. Um dos seguranças do meu pai estava ali perto e ele literalmente deu um berro quando nos viu. Ele apertou o botão para abrir o portão e quando entramos, ele o fechou rapidamente, talvez com medo de que fugíssemos. Ele foi correndo na frente, abrindo a porta da casa e nos dando passagem para entrarmos primeiro. Quando entramos na casa eu pensei que fosse morrer. Flashes e mais flashes de câmeras vieram de todos os lugares e logo os seguranças foram mandando as pessoas da mídia saírem, enquanto isso minha mãe veio correndo até mim, gritando e me abraçando.

“Melhor atriz de todos os tempos.”

Os pais da Alicia vieram abraçá-la também. Minha família toda estava por ali e eu podia ouvir todos falando sem parar. Estavam todos eufóricos, menos meu pai, é claro, ele estava sentado no sofá de braços cruzados, ignorando tudo, com uma expressão nada agradável no rosto. Os policiais pediram para todos se afastarem de nós dois e pediram que déssemos nossos depoimentos, mas assim que falamos que apenas fugimos juntos por motivos pessoais e não havia ninguém envolvido nisso, eles avisaram que não poderiam fazer nada sobre isso e se despediram dos nossos familiares, que agradeceram por tudo que eles fizeram. A mídia continuava lá fora e os policiais explicaram o que dissemos, mandando todos irem embora de uma vez. Quando toda essa confusão passou um silencio desagradável tomou conta daquela casa inteira, todos nos olhando e esperando alguma explicação.

Alicia estava parada ao meu lado e me encarou seriamente. Então eu soube que ela iria falar… Respirei fundo e esperei. Não demorou nem um minuto e ela simplesmente desabafou:

- Nós mentimos! Esses últimos anos foram uma completa mentira. - Respirou fundo tomando fôlego. - Nós não nos amamos, nunca nem nos beijamos e não vamos nos casar não importa o que vocês façam! Eu inclusive tenho um namorado de verdade e sabe o que mais?! Eu estou grávida! Isso mesmo! Grávida de gêmeos e o pai nem sabe ainda! Isso mesmo! Não sou mais virgem como vocês queriam! - Ela disse tudo de uma vez, em um tom de voz bem alto e olhando firmemente para os pais dela. Eu não quis perder o embalo e apenas gritei com todas as minhas forças:

- EU TAMBÉM TENHO UM NAMORADO DE VERDADE! NamoradO!

Passaram-se no máximo uns cinco segundos. Todos os presentes ali nos encarando aterrorizados até que a mãe da Alicia simplesmente desmaiou.

Ela desmaiou mesmo.

O pai da Alicia a segurou rapidamente, antes que ela caísse no chão e logo tudo virou uma bagunça completa. Todos se aproximaram e alguém ligou para a ambulância. Todo mundo falando ao mesmo tempo, uma verdadeira zona. Alicia foi até lá, onde estava sua mãe e seu pai disse algo, que eu não ouvi, mas que fez com que ela começasse a chorar. Minha família inteira parecia me olhar com nojo, como se eu tivesse cometido algum crime e meu coração estava quase pulando para fora. Por mais que toda a adrenalina daquilo ainda estava me deixando louco e com medo, eu não consegui segurar um sorriso que se formou no meu rosto. Eu não deveria sorrir no meio de tudo aquilo, só que o alivio de ter dito a verdade era muito maior do que qualquer outra coisa. Eu estava prestes a começar a cantar e dançar a música I’m Coming Out da Diana Ross, porém meu pai levantou do sofá.

Ele ignorou todo o alvoroço da minha família falando sem parar e de toda a situação do desmaio da mãe da Alicia, e simplesmente caminhou na minha direção, bem lentamente e eu pude ver um filme da minha vida inteira passando na minha mente. Meu coração estava quase explodindo e de alguma forma, mesmo com medo, eu parecia estar muito corajoso.

“Deve ser essa adrenalina toda de me libertar finalmente.”

Ele parou na minha frente, não expressava nada em seu rosto e apenas perguntou:

- Eu ouvi bem isso que você disse?

- Sim. - Respondi firmemente.

“Eu nem gaguejei!”

- Lá em cima. No seu quarto. - Ele disse e virou as costas, indo em direção a escada e a subindo.

“Então minha morte vai ser lá…”

Eu poderia fugir? Sim, eu poderia. Mas eu faria isso? Não. Mais um sorriso se formou no meu rosto. A sensação de dizer a verdade é tão insana… Meu corpo todo estava leve, meu rosto e peito estavam quentes e eu sentia meu coração acelerar a cada passo que eu dava em direção a escada. Subi o primeiro degrau e olhei para trás. Minha mãe e a Gemma estavam ajudando a acomodar a mãe da Alicia deitada no sofá, enquanto todos ainda estavam falando sem parar sobre tudo. Olhei para frente e continuei subindo, degrau por degrau, traçando o caminho da minha tão sonhada liberdade. Quando cheguei lá em cima, caminhei até meu quarto. A porta estava aberta e assim que entrei meu pai a fechou. Respirei fundo e sentei na beirada da minha cama, ele encostou em uma das muitas portas do meu guarda-roupa e cruzou os braços.

- É agora que você vai dizer que isso tudo não passa de uma brincadeira e me explicar o real motivo de ter feito todo esse escândalo fugindo do casamento. - Ele disse friamente e me encarando de uma forma que me deu medo.

- Só que o problema é que não é uma brincadeira. - Falei me segurando o máximo possível para não gaguejar.

- Você está realmente me dizendo que tem um… Um namorado? - Ele quase cuspiu a última palavra.

- Isso mesmo.

- Você está mesmo se relacionando com um homem? - Ele perguntou em um tom de desgosto e meu coração se apertou.

- S-sim. - Falhei. A adrenalina de antes estava indo embora.

- Harry eu não acredito que você… - Ele fez uma cara de quem estava prestes a vomitar e eu fiquei com um pouco de raiva. - Um homem? - Ele perguntou com desgosto mais uma vez e eu me cansei.

- Sim pai! Um homem! Um homem que eu amo! Um homem que também me ama! Um homem pai! Um homem que tem um pau no meio das pernas! - Eu falei tudo alto, quase gritando e quase acrescentei: “Um pau que eu chupo muito bem e costumo sentar em cima!”, mas achei que ficaria pesado demais, por isso me segurei.

Eu nem vi direito como foi que aconteceu, só vi ele se aproximando, o barulho do estalo se espalhando pelo quarto, meu rosto virando para o lado e minha bochecha direita ardendo. Lentamente coloquei a mão sobre o local do tapa e senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto. Ele continuava próximo a mim, mas não consegui o encarar, fiquei de cabeça baixa e ele começou a falar alto demais:

- Eu não acredito nisso! O meu filho se tornou uma coisa nojenta dessas! Eu não acredito! Eu não te criei para dar desgosto! Eu te criei para ser um homem de respeito, não uma bichinha suja! Depois de todos esses anos fazendo de tudo por você, você resolve se voltar contra mim e fazer uma coisa dessas?! Eu tenho nojo de você Harry, eu tenho nojo! - Ele se afastou um pouco e começou a andar pelo quarto com uma mão na cintura, completamente indignado, enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto sem parar.

“Eu sabia que doeria ouvir isso tudo, só não imaginei que seria tanto assim…”

Meu coração estava completamente destruído.

Ele veio caminhando até mim outra vez e me segurou pela blusa, me chacoalhando e dizendo:

- Eu tenho nojo de você! Como eu posso te chamar de filho depois disso! Era para você ser homem… Era para você ser homem! Era para ser o meu sucessor! Eu te criei para ser um homem!

- Mas pai… - Falei tremulo e solucei. - Eu sou homem! E-eu amar um homem não tem nada a ver com m-meu gênero pai! São coisas d-diferentes! - As lágrimas não paravam de cair.

- Pois para mim é tudo a mesma coisa! - Ele parou de me chacoalhar e eu me senti um pouco tonto. - É tudo nojento! É tudo sujo e eu… Eu não acredito que você virou uma coisa assim.

- E-eu não virei nada! Eu já nasci assim, só demorei muito para descobrir… - Eu não conseguia conter o choro, meu coração estava acelerado demais.

- Você está me dizendo que já nasceu gay?! - Ele cuspiu a última palavra e disse a frase toda em um tom de deboche. - Se eu soubesse não teria nem criado, jogava fora antes de crescer e dar desgosto. - Ele riu.

Aquilo me atingiu de uma forma tão forte…

Uma facada teria doido menos.

- E-eu não sou gay… S-sou pan… - Ainda encontrei forças para dizer isso antes de me render a dor no meu peito e chorar ainda mais.

- Você acha mesmo que eu me importo com o que você acha que é?! A questão aqui é o fato de você ser uma bichinha suja, nojenta e que gosta de pau e… - A partir daí ele começou a me chamar de palavrões e coisas que eu jamais achei que ouviria do meu próprio pai.

Minha cabeça latejava e ele não parava. Minhas forças foram embora e nem chorar eu conseguia mais. Fechei os olhos e fiquei apenas ouvindo ele dizendo as coisas mais absurdas que um pai poderia dizer para um filho e ele não parava.  

- Des! - Ouvi uma voz feminina gritando e reconheci como sendo minha mãe. - Des larga ele! - Ela gritou mais uma vez e ele me soltou. Eu não havia nem notado que ele estava apertando meus ombros enquanto falava.

- Anne! O Harry… O Harry… Você ouviu o que ele disse lá embaixo! - Ele gritou para ela e eu abri os olhos, vendo os dois próximos à porta. - Nós temos que fazer algo Anne! Ele precisa ser punido e nós temos que tirar ele disso… Eu não vou chamar aquela coisa nojenta de filho!

- Você está muito fora de si Des! Saí daqui e vai beber uma água, tomar um ar fresco e depois pensamos nisso.

- Você não vai defender ele né?! - Ele segurou minha mãe pela blusa e eu tive um surto de força para levantar, correr até eles e empurrar meu pai para longe dela. Infelizmente usei força demais e ele acabou caindo sentado no chão.

- Você pode me espancar até a morte que eu não vou nem ligar, mas se você encostar um dedo na mamãe eu não respondo pelos meus atos! - Gritei sentindo minha cabeça quase explodir de tanta dor.

- Harry… - Minha mãe disse em um suspiro e me abraçou por trás, tentando passar alguma calma e até conseguindo um pouco. Isso não durou nem dez segundos, já que meu pai levantou e eu me soltei do abraço dela, ainda mantendo meu corpo em frente ao dela.

- A questão aqui é entre nós dois! A mamãe não tem nada a ver com isso! - Murmurei e senti minha visão escurecer, voltando ao normal um pouco depois.

Eu apenas vi seu punho se aproximando do meu rosto rápido demais, ouvi minha mãe gritar e tudo escureceu.


Notas Finais


Então é isso...

Ai gente... Esse foi um daqueles caps que doeu para escrever... Foi muito doloroso escrever essa parte do Des e do Harry, mas enfim... Comente aí se quiser e me deixe bobona de felicidade *---*

Vou tentar não demorar tanto <3

Até o próximo!
Bjss ^^


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