História Just seven days - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Suho
Tags 7 Days, Baekhyuntrouxa, Chanbaek, Clichê, Exotattoo, Hunhan, Kaisoo, Kimseuk, Sulay
Visualizações 452
Palavras 3.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem apareceu depois anos sem atualizar essa fic???
Euzinha!!! Enfim espero que gostem e fic nova nas notas finais! Deem amor para ela pessoal <3
BOA LEITURA!!

FANFIC: QUEM SOU EU?
SINOPSE: Tenho orgulho de assumir a minha verdadeira identidade e essência femininas para quebrar as barreiras e obstáculos que a sociedade nos impõe. Tenho orgulho por continuar tendo essa identidade mesmo diante dos preconceitos e discriminações existentes. E ele, Park Chanyeol, me ensinou que o amor é muito maior do que podemos imaginar. Nossa história não chega a ser um conto de fadas, mas para sempre o verei como meu príncipe, não apenas por ele me defender, mas por me ensinar o que de verdade é ser uma princesa.
Ficou curioso (a) para saber da nossa história?
Que o livro se abra!

Capítulo 5 - Suho e seu beijo problema


Fanfic / Fanfiction Just seven days - Capítulo 5 - Suho e seu beijo problema

【7】

Baekhyun olhava para Kyungsoo lembrando-se vagamente do seu rosto com o acontecimento de Jongin, não gostava muito do sujeito, mas sua educação nunca o permitiria demonstrar isso. Não acreditou que ele estaria ali querendo falar consigo, então apenas passou reto, mas escutou:

— Você é o Baekhyun não é?

— Por que está me procurando? — parou antes de subir as escadas. — Não lembro de nunca termos nos falado, acho que não temos nada o que falar.

— Na verdade, você pode não ter, mas eu tenho. — Kyungsoo virou em direção ao seu interlocutor tendo até certa pena de destroçar os sonhos de um possível romance com o Chanyeol, mas não queria deixar que ele senti-se a dor que estava sentindo naquele momento amargando seu peito com uma ardência que não conseguia explicar e apenas abafar com comida e programas televisivos superficiais. — Você tem que parar de ver o Chanyeol.

— Do que está falando? — Baekhyun não falava muito de seus pensamentos em voz alta, mas naquele instante estava pensando em como aquele cara tinha roubado Jongin de si jogando seu charme e beleza para cima do seu moreno, estaria ele pensando em roubar o Chanyeol.

— Ele pode parecer o príncipe dos seus sonhos nesse momento, mas ele não passa de um galinha que só quer uma coisa com você, sendo esta sexo. — Kyungsoo foi dieto, nunca foi de embromar, não queria dar muitas explicações e isso poderia não funcionar com aquele inocente menino, então teria que fazer suas palavras serem pacientes. — Ele é conhecido como o maior pegador do colégio, famoso pelo seu estúpido desafio dos sete dias, você virou a vítima dele, desde aquele dia do acontecimento do Jongin. Ele não estava criando vínculos com você, está te usando para conseguir o que já conseguiu tantas vezes e seu único objetivo.

— Por que está falando essas coisas? Duvido que goste de mim... Eu sei que isso é mentira, eu sei que Chanyeol não é assim, ele é um anjo que está me ajudando muito esses dias. — Baekhyun simplesmente queria deixá-lo ali falando com as paredes, espalhando veneno para outro canto.

— Não seja lerdo e me escute se não quer levar um chute na bunda e chorar que nem um desgraçado por dias seguidos! — Kyungsoo tinha se alterado, aumentando seu tom de voz, fazendo Baekhyun levar um pequeno susto. — Eu sei que não sou a pessoa mais confiável para você, mas conhece Chanyeol há mais tempo que você, então tenho direito de saber mais coisas sobre a rotina dele do que você, não acha?

— Está falando mal dele pelas costas... Eu ainda posso estar no começo de conhecê-lo completamente, mas ele está me dando abertura para isso, ou seja, ele confia em mim. — Baekhyun subiu as escadas, mas Kyungsoo não saiu de trás de si.

— Isso não chama confiança, chama lábia. — Kyunsoo viu Baekhyun entrando no quarto e procurando alguma coisa, continuou falando: — Deixa eu te explicar, Chanyeol tem um desafio de sete dias, ele tem sete dias para conquistar uma pessoa, no sétimo dia uma pessoa rende-se e pronto, ele sente-se satisfeito e a dispensa por já ter conseguido o que pretendia. Nada o torna diferente das outras vítimas, ele só está enfiando uma linda história dos contos de fadas em sua cabeça, te levando para os melhores lugares, como o aquário, um bonito café e quem sabe um piquenique... Tudo enrolação para contar belas histórias sobre seu passado e fazê-lo ficar comovido com o bad boy que ele é. — Baekhyun tinha parado de mexer nas coisas quando Kyungsoo falou exatamente nos lugares que já tinha ido com Chanyeol. Seu cérebro começou a apitar o alerta de sofrimento e uma carapaça foi criada em cima de si. Não queria acreditar no Kyungsoo, não saberia se aguentaria uma verdade e se ver apenas como mais alguém na vida de Chanyeol, mais um de sua listinha. — Eu sei disso, porque foi assim que eu cai na lábia do Jongin, okay? Eu sei que vocês tiveram alguma coisa e eu não queria te julgar, porque não te conheço. — bufou, irritado, voltando a ficar normal. Sentou-se na cama olhando fixamente para Baekhyun. — Não quer acreditar em mim, mas vendo sua aparência frágil e esses olhos lubrificados de lágrimas, sei que seu sofrimento já começou, você é um derrotado no amor... Nós somos...

— Eu não quero acreditar... Eu não posso acreditar... — Baekhyun sentou-se na cama ao lado de Kyungsoo, que de forma lenta colocou a mão no ombro dele.

— Eu também não queria acreditar, pois sei que isso dói menos... — Kyungsoo massageou o ombro de Baekhyun. — Eu sou esse que ficou chorando dias a fio, pois fui traído, vai saber por quanto tempo deixei que o amor me cegasse para realidade. Eu detesto ver outros sofrendo, por isso vim aqui te falar isso. Pode ser que ainda não acredite em mim, tem seu direito. — Kyungsoo não queria fazê-lo acabar com qualquer ilusão naquele momento, como se arrancasse um band-aid rapidamente, queria alertá-lo, queria fazê-lo enxergar o quão canalha Chanyeol e Jongin podiam ser. Queria fazê-lo amadurecer por si só, pois não estaria ao lado dele toda vez e ele que tinha que decidir sobre sua vida amorosa. — Espero os sete dias, veja o que Chanyeol vai fazer, se acontecer a cena de ele simplesmente falar que ele não é bom o suficiente para você e dizer que o problema é com ele antes de te despensar, você pode vir falar comigo, não vou culpá-lo e nem falar que avisei, quem sabe que não ofereça um ombro colega. — brincou com as palavras, abrindo um singular sorriso.

— Eu tenho certeza que ele não fará isso... — Baekhyun negou com a cabeça descrente, estava fazendo cada músculo de seu corpo travar para acreditar naquela sua frase. Não permitiria isso, queria acreditar que Chanyeol era a boa pessoa da capital que de verdade estava se apaixonando pelo sem jeito dele. — Sei que não vou precisar de um ombro colega, mas sim um sorvete para sairmos todos juntos.

— Sua inocência chega a ser fofa, não sei se isso é seu ou se é a pureza de um cidadão interiorano. — Kyungsoo abriu um sorriso percebendo que odiar aquele pequeno era impossível, seu sorriso retangular e seus olhos pedintes poderiam se comprar com o gato de botas do filme Shrek. — Vamos esperar mais alguns dias, se Chanyeol mudar ficarei feliz, senão... Terei prazer em dar um belo soco que já quero há muito tempo.

— Tenho certeza que não teremos socos, apenas abraços e sorvete. — Baekhyun falou que teria que ir estudar e naquele instante recebeu uma ligação de Lu Han perguntando onde era o colégio, o nome e o local onde Jongin ficava, obviamente estava com intenções de conversar com o moreno.

 

【7】

 

Lu Han pegou o endereço do colégio que Jongin estava. Pegou um táxi para o endereço colocando uma nota mental que teria que procurar sobre o sistema de metrô da capital, pois ficar pagando táxi estava fora de condições. Durante seu passeio olhando as ruas ficou pensando no risco que estava tomando por tomar partido de proteger Baekhyun. O destino já estava traçado e com ele, Lu Han estava com merdo de perder pessoas importantes para si, por exemplo, Yifan. Mas, contrapondo esse pensamento vinha em sua mente o quanto a palavra amizade significava para si, sua amizade com Baekhyun era muito forte e queria proteger seu amigo daqueles que não sabiam valorizar a pessoa de ouro que era Baekhyun.

Chegando na portaria, o porteiro ao escutar o nome de Jongin permitiu que Lu Han entrasse até mesmo sem identificação, o que espantou o garoto que apenas seguiu para o número de quarto dito pelo porteiro dos dormitórios.

Encarou a porta e respirou o mais profundo que conseguia para encarar o rosto de Jongin sem socá-lo. Bateu algumas vezes e assim que a porta abriu queria ter corado de raiva, mas corou de vergonha, pois Jongin estava só de cueca.

— Lu Han!? — deu um passo para trás. — O que está fazendo aqui?

— Veste uma calça que depois a gente conversa. — entrou no quarto batendo a porta atrás de si. — Eu não vi aqui obrigado, nem por favor ao Baekhyun, vim aqui por que simplesmente eu tô cansado de ver você fazendo o meu amigo de idiota e se dando bem. — Jongin estava se vestindo, pois mesmo que de forma moderada tinha respeito por Lu Han, era uma pessoa firme em suas opiniões e sabia do carinho que tinha por Baekhyun.

— Você veio até Seul para falar comigo? Sério isso? Todo mundo de Taebaek resolveu vir para capital de um dia para o outro? — Jongin ficou parado em um canto do quarto vendo a expressão de Lu Han ficar um pouco raivosa.

— Eu não vim simplesmente falar com você, não ia gastar meu tempo e dinheiro com isso, por favor. — Lu Han deu uma risada sarcástica. — Eu sabia que Baekhyun estava passando por maus momentos, principalmente, quando chegou aqui e encontrou um Jongin que todo mundo já conhecia e só ele não sabia quem era: um canalha idiota. — Jongin poderia ter reagido, mas admitia que aquele título o nomeava em Taebaek, não fazia coisas que provassem ao contrário, então preferiu ficar em silêncio. — Todos esses meses que ficou com o Baek eu nunca falei nada, porque eu o via com aquele lindo sorriso no rosto, via aquela felicidade que em uma cidade como Taebaek quase ninguém tem. Você o fazia feliz, você criou o poder de fazê-lo ficar bem consigo mesmo e também o de dilacerar o coração dele em um piscar de olhos, isso é o amor. — Jongin só escutava, algumas vezes bufafa como se aquilo não fosse parar em um lugar. — Você sabe que isso é verdade, infelizmente, meu melhor amigo foi parar nas mãos de uma pessoa como você, que não sabe valorizá-lo como ele deve.

— Agora ele está livre de mim, não está? Acabou! — Jongin falou escutando novamente batidas na porta do seu quarto. Lu Han atendeu com uma autoridade desconhecida pelo morador do quarto e ao ver que era um casal, abriu a boca com a insinuação do que ia acontecer ali.

— Me impressiona pensar que alguma coisa poderia mudar... — Lu Han olhou para o casal. — Podem ir embora que nada vai acontecer hoje não! — bateu a porta na cara dos desconhecidos. — Pode ter acabado para você, mas para Baekhyun nada acabou... Ele está aqui, estudando para tentar entrar no colégio, querendo um futuro melhor, achando que poderia ser esse o caminho para estar ao seu lado. Sabe a razão de eu não ter o impedido de estar em um mesmo teto que você? Simplesmente, porque essa pode ser a oportunidade dele dar uma guinada na vida dele e sair daquela pacata cidade que em vez das pessoas irem para frente, andam para trás. — foi se aproximando de Jongin. — E se ele entrar nesse lugar farei questão de mantê-lo longe de você, pois você ainda é o resquício dessa cidade, desse passado que não passa. — apontou o dedo para Jongin e depois para toda extensão do quarto. — Se quiser continuar nessa vida regada a sexo, bebidas, farra todos os dias da semana, fique a vontade, não temos intimidade para eu tentar impedir, mas sei de três coisas que nunca vai encontrar em sua vida: amizade, amor e futuro.

Jongin estava em estado de choque, aquelas palavras reverbearam pelo seu coração, ecoaram em seus ouvidos e sentidos. A voz de Lu Han tinha sido firme e segura, seu olhar estava vermelho, como se a raiva o consumisse internamente, mas ele nunca assumiria para não perder o controle.

— Só vim deixar claro que qualquer atitude que tomar contra o Baekhyun estará mexendo comigo também... — abriu a porta e saiu.

Jongin se jogou na cama e ficou pensando naquelas palavras, principalmente na última frase:

“ Se quiser continuar nessa vida regada a sexo, bebidas, farra todos os dias da semana, fique a vontade, não temos intimidade para eu tentar impedir, mas sei de três coisas que nunca vai encontrar em sua vida: amizade, amor e futuro.”

 

【7】

 

Suho estava todo engomado em frente ao bar do tio do Lay. Todos seus sentidos estavam ordenando que ele saísse dali. Sua visão era incomodada com os diversos casais praticamente fazendo sexo em público, seu olfato estava incomodado com o cheiro de cigarro, álcool e drogas ilícitas correndo no ambiente ao redor, seu tato a medida que entrava no bar sempre sentia um líquido melado pelos objetos do bar, seus ouvidos ficavam irritados pelas músicas das altas caixas de som. O único sentido que ainda não tinha pedido arrego era o paladar, pois Suho teria certeza de não colocar nada em sua boca naquela noite.

Olhava para os lados e repensou o motivo de estar ali. Se Lay não estivesse estaria sem nenhuma razão, pois tinha ido para ter certeza de fazer o “delinquente” baixar a voz consigo e lhe servir. Ao se aproximar de onde uma multidão estava virada, começou a se esgueirar entre as pessoas, inicialmente pedindo com educação e no final empurrando todo mundo para chegar, pelo que viu, ao palco. Encontrou muitas pessoas dos quartos do dormitório ali, vendo o que eles faziam nas noites que saiam escondidos.

— Galera! É o Suho! — Jooheon, da turma do representante, já um pouco alterado aproximou-se de Suho e contornou seu braço no pescoço junto com outra turma, deixando um Suho encolhido com aquela socialização que nunca teve. — Não sabia que era legal e vinha no Leviatã, se tivesse falado antes a gente tinha vindo junto! Pelo visto o senhor perfeitinho gostosinho não é tão perfeitinho! — todos riram e ergueram suas garrafas de cerveja gritando.

— Eu... Eu não... — Jooheon ofereceu sua garrafa para Suho que obviamente recusaria, mas com todos aqueles olhares em sua direção e aquela atenção que nunca tinha recebido se não fosse pelos seus gritos e broncas, teve alguma coisa instintiva que o fez aceitar.

— VIRA! VIRA! VIRA! — Suho foi virando o líquido com gosto amargo e naquele momento foi percebido por todos que cercavam o representante e filho do diretor que ele era fraco para bebidas. A turma começou a beber com ele e a medida que a noite passava, Suho já estava fora de si. Sua camisa social, antes engravatada agora estava sem o acessório, que naquele momento estava amarrado em sua cabeça.

Lay estava como barman, então demorou para perceber a presença do representante. Na verdade, sua percepção de Suho foi no momento que ele foi até o bar do local com mais cinco pessoas falando que pagaria uma rodada para todo mundo.

— O TATUADO BONITÃO QUE ME IRRITA! VOCÊ POR AQUIIII!!! — falou com um sorriso idiota nos lábios. Lay sabia que ele estar naquele estado não era a normalidade, afinal, onde estava o senhor certinho que dava advertência simplesmente por respirar de forma descompassada pelos corredores do colégio? — Mais uma rodada para mim e para meus chapas!

— Suho, o que está fazendo aqui? — Lay largou o copo que limpava de lado pulando o balcão do bar, parando de frente ao representante que agarrou sua regata preta.

— EU VIM TE VER BOBÃO! Vim dar uma lição bom me tratar como me trata!!! — a fala de Suho era cortada por soluços e quando ia falar outra coisa, Lay percebeu que não eram palavras que sairiam de sua boca.

Puxou o representante para o banheiro mais próximo e o levou até uma das cabines, onde Suho começou a passar mal, Lay afirmou que provavelmente aquela era a primeira vez que Suho exagerou na bebida e assim o corpo respondeu negativamente ao atentado. Pegou alguns papéis toalha e ao contrário de entregá-las a Suho, passou em sua boca, pois sabia que naquele estado ele nem iria conseguir pegar um papel. Levantando Suho do vaso sanitário, o levou até a pia para que pelo menos pudesse lavar a boca direito e colocar uma balinha que o seu tio tinha colocado no banheiro como cortesia ao clientes.

Apesar da situação um tanto quanto nojenta que estavam e um estado de letargia de Suho, Lay estava rindo. Pensava que quando o filho do diretor voltasse ao normal e se lembrasse daqueles momentos, ficaria irritado consigo mesmo e descontaria toda raiva em si. Ninguém sabia, mas Lay tinha uma queda pelo chato representante que todos odiavam. Com o passar dos meses tinha começado a achar aquela autoridade engraçadinha e fofinha, assim como a forma que cruzava os braços irritado consigo. Suho era bonito, só não valorizava sua beleza por aquele estilo engomadinho e certinho. Não conseguia explicar e citar o momento que tinha começado a gostar do filho do diretor, mas acabou acontecendo e nunca tinha contado a ninguém, pois sabia que não seria correspondido por aquela imagem que Suho tinha de si.

— Existem dois Lay´s? — Suho comentou apontando para direções ao lado da cabeça de Lay. — É engraçado ver o tatudo duplicado.

— Quem está engraçado aqui é você com essa gravata amarrada na cabeça, senhor certinho. — Lay puxou devagar a gravata da cabeça do representante.

— Eu vim te procurar... — Suho pegou a gravata que Lay tinha desfeito o nó e circundou o pescoço dele com ela. — Você me deixou muito irritado esses dias e tem que pagar, não acha? Como não repara em mim... — é um bêbado tarado, Lay concretizou em pensamento, já teve que lidar com muitas na hora que tinha que expulsar os bêbados para fechar o bar para seu tio. — E eu tenho um jeito muito bom de fazê-lo ficar marcado por isso. — Suho puxou a gravata para si e colou seus lábios aos de Lay que em vez de cortar o gesto dele, incentivou, segurando sua cintura de Suho, aprofundando o beijo com sua língua. Aquele momento era único e com certeza renderia muitos xingamentos fofos vindos do filho/ representante Suho.
 

【7】

 

No dia seguinte, Baekhyun já estava esperando Chanyeol para irem ao piquenique. Não tinha dormido muito bem por dois motivos: estudos e as falas de Kyungsoo martelando em sua cabeça. Quando Chanyeol apareceu em sua moto, pela primeira vez Baekhyun sentiu suas pernas tremerem e sentiu um medo tomar conta de si, porque...

As palavras de Kyungsoo estavam fazendo grande sentido quando sentiu os lábios de Chanyeol sobre os seus.

Continuaria se permitindo estar naquele papel? Ainda continuaria acreditando em sua verdade?

Aquele beijo lhe trouxe uma resposta.


Notas Finais


Entãoo??? O que acharam??? Teorias para o próximo cap???
bjo bjo gente, deixa eu correr para dormir que ainda tenho muita coisa que estudar amanhã!

https://spiritfanfics.com/historia/quem-sou-eu-10333210


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