História Just The Way You Are III: Part 1: C.A.S e Part 2: Hello. - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags Amigos, Amor, Anna Pierce, Ashton Irwin, Ela Foi Embora, Emily Stone, Giovana Corim, Harvard, Inseparáveis, Luke Hemmings, Manu Gomes, Michael Clifford, Namoro A Distancia, Suits
Exibições 35
Palavras 2.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 33 - This Town.


Fanfic / Fanfiction Just The Way You Are III: Part 1: C.A.S e Part 2: Hello. - Capítulo 33 - This Town.

Luke On...

Eu estava andando pela praia, sozinho como sempre. Emily não gostava muito de praias, ela preferia o inverno, mais também era porque não gostava do seu corpo, não sei se até os gostos dela mudaram agora, porque ela já postou umas 5 fotos na praia, com alguns amigos novos, um dos caras ela estava abraçada demais... Já se passou um mês, e não é possível que ela nem se lembe mais de mim, nós nos amávamos, disso eu tenho certeza, o jeito que ela me olhava, aquilo não era possível forçar, o amor dela não foi um jogo, mais o meu saiu mais verdadeiro no fim dessa história. 

A praia estava vazia, o tempo estava frio, mais eu não o sentia mesmo estando apenas de camiseta. Agora sou assim, não sinto mais frio, não sinto mais calor... Só sinto o vazio que há dentro de mim, não há vadia alguma que cure isso. Estou bebendo uma garrafa de vodca, são 8:30 da manhã, um belo café da manhã por sinal. 

Vejo um parquinho a frente, então algo incrível acontece em minha mente, como um raio, algo que nunca havia acontecido, então eu me lembro, me lembro de uma memória que já havia se perdido a mais de 10 anos em minha mente, mais então, ao olhar para aquele lugar, naquela praia, e ter amado aquela pessoa... Eu lembro. 

Eu devia ter uns 7 anos, talvez menos, e ela tinha uns 5. Eu estava brincando no parquinho da praia com minha mãe, já que ela adorava praias, então uma garota veio falar comigo, ela era mais pequena, tinha longos cabelos escuros encaracolados e olhos verdes vibrantes. Nós brincamos muito naquele dia, eu não sabia o nome dela e ela não sabia o meu, éramos apenas crianças, que já pareciam se conhecer tão bem.

Então é por isso, é por isso que quando conheci Emily era como se eu já aconhecesse, ela era a garota do parquinho. Tento me lembrar de mais coisas de quando tinha essa idade, e então eu lembro, eu fiquei uma semana pensando na ''garota do parquinho'' e ficava falando para minha mãe me levar lá todos os dias. Mais nunca mais a encontrei, até 12 anos depois. Não consigo acreditar, não consigo acreditar que nós nascemos para ficarmos um com o outro e que agora estamos separados, será que o mundo não está a nosso favor? Oque será que deu errado na nossa linha do tempo? Eu costumava achar que tinham escrito nossa história nessa linha do tempo, que eramos o destino. Pelo jeito eramos, mais ela quis mudar a história.

E lá foi eu então, joguei a garrafa de vodca vazia no lixo e me sentei num balanço do parquinho, memórias daquele dia infestavam minha mente. Perdido em meus pensamentos e lembranças, vejo uma sombra se aproximando, é uma garota, baixinha, de cabelos cor-de-rosa, usa roupas pretas e botas pretas, tem um piercing na sobrancelha, ela se senta no balanço ao meu lado.

- Olá, Hemmingg- ela diz, me olhando e dando um sorrisinho. 

- Como sabe meu nome?- Pergunto, estranhando, já que nunca havia visto aquela garota na minha vida.

- Porque sou a pessoa que o Michael chamou para ajudar ele a cuidar de você, sou eu que ligo para ele quando você está chapado demais até mesmo para lembrar seu nome, de nada, idiota- ela tem um tom de voz sínico e irônico, mais fico chocado que seja ela.

- Espera, é você então? Não consigo acreditar... 

- Não consegue acreditar em quê? Que seja uma garota a ajudar você?- Ela parece ter pavio curto. 

-Não. Não consigo acreditar que Michael tenha feio isso- tenho certeza que minha cara deve estar com expressão confusa agora.

- Ele ama você, você é como o irmão que ele nunca teve..

A interrompo, dando risada.

- Nem sempre foi assim, nós nos odiávamos quando nos conhecemos.

- Não consigo ver vocês brigando- ela da uma risada leve. Gosto dela, seu cabelo é rosa e curto, com uma pequena presilha prendendo sua franja, e isso a deixa com um ar mais inocente, mesmo com as roupas pretas.

- Pois é, eu adoro aquele cara- dou um leve sorriso.

- Bem, fico feliz que agora você já saiba quem eu sou, espero que você ande menos, já estou cansada de seguir você por aí, loiro- ela se levanta do balanço e eu olho para ela sem precisar levantar a cabeça. 

- Não me chame assim.

- Como quiser- ela levanta as mãos como redenção. 

- Aliás, obrigada, hoje você pode ir pra casa se quiser, vou passar num bar para tomar umas doses e já vou para casa, não irei fazer nenhuma merda- pelo menos é oque eu espero.

- Promete? Se acontecer alguma coisa o Michael me mata- ela diz, cruzando os braços e revirando os olhos.

- Sim, prometo- ela já ia saindo, quando me lembrei de uma coisa.- Espera, como é seu nome?- Me inclino um pouco no balanço. 

- Emma- ela olha para trás e da um sorrisinho ao falar, e sem esperar eu responder, sai dali andando calmamente. 

Emma On...

Vamos ver pelo lado bom... EU JÁ DISSE QUE HARVARD É INCRÍVEL? Eu adoro esse lugar! 

Já comecei o ano muito bem, Shawn falou maravilhas de mim para os diretores e eu estou me dando muito bem aqui. Já fiz novos amigos que são muito legais, eles até conseguiram me levar para a praia com eles, e olha que isso é um milagre. Lily é a melhor colega de quarto que existe, um dos amigos dela se chama Jake, um cara muito bonito, alto, moreno e de olhos verdes. Ele ficou um pouco colado em mim na praia e nas fotos, mais eu não liguei, não pretendo me prender a ninguém enquanto estiver aqui, isso só vai me desconcentrar e quero estar perfeita aqui. 

Tudo aqui é ótimo e estou adorando estudar direito, não adianta, serei advogada, espero que eu seja boa. Espero que quando eu sair daqui, eu consiga ir para um bom emprego e consiga voltar logo para Sydney. Shawn disse que o lugar em que posso arranjar emprego o mais rápido possível é só em Nova York, vou ir para lá em três anos, quando me formar aqui. Direito normal são 5 anos, mais aqui é Harvard né, e eu escolhi um curso um pouco menor, já que eu decidi que vou ser associada de um advogado de auto escalão, espero poder crescer logo dessa maneira. 

Agora você deve estar pensando ''E o Luke?'' ah, Luke... tudo ainda me faz lembrar dele. Imagino se ele voltou a fumar, assim como eu, ou se esta bebendo, assim como eu. Talvez ele tenha seguido em frente mais rápido do que eu imaginava e nem pense mais em mim. De qualquer forma, eu ainda escrevo para ele, todas as noites. Eu sei que ninguém mais faz isso, mais eu quero ser diferente, quando o encontrar quero dar todas essas cartas para ele, e quero que ele leia cada uma delas, lembrando que não esqueci dele um dia sequer em que fiquei aqui. 

Sinto falta das meninas e tenho certeza que elas se dariam bem com Lily, Stella e Clary, minhas novas amigas. Clary é loira e tem lindo os azuis, Stella é morena, alta, com longos cabelos escuros e olhos verdes escuros. Adoro elas. Jake, Will e Noah são os meninos, eles eram 6, mais já disseram que eu faço parte do ''clube'' deles, eles são divertidos e muito legais, mais não sei se são o mais importante... Leais, a não ser a Lily, que já me apeguei muito até agora, essa garota é maravilhosa.

Minha vida aqui está muito boa, mais tenho certeza que se ele estivesse aqui, seria muito melhor.

- Emily- Lily me chama, abrindo a porta do quarto, eu estava deitada na cama, fumando um cigarro. 

- Sim?- Olho para ela, sem me importar muito.

- Você enlouqueceu?! A ronda vai começar em 10 minutos! Ainda são 17:30! Que diabos está fazendo fumando essa hora? Que merda!- Ela parecia estressada e apagou o cigarro na janela. 

- Aí, desculpa- digo levantando.

- Anda, vai lá ligar o chuveiro, oque eu já disse? Pra fumar de dia, ou na Toca Do Fumo ou no banheiro com o chuveiro ligado- ela parecia quase desesperada, e só aí eu me toco também. Puta merda, Emily!

- Merda!- Grito e começo a ajuda-la a esconder o cheiro. 

- Chama o Jake- ela diz, passando mais um pouco de perfume no quarto.

- Por que?- Pergunto confusa.

- Só chama ele- e eu ligo para ele. 

Jake bate em nossa porta em 2 minutos, ele é o que fica mais perto do nosso dormitório. 

- Aleluia!- Lily diz quando abre a porta e vê Jake. 

- O que era tão urgente, pra me fazer vir em um dormitório feminino no horário de ronda?- Ele pergunta confuso. 

- Precisamos saber, está sentindo cheiro de cigarro? Ou algo assim?- Ela pergunta desesperada. 

- Não, estou sentindo cheiro de perfume de mulher, mais pelo jeito vocês estão fedendo, porque estão toda descabeladas- ele diz e nós rimos.

- Ah, Jake, era pra ser sério isso- eu digo rindo. 

- Relaxem, não estou sentindo nada. Já o Sr. Michief eu não posso dizer o mesmo, o cara é doidão- ele diz rindo e nos fazendo rir também. 

- Tá, agora vai lá porque mesmo que os meninos possam ficar na porta das meninas, ficar bem na hora da ronda é abuso- ela diz empurrando ele para um pouco mais longe.

- Okay, ex- ruivinha- ele diz, sínico.

- Vai caçar oque fazer, Lahey- ela fecha a porta na cara dele.- Somos muito más com ele?- Ela pergunta se virando para mim.

- Não, acho que não- digo rindo.

Luke On...

Lá estava eu, entrando em mais um bar em que eu era conhecido na cidade. Eu já era conhecido em quase todos, mais esse era especial.

- Olá, garoto do coração partido- diz Millie, a mulher do balcão, era assim que eles me chamavam aqui.

- Olá, Millie- me sento numa banqueta em frente a ela.- O de sempre, por favor.

- Nossa Hemmings, parece sóbrio ainda- diz uma das garotas que trabalha ali, ela é vadia, claro, mais é uma garota legal, não uma vadia qualquer, uma garota realmente legal. Ela se senta ao meu lado.

- Nem vou beber muito hoje, Brooke, não quero ficar chapado- digo, já bebendo um gole do whisky que Millie me trás. 

- Por quê? O que houve?- Ela pergunta, se interessando. Por isso eu amo esse bar. 

- Lembrei que eu conheço a Emily desde que eu tinha 7 anos, a conheci em um parquinho da praia aqui perto, do nada me veio a lembrança. A reencontrei 12 anos depois, mais claro que não nos lembrávamos- tomo o resto da bebida em meu copo e peço mais um. 

- Você sente muito a falta dela, né?- Brooke parece triste por mim.

- Eu acordo de manhã e quero beijar alguém, mais esse alguém não está mais ali, o perfume dela ainda está no ar, e é muito difícil. Ontem eu achei que tinha visto a sombra dela por aí, é engraçado como as coisas nunca mudam nesta velha cidade. E eu só queria dizer a ela todas as coisas, palavras que eu nunca consegui dizer da primeira vez. Dizer que eu me lembro de tudo, de quando éramos crianças, brincando naquele parque de diversões, gostaria de estar com ela lá agora. Pois se o mundo estivesse assistindo eu ainda dançaria com ela, dirigiria por estradas e vias só para estar lá com ela. Continuamente, a única verdade, é que tudo me leva de volta a ela- digo com meus olhos já querendo encher de lágrimas, bebo mais uma dose. 

- Não chora, Luke- chega a pequena Audrey.- Ela não merece você. Se o amor for assim, eu nunca quero amar- a pequena diz. Ela é filha de Millie, que mora nos fundos do bar, a pequena havia acabado de chegar da escola, ela tinha 6 anos.

- Infelizmente é assim pequena, o amor pode doer as vezes, mais quando as coisas ficam difíceis, é a única coisa que temos- eu digo, a pegando no colo, ela da um pequeno sorriso para mim e um beijo no rosto. 

- Eu amo você, tio Luke- ela diz e meus olhos se enchem de lágrimas.

- Eu também amo você, pequena- dou beijo em sua testa. 

- Audrey, deixe o Luke em paz e vá para dentro, sabe que não gosto quando fica aqui no bar- Millie diz, sempre uma mãe severa. 

- Tudo bem mamãe- e Audrey sempre a filha obediente, espero que ela não tenha o mesmo futuro que a irmã, Brooke.- Tchau, Luke- ela beija meu rosto e pula do meu colo, entrando nos fundos do bar.

- Essa garota vale ouro, Millie, não a deixe ficar como a Brooke.

- Ei- Brooke se manifesta.

- Desculpe, eu adoro você e com certeza você é uma ótima garota, mais Audrey tem de tudo para ser oque quiser na vida- digo olhando para as duas.

- Sinto muito Luke, eu gostaria de um futuro melhor para Audrey, mais não da... A renda do bar não é lá aquelas coisas como era antigamente- Millie sempre trabalhou muito aqui, atrás desse balcão e com todas as coisas do bar. 

- Eu posso ajudar, tenho dinheiro, tanto que nem sei como gastar, ainda mais agora que a Emily se foi.

- Você sabe se ela já conheceu outra pessoa?- Brooke parece querer desesperadamente mudar de assunto, e eu relevo, mais decido que depois irei conversar sobre isso com Millie. 

- Vi que ela conheceu um cara, ele estava com o braço ao redor dos ombros dela. É mais difícil do que eu imaginei- dou um sorriso e peço outro whisky. - Ainda me lembro do final do ano, quando ela entrava na sala, as borboletas ganhavam vida e eu ficava maluco, e quando eu ficava perto dela... Agora eu vejo que tudo vai me levar de volta a ela. E eu sei que é errado, mais não consigo superar ela.

Millie e Brooke fazem caras de tristes e Millie da a volta no balcão e me abraça junto com Brooke.

- Nós te amamos, Luke- Millie diz me fazendo rir um pouco.

- E eu também!- escuto a voz de Audrey que vem correndo para fazer parte do abraço também.

Pelo jeito eu perdi o amor da minha vida, mais ganhei uma família, mesmo nessa velha cidade, tão distante das estrelas. 

 

 

 



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