História Just Waiting ( I I ) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Lu Han, Xiumin
Tags Fases Da Vida, Lemon, Lumin, Xiuhan, Yaoi
Visualizações 29
Palavras 981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Biblioteca


Fanfic / Fanfiction Just Waiting ( I I ) - Capítulo 1 - Biblioteca

— Eu amo Oh Sehun... Desculpe. — disse tocando o ombro do moreno antes de partir, a neve então começou a cair lá fora juntamente as lágrimas do moreno, aquela frase ecoava em sua mente o torturando como uma faca o perfurando diversas vezes. Antes que o loiro pudesse se retirar, notou que as portas estavam trancadas pelo outro lado e a chutou irritado, mas a porta permaneceu intacta, estavam presos na biblioteca. — Só pode ser brincadeira! — chutou outra vez e girou as maçanetas forçando-as, nada.

— Logo de manhã virão, tenho certeza. — disse friamente secando as lágrimas no uniforme preto escolar, em seguida caminhou lentamente até as escadas, subiu-as e sentou-se na primeira mesa que encontrou, era de madeira e tinham três livros que o rapaz ignorou e colocou os pés sobre elas, queria esquecer o ocorrido.

— Hey! — chamou o loiro, mas foi ignorado, bufou e subiu atrás do moreno. — Tem crédito no celular ou sabe onde tem telefone por aqui? — perguntou assim que aproximou-se da mesa ficando atrás do rapaz, o mesmo suspirou e levantou o braço negando com o indicador. — Sério que vai agir assim? Porra, não sou obrigado a retribuir o seu sentimento só porque vo... — o rapaz o interrompeu colocando os fones azuis e balançou a cabeça fingindo estar ouvindo música, o loiro percebeu que ele não ouvia nada e arrancou o fone, fazendo com que o mesmo caísse para o pescoço do mesmo.

— E eu não sou obrigado a te aturar aqui, mesmo estando preso com você por sabe se lá quanto tempo. — disse de maneira fria voltando a colocar os fones, em seguida levantou-se, mas o rapaz segurou em seu braço impedindo que saísse. — O que quer agora? Tem medo de ficar sozinho? Ou quer que eu finja ser o Sehun para te acalmar?

— NÃO CONSEGUE SER MADURO NEM UMA VEZ?! — havia perdido a paciência, apertou o braço dele, o outro apenas tentou puxar o braço para si. — KIM MINSEOK!

— Me deixa em paz. — puxou novamente e conseguiu, em seguida saiu dali, mas não notou que o celular desbloqueado havia caído e ficado para trás, o loiro então pegou o mesmo e notou que estava aberto na galeria.

— Hum, quem sabe se eu encontrar algo aqui e conversar sobre ele se acalma. — rolou a tela para baixo e encontrou um vídeo, ao clicar nele e aumentar o volume viu Sehun, seu coração acelerou no mesmo instante. — Hunnie... — acariciou a tela e em seguida ele começou a falar, mudando rapidamente a expressão do loiro.

— Se quiser ficar com aquele garoto fique, eu quero é distância, principalmente quando soube que ele já foi brinquedinho do Kai um tempo atrás. — a garganta começou a doer, o coração a apertar, os olhos encherem de lágrimas. — Não gosto de pegar arrombados, se é que me entende. — ele riu e um rapaz ao lado riu também. — A não ser que seja só por uma noite nas festas, mas nada além. — o vídeo encerrou e o moreno apareceu com uma expressão de preocupação, de imediato ele pegou o celular e o bloqueou guardando-o no bolso da calça.

— Foi por isso que se declarou para mim hoje? Por isso me tratou desse jeito? — virou-se para ele chorando, aquela cena partia o coração do moreno, mas ele se manteve firme e quieto. — ME RESPONDE. — pegou no colarinho do casaco forçando-o a olhar em seus olhos, o moreno acabou chorando também e concordou.

— Não gravei de propósito, eu só quis ter certeza do posicionamento dele. — disse e o rapaz o soltou virando-se de costas, as lágrimas caíam sem parar, queria que aquilo fosse somente um pesadelo. — Sinto muito que tenha descoberto dessa maneira, mas acho que seria pior se tivesse se declarado.

— Poderia me deixar sozinho, por um tempo? — ia tocar em seu ombro, abraça-lo, mas hesitou e saiu dali descendo as escadas.
Após uma hora, o loiro desceu, os olhos inchados e o nariz vermelho, o moreno o abraçou apertado no instante em que ele apareceu o consolando. Entendia bem a dor dele, mas reagiu de maneira diferente, acariciou seu cabelo e disse palavras doces, o outro apenas se mantinha em silêncio ouvindo tudo.

— Vão demorar muito para chegar? Quero a minha cama. — perguntou fazendo o moreno rir, acabou rindo também.

— Torço que não. — respondeu levantando-se e ajudando o loiro. — Podemos passar o tempo lendo algo ou... — o loiro o interrompeu colocando o indicador sobre seus lábios, estremeceu no mesmo instante com o ato.

— Vamos ficar quietos onde estamos mesmo, é melhor. — assentiu e caminhou até o sofá que havia no centro, o outro sentou-se ao seu lado e não demorou muito até adormecer no ombro dele.

— Foi por isso que pediu para que ficássemos quietos, — sorriu bobo. — porque estava cansado. — acariciou o cabelo do rapaz e em seguida pegou o celular tirando uma foto daquele momento, guardou o celular e logo em seguida adormeceu também contagiado pelo sono alheio.

— Hey! Vocês dois, acordem! — disse um senhor cutucando os dois, acordaram assustados e notaram que destrancaram a porta. — Faz muito tempo que estão aqui? — o loiro olhou para a janela a sua frente, já estava de noite, quando entraram era começo da tarde.

— Sim, obrigado por abrir a porta. — respondeu Luhan levantando-se e pegando na mão de Minseok o levando para fora dali as pressas, correram de imediato e já havia bastante neve, tremiam de frio por não estarem devidamente agasalhados. — Seus pais brigarão com você, por chegar tão tarde? — negou com a cabeça, vivia com a tia já idosa. — Ainda bem, meus pais irão. — disse enquanto caminhavam para fora da escola em direção ao ponto de ônibus.

— Está melhor? — o outro o olhou sem entender, apontou então para o coração dele e ele segurou a mão do moreno negando com a cabeça.

— Mas ficarei, e você?

— Igualmente. — sorriu de canto e ele sorriu também, o ônibus então chegou e vocês subiram nele quase de imediato.



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