História Just want to be loved - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Drama, Felax, Max&felipe, Max&nicolas, Novela, Romance
Exibições 155
Palavras 1.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente
*desvia de tijolos*
Me desculpem
*desvia dos shipps ruins*
Eu posso explicar.

Então aconteceu os seguintes fatos, eu tive que trabalhar muito de quinta até domingo e fiquei sem tempo algum para escrever só consegui escrever hoje e eu quero pedir desculpas por não ter postado o capitulo semana passada como prometi. Mas espero que vocês gostem do capitulo.
Espero que não esteja tão ruim e que vocês gostem dele.
obg por lerem e qualquer duvida comentem <3

Capítulo 16 - A primeira vista?


Fanfic / Fanfiction Just want to be loved - Capítulo 16 - A primeira vista?

Max dexter

Comecei a sentir uma lagrima descendo pelo meu rosto, bem lentamente. Sou tão patético, mas vou fazer isso de uma vez por todas, arrumo a lamina no meu pulso a colocando na posição horizontal, sou covarde o suficiente para não conseguir nem me matar? Não sei nem o porquê de perguntar isso sendo que eu já sei a resposta. Começo a passar ela pelo meu braço fazendo várias cortes que derramam o meu sangue. Não consigo sentir nenhuma dor por dois motivos. O primeiro é que a maior dor está presente no meu corpo recém violentado e no meu coração. O segundo é porque a minha mente está uma bagunça, não estou conseguindo distinguir o que eu sinto, porque mesmo depois do Felype ter feito isso comigo eu continuo…o amando.

Sou tão idiota, penso colocando a lamina no meu outro braço e fazendo o mesmo tanto de cortes que fiz no braço anterior, ou seja, dez cortes. Não que isso seja uma coisa tão espetacular, mas me trouxe uma paz tão grande por alguns segundos, limpo a lamina tirando qualquer resquício de sangue dela e a coloco de volta na pia para logo depois colocar as minhas mãos embaixo do chuveiro para o sangue parar de sujar o meu corpo, não que eu esteja ligando, na verdade eu não estou ligando para mais nada. Eu só quero deitar na minha cama e esperar a minha morte lentamente, esperar para ver se eu um dia consigo criar coragem o suficiente de mudar a minha forma de agir.

Desligo o chuveiro quando vejo que os meus braços pararam de sangrar tanto, não que eu me importe que alguém veja. Assim que eu dou um passo sinto um fisgada de dor, sinto outra lagrima escorrer pelo meu rosto enquanto ando em direção a pia do banheiro, olho para o reflexo e a única coisa que consigo sentir é nojo, nojo daquela pessoa que eu vejo no espelho, nojo do que o Felype fez comigo, nojo de que alguém me veja assim, estou com nojo de tudo.

Faço a minha higiene noturna e saio do meu banheiro, para logo depois ir em direção ao meu guarda roupa, colocando uma roupa qualquer, assim que me visto vou em direção a minha cama e me deito lentamente sentindo várias fisgadas de dor pelo meu corpo, puxo a coberta até a cabeça e estendo a mão até a cômoda para pegar meu celular, assim que o destravo vejo sete ligações perdidas do número do Felype e mais seis mensagens, abro elas para poder ver o seu conteúdo.

“Abre a porta para mim? Quero falar com você anjinho!!!!”

“Por que você não atende as minhas ligações, por acaso está ficando com aquela sapatona da sala?”

“Se você não vier abrir a porta para mim agora eu vou subir ai e te mostrar o que acontece quando alguém me ignora”

“Você tem dois minutos”

“Seus dois minutos acabaram, me aguarde, vou brincar com você de um jeito que você nunca vai esquecer”

“Vou te comer tão forte que você não vai conseguir nem andar no outro dia”

Senti um soluço escapando pela minha boca, como ele pode fazer isso com alguém e ainda falar isso. Mas o que mais me assustou foi a mensagem que chegou em seguida.

“Amanhã quero brincar na sua casa de novo, que tal? Não seria legal eu chamar mais alguns garotos?”

Tremi levemente com medo, deixei meu celular em cima da cômoda do mesmo jeito que ele estava antes, carregando e me embrulhei até a cabeça com o edredom. Esse era o pior dia da minha vida, por que comigo?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passei a noite toda acordado com medo de que o Felype pudesse entrar a qualquer momento pela porta, meu despertador tocou faz quase uma hora e minha mãe logo apareceu batendo na porta.

-Max, você não vai levantar?- ela fala parando de bater na porta.

-Não-falo simplesmente voltando a me cobrir.

-Por que Max? Você nunca falta-ela diz ainda me interrogando do lado de fora, isso já estava começando a me deixar com raiva.

-Mãe, eu tenho média já e eu não estou me sentindo muito bem-digo forçando um tossida logo em seguida.

-Tem certeza que está bem? Não quer alguém remédio? Posso te levar para um hospital-só de imaginar alguma pessoa me vendo do jeito que estou fico com medo, medo de ser julgado ou até mesmo linchado.

-Eu só quero uma coisa. Se o Felype vier aqui, não deixa ele entrar nunca mais mãe. Eu odeio ele-falo sentindo uma lagrima escorrer pelo meu rosto.

-Tá bom......-ela fala como se quisesse perguntar alguma coisa, mas fica quieta. Logo escuto os passos dela se afastando do meu quarto e eu posso voltar a olhar para o nada nesse quarto escuro onde os meus demônios habitam.

 

 

 

 

 

 

Foram se passando dias e semanas até que a minha mãe não acreditou mais na mentira da doença, eu estava “bem melhor” fisicamente, mas emocionalmente ainda estava destruído, no primeiro dia que eu menti, quando eu fui jantar já que não tive outra escolha, porque senão eles iriam arrombar a porta, eu coloquei o meu cachecol mais grande e um óculos escuro, a desculpa foi fácil de arranjar. Depois daquele dia eu nunca mais me cortei, não que eu estivesse sem vontade, foi só medo de sangrar muito ao ponto de desmaiar, então parei com eles naquele dia mesmo, mas as marcas ainda prevalecem nos meus pulsos.

Hoje minha mãe disse que se eu não fosse para a escola ela iria me levar para algum psicólogo, porque ela já mediu a minha temperatura várias vezes e constatou que eu não estava doente e isso era coisa da minha cabeça, como eu tenho medo de psicólogos tive que ceder a escola. O Felype em todo esse tempo veio atrás de mim pelo menos umas vinte vezes e todas as vezes a minha mãe dispensava ele. Ela estava me interrogando do porquê de eu não querer mais contato com o Felype e eu contei para ela, não totalmente, só falei que era gay, que o Felype estava ficando comigo e me traiu com uma garota qualquer várias vezes, tive que dramatizar bastante. Depois ela ficou com tanta raiva dele que quase bateu nele com um chinelo quando ele veio aqui, ela ficou muito feliz por eu ter me assumido para ela e disse que sempre soube que eu era gay.

A Alicia tem me visitado bastante e eu firmei uma relação de melhores amigos com ela, ela sempre me passava todas as tarefas que ela insistia em dizer que tinha que me passar a mando dos professores, claro que não acreditei. Nos conhecemos melhor e descobrimos muitos gostos em comuns, então ela praticamente vivia na minha casa, meus pais e minha irmã gostaram muito dela, meus pais, porque ela era muito simpática e estava disposta a me ajudar no que fosse preciso, minha irmã, porque pensava que eu estava deixando de ser “gay” e virando homem. Não preciso nem comentar sobre isso.

Estou indo em direção a escola com a Alicia do meu lado segurando a minha mão, eu contei tudo para ela na noite anterior e ela jurou espancar o Felype até ele sangrar. Estávamos quase chegando quando eu avisto o Felype escorado em um pequeno muro com o grupo de amigos dele, assim que ele me viu ele deu um sorriso debochado e fez movimentos como se tivesse transando com alguém. Meus olhos começaram a marejar, mas segui em frente com a Alicia me apoiando, passei por ele de cabeça baixa e sentindo a mão dela apertar mais forte a minha. Assim que entramos ela se virou para falar com uma professora que passava por lá, eu não percebi muito por estar abalado, continuei andando até que eu bati em uma pessoa e cai com tudo no chão, olhei meio desnorteado para frente e consegui ver um garoto tão bonito.

-Desculpa eu não estava olhando por onde andava-senti um arrepio na minha coluna e um choque térmico quando ele encostou a sua mão na minha.(A foto dele está na capa)

Eu não sei se existe amor à primeira vista, mas acho que eu acabei de me apaixonar por aquele garoto de estilo punk.


Notas Finais


O que será que essa pessoa misteriosa vai aprontar?
Obrigado por lerem. Me avisem se tiver muitos erros. Criticas e elogios são sempre bem vindas.
Qualquer semelhança com a vida real ou outra fanfic é mera coincidência. Me avisem se minha ideia for igual a de outro autor para eu poder conversar com ele ou até mesmo cancelar a fanfic.
Obrigado pelos comentários positivos isso me anima muito a continuar a escrever.
Desculpa mais uma vez pelo capitulo ruim.


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