História Just want to be loved - Capítulo 22


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Categorias Originais
Tags Drama, Felax, Max&felipe, Max&nicolas, Novela, Romance
Exibições 90
Palavras 1.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gente. Olha eu aqui trazendo mais um capitulo para vocês, espero que gostem dele.
Desculpem pela demora pessoal. Vou tentar trazer o próximo o mais rápido possível.
obg por lerem e qualquer duvida comentem <3
LEIAM AQUI.

Então galera estou indeciso entre algumas músicas e vocês decidem qual delas.

1º Grenade-Bruno Mars(para o Felype)
2º Nightingale-Demi Lovato(Para o Nicolas)
3° Only you-The pretty Reckles
4º Crazy-Shawn Mendes
5º Pillowtalk-Zayn


São essa, mas se você tiver alguma música fale nos comentários e se você apoia a música comente lá o que tiver mais comentários vai ser a escolhida.

Capítulo 22 - Aceitação finalmente


Fanfic / Fanfiction Just want to be loved - Capítulo 22 - Aceitação finalmente

Max dexter

 

Depois que terminei a música fiquei um bom tempo deitado com o Nicolas, estava pesando em várias coisas e ao mesmo tempo não estava pensando em nada. Levantei a minha mão e vi o anel que circulava o meu dedo, abri um pequeno sorriso e logo senti a mão do Nicolas ir de encontro com a minha fazendo com que os nossos anéis se toquem.

-Eu não sabia que você cantava-fala ele me abraçando pela cintura e fazendo com que eu junte as minhas costas mais perto dele.

-Eu canto só um pouquinho-falo abaixando a minha cabeça sentindo as minhas bochechas esquentarem.

-Canta uma música para mim?-ele fala me apertando mais um pouco entre os seus braços.

-Eu estou com vergonha-falo admitindo isso para ele.

-Por favor-ele fala colocando o rosto no meu pescoço e dando uma pequena mordida ali.

-Não quero-falo fazendo um bico nos lábios e virando o meu rosto no sentido contrário.

-Por favorzinho-ele fala virando o meu rosto e fazendo uma cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança. Tem como resistir?

-T-tá…que m-música?-falo olhando para baixo, ele me aconchega melhor no seu peito e olha para o céu que estava muito azul naquele dia, apesar do vento frio que estava sempre presente.

-Canta céu azul para mim-ele fala me olhando com um pequeno sorriso.

-T-tá bom-falo tentando lembrar o ritmo da música.

Logo uma pequena melodia começou a escapar da minha boca e eu comecei a cantar aquela música calmamente.

 

Tão natural quanto a luz do dia
Mas que preguiça boa,
Me deixa aqui à toa,
Hoje ninguém vai estragar meu dia,
Só vou gastar energia pra beijar sua boca

Fica comigo então, não me abandona não
Alguém te perguntou como é que foi seu dia
Uma palavra amiga, uma notícia boa
Isso faz falta no dia a dia
A gente nunca sabe quem são essas pessoas

Eu só queria te lembrar,
Que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós
Eu estava errado e você não tem que me perdoar
Mas também quero te mostrar,
Que existe um lado bom nessa história:
Tudo o que ainda temos à compartilhar,

E viver, e cantar,
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar,
O que importa é nossa alegria
Vamos viver, e cantar,
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar,
O que importa é nossa alegria

Tão natural quanto a luz do dia
Mas que preguiça boa, 
Me deixa aqui à toa,
Hoje ninguém vai estragar meu dia,
Só vou gastar energia pra beijar sua boca.

Eu só queria te lembrar,
Que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós
Eu estava errado e você não tem que me perdoar
Mas também quero te mostrar,
Que existe um lado bom nessa história:
Tudo que ainda temos à compartilhar,

E viver, e cantar,
Não importa qual seja o dia
Vamos viver, vadiar,
O que importa é nossa alegria
Vamos viver, e cantar, 
Não importa qual seja o dia 
Vamos viver, vadiar,
O que importa é nossa alegria.

Tão natural quanto a luz do dia...

 

Céu azul

Charlie Brown Jr.

 

-Max, você canta muito bem-ele fala me olhando com um brilho intenso no olhar.

-E-eu nem c-canto tão b-bem assim-falo olhando para baixo e me sentindo mais envergonhado, como se isso fosse possível.

-Claro que canta, parece até um anjo cantando-diz ele entrelaçando os nossos dedos e levantando-se me puxando junto.

-Aonde vamos?-pergunto virando um pouco a minha cabeça para o lado.

-O sinal já tocou, temos que ir para sala de aula-ele fala pegando as nossas mochilas e começando a ir em direção a pequena porta me puxando junto com ele.

-E-eu nem p-percebi-falo olhando ele descer por aquela passagem carregando as duas mochilas de novo que idiota, penso revirando os olhos. Um costume muito idiota que peguei da Alicia.

Começo a descer aquelas escadas e assim que chego no chão pego a minha mochila para ir em direção a sala de aula, pelos corredores que nos passávamos não dava para escutar nada, era como se a escola estivesse vazia, será que aconteceu alguma coisa?

Assim que chegamos em frente a sala de aula e abrimos a porta a professora de filosofia estava sentada mexendo no celular dela enquanto os alunos faziam uma tarefa de uma folha em dupla.

-Pode entrar professora Mira?-o Nicolas pergunta, a professora só faz um aceno positivo com a cabeça permitindo a nossa entrada na sala de aula e logo entramos nela, quando passamos pela mesa dela, ela nos entrega uma folha para fazermos o trabalho que era sobre como a mitologia influenciou na filosofia, era basicamente uma redação de no mínimo trinta linhas.

-Max e Nicolas, como vocês chegaram agora e não escutaram o aviso vou repeti-lo. Assim que acabar o trabalho vocês podem ir para casa, porque a escola vai terminar os preparativos para o evento de amanhã que se consiste em um show de talentos-ela fala logo voltando a mexer no celular dela. Precisava terminar rápido o trabalho para mim tentar achar um ritmo para a música.

-Ok-falou o Nicolas.

Começamos a fazer o trabalho e terminamos bem rápido, era muito fácil e como eu gostava de mitologia e o Nicolas de filosofia, conseguimos só ligar alguns pontos e terminar ele.

 

 

 

 

 

 

Estávamos saindo da escola indo em direção a minha casa, estranhei o Nicolas continuar indo comigo na direção da minha casa, porque ele morava a três quadras da escola e eu morava para o outro lado, mas não falei nada. Ele ficou conversando comigo o tempo inteiro, falamos sobre várias coisas, sobre o plano de vida dele, ele me falou que eu deveria ser cantor e continuar naquela área, porque eu faria muito sucesso, eu só consegui rir e chamar ele de idiota,

Assim que chegamos na minha casa ele veio com a bomba.

-Eu quero passar o dia com você-ele fala sorrindo e me seguindo enquanto eu entrava em casa.

-C-como a-assim?-pergunto gaguejando.

-Você é meu namorado, deveria deixar eu ficar com você-ele fala um pouco alto até que eu escuto uma tossida vindo do sofá da sala.

-Como assim namorado Max?-pergunta a minha irmã.

-Rafaela eu já falei para você deixa-lo em paz e o seu irmão namora com que em ele quiser, a propósito Max sente aqui e você também-fala meu pai ordenando para nós nos sentarmos na frente do sofá que ele, a minha mãe e minha irmã estavam sentados.

-P-pai-falo olhando para ele sentindo as minhas bochechas esquentarem.

-Ande logo Max-fala a minha mãe me olhando com um sorriso brincalhão no rosto.

Vou em direção ao sofá de cabeça baixa sentindo o Nicolas me seguir logo atrás de mim, assim que eu sento abaixo a minha cabeça e sinto o arrependimento de ter aceitado namorar com o Nicolas. Eu esqueci da minha irmã, eu não quero parar de falar com ela, apesar de ela sempre me chamar de feio todas as vezes que me vê e não aceitar o que eu sou, eu amo ela. Eu só não quero decepcionar ela.

-Quem é você garoto?-meu pai fala olhando para o Nicolas, eu puxo as minhas pernas de encontro a minha barriga e me encolho no sofá. Eu não quero perder a minha irmã.

-M-meu nome é Nicolas senhor-o Nicolas diz com as bochechas corando um pouco. Eu não quero perder a minha irmã.

-Eu não perguntei seu nome garoto, perguntei quem é você?-meu pai fala com a voz firme e um rosto severo.

-É-é....-o Nicolas começou a se embolar nas palavras.

-Pai-falo um pouco alto olhando para ele. Ele só abre um sorriso e começa a rir junto com a minha mãe.

-Calma Max, só estou brincando. Vamos almoçar e aproveitar e conhecer o seu namorado-ele fala se levantando junto com a minha mãe e minha irmã, logo a Rafaela chama a minha atenção e aponta para o andar de cima me pedindo para eu seguir ela. Eu não quero perder a minha irmã.

-Eu já volto-falo subindo, o Nicolas fez a menção de me seguir, mas o meu pai foi mais rápido colocando a mão nas costas dele e levando ele para cozinha, assim que eu chego lá em cima a Rafaela está sentada no corredor próxima da porta do meu quarto e indica com a cabeça para eu sentar do lado dela. Eu não quero perder a minha irmã.

-Max, preciso falar com você-ela fala assim que eu sento começo a sentir lagrimas escorrerem pelo meu rosto. Eu não quero perder a minha irmã.

-M-me d-desculpa R-rafaela, e-eu sei, eu sei que nunca vou ser o irmão que você sempre quis, eu sei que você nunca vai ter orgulho de mim, sei que você me odeia, que você preferia que eu não tivesse nascido, sei que sou o pior irmão do mundo, sei o quão feio sou perto de você, sei que mesmo se eu quisesse sair, eu nunca vou conseguir sair da minha depressão, sei que sempre te decepcionei, que te irritei, que enchia o seu saco, sei que nunca vou ser um irmão bom para você. Me perdoa, por favor me perdoa-sentia as lagrimas escorrerem tão fortemente que eu estava soluçando, assim que olho para a Rafaela, algumas lagrimas também estavam deslizando pelo seu rosto.

-Max, eu que tenho que te pedir desculpas, pelo meu comportamento até hoje, por sempre te negar tudo, por quase nunca te abraçar, por nunca cuidar de você direito. Você que tem que me perdoar, eu prometo melhorar e a primeira coisa que vou fazer para melhorar isso é aceitando como você é, não vou mais te julgar, não vou mais fazer nada contra você. Olha para mim, eu prometo ser a melhor irmã do mundo de agora em diante-ela fala me puxando para um abraço. Eu sentia um peso tão grande sair dos meus ombros. Minha irmã finalmente me aceitou.

-Vamos parar de choradeira agora e lavar nossos rosto para descermos, que tal?-ela perguntou sorrindo.

-Sim-aceno com a cabeça sorrindo também.

Assim que descemos com os braços entrelaçados rindo sobre algumas coisas que já aconteceram entre a gente e almoçamos. Acho que esse foi o dia mais feliz da minha vida, o meu pai ficou o tempo inteiro interrogando o Nicolas que não sabia aonde enfiava a cabeça, eu e a Rafaela ficamos rindo juntos. Contei para ela sobre o concurso e ela me apoiou muito e disse que iria me ajudar a achar o ritmo da música.

Assim que o almoço acabou eu e o Nicolas subimos e eu comecei a procurar o ritmo para a música e o Nicolas não me ajudou, porque eu não deixei. A música iria ser uma surpresa e como eu e a Rafaela que tinha acabado de chegar com o notebook dela no quarto só estávamos conversando entre a gente e excluindo ele um pouco, ele foi embora quando era umas 19:00 e como já estava tudo pronto para amanhã eu fiquei um pouco com ele antes de ir embora. Ainda conversamos por mensagens até 00:00 e logo me despedi dele para ir dormir, amanhã seria um dia especial de qualquer jeito, fui dormir com esse pensamento.


Notas Finais


Obrigado por lerem. Me avisem se tiver muitos erros. Criticas e elogios são sempre bem vindas.
Qualquer semelhança com a vida real ou outra fanfic é mera coincidência. Me avisem se minha ideia for igual a de outro autor para eu poder conversar com ele ou até mesmo cancelar a fanfic.
Obrigado pelos comentários positivos isso me anima muito a continuar a escrever.


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