História Justiça e Vingança - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Armas, Corrupção, Detetive, Justiça, Policial, Política, Punição
Exibições 17
Palavras 486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Ab Initio


           Capítulo I

   Em um quente crepúsculo de uma tarde de Junho, tudo ao redor naquele terraço ainda trazia resquícios do calor de algumas horas atrás, exceto o metal apoiado em seu ombro. O frio metal pertencia a empunhadura um rifle Destroyer FPC, uma arma que poderia disparar projéteis de 21 milímetros a uma incrível distância de 5 quilômetros, emitindo apenas um silvo quase inaudível; e ombro pertencia a um homem magro e alto com uma tatuagem que cobria todo o braço direito. A figura masculina tinha cabelos pretos e usava calças jeans, camiseta e sapatos pretos.  Montando o rifle anti-material de uso restrito das forças de Braugor,  Johnny cuidadosamente checava se o funcionamento se dava corretamente: não poderia haver erros na operação de hoje. Engatilhou sua ferramenta de trabalho e conferiu se a distância, a angulação e a trajetória do vento coincidiam com o seu desejo assassino. Estava tudo pronto. Johnny confirmou o horário exato em seu relógio de pulso e , como sempre, estava adiantado 15 minutos, assim resolveu ouvir um pouco de música em seus fones de ouvido. A música tinha um incrível poder sobre ele e as pesadas guitarras da banda Slayer ajudavam-no a sentir toda a adrenalina necessária para tirar a vida de alguém. O alvo chegou. Johnny retirou os fones de ouvido e começou a controlar o ritmo da respiração. Essa operação não seria difícil, o alvo não dispunha de proteção balística ou de guarda costas, estava sozinho discursando em um palanque no centro de um salão destinado à coletiva de imprensa. Seu discurso estava repleto de cinismos e de duras críticas aos investigadores da Justiça Federal que haviam o condenado à 15 anos de prisão em regime fechado. Ele gesticulava e fingia constrangimento e humilhação por ter sido condenado “injustamente”, a imprensa adorava isso. Augusto Da Olaria, como era popularmente conhecido,  sorria e acenava, feliz por ter comprovado a sua “inocência”, quando de repente, sua cabeça se transformou em uma massa vermelha espalhada pela bandeira de Braugor que estava ao fundo. A explosão reduziu seu crânio a uma névoa avermelhada e seu corpo decapitado caiu de joelhos jorrando sangue nos jornalistas que olharam incrédulos por alguns milésimos de segundos e então se deram conta do que aconteceu: O deputado Augusto da Olaria foi assassinado na frente deles. Uma algazarra generalizada tomou conta do salão onde estava sendo realizada a coletiva de imprensa, algumas pessoas ainda estavam em estado de choque, algumas desmaiaram diante do cenário ensanguentado e outras corriam em direção a porta.

Após o disparo, Johnny calmamente desmontou seu rifle de estimação, guardando-o na maleta e coletando a cápsula que fora ejetada pelo rifle. Desceu a escadaria e dirigiu-se ao estacionamento. Ao longe ele podia ouvir os frutos do seu trabalho, gritos, euforia, sirenes e desespero.

“Nada se compara com a sensação de fazer justiça” – pensou consigo mesmo.

Entrou em seu carro esportivo e dirigiu de volta ao esconderijo.



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