História Justice - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabrina, Tikki
Tags Interativa, Le Paon, Miraculous, Miss Butterfly
Exibições 24
Palavras 2.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Festa, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Capa: Modelo de roupa da Miss Butterfly, só que o cabelo é solto e grande. (Créditos ao artista na imagem)

No próximo capítulo vai ter todos oa personagens, eu prometo. Só não fiz nesse porque eu precisava fazer o prólogo e também, eu preciso de doze personagens.

Eu atualizei a sinopse, alterando um pouquinho (talvez muito)a história.

Usei na fanfic uma das teorias mais famosas sobre quem é Hawk Moth e coloquei também Le Paon, que foi confirmada na segunda temporada como chefe do HM.

Perdoem os erros, por favor, me avisem que eu conserto.

Vocês sabem como o primeiro capítulo é sempre o mais difícil, eu prometo que os outros serão melhores 💙

🌸 Boa leitura 🌸

Capítulo 2 - Cross fingers, girl.


Fanfic / Fanfiction Justice - Interativa - Capítulo 2 - Cross fingers, girl.

- Pov's Miss Butterfly -

- Vamos logo! - Sussurrou Nath, entregando para Ella os sprays. 

 - Calma, nós temos que esperar, vai que tem alguém aí! - Falou hesitante. - Eu não quero ser pega!

 - O lugar está abandonado a séculos, Ella... ENTÃO SIM, podemos entrar. - Falei e em seguida, joguei minha bolsa com meus sprays pelo muro. - Vocês vem ou não?

 Nath desceu depois de mim, Ella demorou alguns segundos, até que finalmente pulou. O lugar era uma antiga fábrica de bolinhos, lembro-me de minha mãe comprando os bolinhos daqui para mim, todos os dias antes da escola.

 - Ei, vai ver o que tem naquela porta, se tiver algum lugar mais espaçoso, grite. Ella, você vem comigo, vamos fazer naquela parede. - Assenti, me afastando e abrindo uma pequena porta, que para minha surpresa, levava a uma escada. Olhei para as duas, começando a desenhar, e então subi, a escada era grande.

 - Que lugarzinho mais horrível. - Comentei, sussurrando, enquanto observava a sala. Era assustador, porém se tornou ainda mais quando ouvi um gemido de dor.

 - Quem tá aí? Eu tenho... Uma arma! - Me senti idiota por um momento, quando vi um rato passando, suspirei em alívio e dei meia volta. Estava prestes a sair, quando ouvi uma voz: 

 - Me aj-jude... - Me assustei, então olhei ao redor, só via caixas, então olhei para o teto, nada também. - C-caixas...

 Caminhei até as caixas, achando um homem que pareceu ser meio familiar.

 - Meu Deus, o que aconteceu? - Perguntei preocupada, vendo um grande corte perto do seu pescoço. Olhei ao seu lado, tinha uma pena de pavão, parecia delicada, mas quando toquei, vi que era afiada e metalica, como uma faca personalizada. Estava repleta de sangue. 

 - Le... Le Paon, não se aproxime... G-garota, fique com isso! - Falou com certa dificuldade, estendendo para mim uma gravata borboleta roxa. - Me perdoe, me perdoe... - Falou, e depois, lentamente, fechou os olhos. - Me perdoe, Le Paon...

 - Senhor, acorde! SENHOR! - Comecei a balançar seu corpo, mas nada. - NATH, ELLA! VENHAM PARA CÁ, AGORA! - Gritei desesperada. Não podíamos ser culpados pela morte dele.

 - Achou um lugar? - Nath perguntou, vindo em minha direção, logo se assustando ao ver o homem, provavelmente sem vida, nos meus braços. - Você matou alguém, Nini? - Não, eu... Ele já estava assim quando cheguei! Falei, mas as duas pareciam estar desconfiadas. 

 - O que é isso na sua mão? - Perguntou Ella, então olhei para a gravata. - Não, na outra. - Vi que ainda estava segurando a faca, então a soltei, deixando-a cair no chão. - 

U-uma...Faca? Ensanguentada? Pode me explicar isso? - Murmurou assustada. 

 - Ãhn... Eu também achei ela aqui. - Minha voz falhou, magoou saber que elas estavam desconfiadas de mim. - Nath, por favo- Me aproximei, mas elas se afastaram. - E-estão com medo? De m-mim? 

 - Nini, você já matou alguém antes, não podemos confiar. - Ella, com uma voz baixa, deu mais um passo para trás. Estaca quase chorando, além de desconfiar de mim joga na minha cara algo que eu nem sequer tive culpa? 

 - Agora... Vamos sair, por favor, não nos siga.- As duas sairam correndo, enquanto eu caí no chão, chorando.

 - Por que? - Me perguntei, aos prantos. Estava dramática demais. - Tudo de errado está acontecendo ultimamente...

 - Uma péssima hora para aparecer, eu sei... Mas eu posso lhe ajudar. - Ouvi uma voz, e me assustei. - Calma, meu nome é Nooroo, seu kwami. Comecei a gritar, empurrando aquela coisa pequena para longe.

 - Eu posso lhe ajudar com suas amigas, provar que você é inocente. - O troço lilás falou, e eu me acalmei um pouco. 

 - Como? Como posso confiar em um troço lilás esquisito? 

 - Primeiramente: Sou tão normal quanto você. Segundamente: Se você colocar a gravata borboleta, eu lhe explico. 

 Encarei a gravata na minha mão, então olhei rapidamente para o kwami. 

 - OK, eu aceito. - Coloquei a gravata, e nada aconteceu. - Ufa, pensei que eu me transformaria em um troço que nem você. 

 - Você, a cada vez que abre a boca, só me ofende, mas eu realmente aprendi a não me importar.

 - Okay, "Antes sofria, agora sou fria ".- Falei debochada, eu ainda tinha dúvidas se eu estava chapada. 

 - Vamos começar facilitando, eu sou um kwami que transforma um objeto que representa um animal. Você ganha poderes do animal ao se transformar, com minha ajuda e do objeto. 

 - Tem como explicar mais detalhadamente? - Perguntei, confusa. - Você tem algo a ver com aquele cara? O que morreu?

 - Sim, ele era o portador do Miraculous, mas se envolveu com uma vilã, então morreu. Eu sou o ex-kwami dele, Nooroo.

 - Entendi... Prazer, Nooroo, eu me chamo N... 

 - Não preciso saber, só quero que escolha um nome de heroína. - Que criatura grossa.

 - Heroína? Não sou muito estilo mocinha. 

 - Bom, não-mocinha, você quer acabar como aquele cara? - Neguei. - Então seja uma heroína. 

 - O que eu tenho que fazer? Além de escolher meu nome? 

 - Bom...Caçar vilões, salvar o mundo, o negócio dos heróis.

 - Então, eu me chamo Miss Butterfly. Já escolhi o nome, agora me conte a história. 

 - Por muitos anos, os Miraculous ajudaram a derrotar o mal, sendo entregados para pessoas de bom coração. Meu mestre me deu para um homem, só que ele era mal, então eu tive que ajudá-lo, mesmo que relutantemente. 

 - Então ele que influenciou você a ter essa grosseria? 

 - Mesmo não querendo admitir, sim. Conviver com pessoas ruins o torna igual elas, ou quase.

 - Tudo bem... Mas o homem... Ele falou algo sobre uma tal de Le Paon, quem é essa? - Me sentei no chão, fungando.

 - Uma vilã, com o miraculous de pavão. Você precisará derrotá-la, junto aos heróis de Paris. 

- Isso significa que... - Ladybug? E Chat Noir? Eu vou lutar com eles? - Não vamos exagerar, mas digamos que eu tenha um lugar abandonado no centro somente com desenhos deles dois. 

 - Sim, você só precisa dizer...- Eu o interrompo na mesma hora.

 Eu que tenho que criar minha frase de efeito, dá licença. 

 - NOOROO, VAMOS VOAR! - E alguma coisa aconteceu, ele veio em direção à minha gravata, entrou nela e de repente, eu estava me transformando... 

Me transformando em Miss Butterfly. 

 - Me sinto muito melhor, como se eu pudesse voar. Pera, eu não tenho asas? Mas eu sou uma borboleta, tenho que ter asas! - Tentei achar elas atrás de mim, não achei nada e acabei caindo no chão, me deparando com várias borboletas brancas. - Ninguém vai precisar saber disso. 

 Olhei para o corpo, agora um pouco mais longe de mim. Eu o peguei pelos braços e o arrastei, avaliei bem como era seu rosto, então estranhei. 

 - Sr.Agreste? Você era o tal Hawk Moth o tempo todo? - Perguntei, mesmo que ele não fosse responder. - Que estranho, então você morreu...- Me abaixei, tocando seu peito. Ainda podia ouvir seus batimentos, bem fracos. -  Meu Deus, eu preciso levá-lo para um médico. Seria bem melhor se eu tivesse asas. Espera aí, como ativa o poder? O que tem que falar mesmo? 

 - Você precisa criar um akuma, e recheá-lo de energia positiva, . Crie um poder para salvar a vida dele. - Um senhor de idade já avançada, apareceu do nada,e mais uma vez naquele dia, eu me assustei. 

 - Akuma? Akuma significa diabo em japonês...

 - Faça-o, por favor. 

 Uma das borboletas pousou na minha mão, então eu a fechei, me concentrando em colocar toda a energia positiva do homem na borlota, quando eu a abri, ela estava num tom verde claro, com brilhos mais claros ainda, mas não chegava a ser branco.

 - Já pode voar, filha. - Falei balançando minha mão levemente, vendo ela se remexer e não sair. - O que eu faço, hein? - Perguntei ao senhor.

 - Tente ser mais amigável. Energia negativa com positiva dá erro. 

 - Voe, então, borboleta. - Minha voz soou menos sarcástica, então ela voou, logo pousando nos óculos do Sr.Agreste.

 - Você está se saindo muito bem, precisa de mais explicações? - Acenei em concordância, precisa saber de tudo. 

- O que deseja saber?

 - Le Paon... Ele roubou de você o miraculous de pavão, certo? Como conseguiu? Você parece ser um guardião ótimo, tipo um Dumbledore japonês ou chinês. 

- O miraculous de Pavão foi dado à uma pessoa que mereceu, juntamente com o da Borboleta, só que conforme o tempo passa, a bondade da pessoa se acaba. 

 - Tá, vamos fingir que eu entendi... Eu tenho asas? Ou alguma habilidade específica? 

 - Sim, você tem asas, mas só conseguirá ativá-las quando seu coração estiver inteiramente puro. - Soltei uma risada curta. - E as suas habilidades estão ligadas às borboletas. 

 - Acho isso meio difícil, a propósito... E as roupas? Quem foi que inventou? É muito apertada, fora esse decote na minha coxa, aposto que o cara no chão não tinha esse decote, não é mesmo? - Tudo bem, eu estava exagerando, mas é a verdade. 

 - O uniforme muda de acordo com a personalidade da pessoa. 

 - Então eu tenho personalidade de put- 

 - Olhe a boca, mocinha. E veja só, eu tenho que ir. - Olhou para o que eu julgo ser um relógio no seu braço, e depois foi descendo a escada.

 - Espere aí! - Quando eu fui ver, ele tinha desaparecido. 

Que bizarro. 

 Estranhamente, me senti conectada ao homem, e talvez fosse isso que eu precisava fazer.

 De repente, ele começou a flutuar, o poder que eu escolhi. Até que eu o segurei. Ele não tinha que aceitar primeiro? Fiquei confusa agora, mas enfim, ficou mais fácil.

 Desci as escadas, sem esforço e o levei para um hospital, claro que eu o controlei para voltar ao normal, e eles me atenderam.

 Expliquei para uma médica que o achei em uma fábrica de bolinhos abandonada. 

 - E o que você estava fazendo lá? - Perguntou desconfiada.

 - Ãhn... Não está notando nada em minha aparência ou as borboletas ao meu lado? Eu sou uma espécie de Ladybug com menos fama. Eu senti o cheiro de perigo, sabe como é, né...

 - Acho que já entendi. - A mulher deu um sorriso atencioso, o qual eu nunca tinha recebido antes.

 - Pode ir, se quiser, parece que já comunicaram o filho dele, deve estar chegando em alguns minutos. - Tudo bem, eu espero.

 Mas pode me avisar se ele acordar? - Eu ainda precisava saber sobre a experiência dele com o Miraculous. 

 - Ok. - Uma outra enfermeira parou ao seu lado e sussurrou algo no seu ouvido, que estranhamente eu consegui ouvir. 

 - Não conseguimos indentificar o que causou o envenenamento no sangue, mas ele está estável, daqui a pouco poderá receber visitas. - A médica fez um sinal com as mãos e depois virou para mim. 

 - Era uma faca envenenada, mas não conseguimos indentificá-lo. Se você é uma Ladybug com menos fama, sabe qual é o veneno? Foi coisa do Hawk Moth que ele parou aqui? 

 - Não sei, mas posso afirmar que Hawk Moth morreu. Aqui está a faca que foi usada. - Entreguei a ela. A " pena " estava embrulhada em um pano que um médico me deu.

 - Então quando morre um vilão, nasce outro? Isso é horrível! - Exclamou horrorizada. 

 - Não, a vilã da vez  é última, garanto. - Dei uma piscada para ela. 

 - Nós agradecemos por termos heróis como vocês aqui, mas como é mesmo seu nome?

 - É Miss Butterfly. - Nunca me senti tão orgulhosa de dizer um nome tão idiota quando esse. 

 - Nós agradecemos por termos heróis como você, Miss Butterfly. - Corei, nunca alguém me agradeceu por nada realmente válido.

 - Eu que agradeço. - Dei um sorriso, nada exagerado, apenas um mínimo sorriso.

 Ouvimos a porta bater, olhamos na direção dela e vimos Adrien Agreste,a assistente do Sr. Agreste, Nathalie e um de seus seguranças.

 O que mais nos assustou foi o fato de que, ao lado deles, estava ninguém mais, ninguém menos que Gabriel Agreste. 

 - O nome da pessoa que disse que eu estava morrendo, eu quero o nome. - Ele olhou para os lados, mas parou em mim, estranhando minha roupa. - Ora, ora, ora... Bem que a enfermeira disse que uma maluca vestida de heroína falou que eu estava no hospital. - Me senti ofendida. 

 - Sr, Agreste? Está duvidando de uma heroína? - Arqueei uma sobrancelha. 

 - Heroína? - Falou debochado. - Mentirosa está mais coerente. 

 - Então entre no quarto e tire suas próprias conclusões, senhor. - Falei, apontando para o quarto ao meu lado.

 Ele me olhou, estreitou os olhos e passou pela médica, abrindo a porta do quarto. 

 A expressão de deboche se transformou em susto, ficou mais pálido que um fantasma, até eu me assustei. 

 - Está óbvio que não sou eu, este é meu irmão, Jeremy, mas que eu saiba, mortos não voltam à vida. Onde o achou, mocinha? - Perguntou voltado à mim. Sua voz era sombria, como a do Snape, mas nem tanto.

 - Na antiga... Na antiga fábrica de bolinhos, ele estava com um corte no peito, estava perdendo muito sangue, então eu usei meus poderes para trazê-lo para cá. - Falei mais do que planejava, mas tudo bem. 

 - Poderes? Você disse poderes? - O adolescente se pronunciou, e eu assenti.

 - Como eu disse antes, sou uma Ladybug com menos fama, entende? Miss Butterfly. Tá vendo as borboletas ao meu lado? Então. Sou tipo um Hawk Moth do bem. - Quando ele acordar, me avisem de imediato. - Comunicou, então saiu do hospital. 

 - Lamento por vocês que lidam com pessoas ignorantes o dia todo. Agora eu tenho que ir, sabe... Coisas de heroína. - Dei tchau à enfermeira, então caminhei até a saída, fui para casa, certamente seria expulsa depois que Nath e Ella viram o corpo do irmão do Sr.Agreste, eu estava magoada o bastante para discutir com elas, então só me destransformei, peguei minhas coisas e saí procurando um bom apartamento provisório. Precipitada e impulsiva? Sim, mas é a vida de heroína. 

 *-* 

 Toquei a campainha. Uma, duas, três vezes, até ouvir um resmungo zangado.

 - O que você quer? - A figura loira na minha frente perguntou grosseiramente. 

 - Eu vi o anúncio de vocês no jornal, então eu vim. - Falei dando de ombros. 

 - Com a mala e tudo? Você nem sabe se vai ser aceita ou não. - Fechei meus olhos com força por 5 segundos. 

 Que burra. 

 - Eu meio que vim na esperança, né? - Ri sem humor. 

 - Entre, talvez você passe no teste. - Abriu a porta ainda mais, deixando eu passar. 

 - É o que eu mais quero, no momento. - Falei sentando no sofá.

 - Então cruze os dedos,  garota.   


Notas Finais


Quem gostou bate palma, quem não gostou, paciência.

Brincadeira '-'

Como eu disse lá em cima, muitos vão achar que tá uma bosta, mas aliviem, é o primeiro capítulo, é sempre o mais difícil.

Dúvidas? Pergunte que eu respondo.

Seus personagens aparecerão no capítulo seguinte, okay?

Perdoem os erros, por favor, me avisem que eu conserto.

P.s: Tem uma referência à série Supernatural ali, e personagens da saga de livros Harry Potter foram citados.

P.s²: Perdoem essa mania minha de postar sempre de madrugada.

Coemtários são bem-vindos, críticas construtivas também, fichas? Mais ainda.


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