História Just.Stay.Strong - Segunda Geração de MLB - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël
Tags Miraculous Ladybug, Mlb, Second Generation, Segunda Geração
Visualizações 14
Palavras 829
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi nekos kawaiis! =)
Tudo bem? Esperro que sim! <3

Este é o começo da nova história que estou a escrever!
Eu já tinha postado uma história com mais ou menos esta ideia na minha antiga conta que foi apagada (liligirl145), por isso resolvi postar uma versão meio que melhorada dela nesta minha nova conta! ^^

Boa leitura! ;)

Capítulo 1 - "Super heróis, ou apenas super egoístas?"


*Marco*


 Quando estamos num processo de mudança para outra cidade contra a nossa vontade, e têmos de deixar tudo para trás, incluindo amigos, quarto, casa, escola entre outras coisas, os responsáveis pela mudança são sempre injustos e egoístas através do nosso ponto de vista. Quer dizer, eles até podem ter um motivo válido para tal decisão,  mas então e os filhos? A opinião deles não vale de nada para decidir definitivamente o que fazer? Para um adolescente de 16 anos, emo, otaku, gamer, reservado e anti-social como eu não é fácil fazer amigos. Os meus amigos da minha antiga cidade só são meus amigos porque insistiram nisso. Porque não são preconceituosos e até que têm os gostos parecidos com os meus. Foram eles que vieram ter comigo, foram eles que se interessaram por mim ao ínicio, e foram eles que moldaram a nossa amizade pouco a pouco. Também foram eles, que mesmo com o meu caráter difícil não desistiram de mim, e aceitaram-me como eu sou, sem julgamentos e sem descriminações. É por isso que eu gosto deles, porque eles são incriveis de uma maneira tão grande e única que conseguiram se tornar importantes para uma pessoa como eu, fria, e que prefere não se apegar a ninguém, pois pensa que um dia  todas as pessoas importantes para nós, ou vão magoar-nos, ou simplesmente abandonar-nos.

Neste momento estou no carro com os meus pais, e a minha irmã mais nova, destinado a morar em Paris, e a estudar na escola em que a minha mãe e o meu pai estudaram no passado. Não escondo a minha cara de revolta e insatisfação, o que irritou a minha mãe.

-Marco, eu sei que não estás minimamente animado pela mudança,  mas podes pelo menos fingir estar entusiasmado? Começo a ficar farta de te ver com essa cara de enjoado, estás assim desde o começo da viagem! - reclama a minha mãe Marinette, com os cabelos negros um pouco bagunçados e com os olhos azuis sonolentos devido á sesta que fizera anteriormente para descansar da longa viagem.

-Eu nem estou a reclamar, estou caladinho e sossegado, não tenho a culpa de não conseguir esconder a minha insatisfação. - retroco eu impaciente e rabugento devido á fome e ao cansaço causados pelo tempo fechado naquele carro.

-Paris é uma cidade cheia de oportunidades e de gente simpática, podias pelo menos supor se vais gostar? - manifesta-se o meu pai Nathaniel, que até então permanecia calado enquanto conduzia.

-É! Paris é a cidade onde existiam os super heróis Ladybug e Chat Noir! A mamã conta-me todas as histórias de como eles salvaram Paris!!! - exclama a minha maninha Nicole, encarando-me com os seus olhos azuis esverdeados e sonhadores.

-Nicole, tu acreditas mesmo nessas histórias da carochinha? - pergunto eu que já estava a ser dominado pela impaciência.

-Não são histórias da carochinha! É verdade! Há fotos, vídeos, e publicações em jornais disso! O papá até já foi akumatizado, mas a Ladybug e o Chat Noir salavaram-no do terrível Hawnk Moth! - reprende-me a minha irmãzinha.

-O Hawnk Moth irá sempre ser mau e terrível se só ouvirmos a versão dos "super heróis". - retroco eu fazendo aspas com os dedos.

-O que queres dizer com isso?! O Hawnk Moth era mau, porque aproveitava-se das emoções negativas das pessoas para transformá-las em vilões com super poderes, apenas para conquistar os seus objetivos mesquinhos! - arfou a minha mãe.

-Pois é! - concorda Nicole.

-Não. Eu não faço a mínima ideia de quem seria esse Hawnk Moth, e quais eram os seus objetivos... Apenas sei que o objetivo do Hawnk Moth era apenas possuir os miraulous deles, e que eles nunca tomavam a iniciativa de falar com ele e descobrir qual a utilidade que ele queria dar aos miraculous. Imaginem que ele queria os miraculous  para fazer algo que não prejudicasse ninguém, qual o problema de dar os miraculous a Hawnk Moth, e terminar com aquela "guerra" de uma vez? Os "super heróis" não estariam a ser mais... Super egoístas? - questiono eu após exprimir a minha opinião sincera acerca daqueles "super heróis".

-Não digas isso da Ladybug e do Chat Noir! Eles não podiam fazer nada acerca disso! Eram as leis dos miraculous! - exclama a minha mãe.

-E como podes ter a certeza disso? - questiono eu.

-E-Era apenas uma suposição! - explica-se a minha mãe meio atrapalhada.

-Pois... Suposições são apenas suposições, ou seja, não estão comprovadas, então não passam disso. - retroco eu olhando para a paisagem através da janela do carro. 

-Não digas essas mentiras! - murmura Nicole entristecida por tudo o que me ouvira dizer.

-Respeitem a minha opinião, e então eu respeitarei a vossa. - digo eu entre dentes, cansado de todo aquele assunto chato.

-Já chega deste assunto! - exclama o meu pai - Eu preciso me concentrar na condução, e assim não consigo! Estamos quase a chegar, por isso tenham calma! 

Após o meu pai dizer isto, só se ouvia o som do silêncio, que era o som que eu mais gostava de ouvir. 


Continua...



Notas Finais


Desculpem qualquer erro ortográfico. ^^


Beijos com nutella, e...
Até ao próximo! u.u


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