História K-Stories - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Got7, Seventeen
Personagens Baekhyun, BamBam, Boo Seungkwan, Chanyeol, Chen, D.O, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jackson, Jang Doyoon, JB, Jeon Wonwoo, J-hope, Jimin, Jin, JR, Junghan "Jeonghan", Jungkook, Kai, Kim Mingyu, Kris Wu, Lay, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Lu Han, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Seungcheol "S.Coups", Seungri, Shin Dongjin, Soonyoung "Hoshi", Suga, Suho, T.O.P, Taeyang, Tao, V, Wen Junhui "JUN", Xiumin, Xu Ming Hao "THE8", Yao MingMing, Youngjae, Yugyeom
Tags Chat, Kpop, Lemon, Yaoi
Exibições 81
Palavras 1.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vamos lá, minha primeira oneshot lemon nessa bagaça.

Capítulo 1 - [BTS][NamJin] Kim Namjoon era meu pecado


Kim Namjoon era meu pecado.

Eu nunca soube por que, mas o loiro continuava me atraindo e, mesmo que eu tenlevar te fugir dele, lá estava novamente, em seus fortes braços. Tínhamos nossas brigas, nossos problemas, mas sempre conseguíamos superá-los juntos.

Só tinha uma coisa que atrapalhava tudo.

Nam adorava pornô. Ele via pornô de todos os tipos, e eu detestava isso. Esse vício dele só me fazia pensar que eu não era suficiente para ele, que eu não dava o meu máximo em nosso relacionamento. Honestamente, nunca havíamos ido aos finalmentes, nunca havíamos feito sexo. Eu apenas esperava que ele tomasse a atitude.

Nossos beijos eram os melhores.

Em toda minha vida, só namorei três pessoas: uma garota chamada Min Han Li, outra chamada Jung Li He e o meu atual namorado. Nenhuma das duas garotas já me beijou como Nam o faz.

Nosso namoro começou de uma forma inusitada.

Numa manhã chuvosa de sábado, convidei Nam — como qualquer melhor amigo faz — para vir à minha casa. No dia anterior a este, Li Ha havia terminado comigo com a desculpa de que  eu não era o que ela esperava que fosse. Fiquei muito puto com isso, então acabei por  chamá-lo para desabafar e pedir conselhos (já que Namjoon havia namorado mais garotas do que eu).

E ele me prestou mais que apoio; deu graças aos deuses e atacou minha  boca com seus maravilhosos lábios.

A partir desse momento, começamos a organizar tudo e combinamos com nossos pais — que não desconfiam de nada entre eu e Nam — para que morássemos juntos em um apartamento em Seoul. Eu havia pensado que enfim nós dois iríamos viver como um verdadeiro casal, mas na verdade continuou a mesma coisa. Só que agora dividíamos o mesmo teto.

E às vezes a mesma cama.

Infelizmente, Nam continuava sendo aquele fã assíduo de pornô, e eu continuava odiando isso. Eu não sabia  o que fazer sem deixar que deixasse de lado minha política de passivo, então tive uma brilhante ideia...

Hoje eu estou de greve.

Sim, é isso mesmo. Hoje não fui dar o beijo de bom-dia, o beijo de pós-banho, o beijo de pós-café da manhã ou qualquer outra porra de selinho ou beijo de língua que sempre concebi a ele. Agora ele que fique com aquelas merdas de pornografia, quero só ver se aquelas prostitutas ou aqueles prostitutos que ficam dando a bunda  por aí se importam com ele da maneira como me importo.

Desde cedo estou aqui, trancado em meu quarto, me enchendo de biscoitos e chocolates. Eu sempre cozinho para nós dois, mas hoje — ignorando todos os alarmes do meu eu interior para que me preocupasse  com meu namorado — resolvi deixá-lo por conta própria.

"Tadinho, ele deve estar passando mal de tanta fome", apelou meu eu interior.

"FODA-SE", respondi enquanto tentava me distrair jogando Super Mario pela milésima vez. "Ele que se vire."

Houve um momento em que senti um cheiro horrível de queimado invadir meu quarto pela fresta inferior da porta, porém coloquei "TT" (TWICE) para tocar bem alto em meu headphone e quase me amarrei na cama a fim de não correr para ver  o que estava acontecendo com Namjoon.

Enfim me cansei de ignorar o mundo ao meu redor. Já era noite, o sol tinha acabado de se pôr, então tomei a bem-aventurada decisão de desligar todos os meios eletrônicos e relaxar na poltrona que ficava perto da janela. Eu estava tão confortável ali que quase cochilei, o que foi uma ótima distração para que eu não o ouvisse se aproximando.

— Você esqueceu de trancar a porta, Jin — a voz grave de Kim Namjoon ressoou em meus ouvidos.

Fiquei subitamente desperto e olhei para ele. Nam apenas sorria aquele sorriso sedutor que acabava comigo, e ele sabia disso.

— E você esqueceu de bater na porta, imbecil — respondi de má vontade. Era difícil ser grosso com ele.

— Eu praticamente não te vi hoje. Só tive um vislumbre de você correndo para cá com um monte de sacolas nas mãos, e isso foi antes do almoço.

"E você praticamente ignorou o que eu acabei de falar."

— E o que você comeu no almoço?

Namjoon fez uma careta, sem deixar de ser belo com isso.

— Eu comi ovo queimado.

Detestei-me naquele momento por não conseguir segurar a gargalhada. Tive que me levantar e me apoiar no braço da poltrona para que eu não saísse rolando de tanto rir.

— Mas sabe o que eu gostaria de ter comido? — a pergunta dele me calou no mesmo instante.

— O quê?

— Você.

"COMO É QUE É?!"

Ele se aproximou bastante de mim — demais até, para o meu gosto — e deu um sorriso safado. Recuei até quase cair sobre a poltrona, sem saber como reagir àquilo. Tentei fixar em minha mente o propósito da greve, mas era difícil sabendo que podia sentir a respiração dele em meu pescoço.

— N-não posso, Nam.

— Por quê? — o nariz dele roçava em minha orelha.

"Será que não é ridículo demais?", dessa vez fui eu que apelei.

"Você sabe que não pode esconder nada dele. Ele te conhece muito bem, vai descobrir de qualquer maneira", respondeu a minha sábia voz interior.

— Estou de greve — soltei de uma vez.

Namjoon soltou um riso roufenho e começou a me  empurrar sutil e delicadamente em direção à cama. Ele parecia mesmo estar decidido a me possuir, aquele meu pecado, tendo finalmente a atitude que esperava  desde que começamos a namorar.

— E por que motivo seria essa greve? Hoje é sábado. Não é dia de fazer greve do que quer que seja.

Eu estava me deixando levar fácil demais. Não podia ser assim. Eu tinha que permanecer determinado, o fato de ele estar fazendo o que sempre quis não importava naquele momento.

Sentei-me rapidamente na cama e ergui a mão, impedindo-o de continuar. 

— Escute bem, Kim Namjoon. Eu já estou cansado de aguentar você vendo aqueles malditos pornôs o dia todo, exceto quando vamos à escola, combinamos algo ou nas horas de refeição. Eu quero que você pare de assistir aquele caralho. Eu quero que você se importe mais comigo, como seu namorado. Mas que porra! Será que é tão difícil assim? Não vê  o quanto me esforço para  ser o melhor possível para você?!

Assim que terminei de falar, voltei a prestar atenção à expressão de Nam. Ele permanecia com aquele meio sorriso nos lábios salientes, mas seus olhos castanhos agora estavam arregalados. Oops, acho que acabei gritando demais.

— É, eu já esperava isso — ele suspirou e colocou as mãos nos bolsos da calça jeans. — Só que não imaginava que você ficaria tão bravo assim.

"O QUÊ?!"

— Como assim você "esperava", Namjoon?!

Ele coçou a nuca. Parecia um pouco envergonhado, ou talvez arrependido,  mas ainda conseguia ser sexy e fofo ao mesmo tempo. Deuses, talvez eu não consiga mais me segurar...

— Eu queria fazer ciúmes em você. Pensava que assim você iria tomar atitude e tentaria me seduzir para a cama ou algo assim. Eu sou um babaca, eu sei.

Dessa vez eu fiquei extremamente surpreso. Namjoon me surpreendia cada vez mais.

— Ehr... eu esperava o mesmo de você — gaguejei, em choque.

— Mas eu largo tudo por você, Jin.

Eu não consegui mais me segurar. Deixei totalmente de lado minha política passiva, puxei-o para mim, comecei a beijá-lo desesperadamente e logo estava sobre ele em minha pequena cama de solteiro. Estudei seu rosto esbelto e seu pescoço através dos lábios e seu corpo malhado através de minhas mãos, como se minha vida dependesse disso.

Namjoon também não ficou parado. Tive que fazer uma pausa naquele meu desespero para que ele conseguisse tirar minha camisa e aproveitei para tirar a dele. Nossos braços se misturavam quando deitamos de lado, nos abraçando e dando continuidade ao beijo.

Quase sem ar, tive que parar para respirar, então enquanto isso resolvi não perder tempo: fiquei novamente em cima dele e comecei a retirar sua calça, já visualizando o enorme volume quase saltando para fora. Ambos estávamos ofegantes. Olhei para ele, que assentiu, e logo tirei sua cueca e comecei a  chupar seu membro, coisa que nunca havia imaginado fazer um dia.

Depois de algum tempo, percebi que Nam estava chegando a seu ápice.

— Jin-ahh... eu vou...

Parei instantes antes que ele gozasse e aproveitei para deixar que minha respiração se estabilizasse. Aquilo era melhor do que eu imaginara. Eu nunca havia sentido tamanho prazer em minha vida.

Então foi a vez dele. E eu  assumi novamente minha postura de passivo, porque Namjoon veio com tanto desejo e disposição que fiquei até sem reação.

O loiro me jogou de vez no colchão, arrancou minha calça junto com a cueca e me adentrou com força, fazendo com que um gemido alto escapasse de minha boca. Ele prosseguiu com gentileza, com espaços de tempo entre as estocadas, que às vezes eram fundas e outras bem leves. A dor veio, mas o prazer a superou, e eu não conseguia parar de murmurar o nome dele.

Perdi a noção do tempo em que Namjoon permaneceu me penetrando e distribuindo beijos pelo meu corpo até que ambos nos desfizéssemos. Ele deitou ao meu lado e mordeu minha orelha de leve.

— Eu te amo, Kim Seok Jin.

— Eu te amo, Kim Namjoon.

Ficamos nos encarando por um momento e começamos a rir como loucos. Rimos sem parar, por tudo que passamos, pelo fato de nossa amizade ter virado amor, pelas nossas estratégias malucas para chegar àquela situação e por ninguém saber disso.

— Essa transa foi melhor que qualquer pornô que eu já tenha visto.

Não sei de onde Kim Namjoon tirou a ideia de falar isso até hoje. Só sei que expulsei ele do meu quarto e fiquei de greve e com o quadril dolorido durante uma semana.


Notas Finais


E então? >< *vergonha*
O que acharam? Eu quero muito saber!
Espero que tenham gostado.


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