História Kailen e a lenda do grande dragão. - Capítulo 2


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Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Aventura Com Dragões, Aventureira, Aventureiras, Aventureiro, Aventureiros, Dragão, Dragões, Drama, Ficção, Fogo, Kailen, Magia, Mistério, Misticismo, Neve
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Palavras 683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora, mas voltei.

Capítulo 2 - O vale dos ossos.


Fanfic / Fanfiction Kailen e a lenda do grande dragão. - Capítulo 2 - O vale dos ossos.

"De tempos em tempos, o grande dragão negro escapava da sua prisão, roubava crianças com suas doenças e formava sua nova casa então. Esta, nós batizamos de vale dos ossos"


Estava nevando. O frio chegava até a minha alma. Meus pés afundavam na neve e podia ver as luzes de um fogueira.


Estava tendo uma festa. 


-- Dia da salvação - me lembrei. - Depôs que eu achar o grande branco, aí sim será dia de festa.


Eu rumei em direção a estrada que levava as montanhas do norte, lá era onde ele estava adormecido, mas também era aos pés da mesma que ficava o vale dos ossos.


Senti um calafrio na espinha enquanto me lembrava das inúmeras crianças que sumia durante a noite, e, que nunca mais eram encontradas.


-- Karen - Pronunciei em vão o nome da minha irmã. 


Tudo já estava muito escuro na estrada, mas o meu lampião já não tinha óleo. Por esse motivo decidi acampar por lá mesmo naquela noite.


Eu lembro de encostar a cabeça na neve fofinha e adormecer. O frio ainda estava lá, mas as lembranças de minha irmã aqueciam meu coração.


Ao amanhecer, juntei minha mochila e segui meu caminho. Não demorou muito a chegar ao pequeno vale.


As árvores estavam mortas, e a água era pegajosa. Haviam inúmeros crânios espalhados. As sombras cobriam o lugar, mesmo já sendo dia. Aquilo me arrepiava.


Tentei seguir meu caminho o mais rápido possível, já que não queria despertar o dragão negro que ali habitava.


O cheiro de podridão aumentava a cada passo que eu dava dentro da mata. Em alguns momentos eu chegava a desmaiar, mas foi então que eu ouvi um som de bater de asas.


Não havia nada a minha volta. Qualquer ser que tenha feito aquele som já não estava mais ali.


-- Kailen, irmã, venha aqui. - Pude ouvir uma voz familiar.


-- Karen? Karen é você? - Eu me preparava para ir em direção a voz.


-- Sim, eu estou aqui. Venha, vamos embora irmã.


-- Ka... - quando eu me aproximo do lugar, vejo a figura esbranquiçada da minha irmã aos pés do dragão negro, totalmente acordado. Com um balanço de calda, ele fez com que a imagem sumice.


O Dragão veio em minha direção com um olhar faminto. Eu rapidamente separo minha espada, e ele, recua um pouco, provavelmente pensando no que fazer.


-- E-eu sou Kailen, enviada do povo do sul para aniquilar você e trazer de volta o Grande Dragão Branco. - eu digo tentando conter a vontade de correr.


Mesmo tendo doze anos, juntei toda a minha coragem e parti para o ataque. O dragão apenas riu e vôou sobre mim pousando em crânios provenientes de outros dragões.


-- Você vai pagar por matar minha irmã. Você vai morrer e eu serei a heroína do meu povo. - eu atirei minha espada cravando-a em uma das patas dele.


O Dragao ugiu de dor e deu uma paada me fazendo voar longe. Quando me levantei me vi cercada pela minha irmã. Haviam várias dela.


-- Uma dessas, criança, será sua verdadeira irmã. Eu esperei tanto pelo dia de matar a guerreira que viria atrás de mim. Só não esperava que ela fosse ser uma criança. - o dragão disse com uma voz quase inintendivel. 


Eu estava agachada no chão, afinal, quem seria minha irmã? Foi quando eu estava mais desesperada que me lembrei.


-- Você não é mais forte que seu irmão, por isso cria essas ilusões. Você atormenta os mais fracos para se sentir superior, mas não é. Por isso nenhuma dessas é minha irmã. - As garotas de vestido branco, sumiram uma a uma. - São apenas ilusões. Mas eu não sou. - eu pego um machado e pulo atingindo a barriga do dragão que ainda estava pasmo com a velocidade que eu o atacava. Desferi várias facadas na barriga dele, deixando um rastro por onde eu escorregava.


-- Menina maldita! - Urrou o dragão voando alto me fazendo despencar a uns dez metros de altura. Antes que eu tocasse o chão ele me pegou com as patas e e largou numa floresta branca. - Você nunca mais verá a luz da fogueira, criança. - E partiu.



Notas Finais


Uau.

Onde será que ela foi deixada?

O que serão outros dragões?

Desculpem ter ficado curto, mas ainda teremos mais caps.


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