História Kaos - Capítulo 52


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Demonios, Drama, Ficção, Horror, Psicológico, Seinen, Terror, Violencia
Exibições 8
Palavras 1.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Estamos de volta ao vicio.

Capítulo 52 - L.S.B. De volta ao Vício.


Fanfic / Fanfiction Kaos - Capítulo 52 - L.S.B. De volta ao Vício.

REPUBLICA NICO/ DIA 05/ MAIO/ 2014


Agora eu estou livre. Livre para tentar morrer mais uma maldita vez nessa merda de cidade cheia de malucos. Eu quase me esqueci que tinha visto um demônio de verdade pela primeira vez. Minha mente sempre foi variada em relação a isso. Imaginei eles de todas as formas como eu via os demonios do "Merzerk". Eu amava esse mangá. Minha namorada também amava.. que droga... porque você se foi Mary. Enfim.

Nesse inferno que se tornou as cidades, cheias de monstros assassinos e claro, eu. Tenho que dizer que estou feliz de estar vivo pra ver tudo isso virar cinzas. Ver essas cidades pegar fogo também. Eu só não quero lembrar de nada daqui, planejo até ir embora se possível.

Minha vida tava normal. E daí se nas reportagens tinham relatos de monstros e genocídios? E daí se a policia não tá fazendo porra nenhuma por ter medo demais dos assassinos e dos monstros? E daí se eu me droguei tanto que esqueci quem eu era ou o que passei e as pessoas que perdi? Ah... que se dane.

O trabalho de palhaço era temporario. Só até eu arranjar mais drogas, mais dinheiro, mais drogas e mais alcool. Era tudo que eu mais queria.

Dever bandidos não é segredo nenhum. Basta ser um vicíado, alcoolatra, depressivo e suícida. Meh. Eu já fui normal, já sim!! Agora eu to aqui largado em qualquer lugar dessa merda de beco. Um qualquer pode vir me esfaquear e levar tudo o que tenho a qualquer momento. Nem importa, Eu não ligo.

Paul.. esse cara foi foda. Ele foi foda demais. Na hora, lá no esgoto, eu pensei que ele fosse me deixar para trás. Sim. Ele tem cara disso e eu não duvido nem um pouco que fária isso para sobreviver naquele inferno subterraneo psiquiatrico. Ele lutou com o bixo feio que eu apelidei de "Cimento", porque eles são cinzas da mesma cor. Hahahaha... que droga..

Tsc.. já vai ser a nona e não fez nenhum maldito efeito em mim. Estou ficando cada vez mais imune à minha preciosa L.S.B... droga. Tudo o que vejo é caos, destruíção, morte, fogo e etc.. a visão perfeita do inferno. Mas tudo rolando nessas grandes cidades. Eu acho que fiquei louco e só quero que todos morram logo de uma vez. Talvez eu seja como qualquer outro infeliz dessa gangue maluca do Paul, a Kaos. Como seria se eu me junta-se a eles? Ah sei lá. Eu nem gosto mais de violência. Eu nem sei mais quem eu sou.. não tenho nada a perder.. pode vir qualquer infeliz me esfaquear enquanto eu durmo agora.. eu só quero dormir...

- Marcos. Marcos... Marcos..!! MARCOS, PORRA! (CHUTE*) 

Marcos - Ai, ai, acordei porra. Que foi? Ah... é você..

- O que faz dormindo na rua?

Marcos - E o que faz ainda andando por aqui? Achei que ia pra casa.. Paul. Aqui não é segura nem pra você e nem pra mim. Mas eu não to nem aí.

Paul - Bem, eu não posso voltar pra casa. Tem alguém bem casca grossa me esperando lá.

Marcos - Quem? Seu pai? Ele vai te dar uma surra por ter fugido de casa e ter seguido uma profissão mais exôtica como gênocida? Ha..

Paul - Eu não tenho pais. É o meu irmão, ele é policial. Um detetive pra dizer a vedade. Provavelmente ele está me procurando até o inferno só pra botar uma bala na minha cabeça ou me mandar pra uma maldita prisão juvenil.

Marcos - Eu escolheria a opção A. Seria muito melhor do que virar mulherzinha e ser currado todos os dias pela galera ou pelos guardas mesmo. Eu conheço esses lugares... não são tão diferentes das prisões..

Paul - Eu não ligo. Só não tenho pra onde ir. Você não tem casa não?

Marcos - Posso até ter- (Vomito*) BLEEEEEAWW.. Cof* Cof*

Paul - Você andou exagerando na dose. Quantas você tomou..?

Marcos - Umas 15- BLEEEEEAW**..

Paul - Nossa cara, você é assustador. Já era pra ter morrido faz muito tempo. Mas eu não posso mais te chamar de assutador nesses dias, tem coisas realmente assustadoras por aí, por isso que precisamos ir pra algum lugar. Eu preciso de um lugar pra ficar cara.

Marcos - Eu posso até ajudar nisso.. Mas a gente precisa de um carro, se arranjar isso eu te levo pro meu apartamento de merda.

Paul - Pode ser.

O cara quebrou o vidro do primeiro carro que viu e fez uma ligação direta tão rápida quanto fariam em um filme. Ele saiu dirigindo pra mim como um taxista enquanto eu guiava pelo caminho que tinhamos que ir até chegarmos ao nosso destino.

Paul - Você disse a parte Leste da cidade?

Marcos - Sim cara. Já estamos quase chegando. Nem acredito que finalmente vou tirar essa fantasia maldita.

Paul - Pois é, essa coisa já tava irritante. Ah, é aqui?

Marcos - Sim, Cara. É aqui.

Finalmente haviamos chegado ao meu prédio imundo e cheio de pragas incluindo os seres humanos que lá viviam. Cheio de gente escrota e as ruas nada seguras. Até mesmo em baixo da ponte em frente cheia de ratos parece mais confortável.

Marcos - Vamos subindo. Ficamos nos terceiro andar.

Paul - De escada? Tá de sacanagem? E o elevador?

Marcos - Quer arriscar sua vida mais uma vez hoje? Ok.

Paul - ah, ok. Vamos subindo então.

Marcos - Por que fugiu de casa, jovem?

Paul - Eu cansei, só isso. Não curto escolas particulares e nem militares. Muito menos as ofertas de salários estupidos que meu irmão sempre me arranjava.

Marcos - Ah.. um rebelde sem causa. Que clichê.

Paul - Aposto que já foi um também.

Marcos - E quando deixei de ser?

Paul - Sei lá. Só dou graças a Deus que finalmente chegamos ao maldito terceiro andar.

Marcos - Só vamos indo em frente. Nosso quarto é o 335. Vamos ficar um tempo parados. Ah, oi Coraline. Como você tá?

Coraline - Em espera.. já faz alguns dias que arranjei um amigo interessante que me comeu, disse que ia voltar mas, só ouço noticias malucas sobre ele... nem sei se ele vai voltar.

Marcos - Ah, boa sorte com os relacionamentos estragados. Ah, esse é Paul, um primo aí.

Paul - Iae..

Coraline - Hm.. Foda-se quem seja. To indo dormir. Boa noite Palhaço. Pra você também "primo".

Paul - Simpática.. Nem gostei..

Marcos - Fecha a boca e para de babar. Vamos indo.

Depois de topar com a Coraline no corredor, fomos para nosso cafofo temporário. Até a poeira abaixar. O inferno comia solto lá fora, eu tinha um assassino mirim na minha casa, e a minha vizinha era a menor de idade mais gostozinha que já vi, mas não sou pedofilo apesar de ter meu miseros 20 e poucos anos. Porém paul na flor da idade é outr história. Mas nem tem nada a ver comigo. Tenho que só dormir... dormir muito..

Foda-se as garotas, foda-se os demonios, foda-se os assassinos, fodam-se todos esses inúteis que fazem parte dessa história. Tudo o que posso fazer é ficar aqui pensando em como vou sobrevivee os próximos dias.. O inferno na terra já começou a alguns dias eu nem lembrava.. mas agora nem importa, eu já perdi tudo que tinha a muito tempo. Então, vou ficar de plateia.. mas sabe.. quando eu digo isso.. eu sempre me envolvo.

Cadê minha L.s.b...?

Continua..


Notas Finais


Sempre tem alguém.. que não quer se envolver..


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