História Karma - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Visualizações 44
Palavras 1.532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yo...olha eu aqui também...

Só pra constar, o capítulo ficou pequeno mesmo, mas isso é proposital, vocês vão entender melhor no próximo.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Ouvi passos na direção do quarto e a voz dele ao se aproximar

-Kou você está aí?

-Onde mais eu estaria?

Respondi ríspido. Eu tinha voltado a agir indiferente desde o momento em que comecei a ouvir os passos dele pelo apartamento.

-Takanori pode sair.

-Sim Chefe.

E saiu do quarto me deixando ali com ele. Eu ia pedir para Takanori permanecer ali por que não queria ficar no mesmo ambiente e sozinho com Shiroyama Yuu, mas me lembrei das malditas regras e abaixei a cabeça.

-Você quer alguma coisa Kou?

-Não Chefe, não é nada.

- Você não precisa me chamar assim Kou, pode me chamar de Yuu.

- Me desculpe “Chefe”, mas não farei isso.

Cruzei meus braços o encarando e depois me dei conta do que tinha feito. Ele pareceu chocado por um momento, mas depois ele sorriu e disse.

-Tudo bem, isso não foi exatamente uma ordem minha então vou relevar seu atrevimento.

-Ouvi dizer que você queria conversar comigo quando chegasse. O que é?

-Direto como sempre.

-Não gosto de rodeios. Seja lá o que for, diga de uma vez. Que outro motivo você teria para vir aqui?

-Talvez eu quisesse te ver ou quem sabe conversar um pouco? Por que você é tão frio comigo?

-Acredito eu que já respondi essa pergunta ontem no seu carro.

-Está bem, eu sou paciente e tenho tempo.

- Diga logo o que é?

- Ok. Esse final de semana eu tenho uma reunião de negócios em um sitio de certo empresário e quero que você compre algumas roupas, leve Takanori e Akira com você e compre o que quiser. Vou deixar meu cartão e a senha com você e assim que terminarem as compras volte para casa.

-Virei seu troféu agora? Um objeto de exposição?

-Não, e é exatamente por isso que Akira vai com vocês, além do motivo óbvio de Takanori ir com você, ele vai por que também tem um bom gosto para roupas, mas só Akira sabe colocar um limite na excentricidade dele.

-E pelo fato de ser uma reunião de negócios...

-Não quero que você se exponha demais

-Entendi. Tudo bem Chefe, quando iremos?

-Amanhã, Akira saiu para resolver alguns problemas pra mim e não irá voltar hoje. E Takanori já foi embora, estamos só nós dois aqui.

Ele disse enquanto se aproximava de mim

-Não chegue mais perto

-Kou, o que dizia seu horóscopo hoje?

-O-o que quer dizer?

-Você é de gêmeos não é? Ou você não acredita nisso?

-Como sabe?

-Eu sou bem informado do que me interessa. E você Kou me interessa muito.

Ele se aproximou ainda mais de mim me puxando e quando dei por mim ele estava me beijando.

Quando ele me soltou minha reação foi imediata e só me dei conta do que fiz depois de ouvir o estalar do tapa que dei nele. Levei minha mão à boca abafando um pedido de desculpas

-Me de-desculpa eu...

Ele passou a mão no rosto me olhando e disse

-Você tem uma mão pesada.

E riu

- Me desculpe eu me assustei

-Está tudo bem Kou, a culpa foi minha eu não consegui me segurar. Eu mereci esse tapa.

Ele se virou e foi em direção à mesa deixando ali o cartão e a senha dizendo

-Vou deixar você sozinho agora, mais tarde te chamo para jantar.

Eu abaixei meus olhos, ainda envergonhado e ele saiu me deixando sozinho no quarto novamente.

Fui até a mesa onde estava o computador e o liguei, já estava conectado a internet e quando tentei acessar minhas redes sócias vi que já não podia pois “alguém” havia mudado a senha. Me senti frustrado por isso mas naquele momento não quis falar nada, eu ia perguntar a ele depois. Comecei a pesquisar coisas aleatórias na internet e quando me lembrei de pesquisar o mais importante ele voltou para me chamar.

-Vamos jantar Kou, depois você pesquisa sobre mim.

Me virei assustado e ele riu

-Era isso mesmo que você ia fazer?

-Na-não eu não ia...

-Não é o que está parecendo. Mas você não acha que seria melhor perguntar diretamente a mim?

Me levantei em silêncio e fui até o closet, peguei uma toalha e quando passei por ele o ouvi perguntar.

-Aonde você vai?

-Tomar um banho

-Vou te esperar então.

Pelo tom que ele usou eu achei melhor não discutir e entrei no banheiro o deixando no quarto sentado na cama.

No banheiro coloquei a toalha no suporte e fui tirar às roupas colocando as em um cesto que ficava entre a pia e a porta, pelo fato de ser um banheiro enorme muito maior que o necessário, dei alguns passos até chegar a banheira que também era grande demais para uma pessoa só. Passei por ela e fui até o chuveiro tomar meu banho lavei meus cabelos e depois de um tempo considerável eu sai me enrolando na toalha e só aí percebi que só tinha levado a toalha para o banheiro. Como não tinha muita alternativa sai do banheiro enrolado na toalha mesmo e fui para o quarto e quando olhei pensei que estava sozinho por que estava quieto demais fui até o closet e peguei minhas roupas, quando tirei a toalha para vestir a box que tinha pegado ouvi um assobio que me fez gelar e ficar petrificado na posição que eu estava

-Que bela visão eu estou tendo agora.

Assim que o sangue voltou a correr no meu corpo novamente eu terminei de vestir a cueca coloquei uma calça de moletom e só aí e consegui responde-lo  sem constrangimento

- Por que ainda está aqui? Não conhece o significado da palavra “privacidade”? Eu disse que ia tomar banho.

-E eu disse que ia te esperar. Eu estava me sentindo sozinho Kou, eu não ia invadir o banheiro enquanto você estivesse tomando seu banho embora a vontade de fazer isso fosse muita, então eu considero que já te dei privacidade. Quanto ao fato de te ver trocar de roupa, isso mais cedo ou mais tarde iria acontecer.

-Eu preferia que não acontecesse nunca. Você é a segunda pessoa que me vê fazendo isso e a sensação não é agradável. Você e seus homens tem um hábito muito estranho.

- Já falei a respeito disso com Reita e pode ter certeza que ele se arrependeu disso.

- O que você fez com ele?

-Por que está tão preocupado com ele?

-Não estou... espera, então...

-Então o que Kou?

-Você bateu nele?

-Não bati, eu apenas o puni.

-Você e suas punições. Por acaso isso é um fetiche?

-Até o momento não, mas se você quiser pode acabar virando um.

Ele me encarou com um sorriso malicioso no rosto e parecia que ia me devorar com os olhos e eu disse

-Vamos jantar, está ficando tarde.

Ele se levantou da cama e nós descemos para a cozinha, ao chegarmos lá vi que estávamos sozinhos, mas que tinha quase um banquete preparado uma mesa com dois lugares, uma garrafa de vinho dentro de um balde de gelo e duas taças de cristal.

-Sente-se

Disse Yuu e eu obedeci, ele me serviu e pegou o vinho para colocar na minha taça.

-Você de estar com fome.

-Estou um pouco.

-Espero que goste do jantar.

Dei um sorriso irônico e perguntei

-Por acaso não foi você quem fez certo? Vendo tudo isso pronto.

Ele abaixou a cabeça e respondeu

-E se eu disser que foi?

-Eu não acredito. Não daria tempo.

Ele sorriu e ficou em silencio

Começamos a comer e o jantar estava simplesmente incrível. E eu estava começando a me sentir leve por causa do vinho e quando ele fez menção de me servir mais vinho eu recusei.

-Não, eu não devo beber mais.

- E por que não? Estamos só nós dois aqui. Qual o problema?

-Você não vai gostar de me ver bêbado.

-Talvez eu goste talvez eu queira te ver bêbado.

Me levantei e ao fazer isso eu cambaleei um pouco e me segurei na mesa para não cair.

-Me desculpe Chefe, acho melhor ir para o meu quarto.

-Espera eu te levo, você não vai conseguir nem chegar lá assim.

-Acho que você tem razão.

Ele se levantou e colocou um dos meus braços em volta do pescoço dele e me segurou pela cintura para me apoiar melhor.

-Eu não estou tão bêbado assim

-Medida de precaução

E dizendo isso ele me levou para o quarto, chegando lá ele me deitou na cama e me cobriu e quando ele ia saindo eu o segurei pelo pulso e pedi.

-Espera, você pode ficar mais um pouco? Só até eu dormir?

-Acho que vou te fazer beber mais vezes. Está bem, eu fico.

Não estava disposto a rebater aquele comentário dele então eu me virei de lado e me cobri.

Não demorou muito para que eu já estivesse sonhando.

-Uru-chan vamos brincar?

-Vamos Aoi

Corremos pelo pátio da escola agarrado a uma bola e começamos a jogar ficamos brincando por muito tempo até meu pai vir me chamar.

-Kouyou vamos embora filho.

-Papai me deixa brincar mais com o Aoi.

-Não, precisamos ir embora.

-Papai, eu quero brincar, me deixa brincar..


Notas Finais


Espero que tenham gostado...beijos


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