História Karma Butterfly - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Seohyun, Taeyeon, Tiffany, Yoona
Tags Drama, Girls' Generation, Mistério, Taeny, Yuri
Exibições 66
Palavras 2.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha só quem está aqui!!! Euzinha, com mais um capítulo....
ASUHSAUHSAUHSAHU
Galera, só lembrando... o desenvolvimento dessa fic é completamente tranquilo, não apresso muito as coisas, mas também não demoro tanto assim. O objetivo é "participar" de tudo com os personagens, e então as coisas irão acontecendo, e um fato puxa o outro. Sem pressa, sem pressão, mas com certa expectativa. x3
Eu espero que gostem desse capítulo, porque é praticamente da Taeyeon. Introdução dela nisso tudo, e introdução logo do começo da bagaça... porque como diz minha vovó: "A gente começa a contar é do 1". (?) u.u'

Enfim, gente. Boa leitura pra vocês, e nos falamos lá em baixo! \o/

Capítulo 2 - The picture


Era cinco e quinze da tarde quando Taeyeon desligou o telefone do gabinete onde trabalhava atualmente, num escritório de contabilidade. Estava visivelmente cansada e atarefada, mas tivera dois minutos de pausa para avisar que passaria o final de semana na casa dos pais. Fazia quase um ano que não os via, estava com saudade e queria dar um tempo da movimentada capital. E como não havia nada que a prendesse ali que não fosse o trabalho, resolvera dar uma escapadinha.

A vida de Taeyeon era comum dentro dos padrões do cotidiano. Acordava cedo todos os dias para ir ao trabalho, e acordava cedo até mesmo aos feriados quando podia descansar. Seu metabolismo já era completamente doutrinado àquela rotina de trabalho. Não, Taeyeon não era nem de longe uma workaholic, ela também tinha seus pequenos momentos de paz interior quando praticava seus hobbies, ou até mesmo quando bebia sozinha em casa, assistindo ao campeonato das ligas de baseball. Preferia ficar em casa ao ter que sair para festinhas e boates com colegas do trabalho, ou ex colegas da faculdade.

Teria uma vida até solitária, se não fosse pela companhia de seu pequeno cão negro, no qual dera o nome baseado em um filme que vira uma vez, embora Ginger fosse nome feminino. O pequeno cão a seguia por todo o pequeno apartamento, quando não estava dormindo, e Taeyeon sempre engatara conversas longas com o pequeno como se ele fosse responde-la em algum momento. Mas com certeza ele a entendia.

A tarde estava tão quente antes, que quando o crepúsculo invadira a movimentada capital, a brisa esfriou instantaneamente, causando uma quase súbita queda de temperatura. Os céus logo foram cobertos por massas escuras de nuvens cinzentas. Ia chover naquela noite.

– Hey, Tae! – Ouviu um chamado já conhecido vindo de algum lugar da divisória de gabinetes à frente, e então uma cabeça e um rosto conhecido surgiu dali.

Era Seohyun, a integrante mais nova daquele setor. Sorria amigavelmente na direção de Taeyeon, com suas bochechas amáveis. Taeyeon adorava aquele sorriso singelo e tão simples da amiga.

Sorriu de volta para ela, e Seohyun logo entendera o gesto. Já tinha a atenção de sua unnie, e tinha passe livre pra continuar a falar.

– Quer uma carona hoje? – Perguntou animada, sem segundas intenções.

Taeyeon ficou um pouco pensativa. Odiava pedir coisas para as pessoas, atrapalha-las ou dar trabalho de alguma forma, mesmo que fosse convidada.

– Eu não sei, Seo... não quero incomodar.

– Não é incomodo algum, Tae. E parece que daqui a pouco vai começar a chover.

Ambas olharam para o fundo da enorme sala dividira por gabinetes pequenos, e viram o clima chuvoso se formando no céu. Mas Taeyeon ainda sim, parecia decidida.

– Seo, te agradeço pelo convite, mas não vai dar. – Disse da melhor forma que pode, e justificou: - Vou ficar até depois do expediente hoje, e durante a semana. Vou adiantar as coisas pra poder passar o final de semana com os meus velhos sem que o gerente me ligue.

– Indo pra Jeonju?

– Exato. Quero matar a saudade que to sentindo da família, e relaxar um pouco disso aqui.

– E porque não aproveita pra pedir um adianto nas férias? – Seohyun perguntou curiosa.

– Pensei nisso, mas resolvi segurar a barra mais um mês, aí quando as minhas férias oficiais chegarem no final do ano, vou pedir antes a minha licença pra depois das férias, e vou emendar tudo, e dar uma prolongada. – Explicou Taeyeon, com um ar sonhador e cheia de expectativas.

– Boa estratégia! Qualquer coisa é válida pra ficar longe desse estresse. – Seohyun disse num tom brincalhão, mas sincero.      

Taeyeon concordou com um movimento positivo de cabeça, sorrindo abertamente.

De repente, algumas pessoas dos gabinetes vizinhos começaram a se levantar, e desejar uma as outras, uma boa noite, se despedindo tranquilamente. Seohyun e Taeyeon também se despediram de seus colegas, que pouco a pouco iam se levantando e colocando suas bolsas nos ombros. Era exatamente seis horas da tarde, final de expediente.

– Bom, Tae... boa sorte aí com tanto arquivo chato.

– Obrigada, Seo. Eu vou precisar. – Taeyeon disse enquanto se levantava para dar um breve abraço na amiga, que retribuiu.

– Te vejo amanhã.

– Dirige com cuidado nesse temporal.

Despediram-se, e Seohyun pegou sua bolsa já arrumada, colocou no ombro e saiu dali com seus outros colegas, indo na direção do elevador grande que ficava no lado direito do salão.

Taeyeon permaneceu no mesmo lugar ainda de pé. Parecia paralisada, mas estava pensativa sobre o fardo que seria essa semana. Pelo menos não vou tomar chuva, pensava na tentativa de se conformar. Num estalo, moveu-se na direção da própria mesa, pegou sua caneca vazia e deu meia volta. Só retornou pro escritório três minutos após encher a caneca de café quente, no qual havia adoçado gradativamente.

No instante que Taeyeon se sentou, começou a focar no trabalho. Vez e outra bebericava o café, mas seus olhos nunca se desgrudavam dos arquivos abertos em sua mesa, e da planilha do Excel aberta amplamente na tela do computador, repleta de dados importantes dos clientes da empresa.

Passou três horas no escritório, era a única ali. O faxineiro já havia até passado pra limpar o piso e esvaziar as lixeiras. Quando Taeyeon sentira a tensão do dia corrido lhe pesar os ombros em forma de incomodo muscular, foi que resolveu parar um pouco. Olhou ao redor, e acabou se distraindo com a janela fechada e molhada pelos fortes pingos da chuva que tornara a cair.

– Ótimo... – Ironizou a jovem, já previa até uma gripe no dia seguinte.

De súbito, uma ideia deveras interessante lhe veio a mente. Como tava sozinha ali,e havia se dado um tempo de pausa, aproveitou o computador para logar em suas redes sociais, e na primeira que foi, fora o Facebook, já dera de cara com uma foto dos irmãos juntos no feed de notícias, tirada por algum de seus pais.

A pequena Haeyeon estava pendurada nas costas de Jiwoong, e ambos sorriam bastante alegres e divertidos. Aquela foto deveria ser fruto de seu pai, ele que adorava tirar fotos espontâneas de tudo.

Mas ao examinar melhor a foto, Taeyeon percebeu algo estranho. Viu que ao fundo, no “cenário”, estava o sobrado velho e abandonado. Só de lembrar dele, calafrios lhe invadiam o corpo. Mas o que a intrigou mesmo não fora o sobrado em si, mas sim a forma estranha que vira na janela de venezianas, nas quais estavam semi-levantadas, e ali jazia uma face branca e sem vida, como uma máscara. Mas como diabos uma máscara poderia ter ido parar ali? Aquele sobrado não era abandonado?

Um calafrio súbito invadira o corpo de Taeyeon de tal forma que a fizera despertar. Quando viu direito onde estava, no escritório vazio e iluminado apenas pela lâmpada sob seu pequeno gabinete, estremeceu de novo.

Queria muito continuar vendo aquela foto só pra se convencer que não era nada de mais, senão reflexo de alguma coisa. Mas o medo não deixava que se concentrasse em outra coisa. Decidiu então, que era melhor ir para casa.

 

Por volta das oito e quarenta da noite, foi que Taeyeon chegara em casa. Estava ensopada por causa do temporal, e já espirrava. Fora calorosamente recepcionada por seu cãozinho que pulava ao seu redor e insistia para se aproximar, mas Taeyeon não permitia só pra evitar que o pequeno se molhasse.

– Oi, filho... não, não venha! Omma está ensopada... – Foi dizendo enquanto tirava os sapatos à porta. Aproveitou e tirou a roupa encharcada também.

O pequeno cão a seguia pelo apartamento. Mesmo com as roupas íntimas, Taeyeon se prontificou em colocar ração para o pequeno, que com certeza estava com fome. Depois fora tomar banho, e logo após o banho, já vestida num quente e confortável pijama, procurou algo para cozinhar rapidamente e comer, enquanto via algum filme na TV.

O filme era de terror, mas até agora ela não tinha visto nada realmente medonho, sempre “acertava” o que ia acontecer com as vitimas, e nas poucas vezes que tomava susto, não era por causa da cena em si, e sim por causa dos efeitos sonoros ou da música, que soava mais alto no momento do ataque do assassino. Quando o filme de terror acabou, Taeyeon foi invadida pelo sentimento de arrependimento... havia perdido meia hora vendo filme ruim. Achou melhor deixar a louça na cozinha, pegar um livro e ler na cama até o sono chegar. E foi isso que ela foi fazer.

Mas antes de chegar no quarto, o telefone da sala tocou.

– Só o que me faltava... – Resmungou baixinho como se a pessoa que a ligava pudesse lhe ouvir.

Deu meia volta e foi atender a ligação, porque quem quer que fosse, estava insistindo.

– Oi... – Disse sem muito interesse ao atender.

– Você precisa comprar um celular logo, Tae! Quem diabos usa telefone fixo em pleno século XXI, além de você?! – A voz do outro lado da linha soou alta e eufórica. Se aquilo era pra ser uma bronca ou uma ofensa, não resultou muito efeito.

– O que você quer, Yoona? – Taeyeon perguntou direto, fazendo questão de fingir tédio na voz.

Yoona era uma amiga de Taeyeon de longa data. Quando Taeyeon chegara em Seul para morar e trabalhar, Yoona fora uma das primeiras pessoas que conhecera. Aliás, quando chegara na empresa na qual trabalha, no lugar de Seohyun estava Yoona. Mas Yoona não ficou por tanto tempo assim no trabalho, deixou a contabilidade pra seguir carreira no teatro. Hoje, Yoona faz parte de uma renomada companhia de teatro do país, muito embora não tenha esquecido Taeyeon, pois quase sempre liga para ela e passam horas conversando sobre assuntos diversos.

– Você nem vai acreditar onde eu to agora! – Yoona disse animada, do outro lado da linha.

Taeyeon não podia vê-la, mas podia imaginar o sorriso no rosto da amiga.

– Ta na Broadway?

– Ah! Quem me dera. Agora com Trump no poder, daqui a uns dias mais ninguém vai poder falar esse nome. Tampouco “Estados Unidos da América”.  – A resposta cheia de brincadeiras de Yoona veio carregada de ironias também, o que arrancou uma risada de Taeyeon.

– Mas então, onde é que cê ta? – Taeyeon tornou a perguntar, agora tentada pela curiosidade.

– To em Jeonju! – Disse a voz animada de Yoona, do outro lado da linha.

– Mentira! – Taeyeon estava desacreditada, mas o sorriso bobo em seus lábios não negava a repentina surpresa.

– É sério! – Yoona confirmou. – Vamos ficar por aqui durante duas semanas!

Taeyeon deixou uma risada alegre e espontânea escapar, e então disse:

– Eu estou indo para Jeonju esse final de semana!

As duas faltaram soltar gritinhos de animação como duas adolescentes no colegial, prestes a ganhar ou entregar chocolates nos dias dos namorados.

Estavam animadas com a expectativa de se verem depois de dois anos. Podiam conversar quase sempre pelo telefone, mas não era a mesma coisa de uma conversa pessoalmente. Yoona tinha muito o que contar para Taeyeon, e vice e versa.

Passaram mais tempo conversando ao telefone, e às onze e quinze, Taeyeon desligou. Estava radiante com o fato de que poderia ver Yoona novamente após tanto tempo.

Retomou os afazeres. Pegou o livro de novo e voltou para o quarto. Deitou na cama confortável, e então ajeitou-se por de baixo das cobertas fresquinhas. Pegou o livro e o abriu nas páginas que havia deixado marcadas na última vez que havia o lido, cerca de dois meses atrás. Não demorou pra mergulhar na leitura, se lembrando gradativamente das páginas anteriormente lidas. Perdeu a noção do tempo lendo aquele livro.

Quando o sono chegou pesando nos olhos de Taeyeon, já era bem tarde da noite. Ela deixou o livro de lado após marcar as páginas, e acomodou-se na cama. O quarto silenciosos, agora virava palco dos pensamentos diversos de Taeyeon, e todos eles envolvendo seu cotidiano. Era sempre antes de dormir que a jovem percebia o quão monótona era a sua vida. Nunca havia nada de emocionante, ou de marcante acontecendo nela.

De repente se lembrou da família, que deixara em Jeonju. Será se suas vidas eram sempre monótonas? Provavelmente não, talvez o cotidiano, por ser outro, nunca deixasse as coisas serem chatas por lá. Taeyeon sorriu de leve ao se lembrar da família, e lembrou da foto dos irmãos que vira mais cedo. Como estavam mudados e bonitos! Haeyeon agora era uma moça, e Jiwoong parecia mais maduro, mas era provavelmente que ainda fosse o mesmo “moleque”, um adulto que acha ainda ter 18 anos.

Mas de repente, uma memória recente atingira a mente de Taeyeon subitamente.

A imagem da janela do velho sobrado, que era cenário do fundo da foto de seus irmãos.

Aquela máscara pálida... parecia ter olhos bem vivos nela. Estava posicionada por baixo das venezianas como se estivesse olhando seus irmãos lá de cima. Um calafrio intenso percorrera o corpo de Taeyeon subitamente, lhe causando um tremor repentino. Deus me livre, pensou enquanto se mexia na cama em busca de uma nova posição, uma que fosse confortável, mas que também a permitia vigiar os cantos do quarto.

Apesar do sentimento estranho de medo misto a desconfiança, Taeyeon pegou no sono rapidamente.

Mas o sonho que tivera naquela madrugada envolvia um par de olhos castanhos que lhe causava uma sensação completamente diferente da que sentia antes que foi dormir. E sonhando, Taeyeon reconhecera aquele par de olhos castanhos tão intensos, mas não fazia ideia a quem pertencia. Quando acordou no dia seguinte, já não se lembrava do sonho que tivera, por mais que se esforçasse para isso. Mas ainda sentia a sensação gostosa e aconchegante que sentira quando havia sonhado. Talvez fosse um presságio, um bom presságio.     


Notas Finais


Desculpem os erros, galera... u.u tentei o meu melhor pra estar show de bola, lembrando que não tenho ninguém que revise nada pra mim, porque gosto de fazer minhas coisas sozinha. Sim, sou individualista. -q
Enfim... conheceram a Tae? Familiarizaram com ela? :B Eu acho que vão achar ela gente boa... diferente, e bem tranquila. AUSHSAUHUSAH
Vamos ver o desenrolar dessa história um tanto quanto confusa, porque notamos aí que Tae notou algo errado na foto dos irmãos... e teve um sonho deveras interessante. -v-
Se tiverem calma, vamos desvendar comigo esse pequeno mistério. E se tiverem coragem de continuar, sugiro que segurem seus corações, porque o clima da fic tende a ficar cada vez mais... macabra. x3

Até breve, gente! Se cuidem...
Semana que vem to aqui de novo com mais um capítulo. Porque to assim, eu posto um, e escrevo um outro novo, pra não deixar faltar, embora eu tenha vários capítulos adiantados comigo. ASUAUSHSAUHUSHAHSU
Vlw flw. o/


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