História Keep Holding (Tavril) - Capítulo 11


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Categorias Avril Lavigne, Taylor Momsen
Personagens Avril Lavigne, Personagens Originais, Taylor Momsen
Tags Avril Lavigne, Drama, Fanfic, Tavril, Taylor Momsen, Yuri
Exibições 16
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde.
Espero que gostem do capítulo.
Bem, eu não tenho muito o que falar hoje aqui.
Boa leitura.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Keep Holding (Tavril) - Capítulo 11 - Capítulo 11

Minha barriga mais uma vez roncou, minha fome estava mil vezes maior. Juntei as minhas fotos e as guardei novamente em minha bolsa. Levantei do chão e andei para a saída do bosque.

Caminhei em passos lentos até a minha casa, eu não quero chegar em casa, não quero ter que encarar a minha mãe mais tarde, eu sei o que vai acontecer.

Entrei pelo portão já procurando minha chave dentro da bolsa, nenhum carro estacionado no quintal, ótimo! Passei a chave, destrancando a porta e entrei. A sala estava completamente vazia.

— Giulia? Pai? — chamei fechando a porta atrás de mim.

— Oi, filha, aqui na cozinha. — respondeu meu pai.

Caminhei em direção a cozinha, meu pai estava de pé, em frente à torradeira.

— Boa tarde, papai. — falei enquanto sentava à mesa.

— Quer uma? — perguntou ele me olhando rapidamente.

— Quero sim. — respondi abrindo um sorriso.

Vi quando ele pegou duas torradas já prontas e as colocou em um prato, em seguida colocou mais duas fatias de pão na torradeira.

— Como foi a aula?

— Foi muito boa. — respondi sorrindo ao lembrar das fotos que eu havia conseguido revelar.

— Você brigou com a sua mãe de novo? — perguntou ele após largar um prato com duas torradas em minha frente.

— Talvez, mas a mamãe às vezes passa do limite. — respondi colocando um pouco de café em uma xícara que estava sobre a mesa. — Como o senhor sabe?

— Sim, eu concordo. Sua mãe me ligou a poucos minutos... — disse ele. — Avril, você quer conversar sobre algo? Sabe que pode falar sobre tudo comigo.

— Eu sei sim, papai, mas esta tudo bem. — respondi. — Acho que vou comer isso lá no quarto.

Dei um beijo na testa do meu pai, coloquei minha bolsa em meu ombro, a xícara de café em uma mão e o prato com as torradas em outra e caminhei em direção ao meu quarto.

Larguei meu lanche sobre a minha mesa e sentei em minha cama, com minha bolsa em minhas penas. Tirei todas as fotos que eu havia revelado, coloquei minha bolsa de lado e levantei com as fotos em mãos.

Comecei a colocar uma a uma em minha parede com fita adesiva, sorri ao ficar apenas com a foto que eu mais gostava em mãos, uma que eu havia tirado a umas semanas atrás, Taylor sorrindo ao me ver, aquela foto era sem duvidas uma das mais especiais.

Coloquei-a na outra parece, a que fica perto da minha cama, essa é a parede especial para fotos especiais. 

Passei praticamente o resto da tarde dentro do quarto, aproveitei para fazer as tarefas atrasadas. Olhava meu celular de 10 em 10 minutos, mas nada, nenhuma noticia da Taylor.

Larguei meus cadernos e livros sobre a minha mesa e me joguei na cama.

(...)

— Avril? — abri os olhos com alguém balançando meus ombros.

— Giulia? — perguntei um pouco confusa olhado ao redor.

— Tudo bem? Acho que você dormiu. — disse ela sentando ao meu lado. — Lindas fotos.

— Obrigada. — falei enquanto sentava na cama.

— Mamãe esta chamando para jantar. — disse ela.

— Estou sem fome. — respondi rapidamente enquanto observava ela levantar.

— Eu não sei porque, mas a mamãe disse que você esta de castigo e não pode sair de casa. — disse ela fazendo uma careta.

— Droga. — murmurei.

— Avril, desce, vamos jantar, o papai e eu estamos lá também.

— Eu sei, Giulia, mas desde quando você e o papai impediram ela de pegar no meu pé? — perguntei a olhando.

— Tudo bem, quer que eu traga algo para você comer? — perguntou.

— Esta tudo bem, eu nem estou com fome mesmo, esta tarde, vou tomar banho e dormir. — falei levantando da cama.

— Ok então, boa noite. — disse ela antes de depositar um beijo em minha bochecha.

Giulia saiu do meu quarto fechando a porta logo atrás de si. Eu estava com fome sim, mas não ia dar o gosto a minha mãe, não dessa vez.

Peguei minha roupa e entrei no banheiro.Um banho morno tem o poder de acalmar qualquer pessoa, isso sem duvidas é verídico. Após o banho coloquei meu pijama e sai do banheiro. Eu poderia gritar se a figura loira parada no meio do meu quarto, olhando para a minha parede, não fosse tão familiar.

— Achei que não nos veríamos hoje. — falei baixinho.

Taylor virou-se para mim e sorriu de forma encantadora.

— Boa noite, pequena. — disse ela ao se aproximar de mim.

— Por que você saiu correndo? Que horas você foi embora? Você poderia ter ficado, você sabe. — perguntei. Taylor apenas começou a sorrir e a balançar a cabeça de forma negativa. — Do que você esta rindo? — perguntei enquanto eu sentava em minha cama, Taylor sentou ao meu lado.

— Me desculpa, eu apenas tinha que ir. — respondeu Taylor enquanto olhava para a parede.

— Como foi o seu dia? — perguntei.

— Há, foi normal, sabe, igual todos os outros. — respondeu ela enquanto cerrava as sobrancelhas. — E o seu? — perguntou ela.

— Tudo ia bem, até o Foster aparecer aqui pela manhã. — falei suspirando.

— Quer me contar sobre isso? — perguntou.

— Quem sabe outra hora, é algo chato, não vale a pena perder a noite por isso. Eu estou feliz que você esteja aqui, de verdade. — sorri.

— Eu não ia vir aqui hoje, mas eu precisava te dar isso. — disse ela tateando os bolsos da jaqueta que usava.

Taylor colocou a mão no bolso e puxou uma pequena e delicada pulseira dourada.

— Nossa, que linda. — falei enquanto a observava, ela não tinha nenhum pingente, mas não deixava de ser linda.

— É para você. — disse ela já abrindo a pulseira. — Não diga não, pois eu não irei aceitar. — completou enquanto fechava a pulseira em meu pulso.

— Ela é linda, obrigada! — falei enquanto passava minha mão em seu rosto.

— Ficou linda em você. — disse ela com um sorriso meigo no rosto. — Preciso ir agora.

— Fica! — pedi.

 Taylor colocou sua testa na minha e segurou com força em minha nuca.

— Eu realmente não posso. — sussurrou ela.

Minutos se passaram sem falarmos nada, mesmo não sendo aquele silencio constrangedor, eu precisava falar. 

— É para fingir que eu não estou sentindo isso com mais força do que antes? — perguntei olhando no fundo dos olhos dela. — Fica aqui, deixa eu cuidar de você. — falei colocando minhas duas mãos em seu rosto, uma de cada lado.

Taylor não falou nada, sua cabeça deslizou para o lado e se encaixou em meu ombro, seus braços passaram ao redor da minha cintura, passei meus braços ao redor de seu corpo e a puxei para mim com força. Os braços de Taylor me apertaram também com força, a respiração dela começou a ficar desregular, seus gemidos eram baixos, porém sua cabeça estava tão próxima ao meu ouvido que eu conseguia escutar. Senti um nó em minha garganta e meus olhos se encheram de lágrimas, em segundos meu rosto estava encharcado, assim como a minha blusa por culpa das lagrimas de Taylor.

— Me desculpa. — sussurrou ela com a voz falha.

— Não precisa se desculpar, esta tudo bem. — sussurrei em resposta, passando uma de minhas mãos em meu rosto para tentar conter as lagrimas.

— Não chora por minha culpa. — disse Taylor levantando um pouco a cabeça, olhando para mim.

— Você deveria se preocupar se eu não chorasse por você. — falei e abri um breve sorriso.

— Preferia escutar você dizer que me odeia a ver lagrimas nos seus olhos. — sussurrou ela. — Doeria menos.

— Eu nunca diria isso, você sabe que eu não posso te odiar. Você é a melhor pessoa que alguém pode conhecer. — falei enquanto acariciava seu braço.

— Você tem certeza disso? — Taylor perguntou enquanto limpava o rosto, tirando as lagrimas que ali insistiam em cair.

— Eu sei, eu sinto, não precisa me contar as coisas para saber que você não faz nada de errado, e se faz, eu sei que tem uma boa explicação.

Taylor deslizou e deitou a cabeça sobre minhas pernas. Comecei a acariciar seu cabelo, encostei-me na parede e apenas fechei os olhos. 


Notas Finais


Então, gostaram do capítulo?
Não esqueçam de deixar a opinião de vocês aqui para mim.
Super beijo e até o próximo capítulo.


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