História Keep it as a secret - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 1
Palavras 679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Mistério, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura ^^

Capítulo 2 - Capítulo 1


   Depois de mais um dia entediante na escola, estava de volta à mansão de Hilary. Luther me esperava na porta, como sempre.

- Que bom que está de volta, senhorita Clark.

- Ai, Luther. Já falei pra não me chamar pelo sobrenome.

- É o que dona Hilary exige.

- Eu não sou minha tia, Luther.

- Sim, senhorita. Peço desculpas.

- Sem formalidades também, tá? - respondi entrando em casa.

- É o que minha profissão exige, senhorita.- ele veio atrás de mim, ajeitando o paletó.

- Você é empregado da minha tia. As regras dela não se aplicam a mim.

- Mas...

- Ok, ok. Deixa pra lá.

Logo em seguida, ouvimos Jarett gritando para que Luther fosse atendê-lo.

- Com licença.- ele disse.

Fiquei sozinha, na porta do jardim. Decidi dar uma volta pelo mesmo, que era minha parte preferida da casa. As árvores, flores, animaizinhos, tudo me fazia sentir bem. Mas não naquele dia.

Algum tempo depois de andar, encontrei um punhado de penas pelo chão. E mais e mais. Fui seguindo, a curiosidade vencendo o medo. Algo me atraía pra lá.

O que encontrei não foi uma cena legal.

Além das penas por todo lado, no meio do jardim, estavam dois pombos mortos. Cabeças quebradas. Mas não havia sangue.

Aquilo me deu uma vontade imensa de vomitar. Sou meio sensível pra esse tipo de coisa. O cheiro, a aparência, tudo aquilo me enojava.

Eu estava pronta para sair dali, pedir para alguém limpar, quando algo me chamou a atenção. Tentando segurar ao máximo meu nojo, me aproximei dos pássaros mortos. Tinha algo amarrado no pescoço torcido de uma deles. Era um cordão. Um cordão do tipo barbante. Com um papel colado na ponta. Puxei o papel e saí de perto; estava quase vomitando.

Ao desdobrar o mesmo, vi uma frase escrita. Era uma letra meio difícil de ler, mas eu consegui. Aquilo me deu arrepios.

Você pode ser a próxima

Larguei o papel no chão. Aquilo estava assustador. Quem iria querer me matar?

Mas pensando bem, não era a única mulher na casa. Podiam estar querendo qualquer uma. Podia não ser eu.

Avistei um empregado passando e pedi que limpasse aquela bagunça. Pobres pombos.

Saí dali depressa, quase que vomitando. Aquele cheiro não deveria ser sentido por ninguém. Ninguém mesmo.

Chegeui no banheiro a tempo. Abri a tampa da privada e botei tudo pra fora. Logo, Jarett apareceu na porta.

- Tá dando pt, é?

- Cala a boca. Claro que não.

- Ah, você não bebe, né? Tinha esquecido.

- É. Eu moro aqui fazem 5 anos e você esqueceu?

- É.

Apenas revirei os olhos. Jarett entendeu como um sinal para sair dali. Terminei o que estava fazendo e lavei a boca. Puxei a descarga e fui para meu quarto. Estava chocada com a mensagem. Quem iria querer matar a mim ou a uma das moças que moravam conosco?

Peguei meus livros e comecei a estudar. Mas era difícil, minha cabeça sempre voltava para a cena do jardim. Para os pássaros, o bilhete, tudo. Então, fiquei nisso um pouco. No papel, dizia "próxima", o que quer dizer que a vítima seria uma mulher. Além de mim, tínhamos apenas minha tia, eais umas duas ou três empregadas. Isso limitava as vítimas. Mesmo assim era assustador.

Algo começou a me incomodar. Era como se sentisse alguém me observando. O que era estranho, já que estava sozinha no meu quarto. Mas aquilo começou a me incomodar mais ainda. Estava ficando assustada. Levantei da cadeira da minha escrivaninha, olhando para todos os lados. Nada. Pra cima, pra baixo. Nada.

Então, a sensação foi embora. De repente. Sem rastros. Mas eu ainda estava assustada. Sentei de novo na cadeira, apoiando a cabeça nas mãos. Jarett apareceu na porta.

- Aí, o almoço tá pronto.... você tá bem?

Ergui a cabeça, devagar.

- Já teve a sensação de ser observado, mesmo sem ter ninguém com você?

- Pff. Não. Por quê?

- Nada. Eu já vou.

Ele saiu. Eu tinha certeza que se eu continuasse falando, ele me acharia louca. Quer dizer, mais do que já acha.

Preferi guardar isso para mim. Pelo menos por enquanto.


Notas Finais


Está curtinho, mas é por que é o primeiro :)

Comentem! Vou adorar saber o que acharam ^^


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