História Kenderela - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 28
Palavras 599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ALÔ GALERA DE COWBOY!

K k k gente essa vai ser a fic mais louca e sem noção da categoria de vixx, vai vendo. Eu não da onde eu tirei essa ideia mas fazer o que? Espero que vocês realmente gostem disso por que né, fazer fic assim num rende muito em grupo flop, só se fosse bts

Capítulo 1 - Prólogo


Era uma vez uma família de três pessoas, o pai sendo um comerciante muito rico junto com sua esposa e seu pequeno filho: Lee Jaehwan, o herdeiro de seus negócios. Porém após um roubo de suas mercadorias em uma estrada deserta, o Lee é morto, deixando toda sua fortuna para a viúva e o órfão.

Abalada pela recente perda de seu marido e pai de seu filho, Sooyoung com medo que o menor cresça sem uma presença paterna ao seu lado, envolve-se com Kim Wonshik, um solteirão com dois pequenos fruto de um casamento conturbado com outra mulher, e cria os três com o mesmo amor e carinho que dá para Jaehwan.

Mas num rigoroso inverno, a mãe de Jaehwan cai de cama com um resfriado. Fazendo as crianças ficarem profundamente preocupadas e o padrasto dar gargalhadas altas por dentro, ele sabia muito bem que a moça não iria sobreviver por tempo suficiente para se recuperar completamente e ficaria com toda sua herança.

Semanas antes do fim da estação congelante, Sooyoung faleceu tão rapidamente igual pegou o resfriado.

— Papai, como está ela? — Perguntou com a voz vacilante um dos filhos de Wonshik. O pai se ajoelhou em frente da criança e a respondeu.

— Ela está num lugar muito melhor.

— Mamãe morreu? Como ficara o Jaewinie? — Questionou o outro irmão.

— Não se preocupe, Jaewinie continuara sendo amado igual ela amou vocês.

Anos passaram em um piscar de olhos e Jaehwan cresceu com um belo e alto rapaz, sua voz suave cantando baixinho uma melodia criada por si mesmo ecoava entre as parede da mansão. Sua beleza podia ser considerada única, uma pena ela ser tão pouco reconhecida pela pequena cidade que vivia já que seu padrasto o obrigava á fazer todos os afazeres domésticos, tomando bastante do seu tempo, contudo o jovem pouco se importava, gostava de realizar as tarefas com capricho.

Os ponteiros do relógio logo chegariam no número seis em forma romana. Jaehwan correu apressado entre os corredores, abrindo as janelas, iluminando o local antes escuro.

Parou em frente da porta pintada de branco com pequenos detalhes dourados e pediu com todas as suas forças que as duas feras não acordassem com o mau humor matinal de sempre.

Entrou no quarto coberto pela escuridão andando lentamente com medo de tropeçar em alguma peça de roupa ou sapato que os irmãos jogavam pelo chão, puxou as cortinas deixando assim, a luz solar adentrar no cômodo e acordar naturalmente os dois rapazes.

Hongbin despertou primeiro seguido por Sanghyuk.

— Por que tão cedo? Papai não está aqui para isso. — Sanghyuk perguntou com a voz arrastada, sinalizando seu estado sonolento. Hongbin revirou os olhos pela infantilidade do mais novo.

— Burro! — Exclamou sobre o esquecimento da data importante do irmão. — Esqueceu que hoje pai irá voltar da viajem? Levante logo.

Sanghyuk de supetão pulou da cama indo direto para o banheiro do quarto para tomar um banho, deixando a sós Hongbin e a Jaehwan que aguardava algum pedido dos dois.

— Eu cuido dele por enquanto, e nós agradeça por deixa-lo tão a vontade, papai certamente não iria gostar nadinha. — Disse Hongbin esfregando os olhos.

— Sim. Sou grato por sua atitude.

— Que bom. E espero que tenha feito já o café da manhã, pior que um Hyuk que acabou de acordar, é um Hyuk com fome.

Jaehwan concordou com o outro e se retirou do lugar. Precisava terminar de arrumar a mesa antes que um dos irmãos percebesse ela vazia, sabia que tinha tempo suficiente mas era melhor não se arriscar.

As vezes Jaehwan só queria se livrar de todas essas responsabilidades diárias.


Notas Finais


É foi isso.


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