História Kesta, um amor pra recordar ❤ - Capítulo 16


Escrita por: ~

Exibições 203
Palavras 691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora! Tava com bloqueio mais agora eu voltei!
Espero que gostem ❤

Capítulo 16 - Confia em mim


Fanfic / Fanfiction Kesta, um amor pra recordar ❤ - Capítulo 16 - Confia em mim

Rafael on
No dia seguinte, fiquei observando a menina de longe só esperando o momento certo pra me aproximar. Logo depois, uma das crianças chutou a bola e ela veio buscar.

Rafael: - Oi lindinha!
Malu: - Oi! Você é amigo da mamãe né?
Rafael: - Sim! Inclusive ela pediu pra eu vir buscar você!
Malu: - Como assim? Ela me deixou vir...

Logo eu dei sinal e a Julia dopou a menina. Fomos para um galpão antes que alguém sentisse falta dela.

Kéfera on
Eu e Gustavo editamos os videos e postamos. Fui fazer o almoço e ele me ajudou, derrepente eu senti uma coisa ruim e o Gusta me segurou.

- Amor você ta bem?
- Não!
- Calma, eu vou pegar uma água pra você.

Enquanto ele foi pegar a água, eu comecei a chorar, sem nenhum motivo. Gustavo me abraçou e eu me senti melhor. Almoçamos, deitamos no sofá e ficamos assistindo série quando meu celular tocou.

- Alô?
- Kéfera?
- Sim?
- Eu sou a diretora da escola da sua filha Maria Laura, eu realmente não sei como aconteceu...
- O que foi?
- A Maria Laura sumiu!

Eu fiquei em choque. Deixei o celular cair no chão e comecei a chorar.

Gusta: - Amor? O Que foi?
Ké: - A Maria...

Eu sentei no chão e ele pegou meu celular e voltou a falar com a diretora da escola. Eu não queria acreditar que aquilo estava acontecendo, parecia um pesadelo. Eu e Gustavo fomos pra escola, a polícia ja estava lá, Gu foi falar com o delegado e eu fiquei sentada chorando.

Gustavo on
Eu fiquei sem ação, não sabia nem o que dizer pra Ké. Ela se desesperou, eu peguei o celular e tentei conversar com a diretora, mais não deu em nada. Fomos pra escola e depois fomos pro local onde estava acontecendo o acampamento.

Kéfera on
Quando chegamos lá, eu ja cheguei gritando por ela. Acho que eu queria que ela estivesse por ali, mais nada. Andei pelo local quando eu achei a pulseirinha que o Gu deu pra ela quando nasceu:

- Amor! Olha...
Mostrei a pulseira pra ele, meu mundo desabou de vez. Continuei andando, torcendo pra que ela estivesse perdida e que eu pudesse encontrá-la. Logo a polícia chegou e começou as buscas, eu sentei embaixo de uma árvore e comecei a chorar, quando me lembrei:

"- Eu vou tirar de você o seu bem mais precoso"

Naquele momento eu não tinha dúvidas de que a Malu estava com o Rafael. Fui correndo atrás do Gusta, ele estava ajudando a polícia, quando a professora da Malu me viu. Ela pegou na minha mão e olhou nos meus olhos:

Professora: - Me desculpa! Eu não sei como...
Gusta: - Ta tudo bem!

A polícia começou a interrogar a professora e cada detalhe que ela contava minha preocupação só aumentava.

Gustavo on
Fui conversar com o delegado e ele me disse que a chance dela ter se perdido era pequena. Contei pra ele sobre o ex da Ké ele disse que iria investigar melhor, e que era pra gente ir pra casa. Fui até a árvore tentar convencer ela a ir pra casa:

- Mizi, vamos pra casa?
Ela permaneceu em silêncio
- Vamos, ficar aqui não vai ajudar em nada!
Ela olhou pra mim e eu consegui ver a tristesa no olhar dela.
- Ela ta com o Rafael! Eu tenho certeza!
- Amor, a gente não pode sair acusando ele sem provas.
- Eu quero a minha filha!
- Eu sei!

Abracei ela, por mais que eu não demonstrace, pra mim aquilo não passava de um pesadelo que eu não queria acreditar. Fomos pra casa, durante o caminho ela permaneceu em silêncio, pensativa pra caramba. Chegamos, peguei na mão dela e subimos, ela sentou no sofá e voltou a chorar. Eu só queria não ter que ver ela chorar de novo, fiquei de joelhos e levantei a cabeça dela:

- Ela vai voltar, confia em mim!
- Eu confio!
Sequei as lagrimas dela e dei um selinho, até que o celular da Ké toca, era um número desconhecido...



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