História Kill Bill - Capítulo 16


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Categorias Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Ação, Luta, Tokio Hotel
Visualizações 15
Palavras 585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá...Quanto tempo!
Mais um capitulo para vocês :) Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 16 - Heavy rain


Fanfic / Fanfiction Kill Bill - Capítulo 16 - Heavy rain

Passaram-se quatro dias depois do beijo que havia recebido de Bill, tudo continuava do mesmo jeito dentro da casa Kaulitz, ambos os gêmeos fingiam que nada acontecerá. E eu tentava evitar contato com eles.

Estava sentada no sofá com Gustav e Georg. Gustav me contava as noticias de que iria se tornar pai.

 - Não acredito!!! Parabéns- Abracei-o e este ficou um pouco sem jeito com tal ato inesperado, já que não tínhamos tanta intimidade assim.

  -Obrigado, mas estou um pouco assustado........vou ter que voltar para a Alemanha.

  - Gus, vai dar tudo certo.

   Ge: - É vai dar tudo certo Gus.

  - Vou pegar cervejas para brindarmos – fui em direção a cozinha e voltei rapidamente para sala, entregando assim a bebida para cada um.

   Brindamos e começamos a beber, até que observei a fechadura do quarto de Tom girar- era hora de enfrentá-lo, pois querendo ou não teríamos que trabalhar juntos.

   Não pude acreditar em quem vi saindo daquele quarto, Ria fechava a porta e usando apenas calcinha e a camisa de Tom. Naquele momento eu só queria matar ambos, a questão era que não devia me importar, mas o ódio me consumia e eu odiava isso.

   Não demorou muito para que Ria chegasse até nós.

   - Hey....também quero cerveja, Tom acabou adormecendo e eu não consegui fazer o mesmo.

  - Deixa que eu pego- ao chegar à cozinha, tentei me acalmar, estava confusa; pois não sabia o porquê de estar daquele jeito.

  Peguei a cerveja daquela..........calma, na sala a mesma arranca a cerveja de minha mão e brinda com  os garotos me excluindo totalmente.

   - Vou dar uma volta, volto logo.

  Sai da grande casa Kaulitz, e comecei a andar sem rumo para pensar um pouco, quando já estava longe pequenas gotículas de chuva começaram a cair.

  - Era só o que faltava

  A chuva começou a ficar mais forte e sai em busca de um abrigo para esperar até a chuva passar. Até que um carro conhecido apareceu, e lá estava ele.

  - O que pensa que está fazendo! Entra logo! – ele segura a porta para que eu adentre o veiculo.

  Olhei para os lados e procurei por algum abrigo, mas não havia nenhum, então me obriguei a entrar no carro.

  Ficamos alguns minutos sem falar nada

   - Então, o que você estava pensando quando saiu de casa num tempo desses?

   - Quando sai não estava chovendo- respondi olhando para a janela.

   -E você não se prestou nem para trazer um celular para chamar um taxi ou um Uber.

   -Tom, cala a boca

  - Cala você...sua vadia

  - O que!!!!

 - Não demorou nem dois segundos depois que terminarmos o que tínhamos se é que tínhamos alguma coisa, para ir agarrar o meu irmão.

  Fiquei estática com o que tinha acabado de ouvir.

 – O meu irmão!! Como pôde?

Ameacei descer, mas o mesmo travou a porta, estacionou o carro no acostamento esperando uma espécie de resposta, mas tudo o que recebeu foi um tapa.

  - Seu desgraçado, eu não agarrei seu irmão – a vadia entre nós é você, como vai a Ria?

  Ele passou as mãos pelo cabelo nervosamente.

  - Eu não devo satisfações da minha vida para você.

  - Então quer dizer que eu tenho que te dar satisfações, mas você não precisa.

  Assim que percebi que a porta havia destravado, abri a porta e no momento em que estava saindo fui puxada para seu colo, os rostos quase colados, um sentindo a respiração do outro.

   - Eu preciso de você  

  


Notas Finais


Comentem, quero saber a opinião de vocês :)


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