História Kill her for you. - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally, Camila, Camren, Dinah, Dope, Lauren, Mani
Exibições 61
Palavras 1.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - It's show time


Fanfic / Fanfiction Kill her for you. - Capítulo 26 - It's show time

Lauren

Bateram na porta e eu já estava estressada. Se fosse a Juliana de novo pra me perturbar iria ganhar outro fora.

- O que é porra? - Vi Logan.

- Big já tá ai. - Ele se virou e logo Big foi entrando.

- Os carros já estão aqui. - Ele se sentou.

- E Cecilia, alguma notícia?

- Foi presa em flagrante e ainda a polícia fechou seu laboratório de drogas. - Ele sorriu.

- Ninguém mandou se meter com... - Camila entrou falando.

- Lauren Jauregui. - E sorriu. 

- Desculpa ter voltado aqui. - Eu tinha ido até a cozinha chamar a mãe e a irmã de Camila, mas voltei rápido pra pegar algo que nem eu lembro e recebi um ligação e demorei um pouco. - Recebi uma ligação.

- Tudo bem, só vamos, ele tem um trabalho daqui há uma hora e não pode se atrasar. 

- Espere ai, vai lá limpar os carros e testar os motores. - Avisei e ele assentiu.

- Bom dia, família Cabello. - Entrei sorrindo e Sofi logo veio me abraçar.

- Bom dia, Lauren. - Senhor Cabello disse me olhando. 

- Bom dia senhora, quero lhe pedir desculpas por ter mentido, mas é por uma boa causa. - Apesar de tudo né, é meu sogro, merece uma resposta, sorri com meu pensamento. - Podemos ir até meu escritório? - Ele assentiu e voltamos até o mesmo.

- Porque me chamou aqui? - Ele se sentou e botou a mala ao seu lado.

- Então quero que o senhor saiba que não tem nada haver com advocacia, mas sim com segurança. - Respirei fundo. - O senhor lembra de alguma Cecilia Frey? - Ele engoliu seco.

- Sim, eu trabalhei para o suposto inimigo dela no Brasil e acabamos ganhando a sessão. - Ele sorriu orgulhoso. - Ela perdeu um bom dinheiro.

- Então, sobre isso que quero lhe falar. - Suspirei, estava procurando palavras para dizer o que tinha que ser dito. - Ela mandou matar o senhor. - Ele me olhou assustado e olhou para sua família. 

- Ela não pode fazer isso, vou mandar prender ela. - Eu ri.

- Você acha que eu já não fiz isso, só que tem outros capangas rodando por ai, e nunca sabemos quem é. - Olhava para ele. - E temos que tomar cuidado.

- Temos? - Ele perguntou confuso. 

- Sim, porque eu sou a segurança da sua família.

- Você? - Ele se levantou e disse rindo. "Não vou me alterar." Pensei e respirei fundo. - Lauren, você tá mais pra quem quer ajudar a Cecilia, por favor né. 

- Alejandro, escute a menina. - Senhora Cabello, disse.

- Senhor Alejandro, ela vai começar por quem você mais ama, vai atingir quem você mais ama, para depois atingir o senhor e é isso que você quer? - Me levantei. - E eu tenho uma proposta.

- Não aceito nada que venha de você. - Ele disse.

- Mas acho melhor aceitar, se não quer perder sua família nem nada que seja do seu interesse, ou nada que venha a ter construído, senhor. - Disse calma.

- Alejandro... - Sinu disse se levantando também. Sofi e Camila apenas nos olhavam.

- Quero que venham morar comigo, não precisa ser na mesma casa, eu vou me mudar e terei uma casa maior, mando fazerem uma para o senhor no mesmo quintal que a minha. - Ele me olhava. - Apenas para que a segurança seja maior, o que o senhor acha?  - Ele me olhou, acho que estava tentando entender algo ainda, respirou fundo.

- Jauregui, eu aceito, mas por minha família, porque mesmo que eu não seja o melhor pai, eu quero que nada aconteça com minhas filhas e minha mulher. - Ele olhou diretamente para Camila que abaixou a cabeça.

- Vou resolver isso hoje e o mais rápido possível e enquanto isso, vocês ficam no quarto de cima e Sofi no dela e Camila com a minha irmã. - Eu disse sendo cautelosa, mesmo Camila indo dormir comigo. Ele assentiu e saiu. - Me deem licença, preciso resolver as coisas dos carros. - Dei um selinho em Camila e fui até a parte que fica meus carros, sorri ao saber que tudo aquilo ali era meu. - Já descobriu que era que estava na casa da Camila?

- Estou tentando procurar alguma pista.

- Procurando? - Respirei fundo. - Você já deveria ter trago a cabeça de quem foi lá a muito tempo. - Fiquei com raiva, pois lembrei que eram dois e não consegui ver o rosto de nenhum.

- Não está sendo fácil, dona Lauren. - Ele me olhou. - Eles foram cuidadosos para não deixar rastros algum. 

- Espero que consigo o mais rápido possível, se não eu arranco a sua cabeça e dos seu ajudantes incompetentes. - Ele me olhou assustado.

- Não será preciso. - Ele disse nervoso. Meu humor não estava muito bom hoje, sem contar que Camila ainda estava puta comigo.

A Lamborghini estava do jeito que eu queria, comprei tem algumas semanas e pedi para modifica-lá. A customização ficou perfeita, ficou incrível, do jeito que eu gosto. E outro carro, seria para Chris, uma Ferrari 458, branca, fiz umas customizações também. O de Camila, seria um Fisker Karma, preto fosco, combinaria com ela, comprei três carros e uma moto, o modelo dela, era um dos mais fodas, Ducati 848 EVO, com preto fosco, como a cor do carro de Camila. Subi até o quarto das meninas e vi que Camila estava lá.

- Tenho uma surpresa pra você lá embaixo. - Disse e ela me olhou.

- Se você acha que com presente vai me ganhar, está errada. - Taylor riu.

- Isso ai cunhada, seja forte. - Me fez rir.

Camila veio até a mim e passou direto, descendo as escadas, olhei para as meninas e dei de ombros.

- Vem comigo. - Segurei ela pela mão.

- Me solta, sei andar sozinha. - Suspirei e abri a porta mostrando a ela o Fisker.

- Gostou? - Perguntei empolgada. 

- Bonito. - Ela me olhou.

- Posso te ensinar a dirigir se quiser. - Disse sorrindo.

- Acho que Logan faria melhor isso, ele tem mais paciência. - Ela pegou pesado nessa, respirei fundo.

- Faz qualquer coisa, o carro é seu. - Disse tentando não mostrar raiva. Entreguei a chave. - Só quero que o aceite. - Ela foi andando. 
 

- O que é? Vai me seguir pra todo lugar que eu vou agora?

- Se arruma, vou te levar em um motel. - Vi que se arrepiou e sorri.

- Eu não vou transar com você, nem tão cedo. - Ela se virou.

- Você me disse que queria conhecer um motel. - Mexi no cabelo. - Vai conhecer hoje. Cinco minutos. - Sai andando na direção do escritório.

- Alô, preciso que veja aquela casa pra mim. - Disse assim que Lucy atendeu.

- Vai fazer o que Siope mandou? - Respirei fundo.
 

- Sim, vou. 
 

- Ok, daqui a pouco passo para o seu e-mail. - Assenti como se ela tivesse ali me vendo e desliguei.

Ela estava demorando demais, subi até o quarto e dei duas batidas, depois de alguns segundo vi uma Camila linda. Com um vestido preto, super colada que deixava suas curvas bem a amostra e seu cabelo estava solto, o que deixava ela com cara de safada. 

- Uau! - Eu disse olhando ela de cima a baixo.

- Vamos? - Disse em um tom de voz meio... Arrogante.

- Pra onde você quiser. - Sorri e logo ela saiu andando até a garagem, diminuiu o passo para eu alcança-lá, peguei o carro novo. Abri a porta pra ela, que riu e entrou. Logo entrei do outro lado. - Não vai dizer nada. - Repousei minha mão sobre sua coxa que estava descoberta.

- Não tem o que dizer. - Passei a mão de leve até seu joelho e depois subi, ela se arrepiou, já está entregue, ela tirou minha mão e eu sorri.

- Tem certeza? - Ela me olhou e cruzou os braços.

Respirei fundo e fiquei com o foco no caminho. Estacionei e desci do carro andando na frente dela. Eu estava me sentindo aqueles caras que levam prostituas até o motel. Passamos pela recepção, pedi o quarto de luxo e esperei ela até o elevador, segurei ela pela cintura que logo se desvencilhou de mim, respirei fundo. Eu agia normalmente enquanto ela estava quase se matando por dentro. Guiei ela até a porta do quarto e abria a mesma sorrindo para ela, que entrou sem sorrir. Eu vi a forma que ela olhava tudo, como se aquilo fosse algo extraordinário. Senti que ela não estava completamente a vontade.

- Tá com frio? - Perguntei.

- Não. - Ela ainda olhava tudo.

- Nem eu. - Tirei minha blusa, ficando só de top.

Ela foi até a piscina e tirou seu vestido ficando apenas de calcinha e sutiã , sexy demais. Fingia não prestar atenção, mas não dava. Tirou seu salto. E mergulhou, logo levantando e arrumando seu cabelo, ela me olhou, mordeu seus lábios. Peguei a toalha e fui até a borda da piscina, ela me viu e deu um sorriso safado, envolvi ela em meus braços, logo passando a toalha em seu corpo. Logo se desvencilhou do meus braços e foi até a cama.

- Camila, o que foi? - Perguntei me sentando ao seu lado.

- Nada. - Ela balançou a cabeça e procurou algo no quarto, vi que seu olhar parou no ferro de Pole Dance. - É hora do show.
 



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