História Kill her for you. - Capítulo 52


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally, Camila, Camren, Dinah, Dope, Lauren, Mani
Visualizações 63
Palavras 3.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leitores, me desculpem pela demora.
O que acham de uma história camren, com greys anatomy?
Eu não sei quando será o proximo cap, mas espero que seja logo, meu computador está ruim, eu não tenho nenhum para fazer, meu celular está ruim, então tenho que arrumar um computador logo, vou pedir para comprar outro, mas logo vou resolver.

Capítulo 52 - Taylor, business and nightclub.


Voltar era algo que eu não faria, ela poderia acabar comigo, mas eu não voltava para lá nem que fosse minha ultima escolha. Eu nunca aceitei que mandassem em mim e eu odeio quando ela faz isso. Odeio quando ela acha que sabe o que é o melhor para mim. Odeio saber que as vezes ela tem razão. Odeio saber que sinto algo por ela quando não tinha que sentir nada. Eu me odeio por isso.

 

Fiquei chorando no sofá e acabei pegando no sono, mas quando acordei me praguejei por isso, dores nas costas e olhos queimando por conta da luz do sol. O que tinha acontecido na noite passada ainda não dava para acreditar que Lauren tinha agido de tal forma. Não tinha sido a primeira vez que a minha antiga casa era meu refugio, quando Lauren me traiu com aquela vagabunda, aqui foi meu único lugar

 

Subi as escadas quase me arrastando para o banheiro tomar um banho. Não demorei muito  para terminar o banho, me enrolei na toalha e fui me trocar, mesmo não tendo ninguém em casa, eu tranquei a porta. Terminei de me arrumar e estava com fome, desci correndo para a cozinha, esquentei os pedaços de pizza que sobraram de ontem. A casa estava organizada, teria que agradecer ao Logan depois. Sentei no sofá para pensar o que faria, mas a campainha tocou... Tive medo de encontrar Lauren na porta, mas se fosse ela, no minimo a porta já estaria no chão. Abri a porta e dei de cara com a Taylor, mas.... O que é isso? Fiquei encarando ela sem reação.

 

 

- Me perdoa? - Ela disse chorando e soluçando, logo me abraçou, eu estava completamente sem reação. 

 

 

- Taylor, porque você está chorando? - Disse confusa e me afastando para olhar para ela. 

 

 

- Camila, eu nunca na vida tinha que ter dito aquilo para você, eu fui uma tremenda idiota, me desculpe de verdade

 

 

- Taylor, isso é passado e eu já nem sei o porquê de ficarmos tanto tempo separadas. - Sorri. 

 

 

- Minhas palavras foram duras e eu sei disso... Mas por favor, me desculpa, eu não fiz por mal. 

 

 

- Taylor, eu te garanto que isso não é nada e nós fomos idiotas. - Mordi os lábios. - Pare de chorar, eu quem deveria estar chorando com essas coisas que andam acontecendo - A abracei de novo. 

 

 

- Eu ouvi Dinah e Siope conversando sobre você e Lauren então corri para cá, não sei como consegui ficar semanas sem você. - Ela me apertou. - Eu estava com tantas saudades, Camila e eu preciso conversar sobre Dinah... 

 

 

- Eu também estou com muitas saudades e você está muito linda. - Disse olhando para ela. - Tay, você está linda e o que houve com a Dinah - Ela suspirou. 

 

 

- Não minta para mim. - Ela sorriu e secou as lagrimas. - Eu estou achando que ela quer se misturar com Lauren quando Arin for embora. - Olhei para ela, eu já sabia disso, eu só achava que era verdade. 

 

 

- Como assim, quando ela disse isso? - Olhei para ela. 

 

 

- Ela a conversando muito com a mafia de Lauren e esses dias ela tinha uma reunião com a Lucy e o que você acha que é, será que ela anda treinando para isso? - Suspirei. 

 

 

- Não vamos criar esperanças, então vamos ver se ela vai falar algo e com certeza vai - Respirei fundo e ela me olhou. 

 

 

- Isso é para valer? - Ela se sentou. 

 

 

- Eu não sei. - Sabia ao que se referia. 

 

 

- Camila, por favor, não deixa que o casamento acabe por besteiras. 

 

 

- Eu só quero que sua irmã veja que está errando Taylor, que as coisas não são assim e eu não sou a cachorra dela para me tratar dessa forma.

 

 

- Mas sair de casa, não vai resolver.

 

 

- Pode até ter sido uma forma drástica, mas para mim foi a única alternativa. 

 

 

- E como ela reagiu? - Ela disse me olhou, respirei fundo para as lágrimas não caírem.

 

 

- Ela sutou né? Disse coisa péssimas e como sempre me ameaçou. 

 

 

- Ah, sabe como ela é, estava de cabeça quente. - Ela me abraçou. - Tenho certeza que irão se resolver. 

 

 

- Eu não quero apenas me resolver, Taylor. - Esbravejei e ela me olhou assustada. Não adiantaria falar tudo e explicar o que estava acontecendo... Quanto menos elas soubessem disso era melhor. - Quero... Hum, deixa para lá. Eu não sei nem porque estou chorando se daqui a pouco tudo volta ao normal. - Disse tando mostrar positividade. 

 

 

- Está vendo? - Ela sorriu.

 

 

- Deixa eu ver sua barriga. - Disse mudando de assunto.

 

 

- Não, Camila. - Ela disse com vergonha.

 

 

- Taylor Jauregui, para de graça. - Disse rindo. 

 

 

- Tudo bem. - Ela se levantou e ergueu a blusa, cinco meses e já tinha tudo aquilo.

 

 

- Nossa você está bem gorda, isso vai ser grande. - Disse alisando a barriga dela. 

 

 

- Camila, cada dia que passa eu estou mais pesada. Porque com você não foi assim? Eu acompanhei sua gravidez inteira e você não teve uma barriga que nem aquelas bolas do clipe de Hannah Montanna. - Ela disse e eu ri. - Sua barriga foi tão delicada. - Ela disse manhosa. 

 

 

- Taylor, isso é normal. - Disse rindo. - Lembra quando eu falava para você que estava me sentindo péssima? - Ela assentiu. - Vai ter dias que você vai se sentir a mulher mais linda do mundo, mas também vai se sentir péssima e pedir para que isso acabe de uma vez por todas.

 

 

- E para ajudar, Dinah me chama de gordinha. - Ri- Não ria disso, é frustrante. Eu aposto que  ser zoada pela Dinah não é nada perto de ser pela minha irmã. 

 

 

- É a Dinah. - Fechei a cara. - E as meninas? 

 

 

- Provável que elas estejam na loja. 

 

 

- Vocês poderiam ficar aqui comigo não é? Porque eu já não gostava de ficar em casa sozinha sem a Lauren, tudo bem que tinhas empregados e tudo mais... Aqui não tem ninguém, apenas eu e as paredes. 

 

 

- Nunca diga isso perto de Normani, que ela vai se empolgar e você mais que ninguém sabe como ela é folgada demais. 

 

 

- Você não presta né? - Meu celular começou a tocar e vi no visor que era Sio, pedi licença e fui atender. 

 

 

- Achei que não encontraria você viva. - Não deu tempo de eu falar nada... 

 

 

- Haha... - Falei debochando dele. - Engraçadinho você né? 

 

 

- E ai? Como foi com a Lauren ontem? 

 

 

- Ah, vai me falar que não passa nem pela sua cabeça como foi a reação da sua amiga? 

 

 

- Eu tento imaginar. - Ela gargalhou. 

 

 

- Então... - Respirei fundo. 

 

 

- Acabou de acordar? - Mordi os lábios. 

 

 

- Não tem um tempinho. - Falei enquanto vigiava Taylor na sala entretida na nova decoração da minha antiga casa. 

 

 

- Hum. - Ele riu. - Tenho boas noticias para a senhora. - Meu coração palpitou de um jeito rápido e eu respirei fundo por isso. 

 

 

- Diga logo. - Disse com um certo medo do que poderia chegar a mim. 

 

 

- Está animada para embarcar amanhã para California, bem cedo? - Meu coração deu uma acelerada. 

 

 

- Amanhã? - Olhei para Taylor. 

 

 

- Arrumei fácil os homens que irão te ajudar... Só estão esperando você chegar na California para começarem as buscas. 

 

 

- E porque eu vou só amanhã? 

 

 

- Porque eu reservei o avião para amanhã e também se for hoje vai dar viagem perdida, todos os homens não chegaram por lá ainda. 

 

 

- Como você conseguiu? E os homens? Como?

 

 

- Lembra dos homens que você contratou para ajudar sua mulher quando interceptava as cargas do Shawn? - Fiz um barulho como sim e ele continuou. - Então eles toparam na hora assim que souberam que a proposta era trabalhar para você! - Sorri sem jeito. 

 

 

- Tá falando sério? 

 

 

- Não precisei nem pedir duas vezes. 

 

 

- São quantos homens? 

 

 

- Uns sessenta. 

 

 

- E isso é pouco? - Eu não tenho noção nenhuma, então perguntei. 

 

 

- Comparado aos homens da Lauren e a qualidade deles, sim... Mas isso é o de menos, damos um jeito. 

 

 

- Você vai passar aqui amanhã cedo? - Taylor já não estava mais na sala e na cozinha ela não tinha ido para cozinha. 

 

- Não posso te acompanhar. 

 

 

- Tá doido, como não? - Falei meio alto. 

 

 

- Tenho coisas para fazer, Camila e já tá tudo no esquema, quando chegar lá é só procurar o Scott, ele vai te instruir bem. Você irá aprender tudo, monitorar as buscas e se não encontrar nada de importante volta para Miami. - Respirei fundo. 

 

 

- Tudo bem. - Desliguei. Parecia ser tanta coisa e ao mesmo tempo era como se fosse nada, como se eu estivesse andando no escuro procurando por algo que eu tinha certeza que existia, mas não sabia onde e minhas possibilidades eram minimas. 

 

(...)

 

 

 Logan

 

 

Dessa vez a sorte estava ao meu lado, eu nunca pensei que teria essa chance e ai vem a vida e me mostra que nem tudo estava perdido, achei que Camila e Lauren seriam para sempre e que eu teria que esquecer isso de uma vez! Mas não. Estou com as chances nas mãos, ela está lá, sozinha, essa é minha chance para tentar um nós com a Camila. Estou cansada de esperar, cansada de ver todos se darem bem e eu ficando para trás para ver quem eu amo sorrir, desta vez será diferente. Desta vez eu vou ter a Camila para mim, não vou deixar ela escapar de novo, não outra vez. Tomei um copo de gemada e aquilo me fazia querer vomitar, depois de alguns segundos já já tinha esquecido o gosto de merda que aquilo tinha. Varias vezes eu tinha o celular em minhas mão para ligar para ela, mas não quero sufocar e nem me precipitar, confesso que a sensação sempre estava batendo para eu ligar ou ir até onde eu imagina que ela estava. 

 

Camila

 

 

Lauren no ter dado nenhum sinal de vida estava me incomodando muito. Coloquei a casa novamente em ordem e fiquei pensando nela, até que decidir até ela, já que ela não veio até mim. Subi correndo e peguei um casaco, as chaves do carro, tranquei a casa toda e fui para a casa dela. 

 

 

(...)

 

 

Fui entrando na casa e me perguntando o que eu estava fazendo nesse lugar. Masque merda eu realmente não tinha palavra, eu não vou me perdoar se eu voltar para Lauren se voltarmos na situação na qual estamos. Conca assim que me viu veio ao meu encontro sorrindo como sempre Pedi para que ela avisasse a Lauren que eu estava lá e ela foi correndo. Mas quando voltou disse que ela tinha pedido para que eu fosse até ela e juro que eu escutei ela me dando boa sorte, bem baixo, mas escutei. Respirei bem fundo e rodei a maçaneta abrindo a porta lentamente e tendo como de costume a visão dela sentada a sua mesa. 

 

 

- Fecha a porta. - Ela disse séria e eu não vou negar. meu corpo estava sentindo vários calafrio e minha barriga estava cheia de borboletas. Bufei soltando o ar de forma alta e ela só me olhava sem expressão, me sentei em uma das cadeiras em sua frente, isso está sendo torturante. A errada da história é ela e não eu, mas ela consegue virar o jogo agindo dessa forma. - Você demorou e eu falei de manhã, e já está quase anoitecendo. - Ela apontou para janela me mostrando e logo depois relaxou na cadeira. 

 

 

- Você acha mesmo que eu recebo ordens? - Ela riu sem vida. 

 

 

- Se não recebe ordens o que está fazendo aqui? - Ela molhou os lábios. 

 

 

- Brigar que não foi, vim para conversar numa boa com você... Podemos entrar em um acordo. 

 

 

- Qual é o acordo que você quer? -  Respirei fundo. 

 

 

- A unica coisa que eu quero é ter todo o direito de ter a piranha da Natália em minhas mãos. 

 

 

- Você fala tanto de direitos, de justiça, mas e eu? Eu não tenho direito? Eu não quero justiça? Tudo que aconteceu foi só com você? - Ela começou a alterar a voz. 

 

 

- Essa luta é tão minha quanto sua e alias, considerando que todas as maneiras que eu sofri com Natália, eu tenho todo direito de participar da sua punição. 

 

 

- Eu não quero isso para você Camila... Pô, será que está sendo difícil de você entender isso? Não quero te ver por ai andando atrás dessa maluca, correndo risco de vida. Natália quase me matou, ela armou para mim... Eu fui atrás dela em uma casa cheia de explosivos e se eu não tivesse notado que aquilo estava estranho, eu não estaria nem aqui para contar história. - Fiquei quieta - Pensa que se fosse você no meu lugar? Eu nunca me perdoaria por isso e eu vou encontrar meios de matar a Natália, mas eu não vou deixar você se envolver nisso, não vou deixar você brincar com a sua vida de tal forma. 

 

 

- Então você não quer que eu volte para casa? - Encarei ela da mesma forma, sem expressões. 

 

 

- Eu quero que você tire essa merda da sua cabeça de uma vez por todas. - Dessa vez quem riu sem humor, foi eu. 

 

 

- Lauren, tu só pode estar delirando, acha mesmo que eu vou desistir mesmo de encontrar a assassina da minha filha? Não. - Gritei. - Eu não vou desistir disso. 

 

 

- Eu não vou te obrigar a nada e não vou dizer nada, não vou agir feito maluca, sem pensar nas consequências, você já é maior de idade, eu não posso decidir tudo para você. 

 

 

- Então porque é difícil aceitar isso? Você mais que ninguém sabe que isso é importante para mim. 

 

 

- E eu não sou importante? - Soltei o ar de forma calma. 

 

 

- Claro que é, Lauren e você é o meu bem mais precioso, o amor da minha vida, sabe que eu não consigo viver sem você, mas por favor, não me tire esse direito de procurar ela. - Ela balançou a cabeça sorrindo, eu daria tudo para saber o que ela estava pensando. 

 

 

- Então escolha, eu ou sua vingança pela Natália. - E essas foram as piores palavras da minha vida, é como se perguntassem se eu queria morrer agora ou mais tarde. 

 

 

- Você só pode estar brincando comigo...

 

 

- Não, ou você fica comigo ou me esquece e vai viver sua vida atrás dela. 

 

 

- Lauren, você não pode fazer um coisas dessas, não pode me manipular desta forma. - Uma lágrima desceu pelo meu rosto. 

 

 

- Não estou manipulando ninguém e a escolha é sua meu bem. - Ela me fitava, estava me desafiando, com certeza acharia que eu largaria tudo para ficar com ela, ela sabe que um dos meus maiores medos é perder ela. Ela estava brincando comigo, descobriu meu ponto fraco e estava usando ele a seu favor.

 

- Eu não posso... Tudo que eu estou fazendo é pela minha filha e se você me deu alternativas, eu escolho a segunda. - Respirei fundo e me levantei indo até porta. 

 

 

- Obrigada por esclarecer, precisava disso para depois não falarem que eu sou a errada, agora eu estou livre. - Eu estava de costas para ela, senti meu corpo queimar de ódio, ela está pensando mesmo que é assim? Eu não vou deixar ela solta, não mesmo, não vou sair dessa casa me sentindo mal. Respirei fundo e me virei com ódio. 

 

 

- Quero metade de tudo. - Disse com raiva. 

 

 

- Como é? - Ela até se ajeitou na cadeira. 

 

 

- Nós estamos nos separando não é? Então eu tenho todo direito disso aqui, quero metade de tudo que é seu. - Ela gargalhou. 

 

 

- Você quer dinheiro? 

 

 

- Não, eu vou fazer parte dos seus negócios.

 

 

- Ah, mas não vai mesmo. 

 

 

- Vai querer que eu entre na justiça, Jauregui? Acho que não. - Não tinha lágrimas e nenhum sentimento de tristeza, só ódio. Se ela não poderia me ajudar com a Natália, ela não iria tirar vantagem nisso e eu não deixaria ela quieta, eu fiz minhas escolhas e ela as dela. Eu faria a vida dela um inferno e como todas as vezes ela implorou pela volta, aconteceria da mesma forma. 

 

 

- Eu te dou quanto dinheiro você quiser, mas nos meus negócios você não mexe. 

 

 

- Eu não quero seu dinheiro, agora é sua vez de escolher. - Inclinei meu corpo na frente dela, ficando centímetros dela, mas não demonstrando nenhuma emoção. - Vai querer que eu cuide do tráfico ou das suas boates? - Quase que eu vejo ela virando o Barney de tanto ódio. 

 

 

- Camila, você não pode. - Ela estava vermelha. 

 

 

- Posso e tenho direito, você sabe muito bem disso. - Sorri debochada. - Quando decidir de qual dos seus patrimônios eu serei a chefe, me liga, mas não demora, não quero escolher isso por conta própria, para que ninguém dia que eu meto os pés pelas mãos. - Peguei minha bolsa e sai da sala, escutei o barulho das coisas quebrando, juro que ela virou a mesa de tanto ódio. Mas é guerra e se ela quer, vamos ter e eu vou até o fim. 

 

Sai da casa dela como um furacão, comecei a procurar meu celular e as chaves. Preciso sair dali o mais rápido, vai que a Lauren dê a louca e me prenda dentro daquela casa. Assim que peguei no celular diquei o número de Normani. Liguei o carro e sai de lá. Fui falando com Normani e ela achava que eu queria voltar com ela e fazer a mulher cachorrinha, o que? Nunca. 

 

 

- A missão é mostrar para ela que não sou idiota e que sou capaz de fazer tudo sozinha, sem a ajuda dela. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...