História Kill or die - Capítulo 5


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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Reituki, Romance, Vampiros
Exibições 11
Palavras 937
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ohayoo, gomen pessoas, meus estudos estão horríveis, quer dizer, horriveis de muito q
Trouxe mais um capitulo para vocês, eu não gosto de deixar coisas em hiatus, então não vou, trarei capitulos novos sempre que possivel

Desculpem qualquer erro, meu teclado ta bugado, algumas letras estão bugadaaas.

Boa leitura!!!! ^^

Capítulo 5 - O passado de Takanori


~Flashback On~

 

Dia 22 de novembro, eu estava voltando da aula quando passei perto de um beco e desse mesmo ouvi uma voz rouca e chamativa.

-Ei, garoto, venha cá – Parei de andar meio incerto e com certa hesitação caminhei até La.

-O que foi? – Perguntei com a voz levemente hesitante, a aparência desse cara é assustadora, ele está com uma capa negra que chega a arrastar no chão e o capuz do mesmo cobre todo seu rosto deixando apenas a região do nariz para baixo a mostra, mas a visão do mesmo e da boca era impossível por causa de uma bandana que ele usava.

-Aposto que você é o tipo de pessoa que não da valor a vida que tem – Arregalei os olhos o fitando, quem é esse cara? Como ele pode dizer essas coisas sem nem me conhecer? Ele está começando a me assustar.

-Aonde você quer chegar com isso? – Perguntei tentando parecer o mais seguro possível, mas, infelizmente, o tom trêmulo em minha voz era notável.

-Quero te dar uma coisa - Ele me deu um cigarro? Não, isso é mais fino, sou inteligente o suficiente para saber que é algo parecido com maconha, se não, é!

-Eu não quero isso! – Falei com os olhos arregalados fitando sua mão, assim percebi que sua pele era pálida e suas unhas estavam pintadas de preto, esse cara... É estranho.

-Só esse, quando você terminar verá que tudo de ruim que tem a sua volta sumirá, inclusive eu! – sussurrou a ultima parte, porém não baixo o suficiente para que eu não ouvisse, ele pegou minha mão e colocou aquela coisa na palma da mesma e a fechou -  Aproveita que o primeiro é de graça! – Dizendo isso ele apenas se vira e sai andando sumindo pelo beco escuro.

Eu estava seguindo meu caminho quando achei uma lixeira, sem pensar duas vezes eu joguei aquela coisa La dentro, dei dois passos e parei de andar lembrando as palavras do estranho: “Quando você terminar verá que tudo de Ruim que tem a sua volta sumirá”.

-Eu devo estar louco para fazer isso! – Sussurrei enquanto pegava aquele negócio novamente de dentro da lixeira suspirando pesadamente.

 

~Flashback Off~

 

-Cara, você não fez isso Né? – Kouyou perguntou com os olhos arregalados.

-Eu vou chegar lá Kou!

 

~Flashback On~

 

Era noite e eu estava na sacada de casa com aquela coisa na mão, todos em casa estavam dormindo e eu estava na duvida se acendia aquilo ou não, duvida cruel.

A chama do isqueiro  se fez presente e foi levada até o cigarro, eu estava prestes a levá-lo até os lábios quando uma voz grave e sonolenta foi ouvida por mim.

-O que está fazendo Takanori? – Me virei com rapidez para encarar meu pai, so faltava ele arrancar meu pescoço com o ódio que exalava do seu olhar sobre mim.

-Pai? – Arregalei os olhos quando senti sua mão de encontro com meus cabelos os puxando com força e saiu me arrastando até a sala fazendo com que eu tropeçasse nos meus próprios pés enquanto descíamos as escadas e quando estávamos já na sala ele me jogou com força no chão me fazendo cair ajoelhado no mesmo.

-Por que está fazendo isso Takanori? – Perguntou ele enquanto eu me colocava de pé lentamente – Por que Takanori? Responda-me!

Gritou dando um soco com força no meu rosto me fazendo cair com violência e bater a cabeça na mesinha de centro no mesmo momento em que minha mãe descia as escadas correndo.

- O que está acontecendo aqui? – Perguntou enquanto desviando o olhar de meu pai para mim.

-Aconteceu que isso que chamamos de filho estava na sacada fumando drogas! – Meu pai gritou enquanto avançava sobre mim.

-E-Espera Azami – Minha mãe segurou sua mão antes que ele me acertasse outro soco -  I-Isso é verdade Filho? – Ela estava com os olhos lacrimejando enquanto me fitava fixamente, mas ao ver que não receberia respostas ela se calou e começou a chorar de forma desesperada sentando no sofá.

30 minutos depois eu estava caído no chão quase inconsciente por causa da surra que meu pai me deu, isso não dói mais do que tudo o que ele me falou.

-S-Sabe por que eu fiz isso? – Eu estava começando a chorar, mas não podia fazer isso, não na frente dele, não mais – Porque eu não aguento mais, não aguentava mais ter minha adolescência invadida e estragada por vampiros! Não aguento mais ter que ficar caçando, eu quero ser normal, ter uma vida tranquila!!

Meu pai não disse nada, apenas se virou e subiu as escadas e foi para o seu quarto ao contrário de minha mãe que me abraçou.

 

~Flashback Off~

-Desde que isso aconteceu, meu pai só falava comigo e dizia que tinha orgulho de mim quando me via machucado chegando em casa depois de uma caçada, parecia que ele gostava de me ver daquele jeito. Depois daquele dia eu comecei a ter pesadelos e sempre acordava assim – Terminei de contar para eles o motivo dos meus gritos e pesadelos e quando os fitei me surpreendi, Kou estava com os olhos lacrimejando, já Kai chorava assim como eu.

Kai se levantou e veio até mim me abraçando com força, Kai pode ser homem, mas as vezes eu sinto como se ele fosse minha mãe.

-Estaremos sempre do seu lado Ru-Chan – Disse ele me soltando e ficou olhando em meus olhos fixamente – Mas agora volte a dormir, amanhã temos aula, não se esqueça disso.

No fim foi bom desabafar, cada um deitou em sua cama novamente e voltamos a dormir, graças a Deus sem pesadelos no resto da noite.


Notas Finais


É isso turminha, até sabado se possivel, não sei se conseguirei postar, mas espero que sim!

Até mais!


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