História Kill your heroes - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Naruhina, Naruto, Sasusaku
Visualizações 27
Palavras 1.293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu to um pouco atolada com as coisas, eu moro sozinha e as coisas estão complicadas nos últimos dias hehe
Mas achei um tempinho para escrever e estou postando, qualquer erro podem me corrigir, acabei não revisando.

Capítulo 4 - Capitulo IV


Fanfic / Fanfiction Kill your heroes - Capítulo 4 - Capitulo IV

 

A festa não saiu muito bem como o planejado, vou ser breve nos detalhes: Gaara e Sai saíram no soco, e bem, Sai mereceu cada hematoma que ganhou. Acontece que minha besta loira bebeu mais do que aguentava e foi parar em um quarto quase inconsciente e Sai quis tirar vantagem da situação, para melhorar, Gaara abriu a porta no exato momento, com Matsuri a tira colo e pronto, a confusão estava armada. Ainda bem que Ino não estava entendendo o que estava acontecendo naquele momento, porque com certeza ela teria feito algo que se arrependeria. Acabou que Gaara e Naruto a levaram para casa. Gaara e Ino tem uma história complicada, enquanto um sentia demais o outro de menos. Aprendi a não me meter mais nos assuntos deles depois de ter me ferrado um pouco, hoje em dia Gaara não me olha na cara, bom, no mais eu prefiro minha amiga solteira do que perto desses dois idiotas. 

Liguei para Hidan me buscar, ele não contestou, mas ficou relativamente puto. Ter Hidan como irmão era como ter seu herói particular, apesar de alguns contras, era sempre nós por nós, e acho que sempre vai ser. Ainda lembro de quando chegamos aqui, nossos pais recém separados, papai mal dava notícias e mamãe estava ocupada demais com a vovó e recuperando o tempo perdido, Hidan me buscava e me levava para todo canto. Iniciei em Konoha no segundo semestre, panelinhas já formadas, eu era invisível até Ino ter acesso algumas fitas onde eu aparecia como capitã de uma equipe de torcida, na antiga escola eu me tornei popular rápido e era a queridinha de todos, a boneca que meus pais queriam que eu fosse. Assim como Hidan, ao chegar em Palo Alto mandei tudo para o inferno, Hidan mandou para o espaço a carreira de militar e eu minha sanidade. Foi uma época complicada,  Hidan sempre me buscava e ocultava as merdas que eu fazia, toda festa eu estava bêbada e chapada demais para ter o mínimo de noção do que eu estava fazendo. 

Nesse tempo, eu, Sasuke, Naruto, Ino, Gaara e Neji éramos inseparáveis. Mas algumas coisas se quebraram no caminho e eu acabei me afastando, me concentrando nos estudos, principalmente depois daquele incidente em especial, nem sempre quis entrar em Yale, confesso, mas foi uma condição proposta pelo meu pai, e digamos que não tenho a coragem que Hidan possui para contradize-lo. Agora estou aqui, ansiando ser uma médica, quando na verdade eu queria me enfiar em uma faculdade de artes. Festa são um perigo para mim, e mesmo um ano depois do ocorrido, ainda há quem lembre do que aconteceu e ri discretamente pelos cantos, mesmo depois dos esforços do senhor Fugaku em abafar o maldito caso. Eu não sei se consigo perdoar Sasuke, confesso. Ao menos, ano que vem será o último e eu posso finalmente não olhar para nenhum maldito Uchiha. A ideia de Itachi não jogar mais comigo do jeito que faz, de não ver Sasuke nunca mais e não enfrentar o olhar frívolo de Fugaku toda vez que a gente se cruza, me anima. 

Hidan abriu minha porta, me acertando com uma almofada, levando embora minha onda de memorias ruins.  

— Querida irmã, venho por meio deste lhe fazer um convite inédito... — rolei os olhos, ele riu — deposite um pouco de fé em mim cerejinha. 

— Fala logo. — Ele me mostrou o dedo do meio, e sorriu debochado. 

— Vou sair para um bar com o pessoal da universidade, pensei que tu gostarias de vir junto, ter uma conversa agradável sobre coisas que tu gostas e não precisar limpar vomito de algum amigo bêbado, mas acho que tu não está... 

— Não tem graça Hidan —  o cortei, a última coisa que ele faria era me apresentar para amigos universitários.  

— Mas é sério, estou cansando de te buscar no meio da noite, resolvi te dar essa chance, e eu também posso ficar de olho em você mocinha —  olhei tentando achar alguma vantagem e bem, era isso ou aguentar os dramas de Ino para pararmos em sabe se lá que beco. 

— Ok —  dei de ombros, a bagunça da casa teria que esperar, provavelmente deveríamos considerar a hipótese de contratar alguém para esse fim. 

Mais tarde daquele dia, procurei saber se Ino estava bem e minha surpresa foi saber que os pais dela haviam confiscado o carro e tudo mais, Ino nunca ficou de castigo na vida. E pelo pequeno show que recebi no telefone, não estava nada feliz com isso. Eram oitos horas quando Hidan me apressou para sairmos de casa, chegamos em um bar confortável onde poderíamos encontrar estudantes de Stanford em todo canto, os amigos de Hidan fizeram sinal e não sabia onde enfiar a cara ao ver sentado junto a eles ninguém menos que o quarteback da bunda bonita que jogava para Suna, ele sorriu para mim assim que me viu. 

—  Sakura esses são Kakuzu, Konan, Nagato e o primo de Nagato, Sasori.  

—  Oi —  disse tímida, dando um leve aceno. Mas no fim me fizeram sentir confortável o suficiente para tagarelar sobre tudo, Kakuzu e Nagato estavam na mesma turma de arquitetura que Hidan, Konan cursava artes plásticas e por incrível que pareça, Sasori queria percorrer o mesmo caminho que almejei um dia.  

— Sabe, Sakura costumava a sonhar acordada com artes e ela tem uma técnica muito boa, desde criança, mas agora enfiou na cabeça que vai cursar medicina — Hidan soltou casualmente, enquanto tomava um gole de cerveja —  trouxe ela hoje justamente para fazer refletir sobre essa merda toda —  deu de ombros e eu me senti corar, de raiva.  

— Poderíamos ir a um museu, e eu também poderia mostrar a minha arte algum dia, se você quiser —  esperei a reprovação de Hidan, que não veio, talvez pela primeira vez na minha vida. 

— Eu acho uma ótima ideia — Hidan completou e eu fiquei sem saber o que fazer, acabei apenas soltando um ok. 

A noite estava perfeita, Hidan não implicou em nenhum momento e no fim incentivou Sasori me levar para casa, já que ele estava um pouco alto e acabou achando uma paquera interessante por ali e não me queria para empacar a dita foda. Sasori e eu flertamos a noite inteira, acabamos ficando e descobrindo muitas coisas em comum, ele não era só mais um jogador interessado apenas em vaginas, fiquei feliz por isso.  

Quando finalmente achei que meu final de semana terminaria bem, mais uma vez o inesperado surge, na saída trombamos com Itachi, Sasuke e Naruto adentraram o bar dando de cara com a gente. 

— Olha só o que temos aqui, vai deixar por isso Sasuke? — Itachi fedia a bebida, resolvi ignorar, mas ele tinha o dom de me puxar pelo braço. 

— Va para o inferno Itachi — ralhei, Sasori tentou interferir, mas eu o impendi e Naruto puxou Itachi. Hidan logo apareceu e um clima tenso se formou. Naruto e Sasuke me encaravam e Itachi me soltou. Ambos passaram pela gente de cara amarrada, Sasuke trombou em Sasori e pude apenas escutar que garotas de Konoha não saem com caras sem pedigree como os de Suna. 

Sasori me deixou em casa e o convidei para entrar, acabamos por transar, confesso que o comentário de Sasuke me impulsionou, quem eles pensavam que eram para controlar as pessoas que eu saía?  Sasori foi embora antes de Hidan chegar, eu não sei até onde iria aquela boa vontade. Usei o domingo para apenas morgar, troquei mensagem com o ruivo e confesso que há muito tempo não me sentia confortável com alguém.

Talvez eu devesse rever alguns princípios que coloquei em minha vida e dar uma chance a ele, apenas uma hipótese. 

Acabei dormindo, sem pressa para acordar ou fazer qualquer coisa naquele dia. A bagunça podia esperar mais uma semana.



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