História Killer - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Min Hyuk, Show Nu
Tags Hyunhyuk, Showhyuk
Exibições 93
Palavras 541
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


FANSIGN DO 24K???? COMASSIM PRODUÇÃO?!
VAMOS CONVERSAR NAS NOTAS FINAIS!

Capítulo 4 - Four


Acordei sentindo um cheiro adocicado de chocolate invadir o quarto de hotel. Lentamente me lembrei da noite passada, e ainda podia sentir o calor dos braços delicados de Minhyuk ao meu redor, apesar de ele não estar mais ao meu lado. Cocei os olhos levemente, me levantando e sentindo o vento frio da manhã contra minha pele, o que me causou um leve arrepio. A visão que tive quando cheguei à porta da pequena cozinha me fez desejar tê-la todos os dias da minha vida. O platinado estava de costas, vestindo seu moletom que eu mal reparara na noite passada que ia até seus joelhos e era de uma tonalidade clara de azul, meias até abaixo dos joelhos e pantufas em formato das patas de um gato brancas. Ele não notou minha presença, então aproveitei a deixa e me escorei no batente da porta, observando-o preparar seu café da manhã, enquanto cantarolava alguma coisa. Alguns minutos depois o garoto se virou com duas xícaras em suas mãos pequenas, arregalando os olhos ao me ver. Sorri amigável, observando suas bochechas coradas, até que o mesmo me entregou uma das xícaras, se escondendo de uma forma adorável da que ainda estava em sua mão.

- H-Hyung... Bom dia! Achei que fosse gostar de um chocolate quente... o tempo está bem frio!
- Eu agradeço muito pela gentileza, Minhyuk-ah.
- N-Não! Eu quem agradeço... sabe, por... me deixar ficar, ontem...

Sorri de lado, bebendo um pouco do liquido na xícara. Fazia muito tempo desde que alguém que não fosse minha mãe me preparara um chocolate quente. Me aproximei, levando a mão livre até seu cabelo e fazendo um leve carinho desajeitado nos fios macios. Senti-o estremecer sob minha mão e corar ainda mais, o que me fez sorrir ainda mais abertamente, enquanto o menor bebia seu chocolate rapidamente, logo se desvencilhando de minha carícia e levando a xícara à pia. Vi-o caminhar até a sala, pegando a pelúcia que trouxera consigo na noite anterior.

- H-Hyung, eu agradeço imensamente por tudo... m-mas agora preciso ir. E-Eu te vejo depois!

Não sei em que momento das últimas doze horas isso havia começado, mas eu ainda podia sentir o calor dele próximo à mim. Pode parecer extremamente clichê e romanticamente incorrigível dizer essas coisas, mas eu sentia que faria qualquer coisa por aquele sorriso tão inocente.

 

 

O clima na delegacia estava tenso novamente. Há algumas semanas eu estava hospedado no hotel, e desde o último assassinato, nenhum outro havia ocorrido. Porém mais e mais bilhetes eram encontrados. Porém a situação ficava cada vez mais macabra. Todos os bilhetes encontrados, além de dirigidos única e especificamente à mim, vinham acompanhados de um presentinho macabro. Desde partes pequenas de algum corpo, como dedos, orelhas, línguas e coisas do tipo, à pequenos bonecos de voodoo ou animais pequenos mortos. Todos possuíam um padrão, como tudo que vinha dessa pessoa. Vinham em potes de vidro, cheios com formol. O pote era decorado com adesivos coloridos de diversas formas, como corações e estrelas. A carta vinha amarrada por uma fita de cetim ao pote. Os presentes eram deixados em locais aleatórios, porém próximos à delegacia.

Suspirei fundo, massageando lentamente minhas têmporas. Precisávamos urgentemente dar um fim nisso tudo, e rápido.


Notas Finais


GENTE, COMO ASSIM 24K VAI VIR PRA CÁ? TO PURA ANSIEDADE E CARTÃO DE CRÉDITO NA MÃO!
Quem aí é de BH? Se alguém de BH/região quiser conversar sobre ir no show comigo, ou se encontrar lá, é só mandar aquela mensagem amorzinho no twitter ou no whatsapp que deixei ao final das notas. Vamos dar muito amor aos meninos.
Se não for de BH/região, sinta-se à vontade pra vir conversar também! ♥ Quem sabe não fazemos um grupinho pra nos falarmos! :B

twitter; @helloyeonin
whatsapp; (31) 999-883-176


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