História Killer - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Min Hyuk, Show Nu
Tags Hyunhyuk, Showhyuk
Exibições 55
Palavras 568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Seven


 

Era por volta das três da madrugada quando cheguei ao prédio, depois de uma madrugada macabra e cansativa na delegacia. Mais um presente havia chegado em meu nome. Dessa vez um urso de pelúcia manchado de sangue fora deixado pra mim. Eu me sentia estranho, tenso. Uma sensação de Déjà Vu se apossou de meu ser quando olhei aquele urso, como se já houvesse presenciado aquela cena antes.

Subi pelo elevador para meu apartamento, o qual ficava no décimo primeiro andar. Provavelmente Minhyuk já estaria dormindo, então desconsiderei a ideia de tocar sua campainha. Caminhei lentamente, mas logo meus passos diminuíram quando meus olhos fitaram a mancha macabra no chão do corredor. Algo parecia ter sido arrastado por ali, deixando para trás uma grande marca carmesim por todo o chão. Senti meus músculos se enrijecerem, me trazendo um frio preocupante ao estômago quando percebi que aquela indesejada mancha à minha frente ia direto para o apartamento de Minhyuk.

Engoli seco e caminhei lentamente até a mesma, tocando-a levemente com a destra, mas apenas isso foi o suficiente para que a porta se abrisse com um gemido sôfrego, expondo o interior completamente escuro do apartamento. Passo após passo, adentrei o lugar cuidadosamente. Meu coração socava minhas costelas em batimentos desesperados, pedindo que eu saísse dali o mais rápido possível. Eu temia o que iria encontrar, temia por meu pequeno, temia por minha vida.

Vi uma luz branca passando pela fresta deixada pela porta de onde ficava o quarto de Minhyuk e senti uma leve tontura. O cheiro de sangue impregnava o lugar, tornando tudo ainda mais desesperador. Reparei que a mancha de sangue se intensificava a cada centímetro mais perto da porta. Respirei fundo, silenciosamente e, quando me aproximei o suficiente, empurrei a porta com pouca força, fazendo a mesma se abrir em um rangido ainda mais aterrorizador que a primeira. A cena com a qual me deparei beirava o surreal. Minhyuk segurava um tufo de fios negros em sua mão esquerda, presos por um laço azul ensanguentado. Os mesmos eram puxados para baixo pelo peso do escalpo ao qual ainda estavam colados. Senti meu coração enfraquecer enquanto o menor olhava assustado para mim.

Ele vestia uma blusa de mangas curtas que um dia fora branca, e em seus braços as manchas roxas estavam ainda mais fortes que das últimas vezes. Porém, dessa vez, elas se espalhavam por seu rosto, pescoço e pernas. Ele tinha alguns cortes em sua pele, alguns profundos, outros não. Outros pareciam feitos por unhas. Sua expressão estava completamente abatida. Observei rapidamente o corpo ensanguentado jogado ao chão. A grande ferida na cabeça, juntamente à presença da grande faca na mão de Minhyuk denunciavam o que havia acontecido. A garota jogada brutalmente ao chão não devia ter mais de vinte anos, o que fez meu peito se apertar ainda mais. O homem que eu amava louca e incondicionalmente era um assassino.

- Hyung...

A voz adocicada de Minhyuk soou macabra em meus ouvidos. Soou assustadora. Olhei para seu rosto pálido em meu completo desespero. Eu pensava em mil e uma maneiras de argumentar aquela situação, e de entender o porquê, apesar de tudo, eu ainda me sentia aliviado por ouvir sua voz. Então, senti uma forte dor na parte traseira de minha cabeça. Uma pancada, sim. Me virei para ver quem era, porém com minha visão embaçada, logo fui engolido pela solidão e pela escuridão.



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