História Killer Lover - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Condessa Rachel Durless-Phantomhive, Elizabeth Midford, Hannah Annafellows, Madame Red (Angelina Dalles), Mey-Rin, Personagens Originais, Ronald Knox, Sebastian Michaelis, Undertaker, Vincent Phantomhive, William T. Spears
Tags Aloisxclaude, Assassinato, Romance Yaoi, Sadomasoquismo, Violencia
Exibições 90
Palavras 2.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Sua essência doce, excitante e esplêndido!


   Muito antes de Agni virar um modelo, ele era o melhor traficante de drogas de Londres, mas é claro que ninguém sabia, de sua família apenas sua tia sabia de seu trabalho sujo, isso lhe rendeu várias riquezas para ele e para sua tia, no entanto nesta mesma época, a tia de Agni teve a maior das surpresas  ao descobrir que sua filha estava grávida de Sebastian Michaelis. A família Anafeloz era amiga de anos da família Michaelis&Faustus.
   E isso veio em um bom momento, assim ela poderia forçar um casamento de sua filha com o filho do multimilionário dono da empresa Michaelis&Faustus. Porém algo absurdo aconteceu, ao tentar conversar com o pai de Sebastian, para forçar o filho à assumir as responsabilidades, o mesmo disse:
   "Meu filho dorme com várias, então se ele engravidou sua filha, ele é quem decide assumir suas responsabilidades e se quiser fazer um escândalo com a mídia, vá em frente, eu já tenho tudo preparado mesmo."
   E isso era um fato, desde sempre ele tinha um plano B e isso lhe salvava das investidas de seus filhos.
   A senhora tentou argumentar, mas foi algo impossível, seu plano tinha ido por água abaixo, mas ela não poderia ficar por baixo. Mas o quê  realmente ela não  esperava era ser tratada daquela forma pelo seu 'amigo' de anos e anos e por isso em uma noite qualquer  ela pediu para seu sobrinho Agni:
   "Mate-os Agni, ele e a esposa!"
   Agni ficou assustado com o pedido mesmo assim o cumpriu, mandou seus melhores homens para a mansão de campo do casal Michaelis&Faustus ,  os matou arracando-lhes a cabeça e todos os membros do corpo e os espalhando pela casa. No dia seguinte Claude e Sebastian só receberam a notícia de que seus pais haviam sido assassinados.
   Mas o caso nunca foi resolvido, a tia de Agni conseguiu uma trabalho de modelo para seu sobrinho e ele deu metade de sua fortuna para seus capangas para que eles nunca mais voltassem  para o país, a mulher até foi interrogada, mas negou tudo e garantiu que jamais seria capaz de tal coisa contra aquela família já que eles eram amigos de vários anos e que apenas seguiu a intuição da filha  de que o filho era de Sebastian Michaelis.
   Nove meses depois o bebê nasceu, realmente não tinha nenhum traço de Sebastian, então fizeram o teste de DNA e comprovaram que o filho não era dele. Aquilo deixou a mulher em choque, sentia-se culpada mas não o suficiente para abrir a boca e confessar o crime e por isso guardou esse segredo até o dia de sua morte.
******
   Alois tremia de medo, medo da morte, as lágrimas não paravam de descer desesperadas, como se estivessem fugindo de medo. Enquanto eles só ficavam naquela posição, o gosto de sangue, o cheiro da morte. Incrivelmente algo estranho aconteceu, o assassino o soltou sentando-se encostado em sua cama, ele ficou sem entender absolutamente nada, mas se recusou a olhar diretamente para o estranho.
   Já ele estava sangrando pelo ferimento, estava dormente, mas sangrava demais sujando seu sobretudo preto.
   Alois olhou vagarosamente para o espelho vendo o homem com a mão na barriga, ainda saindo um pouco de sangue. Ele acendeu as luzes de seus quarto, sabia que esse ato poderia resultar em sua morte mas precisava ver melhor o que o homem tinha.
   "Está ferido?" Perguntou o loiro ainda hesitante.
   O homem assentiu e tirou a mão e cima da ferida. Alois se agacha na altura do homem, parecia ser um ferimento de arma de fogo, mas ele não ligou. Pegou uma maleta que ficava embaixo da cama e a abriu.
   "Parece que foi um ferimento de raspão, então eu apenas irei costurar." Alois pegou uma agulha e a limpou.
   E em poucos minutos, o estranho já tinha o sangramento e o ferimento fechados.
   "Pronto, só não faça muito esforço senão o ferimento abrirá." Advertiu.
   "Você realmente leva jeito para isso não é Alois?"
   A voz suave fez o loiro arregalaram os olhos, ele sabia que tinha ouvido  essa voz em algum lugar, mas não se lembrava de quem seria.
   "Q-quem é você?"
   "Eu? Apenas um assassino que acabou de matar." Respondeu como se fosse o óbvio.
   Alois se limitou a dizer mais alguma coisa, observou atentamente os traços do homem tentando se lembrar dele, mas com essa máscara era difícil.
   "Por quê não tira essa máscara?" Alois queria reconhecer esse homem.
   "Oh, quer me beijar é?" Riu" Se eu tirar precisarei matar você."
   Alois engoliu em seco, mas resolveu não insistir mais. Passaram-se horas, quando o homem finalmente se levantou pronto para ir embora.
   "Bom eu já vou Alois." Ele parecia sorrir através da máscara.
   Alois também se levantou e encarou o homem de costas com curiosidade, já ele rapidamente tirou sua máscara e selou os lábios do loiro que nem sequer teve tempo de reagir,  ao separar seus lábios nos do menor o homem rapidamente colocou sua máscara e saltou da janela do quarto, Alois correu até a janela à procura do homem mas o mesmo havia sumido na escuridão da noite.
   "Acho que agora estamos quites." Disse para si mesmo.
   Cansado de tudo apenas se jogou na cama e dormiu novamente ou tentou. Já em outra parte, o assassino andava tranquilamente até sua casa.
   "Aqueles lábios.."Passa o indicador sobre os próprios lábios lembrando-se do gosto.
   Aquele sabor viciante havia lhe levado à loucura, como um doce veneno que te mata aos poucos enquanto você sente o doce sabor daquela essência jamais vista.
******
   "Está muito distraído  hoje." Claude comentou para Alois.
   O loiro ainda não tinha acreditado no que havia acontecido na noite anterior e agora estava olhando para o vazio do local de trabalho, claro que ele já tinha feito todo o seu trabalho, mas o problema era que ele não estava atento a nada, se uma bomba estourasse ao seu lado ele só iria notar que estava surdo no dia seguinte. O fato era que ele já tinha esquecido de tudo que havia acontecido com ele e seu primo, ele só conseguia lembrar do beijo que o 'estranho' havia lhe dado.
   Felizmente estava quase no fim de seu turno, ele não via a hora de ir para casa descansar e refletir sobre tudo.
   "Pode ir, já fez todo o seu trabalho mesmo." Claude dá de ombros e pega suas coisas e vai embora.
   "Eu devo estar péssimo." Comentou para si mesmo enquanto arrumava suas coisas e se preparava para sair.
   Não foi muito difícil chegar em casa, afinal tinha pouco trânsito e ele suspirou aliviado ao saber que não precisaria ir ao bar novamente, afinal beber hoje estava fora de cogitação. Pelo menos hoje ele se sentiu encorajado em arranjar um outro lugar para morar. Por sorte ele tinha trazido seu computador consigo.
   Procurou em vários sites até que achou um que lhe interessou a empresa Michaelis&Faustus, estava no topo da lista com as melhores mansões, bons apartamentos e preços acessíveis, mas o que realmente o interessou foi a seguinte frase relacionada ao histórico da família Michaelis&Faustus.
   'Em 2010 a família Michaelis&Faustus sofreu a pior das perdas, o dono da empresa e sua esposa foram brutalmente assassinados.'
   Outra notícia
   'Tragédia! Em 2013 Hannah Anafeloz foi assassinada pelo seu próprio marido Claude Faustus, o motivo: traição. Ele disse em depoimento que viu sua mulher com o melhor amigo e uma raiva o sucumbiu e acabou matando os dois...'
   Já estava de noite quando o sono lhe bateu, olhou em seu relógio realmente já estava bem tarde e como previsto sua tia foi no quarto dos meninos para chamá-lo para jantar.
   "Já vou!" Gritou para sua tia que batia na porta.
   "É peixe frito com batatas o seu preferido!" Gritou Rachel de volta.
   Ao ouvir o cardápio Alois fechou rapidamente o computador e saiu do quarto rumo à mesa. Comeu bastante de seu prato favorito, não trocou nenhuma palavra com seus tios, ele gostava do silêncio e quando terminou lavou o prato e voltou para o quarto. Ligou o computador novamente e  continuou a pesquisar até ouvir um 'bip' de seu celular. O pegou e notou que era uma mensagem de Ciel e a abriu:
   'Socorro! Por favor vem me buscar estou com medo! Estou na rua perto da empresa  Michaelis&Faustus,  tem alguém me seguindo por favor vem rápido!'
   Alois suou nervoso pegou o necessário, apenas um canivete que o protegeria e o celular, saiu de casa imediatamente pegando o primeiro táxi que achou.
   Ele rezava para Ciel está bem, ele nem sequer havia avisado para os pais do azulado para que eles não ligassem para a polícia achando que era o certo e consequentemente  Ciel acabaria morto.
  1 hora atrás
   Ciel estava feliz, finalmente havia lhe dado coragem de contar à Alois seus sentimentos aprisionados e não via a hora de chegar em casa.
   Mas o quê lhe impressionou foi como a rua havia ficado deserta à noite, achava que já pela hora algumas boates ou até restaurantes estariam abertos, por causa da grande movimentação do local durante o dia e para piorar ele só tinha dinheiro do ônibus o que significa que ele teria que andar do seu trabalho até a parada de ônibus o que levaria uma hora de metrô.
   A rua com pouca iluminação lhe causava arrepios involuntários, um cheiro estranho lhe invadiu as narinas e um frio estranho fez ele correr desesperadamente sem olhar para trás.
   Correu até a sensação passar, mas ao olhar em volta percebeu estar em uma beco sem saída. Ele suspirou nervosamente e ouviu passos atrás de si. Lentos e cautelosos.
   "Não devia estar passeando à essa hora criança." Seu tom era de deboche.
   Ciel virou vagarosamente para trás dando dois passos para trás batendo na parede. O homem de sobretudo preto e uma máscara macabra lhe olhava  maldosamente.
   O olhar tão assustador e profundo lhe causava arrepios na espinha do azulado.
   "Eu tenho que ir..." Ciel se apressou para ir embora, mas o homem o puxou violentamente pelo ombro quando o azulado passou perto dele.
   "Ainda não, eu quero me divertir um pouco." Joga o azulado com certa violência contra a parede apertando-lhe o pescoço.
   "P-Porfavor..." A voz do azulado saiu sofrida por causa da da pressão em seu pescoço.
   O homem riu do seu sofrimento e pegou o celular do azulado que ficava no bolso do mesmo.
   "Acho que vou chamar mais alguém." Ele usou uma única mão  para mexer no celular" Talvez assim:'Socorro! Por favor vem me buscar estou com medo! Estou na rua perto da empresa  Michaelis&Faustus,  tem alguém me seguindo por favor vem rápido!' Para: Alois Trancy." Terminou de digitar e enviou a mensagem.
   "N-Não...!" Ciel tentava se soltar do homem mas era impossível.
   "Hahaha deve estar se perguntando o 'por quê' de eu dar a sua localização perto da empresa Michaelis&Faustus, pois bem eu não quero que esse jogo acabe tão cedo, afinal depois eu só teria o tédio como minha companhia..." choramingou.
   'Alois por favor não venha!' Ciel pedia em pensamento rezando para que nada acontecesse com Alois.
*****
   Alois andava chamado por Ciel perto da empresa Michaelis&Faustus, ele estava ficando cada vez mais preocupado. Depois de tanto andar ele resolveu conferir o becos daquele bairro.
   "Ciel!" Alois o chamava.
   "Ciel!" Alois correu rapidamente ao ver uma pessoa jogada no começo de um beco escuro.
   Ciel estava desacordado mas ainda respirava, o que o deixou aliviado. Alois joga Ciel em seus ombros, mas tinha uma certa dificuldade em relação a carregá-lo, ele era muito mais pesado quando estava dormindo.
   "Ora pensei que demoraria mais e eu poderia livremente matá-lo." O homem apareceu encostado na parede encarando os dois com um olhar inexpressivo através da máscara.
   "V-Você? De novo?" Alois estava desacreditado.
   "Muita coincidência não?" O homem disse com irônico.
   Alois ignorou o homem e andou a passos lentos rumo a um lugar mais movimentado.
   "Acha mesmo que vai assim? Sem mais nem menos?" O homem segura o loiro pelos cabelos com violência fazendo o mesmo gemer de dor.
   "P-Porfavor nos deixe ir..." suplicou o loiro.
   "Ir? Hahaha você tem noção do que fez comigo?!" Ele parecia irritado.
   "Não sei do você está falando." O loiro tentou se soltar novamente sem sucesso.
   O homem o joga de uma vez contra a parede, fazendo Alois largar Ciel deitado na calçada. Tirou sua máscara, em meio a escuridão a besta tomou tomou os lábios do loiro  com violência, entretanto ao contrário do que esperava a vítima cedeu aos poucos e prolongou o beijo quente.
   'Esse gosto é esplêndido!'
    Realmente ele estava se viciando aos poucos na essência doce desse veneno em forma de uma garoto de 19 anos.
   "Ah...!" Após o término sente do beijo Alois sente seu lábio ser mordido com força  e depois o gosto de sangue se fez presente.
   O homem por outro lado lambeu lá os próprios lábios, sentindo o gosto do sangue do loiro.
   'Doce, excitante e esplêndido!'
   Alois aproveitando a distração do homem pega Ciel que já estava acordando e sai correndo com o azulado. O homem que ficou para trás sorriu satisfeito, ele realmente estava a mercê desse garoto, agora mais que tudo queria provar mais de sua essência, ele sabor que o fazia delirar, o perfume das madeixas loiras o excitavam, tudo no loiro o excitavam  e agora ele pretendia provar cada vez mais o sabor doce daquela criança pura em um corpo de um jovem de 19 anos.
   "Isso ainda não acabou Alois Trancy."
         "Dia em noite."
         "Açúcar em sal."
        "Vivos em mortos."
        "E de um profundo azul em dourado."
      "Assim eu prenderei você em minha teia enquanto eu enveneno a mim mesmo com sua essência."

Claude Faustus



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