História Killer Queen - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Coroas, Hentai, Killer Queen, Naruto, Policial, Romance, Sasusaku, Seal
Visualizações 998
Palavras 4.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Josei, Policial, Romance e Novela, Seinen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aquela carinha

Capítulo 11 - Rainha Orgástica


 

Ino desceu as escadas gritando e passando bronzeador na pele dourada, logo atrás Karin desceu, os braços cruzados e expressão mais que aborrecida e Sui veio mais atrás, com enormes óculos escuros e calção de banho.

— Onde está o Juugo? – Ino indagou.

— Disse que nos encontra lá pra uma cerveja, vai trabalhar pela tarde – Sasuke avisou, querendo bocejar, querendo dormir, havia ido tarde para a cama, chegara do encontro com Tiffany bem tarde, muito cansado.

Ela havia feito muito bem tudo o que prometera, mas não era o tipo que você conversava depois do sexo, era bem louquinha, e por mais safada que fosse, ele percebeu logo que o fato de ser mais velho a fazia achar que ele pudesse ser um caso com possibilidade de relacionamento estável.

Era melhor pular fora logo.

— Que horas você chegou? – Ino disse, encarando as olheiras — A noite foi boa, hein?

— Não faz ideia, mas preciso dormir mais, acho que vou ficar por aqui e ir pra praia mais tarde.

— Ah, não, nem pensar!

— Vocês não precisam de mim.

— Mas precisamos do seu carro!

— Se foder, usem o da Sakura.

— O que tem o meu bebê? – Sakura indagou, descendo as escadas usando uma blusa branca e larga de linho com alguns recortes que deixavam partes do biquíni que usava a mostra, e que parecia ser vermelho.

Ele franziu o cenho.

— Porque não está usando maiô?

— Maiô? O que tem de mais? – Sasuke deu de ombros, meio desconcertado, quase desconfortável.

Porque deveria esperar que ela vestisse algo mais fechado, afinal? Ela ser mais velha não a fazia feia, na verdade, Sakura amadurecera maravilhosamente, considerando que passara por percalços mais complicados do que os que as mulheres geralmente passavam.

Não engravidou, nem engordou, mas passou por pesados treinamentos, missões que acabariam com o psicológico e físico de qualquer um.

— Ah, nada. – Deu de ombros, ela não fez grande caso também, pegou um par de óculos escuros de dentro da bolsa e seguiu para a porta, contornou para a garagem e pegou a prancha, levando-a para o teto do carro de Sasuke.

— Que porra é essa? – Sasuke bronqueou, já aborrecido seu teto já estava atulhado o bastante, caixas de isopor com cerveja, uma mini churrasqueira, carvão as pranchas dele e de Sui.

— Não seja egoísta, eu só quero dirigir sem a capota, é um conversível, ora.

— Vou com você! – Ino disse, já se enfiando no banco do lado, ela revirou os olhos, e Sui, muito oportunista, deslizou tal qual uma serpente para seu banco de trás.

Sasuke bufou, aborrecido, pondo mais algumas sacolas com comida no porta-malas e fechando.

— Até mais, tartaruga. – Sakura acenou, dando a ré com mais velocidade que o aceitável, freou no meio da rua, e deu a volta, acelerando para a esquina.

— Ah, agora meu carro é tartaruga. – Ele resmungou, adentrando o próprio. — Mas pra trabalhar ela quer usar, filha da puta do caralho.

Karin estava silenciosa, sentada ao seu lado, e ele não procurou conversa, talvez fosse um daqueles dias, talvez não, não estava interessado em saber, de todo jeito.

*

— Que resultado, hein? – Sasuke teve que admitir, achava a pele de Sakura ótima para a idade, mas bronzeada, era como se fosse o toque final, para um banquete de pecado.

Estava sedento.

Sakura arqueou o cenho pra ele e então riu, enquanto ligava um dos chuveiros de praia, e deixava a água escorrer da cabeça por todo o resto, o biquíni vermelho de amarração era relativamente pequeno para aquele traseiro perfeito, mas o que ele estava mais amando era definitivamente a corda do cós passando sobre uma tatuagem de coroa com o título “Killer Queen”. A água escorreu bem ali, ele quis lamber.

Estava realmente sedento.

— Qual foi, malandro? Não achou nenhuma piranha boiando por aí pra comer?

Sasuke balançou a cabeça, pensativo. Óbvio que apareceram mulheres maravilhosas, e pegou o telefone de várias, mas não se interessou muito em ampliar o fim de semana com uma delas.

— Nah, não estou afim.

— Problemas com o camarada? – Sakura provocou, enquanto esfregava a pele da barriga e costas, tentando fazer a areia grudada descer com a água. O esqueleto de uma rã segurando um tridente era marcado em preto em seu braço direito abaixo do ombro, outra surpresinha revelada.

— Hilário, mas não, meu grande camarada está em ótimas condições, pode comprovar se quiser.

Ela revirou os olhos, e riu um pouco, pegando um vidro de creme de cabelo na bolsa que deixara próxima e começando a lava-lo.

— Estou quase com inveja, você tem sua lista de putas, eu só consegui dois pirralhos pra me ensinar a surfar.

Ele quis acertar seu traseiro e lhe ensinar a ser menos fresca.

Não foram dois pirralhos, uma horda deles a ajudaria com muita boa vontade, mas nem todos tinham tanta segurança para chegar num avião como esta tremenda filha da puta. Sakura o que tinha de gostosa, sempre tivera de intimidante e altiva, ela era como um belo Pitbull fêmea diante de um bocado de pinshers excitados, mas pequenos demais para satisfazê-la.

Os dois garotões que se ofereceram para a ajuda-la eram o tipo ousado e brincalhão, começou com a óbvia intenção de terminar gabando-se de ter um exemplar daqueles na longa lista de conquistas, mas provavelmente acabou com uma pequena amizade.

Ele estava mais puto por ela ser tão boa dentro da água, tão boa quando a coisa envolvia, molhar-se.

Já no primeiro dia pegou a manha de nadar sobre a prancha, e se o dia fosse mais longo, já teria aprendido a ficar de pé sobre ela, e encarar as ondas.

— Mas e aí? Fui bem pra um primeiro dia? – Ela indagou, ele bufou, e ela riu — Eu sei, eu sei, deve estar pensado: “O que esse tremendo mulherão não consegue fazer?”

Sasuke revirou os olhos e sorriu maldoso.

— Uma foda boa?

Sakura estreitou os olhos sobre a água, mas nada respondeu, ele se perguntou se não tinha soado algo provocativo em relação à traição do marido dela. Bem, provavelmente seria normal qualquer mulher se sentir insegura depois disso, certo?

Ela desligou o chuveiro, e guardou o vidro de creme na bolsa, um pouco da espuma dele ainda descia por suas canelas quando jogou uma toalha sobre os ombros e então se seguiu para fora do local, pisando na areia e passando ao lado dele. Sasuke sentiu o corpo inteiro tencionar de um instintivo terror quando percebeu uma pressão em torno de seu pênis. Segurou o pulso dela, e então sentiu seu corpo recém molhado e fresco, aproximar-se mais.

— Isso você só sabe comprovando. – Sakura avisou, quase sombriamente, mas ele sentiu reagir de outra forma, puxando seu pulso mais um pouco. Ela deu mais um aperto, desta vez emoldurando-o na palma, e estudando sua forma, antes de se afastar e seguir em frente rumo ao estacionamento. — Eu já vou pra casa. – Disse, ao chegar onde o resto deles se reunia, na calçada e conversava com alguns conhecidos. — Se alguém quiser carona de volta, sobe logo.

Sasuke esperou mais um tempo, tendo praticamente uma conversa particular com seu camarada, o recriminando por se animar tão rápido para aquela bastarda. Porra, ele ficara quase em “meia bomba” naquele aperto, e embora uma parte sua se orgulhasse, outra se recusava a deixa-la o atingir tão fácil.

Ainda mais quando não sabia quão profundo ia sob a pele dela, também.

Mas bem, talvez fosse hora de descobrir.

*

Um dos maiores motivos para se arrepender de ter Suigetsu como seu inquilino eram, definitivamente, as malditas festinhas que ele achava de dar, em que só seus convidados eram informados da existência.

Agora sua casa estava atulhada de gente assistindo o canal de lutas, fazendo apostas, acabando com sua cerveja e salgadinhos e Sui cuidaria de toda essa bagunça depois.

— O Sui vai cuidar disso depois, eu não vou limpar, porra nenhuma. – Ino avisou, vindo largar mais uma bacia com salgados vazia na bancada.

— Tá reclamando do quê? Eu que vou ter de limpar o banheiro. – Karin debochou, lançando um olhar rancoroso para Sasuke. Ele ignorou, pegando outro pacote de cerveja.

— Agora você aprende a não faltar em dia de reunião, baby! – Ino brincou, voltando para lá. Karin a seguiu indignada iniciando outra discussão, e Sasuke notou que a cerveja acabou.

A porta da cozinha se abriu e Sakura entrou, com uma sacola de compras num braço e puxando um carrinho de compras de feira atulhado de caixas de cerveja.

Timer perfeito. – Disse, ela largou as compras na bancada, com um olhar aborrecido, e ele pegou a cerveja, pondo logo no congelador. Sakura despejou uma pilhar de besteiras para comer, e largou o saco na lixeira.

— Pronto, fiz minha parte pra sua festinha proibida, vou dormir antes que o bacanal comece, por favor, modere o volume das gozadas.

Sasuke se recostou na bancada, de costas para esta e para o portal de acesso a sala, encarando-a, ofereceu a cerveja que tinha em mãos.

— Em primeiro lugar a festa não é minha.

— Foda-se, você não tem um pingo de autoridade, se fosse minha casa, aquele pirralho iria fazer festa na rua. Porra, Sasuke, é nove da noite de domingo, temos trabalho amanhã, cacete.

— Eu sei, também to puto, mas ele é inquilino e paga...

— Ele paga pela porra do quarto dele. A sala é de todo mundo, a mesma merda vale igual na limpeza da casa, okay?

Ele suspirou, aborrecido também, odiava levar bronca, mesmo estando errado, ainda mais dela.

— Quer que eu faça o quê? Saia batendo uma panela e expulsando todo mundo? São meus amigos também.

Ela lhe deu um olhar enviesado e nada convencido, ele sabia que só estava sendo um fodido serzinho autoritário e rabugento. O dia de praia e todo aquele sol só estavam fazendo bem para sua pele agora, o humor voltou ao infernal de sempre.

— Você precisa relaxar, de uma gozada, e não estou falando pra provocar.

— Eu não preciso gozar pra melhorar meu humor, preciso gozar porque gosto de gozar, mas estou sem opções.

— Eis uma mentira.

— O quê? Você? – Sakura cuspiu uma risada. Sasuke aproximou o rosto, e encarou-a fixamente, então jogou o olhar rapidamente para a porta da dispensa.

— Quer brincar de sete minutos no paraíso?

Sakura arqueou a sobrancelha, desafiante, e um sorriso tórrido e decadente se abriu em sua boca.

— Acho que preciso de mais que sete minutos, acha que consegue ficar longe dos seus bebês um pouquinho mais?

Ele quase não acreditou, apenas quando a viu lamber os lábios e dar as costas seguindo para a porta discreta e marrom. Quase correu atrás, largou a cerveja sobre a bancada e acompanhou-a mordiscando os lábios de fome.

Plantou a palma em seu traseiro coberto por um jeans apertado mal ela havia entrado, o som foi alto mas não notável pois a TV na sala estava quase no máximo e todo mundo falava ao mesmo tempo, praticamente.

Fechou a porta atrás de si, e ascendeu a luz. Sakura tirou a jaqueta jeans verde exército, usava uma blusa branca simples de linho e botões, e botas pretas de saltos curtos.

— Eu não vou foder com você numa dispensa, então espero que conte com mais artifícios do que seu pau. – Avisou, deixando a jaqueta sobre uma das estantes, não guardavam muita coisa ali, apenas comida de longo prazo, e alguns itens de limpeza também.

Sasuke tirou a jaqueta e pendurou numa vassoura, sua boca caiu um tanto indignada quando ela deu as costas e tirou a blusa, pondo no mesmo lugar que a jaqueta.

— Cê não tá usando sutiã? – Sakura o fitou de soslaio e deu de ombros.

— Não é como se super precisasse, né? – Ironizou.

— Caralho, você estava de blusa branca e sem sutiã, vai se foder, Sakura, se alguém te jogasse alguma coisa sem querer? Ia andar pagando peitinho por aí? A casa tá cheia de macho, caralho.

— Você acha que eu servi em que Marinha? Uma de freiras? Já vi mais pau do que você viu o seu nessa vida, Sasuke.

Ela cortou qualquer objeção dele, quando se virou pondo as mãos no quadril, o “Killer” da tatuagem era a única parte visível do nome depois do cós da calça, e seus seios eram do formato de tentadoras gotas, empinados e de mamilos de um tom quase salmão, a diferença entre a pele em torno deles e a que não fora protegida do sol pelo biquíni era clara mas não exagerada.

Sasuke suspirou e se aproximou dela, puxando-a pelo quadril, empurrou o próprio contra o dela, chocando-a contra a estante atrás. Sua boca foi primeiro em seu pescoço, sentindo o cheiro. Lambeu onde havia aquela graciosa pinta outra vez e Sakura se ocupou de abrir seu cinto.

— Quem diria? Depois de anos, é que finalmente fizemos o que muita gente naquela escola deveria esperar, que nos matássemos em público para depois foder loucamente em algum canto escuro.

Sakura riu, e ergueu sua camisa para acariciar seu estomago.

— Eu acho que ouvi algo sobre isso na época.

— Confesso que a ideia era excitante. Pensei muito em te puxar para a salinha do zelador ou pra um beco da biblioteca.

— Só teria conseguido um olho roxo...- Ela ciciou, gemendo um pouco quando ele acertou um ponto muito bom entre sua orelha e garganta. Sasuke puxou seus quadris para si, afundando as mãos na carne de seu traseiro com gula.

— Que rabo gostoso. – Grunhiu. — Quando eu te foder vai ser bem de quatro, pra ver esse rabo pretencioso balançando e rebolando.

Sakura puxou seu cabelo e encarou seus olhos, ele puxou uma de suas pernas para cima e empurrou mais de si contra ela, moendo-a lentamente e apreciando seus olhos verdes ferozes dilatarem ainda mais de tesão.

— Muita fala e pouco orgasmo, Uchiha. – Rosnou, apertando o couro cabeludo dele com autoridade, Sasuke apertou os olhos ligeiramente com a dor, e riu cinicamente. Deslizando as mãos para frente da calça dela, e abrindo o botão, descendo o zíper.

— É a sua seca que está de te deixando apressada, Sakura. – Esclareceu. — Mas você sabe que quer lento. – Direcionou a boca para seu queixo. — E forte. – Cobriu a boca dela com a própria, sua língua não foi gentil, e correspondeu a avidez da dela com vontade, o sabor de cerveja e talvez alguma bala de mercado misturou-se na boca dos dois, Sasuke abarcou sua cintura e ergueu-a, ela enlaçou as pernas em seu quadril e ele levantou-a o bastante para usar a boca confortavelmente em um de seus seios agora.

O choque de sua língua quente no mamilo já eriçado dela, a fez estremecer e deixar a cabeça cair contra a estante, num gemido arfado, um tanto alto.

Sasuke grunhiu chupando-o, rolando entre a língua e os dentes com demasiada força e apertou seu traseiro no processo, seus quadris balançando ávidos por uma estocada certeira.

Deslizou a boca para o outro, chupando sem parar e com força, não estaria satisfeito se ela não lhe xingasse por deixar seus peitos doloridos no outro dia. Mas pelo menos agora ela estava amando tudo isso, puxando seu cabelo, e falando sujeira. Uma moleca suja e mandona, era o que sempre fora abaixo da frígida e refinada filhinha do Coronel.

Sasuke a pousou no chão, imprensando-a, ela arranhou seu peito sobre a camisa, querendo arranca-la enquanto ele lutou com suas calças para desgrudar de seu corpo perfeito, desceu-as até os joelhos e se abaixou sobre os próprios, mordiscando as quebras de onda do estomago até embaixo, puxou a calcinha para baixo, e se deliciou sobre a pele da tatuagem com se houvesse um sabor novo ali.

Sakura ainda estava apressada, puxou seu cabelo com brutalidade, o empurrando para onde realmente o queria trabalhando, ele mordiscou sua pele todo o caminho até seu monte de vênus, ergueu os olhos para ela quando empurrou suavemente a língua no começo da fenda, e sentiu o clítoris molhado e estremecendo, como todo o corpo dela em seguida. Afastou a boca e respirou profundamente, beijando suas cochas.

— Hmmm, pra quem está na seca...- Ciciou, usando os polegares para abrir suas pétalas ardentes e visualizar o interior avermelhado e brilhante, sua garganta soltou um som de apreciação ao cheiro, a imagem, ao som da respiração dela. — Você tá bem encharcada, majestade. – Não esperou um novo puxão de cabelo ou uma resposta, pois sabia que seria provavelmente uma ameaça. Lambeu longamente, desde a entrada até em cima, tomando tudo de acumulado na boca, e Sakura se retorceu contra a estante, com um gemido baixo e quase dolorido, suas costas fazendo um arco, suas mãos puxando a cabeça dele para sua boceta incrível.

Ele saboreou cada parte, mordiscou com maldade, chupou com vontade, lambeu com sofreguidão porque era simplesmente bom demais pra ser verdade e ele ainda achava que acordaria na própria cama, sozinho e de pau duro.

De pau duro já estava, aliás.

Subiu a mão para seus seios, aplacando a sensibilidade deles também, eram bebezinhos sensíveis e ele queria cuidar bem deles da próxima vez, por ter sido tão mal de mordisca-los tanto.

— Isso, seu cachorro...- Sakura rosnou, a voz tremulando de um tesão feroz, suas unhas cravadas na cabeça dele, seus quadris movendo-se cada vez mais forte contra a boca dele — Me fode com essa língua...

Sasuke apertou seus quadris, ela gemeu mais alto, quase um grito alongado, separando mais as cochas como podia, ele aproveitou mais e mais, lambuzando-se nela, apertando sua bunda e estapeando levemente. Adoraria fazer isso com ela sentada em sua cara.

Usou um dedo, por fim, afundando-o dentro dela, ansiando sentir como era o aperto dela lá dentro, como sua carne interna o receberia, se possivelmente macia e convidativa, ou se o estrangulando vorazmente, e apreciou muito que fosse o segundo, e que pudesse sentir a carne esmagando-o, tremendo, molhando.

Que pudesse sentir Sakura gozando em sua boca com um miado selvático, os lábios de sua boceta inchados, pulsando, seu clitóris ardendo na língua dele, a satisfação correndo como lava em suas veias. Sasuke mordiscou suas cochas, e ela não teve vontade de manda-lo parar de ficar marcando-a com seus dentes de cachorro, seus seios latejavam reclamando, e ela foderia ele no sentido ruim amanhã, por causa disso.

Ele subiu, com a língua, passando seu umbigo, a ponta de um seio, o pescoço e maxilar e segurou seu rosto, beijando os lábios lentamente.

— Aposto que agora está tão alegrinha quanto uma menininha no país dos doces. – Provocou-a, ela ainda ofegava, abraçando seu quadril, beijou-o de volta e cobriu seu pescoço com a própria boca, o chupando entre uma respirada forte e outra, Sasuke afagou suas costas. E apertou a carne de seu traseiro, gananciosamente. Marcaria os dedos nele também se desse.

— Hmmm, não totalmente. – Ela avisou, antes de girar e o empurrar contra a estante, as mãos passearam por seu peito para baixo e seus lábios chuparam os dele. — Ainda não ganhei meu pirulito, afinal. – Ronronou, maldosamente, e ele inspirou profundamente, vendo sua cabeça rosada descer devagar como uma serpente depois de ajeitar a calça de volta nos próprios quadris.

Sakura apertou seu pênis sobre a cueca com um olhar esfomeado e quase sádico, quase igual à quando colocava as mãos numa arma.

Como se a matadora nela estivesse pronta para ataque, de outra forma.

— E a rainha aqui, adora pirulitos. – Ciciou, puxando sua calça mais para baixo e também a cueca, o pau dele saltou, pronto, balançando e Sakura não demorou muito encarando apenas, o agarrou na base, apertando e sentindo com prazer e gula, que seus dedos por pouco não fechavam em torno dele, e a cabeça inchada seguia o padrão do resto, em tamanho, estava avermelhada e a fenda nele estava encharcada o bastante para gotejar. — Assim mesmo, porra. – Rosnou, esfregando o rosto nele, e sentindo o cheiro de homem, almíscar, sabonete, Sasuke afagou seu rosto, lambendo os lábios de tesão ao vê-la tratar tão bem o camarada dele, após esnoba-lo tanto.

Queria poder provoca-la a cerca disso, mas estava absorvido na espera de ver aquela boca venenosa e língua afiada o envolverem. Sakura passou os lábios desde a base até em cima, e então tocou o pré-sémen vazado com a ponta da língua, apertando os olhos de prazer e sede.

— Chupa logo. – Ele soltou, e ela sorriu, acariciando com a mão o quadril dele em torno do seu ponto delicioso, sentiu suas bolas, apertando-as suavemente. E então, baixou a boca sobre uma delas, sugando enquanto sua mão habilidosamente o ordenhou.

— Quem está com pressa demais agora, hmmm? – Indagou. — Não sei quanto tempo ficar sem transa realmente conta como uma “seca” pra você mas... Eu adoro, chupar um bom pau, e admito quando sou surpreendida, então, parabéns pra você por esse seu belo exemplar, porque estou sedenta pra brincar muito com ele agora.

Sakura sugou a outra bola, manejando seu falo com uma eficiência que o fez xinga-la, então correu a língua até a cabeça novamente, apertando-o até que mais pré-sémen saísse e ela o tomou, chupando a ponta como se bebesse as últimas gotas de água que haviam no mundo para aplacar sua sede.

— Hmmmm, eu adoro um pau molhado assim, posso sentir na língua quão safado você é, Sasuke, é bem gostoso.

— Puta merda, você é uma cadela safada.

— Uhuuum, você não viu nada. – Ela disse, por fim abocanhando-o e chupando com voracidade, sua boca preencheu-se dele facilmente, e Sasuke apertou as mãos contra a beirada de uma das prateleiras, gemendo impropérios, mas se sentindo no paraíso com ela o chupando ao máximo, tocando o fundo da garganta com ele, encharcando-o em saliva, cuidando carinhosamente de suas bolas doloridas e apertadas.

Um coletivo de gritos veio de fora, estavam comemorando alguma luta vencida pelo escolhido da maioria e Sasuke esperava que as rodadas de luta fossem durar ao máximo, pois também pretendia gritar bastante quando ganhasse sua batalha ali, e não pretendia dividir a comemoração com mais ninguém.

Sakura soltou seu pau, apoiando as mãos nas cochas dele, balançou a cabeça de um lado para o outro, o chupando e se dedicando apenas a isso, ele abaixou os olhos, observando, hipnotizado como ela o chupava tanto, tão voraz quanto quando esfregava a boceta na língua dele por um orgasmo. Se perguntou se era possível ser tão bom assim para uma mulher e se ela até mesmo gozaria uma segunda vez quando ele se soltasse na boca dela.

Nunca havia passado por algo tão intenso, e mulheres taradas não eram raras em sua vida, afinal, eram as preferidas para manter casos curtos, tão ávidas quanto ele para ir de um parceiro para outro.

Mas por mais boa que Sakura lhe aparentasse ser de cama, ele não a imaginava como uma parceira tão feroz e entregue, talvez fosse seu preconceito com a monogamia que lhe dava a impressão forte de que os casais não se atinham muito a entrega absoluta na cama, e variações.

Talvez fosse o fato de estar sozinha no momento, depois de uma separação difícil, mas ele, agora, custava a acreditar, que fosse só isso. Não via carência ou vontade de agradar nos toques dela, via apenas busca insaciada por satisfação, que estava dando uma tremenda satisfação a ele quase que por tabela.

— Porra, você quer arrancar meu pau? – Não estava realmente doendo, ou perto disso, mas ela estava tão absorvida no camarada que ele próprio quase sentia se esquecido, achou graça até. — Não funciona assim, querida. – Brincou, arquejando. — Podemos fazer um trato para dividir a guarda dele, uma parte do dia nas minhas calças, outra nesta boca maravilhosa.

Sakura o chupou de onde alcançava com a boca até a cabeça, apertando os olhos com satisfação, e então os abriu, encarando-o com eles escuros de prazer, a boca vermelha em volta da ponta, um sorriso se formou e ela soltou-o da boca de vez, deixando-o balançar no ar e pulsar para cima, então respirou fundo, engolindo a saliva acumulada na boca e esfregando o nariz e lábios em seu mastro, acariciando as cochas dele com um olhar libidinoso.

— Fode a minha boca.

A mão dele institivamente foi ao seu cabelo, e apertou com maldade e força só para vê-la gemer.

— Abre essa boquinha, e se prepara, eu só vou parar quando encher de porra, entendeu? – Avisou, a voz tão rouca que mal saía.

Sakura beijo-o todo, e lambeu a cabeça, por fim, fazendo o que ele mandou quando apertou seu cabelo de novo. Sasuke sorriu maliciosamente, segurando o tronco do pênis e o esfregando na língua dela, respirando ao máximo para conter a excitação antes de iniciar a rodada que findaria da melhor maneira.

— Boquinha aberta. – Disse mais uma vez. — Boa, lambe com vontade, safada. Assim. – Sugou o ar entredentes, e afundou o pênis na boca dela, para calar aquele sorriso presunçoso, então o puxou de volta lentamente e molhado, para esfregar em seus lábios. — Quem diria que Sakura Haruno seria uma boqueteira tão foda, hm? Eu adoraria ter ensinado você a me chupar antes, aposto que iria me deixar vencer nossos pequenos “debates” só para poder me chupar como agora.

 — Hum, será? Ou talvez fosse o contrário, e você me deixasse te humilhar pra poder gozar na minha boca.

— Acho que estaria feliz dos dois jeitos. – Confessou. — Além da honra de estourar sua cereja.

Sakura riu um pouco, ele não deixou, estocando sua boca mais uma vez, puxou de volta, lentamente, ela chupou a ponta, e ele a fez fazer assim, enquanto tirava a camisa pela cabeça e largava no chão, então deu um olhar de apreciação longo, vendo-a chupar suas bolas e segurou-a firme pela nuca, apertando bem o couro cabeludo no tronco.

Tomando a rédea assim, fez o que ela havia pedido e fodeu seus lábios cada vez mais intensamente, puxando sua cabeça de encontro ao quadril e com a outra mão solta no ar, apertou o punho e deixou a cabeça cair para trás vez ou outra, com um bramido longo.

— Isso, que delícia de boca. – Sakura respondeu com um gemido afobado. — Porra, porra, porra, foda-se eu vou comer sua boceta e não passa de hoje, Sakura, quando eu gozar na porra da sua boca, quero que se vista e suba. Caralho, eu vou comer você hoje, e talvez pelo resto da semana.

Suas bolas formigaram, seu pau latejou insuportavelmente e Sasuke a segurou pelo pescoço e queixo, estocando-a até finalmente expulsar esperma dentro dela em jatos quentes, Sakura apertou os olhos que lacrimejavam ligeiramente, bebendo e chupando a ponta e ele rugiu e gemeu, sentindo todo o corpo amolecer muito rápido, mas seu pau se recusava a descansar tão logo, enquanto estava em contato com a boca dela.

— Pode tomar, é todo seu. Não desperdice nada, você fez muito por ele, não é? – Ciciou, empurrando suavemente enquanto ela o ordenhava com as duas mãos e sugava tudo o que encontrava pela frente.

Sasuke a puxou pelo braço, erguendo-a de supetão, agarrou seu pescoço mais uma vez, e apertou a testa contra a dela dando-lhe um olhar animalesco.

— Vai pra cima, vou traçar essa boceta agora.


Notas Finais


Link das tattoos
A das costas é o símbolo oficial das forças especiais Navy SEALS
http://i.imgur.com/fq6CApt.jpg
O esqueleto da rã com tridente (esse fica no braço esquerdo da Sakura) tmb tem haver com a história dos SEALs
http://i.imgur.com/cgsN6lR.jpg
E por fim, a tattoo "Killer Queen", eu procurei algo parecido com o q imaginei, mas não achei nadaaa, então essa vai ter q ficar pela imaginação de vcs ;-;
Bjos e até a próxima (aquela carinha)


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