História Kills - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Mulheres Assassinas, Revelaçoes
Exibições 3
Palavras 1.509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 2 - Último Dia Na Terra


Fanfic / Fanfiction Kills - Capítulo 2 - Último Dia Na Terra

KILLS

 

 Ainda não estávamos satisfeitas. Os 6 milhões de dólares faturados em Chicago não era suficiente para termos orgulho do nosso trabalho, afinal, o nosso objetivo não era o dinheiro, mas isso era uma algo bastante significativo. Quando chegamos no hotel já começamos a trabalhar. Brenda estava conferindo e monitorando a viajem de nossas armas até aqui em Las Vegas, e eu e as outras já procurando homens para serem nossas próximas vítimas.

 Era uma empolgação total estar em Las Vegas, no avião confesso que estava um pouco nervosa e com medo, mas a sensação de estar em um novo lugar era excepcional. Vico Sanchez Martinez, era um empresário de luxo que era dono de vários cassinos. Porém o seu perfil em sites de namoro mão era convincente, o homem era realmente bem frágil. Gostava de gatos e arte, mas também parecia o tipo de pessoa fácil de golpear.

 Eu, assim como Layla e Scarlett já estávamos arrumadas para a noite de encontros. Usava um vestido vermelho longo, simples mas encantava qualquer um só de olhar. Layla estava vestida com um macacão longo verde, que parecia mostrar uma mulher inteligente. Scarlett estava em um vestido azul como seus olhos, e os seus cabelos cor de fogo estavam bem destacados com aquele visual. Seguimos para os jantares, e cada uma seguiu o seu caminho.

 O transporte das armas era algo bem arriscado. Qualquer tipo de problema e todas nós íamos para a prisão. Sendo impossível ou não, desistir não era uma opção. E Brenda estava dando muito de si para conseguir que tudo daria certo. Quando cheguei em um dos cassinos de Vico, me deparei com 

o lindo jantar que estava me esperando. O cara fechou tudo só para um encontro comigo, confesso que me senti um pouco aflita de roubar dele, mas era o que tinha que ser feito. Impossível não se perguntar como um homem bonito daqueles não já havia arranjado ninguém. Ele era latino, seus cabelos castanhos brilhavam assim como seus olhos negros. Ele estava vestido em um terno elegante e qualquer uma que o via, poderia ficar louquinha assim como eu. Mas não iria estragar nada.

 Christopher Hakim Martella, era um baixinho qualquer, mas tinha muito dinheiro. Ele era dono do principal hotel de luxo em Las Vegas, ele era o homem com que Scarlett iria se encontrar. O cara não resistiu e marcou o jantar em seu próprio apartamento, mas aquele com certeza não era qualquer apartamento. Aquele lugar era duas vezes a minha casa inteira em Ohio.

 Me aproximei a mesa em que ele estava, e rapidamente se levantou e puxou a minha cadeira. Sentei-me sorrindo para agradecer o seu gesto.

 - Bom, conte-me mais sobre você. – Disse.

 - Como já deve ter visto em meu perfil, adoro gatos e sou amante de arte. – Ele respondeu.

 - Um homem como você não deve ter tão poucos interesses. – Argumentei.

 - Bom, eu não faço nada além de gerenciar meus cassinos e cuidar dos negócios da minha família. Conte-me sobre você.

 - Eu só sou uma advogada barata que acaba de se mudar para Las Vesgas e procuro um homem para me fazer companhia.

 - Acho que encontrou a pessoa certa. – Disse Vico, sorrindo.

As primeiras horas do encontro de Scarlett não poderiam ser piores. O homem não parava de falar sobre a vida dos animais e sobre o jogo de baseball que havia passado ontem. A carne estava seca e o arroz queimado, um purê de batata horrível que parecia água podre. Ela só se ocupava de digerir os poucos que comeu bebendo bastante vinho enquanto ele falava. E depois de muito beber, Scarlett realmente precisava ir ao banheiro.

 - Você me dá licença? – Disse Scarlett se levantando – Eu preciso ir ao banheiro. Onde fica?

 - É a segunda porta do corredor à direita. – Ele respondeu.

 Scarlett já havia tirado as impurezas de sua bexiga, e se atentou ao ver o armário caro que ficava no corredor. Ela olhou para os lados procurando por alguém. Não tinha ninguém lá. E levemente ela abriu a gaveta de cima. Vários documento estavam lá. E ela não esperou muito para ver o que estava naqueles papéis. Eram fotos dela. Fotos de todas nós. Ele não era dono daquele hotel, estava mais para um agente do F.B.I.

 Scarlett se assustou ao ler que naqueles documentos, estavam todas as coisas que já tínhamos feito, tudo sobre nós. Parecia que ele estava nos vigiando, nos seguindo a cada passo, ou era isso, ou ele era do F.B.I.

 Depois de ler um pouco de cada um daqueles papéis, ele apareceu. Já estava com uma roupa preta, com um capuz preto, parecia um ladrão.

 - Parece que você descobriu. – Silibou ele. – Você não passa de uma assassina de aluguel junto com aquelas suas amiguinhas, e logo isso vai acabar. Eu vou matar você e depois suas amigas, uma por uma. – Disse ele, com um sorriso assustador no rosto.

O Jantar com Vico não poderia ser mais perfeito, ele era um homem interessante, simpático e educado. Durante todo o jantar não pude me lembrar do que eu faria com ele mais tarde, realmente senti uma conexão especial com ele, e acho que ele também sentiu isso por mim. Ele não apenas gostava de gatos e arte, ele tinha alguns interesses como eu, ele também gostava de assistir “Pretty Little Liar” E outras séries que eu gosto, curtia o mesmo tipo de música que eu, e também tinha algumas comidas que nós dois adorávamos.

 Ele me levou até lá fora para se despedir. Perguntou meu número de celular (Eu dei claro).

 - Até mais. – Disse a ele.

 - Quando poderemos nos encontrar de novo? – Perguntou ele.

 - Em breve. – Respondi. Andando até o ponto de ônibus do outro lado da rua.

 Ele me puxou pelo braço antes que eu me afastara. Me agarrou pela cintura e delicadamente me beijou. Fiquei quieta por um tempo e fui embora. Aquele beijo me fez lembrar do que eu estava fazendo, uma coisa muito errada. Me recusei a dizer a mim mesma que estava apaixonada pelo homem que talvez teria que matar. Durante toda a viajem pensei sobre aqui. Por que? Por que eu estava apaixonada por ele? Foi aí que confessei a mim mesma que estava apaixonada por ele.

 Não havia ninguém no quarto. Scarlett e Layla ainda deveriam estar em seus encontros e Brenda estaria jantando. Deitei-me na cama, e esperei até dormir. Não demorou muito.

 Scarlett sempre se contou uma mulher fria. Mas a verdade era que ela nunca havia matado ninguém. E algum momento no passado fez com que ela se tornasse inimiga de qualquer homem, e só queria fazer mal a eles, porém matar nunca foi 

uma opção para ela. Christopher a manteve amarrada em um cadeira e jurou a matar calmamente.

 - Por que está fazendo isso? – Ela perguntou

 - Por que você, está fazendo isso? – Ele respondeu, fazendo outra pergunta.

 Ela se recusou a falar alguma coisa, e ele apreciou sem pressa por suas facas. Sendo perigosa ou não, Scarlett sempre estava preparada, ela sempre carregava um canivete em sua bolsa, porém, estava nervosa por sua bolsa estar em cima do sofá. Ele, afiava suas facas, e ela, tentava rapidamente retirar algumas pegas de seu vestido.

 Depois de um tempo ele estava fazendo a mesma coisa, pretendendo assustar Scarlett antes de acabar com ela. Mas os homens são tolos, e ela já havia se desamarrado de alguma forma com uma peça afiada de seu vestido.

 Scarlett se levantou rapidamente e retirou a faca das mãos de Christopher e correu até o centro da sala. Ele, pegou outra faca e foi atrás dela. A tal nunca havia brigado dessa forma em sua vida, e não fazia ideia do que fazer. Mas ela impediu que ele a matasse, e segurou suas mãos que estavam fortemente querendo esgana-la. Por que ele tinha tanta raiva dela e de suas amigas? Não havia tempo de se perguntar isso, ela retirou a faca das mãos dele, e enfiou em seu peito esquerdo. Christopher caia levemente ao chão e a faca rasgava mais seu peito.

 O que eu fiz? Se perguntou. Estava lá Scarlett, com suas mãos banhadas a sengue, e com uma faca em suas mãos. Ela não era a mais a mesma, ela tinha tirado a vida de alguém, uma pessoa que respirava que tinha pessoas que a amavam. Ela parou de pensar e foi até a pia da cozinha. Fez o que uma mulher deveria fazer. Limpou suas mãos e lavou a faca. Nada mais importava para ela do que deixar aquela faca limpa. Ela queria lavar aquilo para sempre, mas não poderia.

 Depois de lavar ela secou com um pano que estava na pia, pegou sua bolsa e foi embora sem olhar para o corpo que estava no chão, coberto de sangue. Scarlett não era mais uma mulher inocente. Quando as armas chegaram sem nenhuma complicação, Brenda nos disse que agora não havia mais nada o que fazer, se tivesse que usar, nos iriamos usar.


Notas Finais


Não perca o proxímo capítulo.


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