História Kindness in Courage - As Crônicas do Word Traveler - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Novo Mundo
Exibições 12
Palavras 1.429
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Poesias, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Me ensinem o que purderem é minha 1 vez então vou precisar da ajuda de todos kkk

Capítulo 1 - Um Primeiro Passo


Fanfic / Fanfiction Kindness in Courage - As Crônicas do Word Traveler - Capítulo 1 - Um Primeiro Passo

 

O Primeiro Mundo - Triste Humanidade...

Já não sabia o que fazer, estará sentado ali faz 2 horas e pensou consigo – Hoje foi um dia cansativo demais para mim, quero acabar com essa dor. E não era de se esperar o sofrimento de nosso ‘’herói’’ ora, naquele mesmo dia fora ameaçado de morte quase atropelado e talvez até mesmo chamuscado pelas brasas de sua tão amada matéria do diabo (há química de Chris não era pra lá das boas, muito menos o amor à matéria).

- A escola, aquele lugar insano de seres com medo, medo do fracasso e de seu futuro incerto. Eu sei, tenho certeza que é tudo culpa dela – Chris dizia isso para si, com tanta certeza, como se sua mente abortasse a mais pura verdade escondida, mas eram apenas palavras de um garoto assustado. Sentado na beirada da ponte Hull, na cidade de Hull* (nada criativo né, pra uma cidade com mais de 600 anos), o garoto olhava seu reflexo nas águas movimentadas com sua cor azulada reluzente por causa do sol ,mesmo sol de Inverno naquela tarde, deixava a água linda, parecia que o fundo do rio lhe chamava dizendo – Venha Chris, não há nada que esse mundo possa lhe proporcionar, que supere sua dor – ideia de suicídio naquele dia já não era algo estupido então ele voltou em seus pensamentos.

Não tão longe da ponte uma mesma situação de desespero ocorria, uma menina, uma simples menina na fase dos 14 anos se escondia nos arbustos da Grande Floresta de Corner Espirit. Nesse momento sua atua situação era ver de longe uma mulher com seu namorado dentro do carro fazerem inúmeras vezes cenas depravadas e insanas de sexo, isso porque realmente não haveria outro lugar a ir. Na floresta estará sendo caçada, mas não por algo comum, não sabia o que se tratava só sabia que precisava fugir, ao seu lado tinha seu irmão que em momento algum a abandonou, eles já parados e cansados de ver toda disposição e gemidos da mulher no carro, começaram a conversar sua fuga nos arbustos:

- Devíamos avisar esses dois, quem sabe eles não ajudassem na fuga. Disse Kahndi, com toda certeza que seu pensamento estivesse certo, mas contestou sua irmã: - Não faremos nada disso, como se esses adultos bobos que acham legal vir “transar” no meio do nada fossem de grande ajuda. – Mas Nathe, se não procurarmos ajuda, não sairemos daqui vivos, isso se continuar fugindo fosse viver – e continuo a falar – E você não acha que eu vi como olha para eles, você esta toda corada, seu rosto esta em chamas, esta supere citada ouvindo eles. Ele estava certo, sua irmã, por mais que fosse muito fofa, apresentava um comportamento tarado e obsessivo, seus olhos esverdeados e pulsantes, demostravam e não escondia total fascinação pelo o que acontecia dentro do carro, era de se espantar.

Kanhdi também estava afetado devido à circunstancias, até porque ele também é humano. Seus pensamentos eram tão intensos quanto os da sua irmã, mas ele se mantinha focado na situação, sabia que ambos ainda estavam sendo caçados por algo, o único problema é que não sabia “O que” os caçava. Isso o deixava frustrado, devido ao frio da floresta, em meio aos arbustos, sua respiração era lenta, ele precisava realmente ficar calmo e atento e pronto para qualquer coisa, para proteger aquilo de mais precioso para si, sua única irmã.

Nathe realmente não estava se importando com nada ao seu redor, como parecia, colocando toda sua confiança de segurança em seu irmão, ela observava e aprendia tudo que podia olhando (sinistramente) os dois adultos pelos arbustos da Grande e Assustadora floresta, foi quando algo estranho aconteceu, parecia uma daquelas cenas de Matrix que tudo parava, ou continuava lentamente, Nathe viu algo, ela viu uma luz vinda em sua direção, fascinada ela continuou observando essa luz misteriosa, essa luz se misturava com os flocos de neve daquela Tarde e vinha numa velocidade intensa (mesmo com o tempo parado por assim dizer)...

A garota levanta a mão na direção da grande Luz agora, mas ouve um grito – NATHE...NÃO!!! – seu irmão a puxa e ela se vira – BOOOM!!!.

Com a visão confusa pelo barulho ela olha ao redor, chamas, fogo para todo lado mesmo no clima Gelado de Hull, mas ela sente algo, algo horrível, por um momento olha para si achando estar machucada, só que não sofrera um arranhão, desesperada e ofegante grita seu irmão entre as brasas :

– KANHDIII ??! Cadê Você ??? Até ela se deparar com uma cena, que iria lhe deixar assustada pelo resto de sua curta vida humana. Seu irmão ferido na perna, machucado e segurando as lagrimas, enquanto um Homem escuro, um homem voltado de Trevas e escuridão, mesmo a noite caindo por volta das 17h30, o homem apresentava uma aura obscura de mais. Nathe não se importava, naquele momento ela sabia o que tinha que fazer. Sabia que salvar seu irmão era a coisa mais importante no momento, então encheu-se de coragem e :

- NÃOOO...NATHE escute, precisa fugir, precisa se esconder, vá corra, eu vou te achar, POR FAVOR NATHE CORRAAA!!!!

Triste com a ordem, mas incrivelmente não pensou duas vezes em obedece-la , sabia que seu irmão ia conseguir de alguma forma, sua fé era forte e que de qualquer modo ela estaria pronta para voltar por ele.

Então ela correu, correu muito sem olhar para trás, sua pele e bochechas se avermelhavam, por causas de suas incessantes lagrimas e dor, isso há atrapalhava a correr, mas em momento algum parou, até tropeçar numa raiz que habitava no chão fazia anos pelo que parecia...uma raiz até familiar em seus olhos (que fazia lembrar-se de sua própria mãe), como um boneco de testes ela caiu de rosto no chão (Nathe nunca foi das mais ajeitadas meninas do mundo), o impacto não a machucou muito, mas quando ela se ajoelhou para levantar, sentiu o calafrio e olhou para trás.

Lá estava ele(a), e não era só um apenas, eram 3 de cada lado, eles há olhavam, estranhamente, pareciam querer dizer algo, mas palavras não eram o que saia...Nathe percebeu que estava muito perto da ponte, ela pensou em fugir e desesperadamente sair dali e de alguma forma eles sentiram isso e não gostaram nem um pouco, soltaram um grito que ecoou por toda a floresta assustando os estranhos corvos que voavam por ali, ela sentiu isso e correu desesperada entre os galhos finalmente ouvindo o barulho dos carros na estrada. Continuo sem perder o folego e o foco, sua situação não era das melhores, dava pra ver os vultos passando, sem medo de se mostrar, eles não paravam de persegui- lá sem cessar, desviavam dos carros rápidos, pela grande ponte de metal, ela sabia que não podia desistir, se não tudo o que seu irmão fez até agora seria em vão. Por um segundo ela perdeu uma das criaturas, e as outras duas sumiram, logo ali na frente dava pra ver nosso “herói”, assustado e tentando entender a situação, exatamente no meio da ponte.

Chris tentava compreender, o que aquela garota estava fazendo no meio da pista, era como se ele não conseguisse ver as estranhas criaturas de trevas atrás dela, parou para pensar no que faria :

- Será que eu deveria ir ate ela? Perguntar se esta tudo bem, se ela esta perdida ou algo assim??! . Acho melhor não, o que eu estou falando, há poucos minutos estava pensando em me suicidar e agora misteriosamente penso em tomar coragem pra falar com uma garota bonita sinceramente eu deveria só pular daqui e poupar meus últimos esforços de pena. – Então uma luz no alto da ponte se fixou, Nathe não pensou duas vezes em olhar para cima, já havia aprendido a lição, mas Chris por algum motivo olhava fixamente para há linda Menina Na Ponte, então aconteceu...Uma incrível explosão tomou conta do grande Céu nublado e pela Primeira VEZ a grande ponte de HULL balançou como se fosse se abrir ao meio, nesse curto período tudo parou e Chris viu a menina cair, na direção da fria aguá mortífera...E mais uma  vez o tempo parou : 

- O que eu faço? Socorro por favor, algum herói qualquer um, salve a menina. Eu não consigo me mexer...

“ É nesses curtos momentos, onde verdadeiras decisões, de um herói com ou sem capa pode fazer onde um único ato impensável de bravura, pode fazer perder ou resgatar uma vida...Mudando completamente o rumo de historias onde a dor sempre Prevalece “

Fim ...Ou não também.


Notas Finais


Qualquer Duvida ire iresponder até mesmo em qualquer rede social


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