História Kingdom Of Joker - Capítulo 22


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina)
Tags Batman, Esquadrão Suicida, Joker, Mad Love
Exibições 82
Palavras 1.583
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


A fic já está chegando ao fim, vão ser 30 caps, não esqueçam de curtir a página da terceira temporada (link nas notas)
Queria muito agradecer pelas 100 curtidas no (Property of Joker) e pelas 50 curtidas aqui, vocês são incríveis.

Capítulo 22 - Fim de Jogo Parte 1 : Eu sou a noite


Fanfic / Fanfiction Kingdom Of Joker - Capítulo 22 - Fim de Jogo Parte 1 : Eu sou a noite

Venha, pequeno soldado, você parece tão cansado
Você quase caiu da cadeira
Desligue a televisão, recolha seus brinquedos
E eu apostarei corrida com você até o final da escada
Aconchegue-se e eu apagarei a luz
E nós vamos olhar para o homem na lua
Eu contarei uma história sobre Gotham City
Se você prometer que não vai crescer tão rápido
É hora de dormir, meu menininho
Deite sua cabeça
Meu pai me contou histórias, quando eu era um menino
Sobre castelos, reis e cavaleiros
Eu sei que você está sentindo saudade da mamãe esta noite
Você é a luz do sol no dia dela
Mas, às vezes, as coisas não funcionam na vida
Os adultos são engraçados por esse lado

 

♦️ Gotham City ♦️ 

Bruce Wayne-Batman

Encare-o de volta. Encare-o e diga a si mesmo que você é mais que um homem. Que é melhor que isto. Você não tem 32 anos e não está preso em uma cadeira. Envenenado. Paralisado...Ele é só mais um criminoso, e este é só mais um caso. Você sabe disso. Então, enxergue. Sem telas ópticas, sem o capuz. Encare-o. Você consegue sentir as pupilas se contraindo por causa do ódio, mas lute contra isso. Não demonstre nada, mesmo agora. Mesmo agora que o sorriso sádico se abre...

Você é maior do que o sente. Maior que seu corpo. Seu coração...Seus olhos. Você é o Batman. E vai detê-lo. Como sempre faz. Você vai acabar com isso tudo...de alguma forma. 

Abro os olhos assustado e suado. Olho para o lado, e vejo meus braços presos na cadeira. Alfred, limpava meus ferimentos do meu último confronto com o Príncipe Palhaço do Crime

-Que bom que acordou, Patrão Bruce. Dormiu por 48 horas-Alfred solta os meus braços e percebo que estou na batcaverna.

-Eu preciso ir atrás deles-solto o restante das cordas e caminho para frente do grande computador a minha frente-preciso achar a localização do Coringa.

-O senhor está muito fraco-Alfred tenta levar-me a cadeira-se você for travar uma luta nesse estado, pode acabar morrendo.

-O vírus do riso de Coringa está alastrado em toda Gotham City. Pessoas estão morrendo de rir, com sorrisos em seus rostos-pego a roupa de Batman e começo a vestir-eu tenho um compromisso com essa cidade, não posso falhar com ela.

-Ela é podre. Ele está danificado. Eles são um casal feito no inferno. Você não pode ajudar pessoas que não querem a sua ajuda.

-Eu preciso, essa noite. Agora que Waller contatou Magia para matar a Dr.Harleen Quinzel, o Coringa está distraído e não vai sair do lado dela. É o momento para atacar.

-Eu salvei a sua vida, várias vezes. Eu cuidei de você e curei suas feridas. Todas as noites que você chegava caído sangrando em seu batmóvel, eu cuidei de você. Eu sacrifiquei tudo por você, Patrão Bruce. E agora vai colocar sua vida em risco?

-Essa vida, esse fardo de ser o vigilante de Gotham City, não é para sempre-coloco as mãos no ombro de Alfred-sabemos que não é para sempre.

-Se tem uma parte de você, que me ama, o homem que cuidou de você como o meu filho, você não vai sair por aquela porta.

-Guarde uma garrafa de bourbon para mim-caminho em direção a porta-vamos precisa disso quando eu voltar.

(...)

Vago com meu batmóvel pelas ruas enquanto procuro a localização de Coringa. Olho para a janela e posso ver as pessoas caídas no chão, mortas, rindo. Consigo ouvir os sussurros. Está começando de novo. A cidade inteira está rindo desta vez. Eles dizem que parece o fim. O fim de tudo. Sinto isso também.

Eu costumava ser um monte de coisas...eu ainda me lembro onde tudo começou, começou comigo tentando ajudar as pessoas. O objetivo era mostrar o que os outros não viam. Era o que eu mais amava. Era como decifrar uma charada que já tinha resposta, mas que todo mundo acabava achando que você tinha resolvido. E eu fiz isso, várias vezes.

Agora minhas mão tremem demais ao ver mulheres e crianças caídas no chão rindo até morrer. E eu não consigo manter o foco na localização de Coringa. Mas talvez seja melhor assim. Não posso me envolver com mais problemas. E alguns problemas não me encontram mais. Simplesmente não escute, Bruce. Talvez assim, as risadas vão embora. 

Uma jovem de cabelos castanhos enrolados no ombro corre em minha direção. Olho para a barriga da mesma e vejo um grande corte em sua barriga. Abro a porta e ela cai lá dentro. Seu sangue manchava completamente toda a sua camisa, entrego a ela material para curativo que estava guardado no batmóvel.

-Quem é você?-falo com a voz computadorizada, assim que percebo que a jovem tinha recuperado a consciência.

-Eu sou a Rayna-ela tosse sangue-eu sou a Rayna Cruz.

Flashback on

Corro com ela em direção ao carro. Olho para trás e posso ver os soldados da liga das sombras correndo em nossa direção. Pego a mesma no colo e corro até o carro mais próximo. A porta estava trancada então quebramos o vidro e entramos. Vejo os cortes que tinham se formado em meu braço e prendo-os com a camisa.

-Não temos tempo-falo enquanto tento ligar o carro-eles vão apagar a sua memória.

-Não, eu não vou te esquecer-Rayna segura a minha mão contra o seu peito-eu te amo.

-Lembre-se que você a primeira garota com quem eu dancei. Lembre-se que eu era apaixonado por você no primeiro, no segundo e no terceiro ano-passo as mão nas lágrimas que escorriam no rosto de Rayna-Lembre-se que você salvou a minha vida.

-Você também salvou a minha vida-Rayna começa a chorar.

-Só lembre...Lembre-se que eu te amo-no mesmo instante soldados da liga das sombras puxam Rayna bruscamente para fora do carro.

Flashback off

Rayna Cruz, a jovem ao meu lado tinha sido a minha primeira na namorada no ensino médio. Ela era membra da liga das sombras, e ela traiu a mesma para me salvar. Eles me apagaram da memória dela, a parte de Bruce Wayne que ela conhecia.

Dirijo em direção ao prédio das empresas Wayne. A fumaça do gás do riso sai do topo do prédio, estavam usando um antigo protótipo de um antigo reator nuclear, que fora descartado por ser considerado altamente perigoso. 

-Por que estamos indo para as empresas Wayne?-Rayna abre a janela do batmóvel deixando a fumaça quase entrar.

-O Coringa, está no topo do prédio causando esse estrago nas ruas.

O batmóvel finalmente chega em frete as empresas e saio do carro com Rayna. Os vidros do prédio estavam completamente quebrados e todas as portas estavam abertas. Assim que entramos era possível ouvir a risada de Coringa percorrer todo o local. 

Pego uma granada e jogo dentro do prédio, a explosão solta uma grande fumaça deixando todo o local escuro. A chuva lá fora cada vez mais ficava forte.

Entrego uma arma para Rayna e ela guarda a mesma na calça. Subimos as escadas e vemos que a última sala do prédio estava acesa. Taco uma granada na mesma e entramos. Coringa cai no chão enquanto ria enlouquecidamente. Coringa se levanta e dá um tiro em minha perna, caio no chão e ele puxa Rayna para perto dele.

-Eu não tenho medo de valentões-Rayna fala assim que ele segura seu rosto.

-Você me faz lembrar da minha mãe-Ele segura a mesma e coloca uma faca em seu rosto. Rayna olha-me assustada enquanto eu tento bolar uma plano de fuga-eu odiava minha mãe. Você deve ser a nova namorada do Batsy. E você é bonita.

Coringa passa a faca no rosto de Rayna que deixa uma lágrima cair.

-Parece nervosa. São as cicatrizes?-ele aponta a faca para as cicatrizes-quer saber a origem delas?-ela tenta se afastar, mas ele segura o seu rosto com força-Venha cá. Olha para mim. Eu tinha esposa. Ela era tão bonita quanto você. Ela dizia que eu me preocupava demais...dizia que eu devia sorrir mais. Ela jogava e se envolveu com agiotas até o pescoço. Um dia, retalharam o rosto dela-ele finge que ia cravar a faca nela-não tínhamos grana para a cirurgia. Ela não aguentou. Eu só queria vê-la sorrir novamente. Queria que ela soubesse que eu não ligava para as cicatrizes. Então, eu cravei uma faca em minha boca e fiz isso comigo-ele aponta para as cicatrizes em seu rosto-e sabe de uma coisa? Ela não aguentou me ver assim. E ela foi embora...Agora eu vejo o lado irônico, eu estou sempre sorrindo.

Rayna dá um chute em sua barriga e ele se afasta gargalhando.

-Você é uma garota agressiva. Eu adoro isso.

-Então você vai me adorar-dou um soco no rosto de Coringa e o mesmo vai ao chão.

Coringa corre e segura Rayna em frente a janela com uma arma apontada para a sua cabeça.

-Largue ela e largue a arma-falo com a voz grossa do modulador.

-Escolha infeliz de palavras.

 Coringa solta Rayna, e a mesma cai da janela em direção ao chão. Corro até a janela e pulo da mesma para alcançar Rayna. Consigo segurar a mesma, abraço ela assim que vejo que estamos próximos do chão. Rayna cai em cima de mim com o rosto todo cortado. 

Ela se levanta e tiro os cacos de vidro do cabelo. Assim que me levanto vejo que ela está com a sua arma, a arma que eu dei para ela, apontada para a minha cabeça.

-Rayna...-antes que eu termine ela me interrompe.

-Não é nada pessoal-ela engatilha a arma-são só negócios-então BOOM...

 

 

 

 

 


Notas Finais




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