História Kingdom Of Joker - Capítulo 23


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina)
Tags Batman, Esquadrão Suicida, Joker, Mad Love
Exibições 78
Palavras 1.318
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Fim de Jogo Parte 2 : Dama nas trevas


Fanfic / Fanfiction Kingdom Of Joker - Capítulo 23 - Fim de Jogo Parte 2 : Dama nas trevas

Eu quero enganá-los como se faz no Texas
Dobrá-los, deixarem me bater, vamos lá, querido, fique comigo (eu amo isso!)
Amor e sorte, jogue a carta de espadas para começar
E quando ficar encurralado, eu conquisto o coração dele
Eu quero sair com ele, seremos um casal durão
Um joguinho é divertido quando você está comigo (eu amo isso!)
Roleta Russa não é a mesma coisa sem uma arma
E, querido, quando é amor se não houver dor, não é divertido, divertido

 

♦️ Gotham City ♦️ 

Bruce Wayne-Batman

Quando abro os olhos toda a sala está rodando. Olho para o lado e posso ver Rayna com uma jaqueta de couro sentada ao meu lado. Ela segura um cigarro em sua mão direita e uma arma na mão esquerda. Ela se levanta e coloca a cadeira de frente para mim.

-Por que Rayna?-levanto a cabeça com dificuldade e foco em seus olhos.

-Vou te contar uma história-ela acende o cigarro e coloca na boca, depois solta a fumaça em minha face-Numa viagem a Esparta, Páris encontra a princesa Helena, que está casada com Menelau, irmão de Agamenon, filhos de Atreu, rei de Micenas. Após nove dias entretendo Páris, Menelau, no décimo, parte para Creta, para os rituais fúnebres de Catreu, seu avô materno-ela da outra tragada enquanto a fumaça se mistura no ar-Helena e Páris fogem para Troia, abandonando Hermíone, então com nove anos de idade.

-Qual a utilidade disso?-solto um grito abafado pela mordaça em minha boca.

-Shh, sua mãe não te ensionou que é feio atrapalhar as histórias que uma moça bonita conta?-ela pega uma garrafa de bourbon no chão e a vira na boca- onde eu estava?-ela parece pensar-ah sim, Helena e Páris. Menelau, Agamenon, e outros reis juntam-se numa guerra contra Troia. Em princípio para resgatar Helena e vingar Menelau, mas na realidade com interesses econômicos também. A guerra dura dez anos. Heitor e Aquiles morrem. Um dia, os troianos percebem que o acampamento de seus inimigos está vazio, e imaginam que finalmente abandonaram a guerra-ela estende a garrafa para mim, mas eu permaneço em silêncio-Encontram por ali um enorme cavalo de madeira que acreditam ser um presente, e o carregam para dentro de suas muralhas. Porém, tudo não passava de uma armadilha criada por Odisseu para conseguir invadir o território inimigo, assim de noite, quando os troiano estavam dormindo, os soldados começam a sair de dentro do cavalo e a atacar a cidade, agora indefesa. A guerra é vencida pelos gregos-ela solta uma gargalhada-A guerra é vencida pelos gregos, meu amor.

-Vocês são os gregos-eu finalmente tinha entendido a piada por trás daquela história, que inicialmente não fazia sentido.

-Essa é a graça da piada-ela joga a garrafa no chão-o cavalo de tróia está em suas terras e você nem percebeu. 

Ela liga a televisão e mostra a mansão Wayne pegando fogo. A notícia no noticiário informava que uma bomba tinha sido enviada pelo correio. Sinto um aperto no coração ao pensar em todos que estavam na mansão naquele momento. A repórter dizia que havia sobreviventes, mas não dizia quantos.

-Eu te amei. Você partiu o meu coração...e agora eu vou partir o seu. É bem possível sua querida Selina-ela dá um sorriso irônico-possa estar morta.

-Eu...deixei essa pessoa entrar-engulo em seco-eu a deixe entrar. E eu não deixo as pessoas entrarem. Você não precisava dela e mesmo assim tirou ela de mim.

-Entenda, Batman. Não é nada pessoal, sabe-ela olha para o chão-é um favor para um amigo.

-O que o Coringa te prometeu?-grito e ela olha-me assustada.

-Ele prometeu que se eu entregasse para ele a espada com a pedra da fênix, ele iria conseguir a minha liberdade e Waller nunca mair iria me perseguir. Eu não tenho muito tempo, eu estou morrendo.

-Como assim, morrendo?

-Eu era vampira e Amanda Waller me forçou a beber a cura para voltar a ser humana. A cura está cobrando os anos que eu vivi. E o Joker pode me ajudar a não morrer.

-Mas você não se sente viva?-tento manter Rayna distraída enquanto me solto das cordas.

-Eu sinto como se estivesse desaparecendo.

-Se pensa que Joker vai te ajudar, está enganada. Você é apenas uma piada para ele. Viva o resto de tempo que tem com a sua família.

-Minha família?-ela sorri, mas não de felicidade, e sim, de tristeza-fui abandonada aos quatro anos pelo meu pai, aos 17 tive minha mente apagada, a liga apagou as minhas memórias, e aos 27 eu morri e me tornei vampira. Minha família nunca foi atrás de mim. Mas sabe, Joker e sua família pode brigar como cães, mas no final, um morreria pelo outro. Ao menos sabem o que é uma família.

Somos tirados da nossa conversa assim que um salto de uma bota com salto batendo contra o chão se aproxima de nós. Levanto os olhos devagar e vejo as botas e o taco de Harley Quinn. Ela gira o mesmo e coloca no ombro, ela faz um bola com o chiclete e anda até nós.

-Uau-ela olha de cima a baixo Rayna-que cheirinho-Harley finge cheirar como um cachorro-de vadia. 

Harley Quinn pega a espada com a pedra da fênix e caminha lentamente até Rayna.

-Eu vou te dar uma morte digna e piedosa-ela encrava a espada no peito de Rayna-não é nada pessoal, Ray. Só estou diminuindo o número de pessoas que querem me matar-olho para espada, e vejo a alma de Rayna se levada para a mesma.

Seu corpo sem vida cai no chão. Sua alma estava presa naquela pedra. A pedra da fênix criava infernos pessoais para você pagar por todo mal que fez. Eu tenho pena de Rayna, não quero imaginar pelo o que ela está passando.

-Tudo bem, Batsy?-Harley solta uma risada e caminha em minha direção-que tal um joguinho de roleta russa?

Harley pega sua arma escrita "Hate, Love" Ela tira todas as balas e deixa apenas uma. Ela aplica um sedativo em mim, para que eu não fuja e desamarra as minhas mãos.

-Você primeiro-ela estende a arma para mim.

Pego a arma e engatilho a mesma, ela sorria para mim da forma mais sádica possível. Pego a arma e aponto para a minha cabeça. 

Click...

Nada acontece. Estendo a arma e Harley pega a mesma e coloca em sua boca.

Click...

Pego a arma e atiro no meu pé, mas nada acontece. 

Harley pega a mesma e aponta para o seu braço. Apenas o som do vazio estava no ar.

Aponto a arma para o meu braço, e felizmente nada acontece.

Harley pega a arma e aponta para a porta e de repente. BOOM...

-Eu sei que é trapaça-Harley gargalha-mas eu não ligo se é errado.

Os capangas de Harley entram na sala e me levam para o pátio em frente ao prédio. Harley desce correndo as escadas em nossa direção. Os capangas me ajoelham no chão e Harley pega sua arma.

-Olhe para as flores, Batsy. Apenas olhe para as flores-Harley atira em minhas costelas-eu não ia te matar bobinho, só te fazer sentir, muita, muita dor mesmo.

Olhamos para o céu escuro e vemos aviões de Amanda Waller descendo sobre nós. Vários capangas de Waller descem do avião tirando em nós. Harley pega o seu taco e começa a acertar todos que vinham em sua direção. Um segundo avião chega com o esquadrão suicida. 

-Que saudade, Floyd-Harley pega seu taco e corre em direção ao Pistoleiro.

Solto-me das cordas e começo a atacar o esquadrão em minha frente. Um barulho alto se dissolve no ar. Olho para o céu e vejo mais um avião, mas não tinha mais ninguém para chegar.

A medida que o avião chegava a risada sádica ficava mais forte e os barulhos de tiros mais altos. Todos nós já sabíamos quem era...

E foi ai que eu finalmente entendi. Eu estava nas trevas, só trevas. Eu me tornei as trevas.

 


Notas Finais




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