História Kingdom Of Joker - Capítulo 28


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina)
Tags Batman, Esquadrão Suicida, Joker, Mad Love
Exibições 55
Palavras 1.758
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - Mal Eterno Parte 2 : Uma Eternidade na Miséria


Fanfic / Fanfiction Kingdom Of Joker - Capítulo 28 - Mal Eterno Parte 2 : Uma Eternidade na Miséria

Venha para cá
Desgrude
Não é fácil
Ver todos vocês
Cuidem-se
A ajuda está a caminho
Bem, não há nada a perder, então agora
Eu tenho algo a dizer
Talvez possamos todos reconhecer um momento de silêncio
Talvez possamos, finalmente, chegar a um acordo sobre um mesmo ponto de vista
A muito tempo atrás nós acreditávamos
E estávamos unidos
Então a última coisa nesse mundo
Que eu estava pronto para dizer era
Adeus!

 

♦️ Gotham City ♦️ 

June Moone

Depois do incidente no avião, Joker tinha mandado seus capangas atrás de mim. Os mesmos me sequestram e levaram para um Arsenal escondido em Gotham City. Sou levada para dentro e sou presa em uma pequena sala escura. Joker me prende em uma cadeira com pulseiras ante magia. Uma mulher chamada Alex entra com seus capangas e a verdadeira Sybil. Joker pega um amuleto de magia negra e o estende para mim. 

-Você vai trazer a Harley de volta-Johny Frost chega com uma maleta e a entrega a Joker-se não eu destruo isso-Joker pega o meu coração e o aperta.

-Harley é minha melhor amiga. É claro que eu vou ajudar-Os capangas de Coringa soltam os meus braços e eu falo para que Magia fique ativa-Magia-sussurro.

Magia

Duas macas trazem o corpo de Harley e Rayna. Pego o amuleto de magia negra e abro o mesmo. Apago todas as luzes da sala e deixo apenas três velas iluminando a sala. Coloco as mãos no coração das duas, mas sobre o peito de cada uma, coloco a pedra da fênix para que o ritual estivesse completo.

O feitiço de ressurreição era um encantamento que combina as forças mágicas poderosas dos Espíritos, da escuridão e da Expressão, a fim de ressuscitar uma pessoa. Os requisitos necessários para o feitiço eram, Expressão, espíritos ou magia negra.

-Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Raverus Em animum-falo enquanto coloco toda a magia do meu corpo na pedra para traze-las de volta a vida-Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Raverus Em animum.

-June, Magia-olho para Alex-o seu nariz está sangrando.

-Talvez fosse melhor ela parar-Johny Frost fala e se aproxima de Joker. Joker acerta um soco no rosto do mesmo, e o capanga vai ao chão.

-Eu consigo-falo limpando o sangue que sai do meu nariz-ela é tudo o que a June tem. Eu preciso fazer isso.

-Ela vai conseguir-Joker força minhas mãos contra a pedra-você não vai deixar Harley morrer.

-Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Raverus Em animum-falo com toda a força que consigo.

Eu sei que às vezes é ver para crer. Mas às vezes o que existe de mais real é o que não podemos ver.

Harley Quinn

-Você ganhou alguns quilos, não é mesmo Harley?- É uma pergunta normal, depois de tudo por que passei, mas fico tensa, com medo de que ele possa ver o que se passa dentro da minha cabeça. -No que está pensando?

-Penso muito sobre isso: me matar. Sempre pensei, desde que eu era uma criança. Um monte de vezes já achei que o mundo seria um lugar muito melhor sem mim nele. Mas não faço isso. Existe muita gente pior que eu nesse mundo, e se eles não merecem morrer, eu, definitivamente, também não mereço.

- Do que tanto tem medo?

- De morrer. Não é que eu tenha medo de morrer. É que eu não quero estar lá na hora que isso acontecer.- Faço uma piada que parece desagradar o Batsy

- Morrer é simples. Tudo para e você está morto. O difícil é quando as pessoas ao seu redor morrem. Porque você continua vivo sabendo que elas se foram, e que você continua aqui. Você devia ter medo é de viver, sabendo que não fez tudo que podia para mantê-los aqui. Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível. A vida raramente te dá momentos como esse, e é um pecado não aproveitá-los.

Batsy segura o meu rosto e faz com que eu olhe dentro de seus olhos.

-Você não pode morrer Harley, ainda não. Eles estão tentando te trazer de volta.

Caminho pela sala escura procurando a primeira saída que tivesse ali. Mas estava tudo completamente escuro, a não ser pela pequena janela que vinha do fundo da cela, a o meu lado Lucy estava dormindo enrolada em um pano. Minha perna tem um buraco de bala feito por um policial. Essa não é a melhor prisão do mundo. Então a voz distante começa a falar me fazendo arrepiar por completo. 

-Você não esquece o rosto da pessoa que representou sua última esperança. Não tenho permissão para apostar, mas se pudesse, apostaria em você.- a voz se aproxima cada vez mais de mim me deixando com medo, não tinha saída. -Esperança é a única coisa mais forte que o medo. Um pouco de esperança é eficaz, muita esperança é perigoso. Faíscas são boas enquanto são contidas. 

Caminho até a máquina de lavar e escolho o modo de lavar a roupa, "normal." Seguro meu pequeno filho que não sobreviveu o suficiente para nascer, está no meu colo com um macacão vermelho sangue. Ando com ele em meus braços balançando e brincando com o mesmo. A música em tom de ópera começa a tocar no fundo. 

Sorrio para porta ao ver meu Puddin entrando. Ele não estava com seu cabelo verde e sua cor pálida, ele está com seu cabelo castanho e um terno preto. Ele caminha até minha direção me dando um beijo lento e com carinho, sorrimos durante o beijo. Na cadeirinha de bebê ao lado Lucy estava rindo toda feliz. Joker caminha até ela brincando e beija sua mão. 

Escuto altas gargalhadas no corredor e vou ver o que estava acontecendo. Vejo Batman e Robin segurando meu Pudim por sua camisa, ele estava todo machucado. Coringa e jogado no chão, corro em sua direção com os olhos completamente marejados e Batman me olha confuso. Os guardas puxam Coringa até sua cela, ele tenta segurar em minha mão, mas os guardas o puxam com mais força. 

-NÃO...- grito ainda caída no chão chorando descontroladamente enquanto vejo meu querido Pudinzinho ser levado para cela.

-Vamos moça, eu te ajudo- Batman tenta me levantar, mas eu o empurro fazendo todos ali me olharem confusos. 

-Fique longe de mim. Você não é melhor ou mais normal que ele. -Levanto-me do chão ajeitando minha roupa- Você é somente um louco que esconde toda sua tristeza em baixo dessa máscara.

Magia

-Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Raverus Em animum.

Joker me puxa pelo cabelo e paro de fazer o feitiço. Caio no chão, eu estava canalizando toda a minha magia para esse feitiço.

-Por que não está funcionando?-Joker aponta sua arma para mim.

-Porque ela não está pronta para voltar. Talvez nunca volte-ele engatilha a arma-ela vai precisar se humilhar para conseguir voltar. E eu não sei se a Harley é capaz disso.

Harley Quinn

Quando abro os olhos estou em uma guerra. Os tiros ficavam mais altos a cada segundo, a fumaça e o fogo se misturavam com a pólvora. Levanto com dificuldade e vejo um corte em minha perna. Olho para o lado e vejo minha mãe no chão, presa. Em cima dela tinha uma caroça.

-Harleen, Harleen pode se mexer?-minha mãe tenta se mexer-por favor, por favor, tem que me ajudar.

-Por que? isso não é real-Caminho em direção a ela. Levo um tiro na perna e um grito trava ao sentir a dor.

-A dor é real. O sentimento é real-ela fala com lágrimas nos olhos.

Escuto mais tiros e começa a gargalhar da forma mais insana possível.

-Está adorando isso, não é? eu vou morrer sabendo que a minha própria filha me odeia. 

-Isso mesmo. Ela odeia-falo com raiva e me aproximo dela.

-Por que? -ela fala enquanto chora.

-Porque você tentou tirar o Jack de mim-a caroça afunda mais sobre o corpo de minha mãe.

-Por que não me ajuda?-ela começa a gritar e chorar de dor-por favor.

Corro até ela e uso toda a minha força para conseguir tirar de cima dela aquela caroça pesada.

-Porque você me tirou a única coisa que me fazia feliz. Porque você não teve forças para deixar o seu marido. Porque você ficou doente e nós deixou-começo a levantar a caroça-Porque você fingiu morrer. Porque você nunca voltou.  Eu te odeio-falo gritando-porque você poderia ter voltado muitas vezes, mas nunca voltou. Te perdi a primeira vez quando o papai mandou você ir embora para se tratar, e ai trouxemos de volta e outra vez eu perdi você para a sua nova família. E agora-tento conter as lágrimas-eu perco você para a morte. Três vezes eu perdi você. Três vezes eu tive a chance dizer tudo o que eu queria dizer para você e três vezes eu desperdicei.

-Ah Harleen-sua voz é fraca e doce-minha menina, ainda há tempo-ela acaricia o meu rosto-diga, diga o que você quer dizer.

-Escuta mãe-sento ao seu lado e seguro sua mão enquanto as lágrimas saiam dos meu olhos-eu sinto tanto, eu sinto muito-falo travando enquanto choro-me dá uma chance, de acertar as coisas. Me dá um chance, de deixar você me amar.  Tudo bem? 

Olho para ela e as lágrimas escorrem por meu rosto. Seu corpo estava frio e quieto. Ela tinha morrido.

-Mãe, não, NÃO, NÃO-abraço seu corpo, meus sentimentos estavam confusos. Estava chorando e gritando ao mesmo tempo-NÃO, NÃO.

-Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Ravenus Em animum. Phasmatos Raverus Em animum-abro os olhos e vejo Magia falando e havia uma pedra vermelha em meu peito.

Olho todo o local e vejo que estamos em uma sala escura.

-Não-falo desesperada-NÃO. Não, a gente ainda não acabou-levanto-me e vejo Joker caminhar até mim-eu preciso dela de volta. Preciso dela de volta.

-Calma, calma-Joker passa as mãos no meu rosto.-Harley, você está segura. Sou eu.

-Não-fico em pé-só mais uma vez. Me manda de volta, eu sei o que fazer agora.

-Harley, não é real-Alex fala conforme se aproxima de mim.

-Eu sei que não é real. NADA DISSO É-sufoco Alex e a mesma cai no chão.

-Harley, NÃO-grita Johny Johny. Pego uma faca e encravo no seu peito.

-HARLEY-Joker grita e dou com a cadeira de ferro em seu rosto, fazendo com que ele desmaie.

-Harley, Harley-June fala enquanto eu a enforco.

-Eu quero voltar-olho ao redor e vejo todos caídos no chão-por que eu ainda estou aqui? Isso não é real-olho para todos sangrando-isso é real.

 

 

 

 

 


Notas Finais




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