História Kisame e Meyrumi: Um Pecado Chamado Amor - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hidan, Kisame Hoshigaki, Obito Uchiha (Tobi), Pain
Tags Drikinhag, Hentai, Hoshigaki, Kisame
Exibições 29
Palavras 6.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Kisame e Meyrumi: Um Pecado Chamado Amor - Capítulo 4 - Capítulo 4

 

A cama era exageradamente grande, o colchão extremamente macio, os travesseiros aconchegantes, os lençóis macios e sedosos exalavam cheiro de limpeza. Meyrumi teve uma excelente noite de sono. Porém, ao acordar, lembrou-se que estava no quarto de Yahiko, e rapidamente travou o corpo em estado de alerta. Ficou parada, sem mover um único músculo, parecia analisar a situação antes de fazer qualquer movimento, mas segundos depois notou que não estava sentindo o corpo de Yahiko contra o seu.

Levantou as costas as apoiando na cabeceira da cama, e ficou surpresa em ver a cama vazia, logo suspirou aliviada. Olhou para o próprio corpo, e como um milagre, além de não sentir dor, não havia mais nenhum hematoma.

- Não precisa agradecer.

Meyrumi reconheceu aquela voz, e isso fez seu corpo novamente entrar em estado de alerta. Olhou para o lado, e viu Kaimisha sentada em uma poltrona.

- Kaimisha!?

- Ohayo Mey Chan. - Sorriu de forma amigável.

- Ohayo. Eu acho... - E voltou a olhar para o próprio o corpo livre das dores e hematomas. - Por acaso foi você que me curou?

- Sim. Pain Sama veio me pedir que eu desse um jeito em você. Confesso que fiquei na dúvida se ele se referia para que eu cuidasse de seus hematomas, ou se eu devia te eliminar. Mas prefiro acreditar que ele se referia aos hematomas.

- Sorte a minha... - Disse Meyrumi perplexa com a naturalidade que aquelas palavras saiam da boca da garota. - De qualquer maneira, obrigada por me ajudar.

- Não agradeça, eu apenas sigo ordens. - A garota deu de ombros, porém um sorriso maldoso surgiu em seus lábios. - Que engraçado...

- O quê?

- Ontem você concluiu que eu mantenho um triângulo amoro, sendo que na verdade é você que mantém tal tipo de relação.

- Não é nada disso que você está pensando!!

- Ah não? Pois pelo que eu sei, você namora aquele espadachim do cabelo azul, mas nesse exato momento estou te vendo nua na cama de Pain Sama. Em fim, pouco me importa seus motivos.

- Ele me obrigou! - Exclamou Meyrumi.

- Te... Obrigou!? Oun!! Tadinha! A Capitã Oinin não sabe se defender. - Debochou Kaimisha.

- Já amou alguém Kaimisha?

A jovem de pele bronzeada apenas arqueou a sobrancelha.

- Acredito que você ainda não tenha amado uma pessoa. Pois bem, deixe-me te esclarecer algo. Um dia seu coração vai escolher alguém, e você será capaz de tudo por esse alguém. Você fará loucuras apenas para ver essa pessoa feliz, para ver essa pessoa bem, para ver essa pessoa sorrir, para ver essa pessoa segura. Resumindo, ou eu faria isso, ou ele matava o Kisame. Diga-me o que você faria se tivesse em meu lugar? - Meyrumi.

- Pra começar eu não namoraria um mero espadachim de névoa. Hahahaha!! Sorte a minha que o Hidan é imortal! Em fim, meu trabalho está feito por aqui.

Kaimisha se levantou da poltrona, se dirigiu até a porta, mas antes de sair...

- Meyrumi. Se quer um conselho realmente útil... Não ame pessoas, ame o poder. Mas se ainda sim prefere amar alguém, então ame alguém que lhe dê poder. Entre um mero Espadachim da Névoa, e um homem que carrega o Rinnegan... A escolha não é difícil.

- Mas pelo visto a escolha entre a imortalidade e o Sharingan parece ser bem difícil. - Respondeu Meyrumi de forma afiada.

- Vai se fuder garota. - Respondeu Kaimisha irritada e bateu a fortemente a porta.

- Quando pedi sua ajuda para influenciá-la a me escolher eu não imaginei que vai se fuder faria parte do diálogo. - Disse Pain apoiado na parede do corredor.

- Olha, você pediu pra que eu curasse seus malditos hematomas, curei! Pediu para que eu dissesse algo para desistir do Kisame, eu disse! Não é problema meu se isso não funcionou. Aceite o fato de que ela ama o espadachim e se contente em fodê-la na ameaça ou na chantagem, use o termo que preferir!

Pain empurrou Kaimisha contra a parede, com uma mão segurou seu pescoço e a ergueu.

- Como ousa levantar a voz para mim? Sabe quem eu sou? - Pain.

- Um cara que se autonomeia deus, mas que precisa da minha ajuda pra conquistar uma kunoichizinha.

- Sua insolente, eu poderia te matar nesse exato momento!

- Poderia, mas não vai. Pois se me matar sabe que terá sérios problemas com Tobi Sama, e além do mais tenho uma proposta a lhe fazer em relação a sua amada Mey.

Pain soltou Kaimisha de imediato.

- Fala logo!

- Se você realmente quer essa garota, eu consigo deixá-la aos seus pés e fazê-la esquecer do espadachim.

- Perfeito. Mas imagino que queira algo em troca do favor.

- Com certeza.

- Diga-me seu preço.

 

[...]

 

Meyrumi entrou na gigante banheira de hidromassagem que havia no banheiro de Pain, aquela manhã ela se permitiu tal agrado. Não tinha o costume de tomar banhos quentes, mas desta vez optou pela temperatura elevada. Mergulhou a mão dentro da água e sorriu.

- Perfeito, está bem quente. Agora só falta um detalhe...

Mey saiu do banheiro e se dirigiu até a pequena geladeira que havia no quarto de Pain, pegou alguns cubos de gelo e retornou. Entrou no banho quente, e logo depois jogou os cubos de gelo.

“Que sensação ótima!” - Pensou.

A oinin adorava a sensação da água quente cobrindo todo seu corpo, enquanto sentia os cubos de gelo passar por sua pele. Era tão bom sentir temperaturas tão distintas ao mesmo tempo. Ela não percebeu, mas inconscientemente estava apenas a se relembrar da sensação que Pain lhe causava.

Tomou seu relaxante banho, e logo depois retornou ao quarto enrolada na toalha, recolocou seu vestido azul, porém desta vez não havia nenhuma calcinha para usar.

“Que fome... Acredito e espero que Pain não se incomode que eu saia para tomar café... E quem sabe eu dou a sorte de encontrar o Kisa, assim não terei que passar o dia com o Yahiko.” - Seu pensamento concluiu.

A oinin saiu do quarto, andando tranquilamente pelo longo corredor, e ao final dele, se depara com uma cena que não espera ver. Tobi e Kaimisha. O Uchiha carregava a garota a segurando pelo bumbum enquanto essa tinha as costas contra a parede e as pernas entrelaçadas na cintura do moreno. Uma das mãos de Kai acariciava os curtos cabelos de Tobi, a outra segurava sua mascara laranja. Ambos estravam entretidos e concentrados no beijo que estavam a dar.

“Isso porque ela disse que não existia nada entre eles dois”. - Riu a oinin internamente.

Olhou para os dois que não desgrudavam os lábios um do outro, e ficou se perguntando por qual razão o Uchiha usava uma máscara, tentou discretamente ver o rosto de Tobi, mas os cabelos de Kaimisha não permitiram que Meyrumi tivesse visão de algo.

- Sabe... - Tobi sussurrou entre o beijo. - Você não precisava ter proposto aquilo. Eu posso te dar todo o poder desse mundo, afinal o verdadeiro poder sou eu, e não ele.

- Eu sei. - Sorriu.

- Mas quem sou eu pra criticar sua vontade em ter aquilo?

E voltaram a se beijar.

“Mas... Do que eles estão falando?” - A oinin se questionou.

- Está precisando de alguma coisa Meyrumi? - Tobi perguntou sem desviar o rosto, porém seu tom de voz parecia um pouco incomodado.

- Não. Estou apenas de passagem, vou tomar café.

E a garota oinin continuou seu caminho, passou pelo casal, mas logo Tobi voltou a falar.

- Meyrumi.

- Sim Tobi Sama?

- Como está o Kakashi?

- Na... Nani!?

- Eu perguntei como está o Kakashi. - Continuava a falar sem virar o rosto, e voltou a beijar Kaimisha.

“Mas de onde ele conhece o Kakashi!? Se bem que o Kakashi é um shinobi muito famoso. Mas por que essa curiosidade sobre ele?”

- Ele vai bem. Por quê?

- Não posso perguntar se um amigo meu está bem?

- A... Amigo!? Vocês se conhecem!?

Tobi riu.

- Sim. Nos conhecemos muito bem. Ou pelo menos antes nos conhecíamos muito bem. Assim como você e eu.

- Você e eu? Do que está falando?

Tobi se virou e olhou seriamente para Meyrumi, revelando seu rosto. A oinin sentiu seus joelhos tremerem e sua respiração falhar junto com uma batida do coração.

- Obito!? Co... Como assim!? Você... Você não está morto!?

- Se está me vendo diante seus olhos e conversando comigo... Acredito que eu esteja vivo.

E em frações de segundos Meyrumi se recordou de quando tinha 12 anos, e frequentava a Academia Ninja com seus colegas, e entre eles havia Kakashi, Obito e Rin. Meyrumi não fazia parte do time de Minato, mas tinha muita convivência com seus alunos.

O coração de Rin batia pelo albino, e ela sabia que Kakashi era apaixonado por Meyrumi, mas isso não impediu que as duas garotas se tornassem melhores amigas. Já Obito gostava da Rin, e por isso vivia pedindo dicas para Meyrumi em como chamar a atenção da morena.

O coração de Mey doeu ao se recordar do triste dia em que recebeu a notícia de que Obito havia morrido em missão. Seu coração doeu ainda mais ao se recordar como Kakashi sofreu com a perda. Lembrou-se de que o albino visita o túmulo do Uchiha até hoje, e passa horas conversando com a lápide, como se Obito pudesse ouvir do céu.

Mas todas aquelas lágrimas, toda aquela dor, todas aquelas idas ao cemitério, todas aquelas palavras para a lápide, tinham sido em vão, pois Uchiha Obito estava vivo, e ninguém sabia.

- O... Obito... Por que você não voltou para Konoha!? Você não sabe o quanto a Rin, eu e principalmente o Kakashi sofremos! O... O Kakashi visita sua lápida até hoje e...

- Pouco me importa essa baboseira! - Exclamou o Uchiha. E aquelas palavras pesaram no coração da oinin.

- Obito...

- É Tobi! - Exclamou o Uchiha. - Obito morreu há 8 anos atrás. E por que ainda está parada aqui no corredor? Você não estava indo ao refeitório?

Meyrumi se retirou do local rapidamente. Estava transtornada em descobrir que seu antigo e querido amigo Obito estava vivo. Que o doce e gentil Uchiha havia se transformado em um homem tão cruel e frio, e ainda por cima líder da Akatsuki. O choque ao ver o rosto de Obito foi tão grande que Meyrumi nem percebeu que o moreno carregava um Rinnegan em um dos olhos.

Pensou em retornar a Konoha e contar a verdade para Kakashi, mas logo desistiu da idéia. Kakashi não precisava saber em que tipo de pessoa Obito havia se transformado. Acreditou e preferiu deixar que Kakashi levasse eternamente em seu coração a lembrança de um Obito alegre, gentil e que sonhava em se tornar Hokage.

Foi até o refeitório, sentou em uma das cadeiras e suspirou entristecida. Desde ontem Meyrumi só tem vivenciado péssimas experiências.

- Esse lugar é um inferno! - Falou pra si mesma.

- Concordo plenamente, hm!

Meyrumi levantou o rosto surpresa, e se deparou com um par de olhos azuis cristalinos.

- Mas pelo menos o café daqui é muito bom. Hm! - Deidara continuou a falar enquanto enchia uma xícara para Meyrumi.

- Arigatô Deidara Kun.

- Está meio atrasada pra tomar o café da manhã...

- Ohayo Sasori. - Sorriu Meyrumi.

Sasori sentou-se ao lado de Meyrumi e se serviu uma xícara de café para acompanhar a oinin, porém o Akasuna bebeu rapidamente o líquido quente.

- Tenho alguns assuntos para resolver, não posso me atrasar. - Sasori.

- E o que a Meyrumi tem a ver com seus assuntos chatos? Hm? - Provocou Deidara.

Sasori apenas ignorou o comentário de seu companheiro.

- Não sei o que te fez chegar à conclusão de que este lugar é um inferno, mas eu concordo com você, este lugar é um inferno sim. Mas se procurar direito, você pode encontrar um pedaço de céu no meio disso tudo. - Sasori.

- Eu já achei o pedaço do céu aqui dentro, mas nesse momento ele está em missão.

- Já pensou em fazer amizade com alguma das garotas?

- Sim. Acreditava que poderia me tornar amiga delas, mas Konan vive ocupada. E a Kaimisha... Bem... Ela não é nada do que eu pensava ser.

- Deidara é insuportável. E tem a audácia de chamar suas bombas de argila em arte. Mas aprendi a conviver com ele. As pessoas nunca são como imaginamos, muito menos como queríamos que fossem. A não ser que você as transforme em marionetes. - Sorriu Sasori.

O homem das marionetes e o homem das bombas se levantaram, saíram do refeitório deixando Meyrumi com seus pensamentos.

- A propósito... - Falou Sasori da porta da cozinha. - Eu fiz isso pra você. Espero que goste. - E jogou algo em direção a oinin. Meyrumi conseguiu pegar o pequeno objeto, olhou, e sorriu.

- Arigatô Sasori no Danna. É lindo!

- Eu sei.

Era um pequeno coração feito de madeira, perfeitamente lapidado, lixado e polido, e no centro estava escrito “Meyrumi & Kisame”.

“Que gentil!” - Pensou enquanto olhava para o pequeno coração, admirada com o presente, que apesar de pequeno, era rico em detalhes, e não possuía nenhuma falha. Deu um gole no café e suspirou aliviada. - “Deidara tem razão, o café daqui é ótimo. Quem diria... Sem perceber, esses dois acabaram me dando um pequeno pedaço de céu nesse lugar infernal”.

- Ohayo novamente Mey Chan!

“Por Kami Sama! Isso é sério!? Ok... Muita calma... Respira... Inspira... Conta até 3...” - Meyrumi tentava manter sua calma. - “Um... Dois... Três...”.

- Ohayo Kai Chan. - Sorriu forçado.

- Podemos conversar?

Meyrumi ficou curiosa, pois não houve sarcasmo nenhum na fala de Kaimisha, na verdade, notou apenas receio e timidez, algo que não imaginava vir por parte da outra garota. Levou seus olhos castanhos até os olhos bicolores da moça katsuki, e desacreditou ao ver que Kaimisha não a encarava nos olhos, mas olhava apreensiva para as próprias unhas enquanto as maçãs de seu rosto estavam levemente avermelhadas.

- Kaimisha!? Está tudo bem? Aconteceu algo??

- Ah bem... Na verdade... - Suspirou. - Bem... Pensei no que aconteceu hoje cedo no quarto de Pain Sama... E bem... Gomenasai... Eu fui rude com meus comentários... O que Pain te obrigou a fazer... Bem... É um absurdo, mas...

- Mas...? - Meyrumi ergueu uma das sobrancelhas.

- Mas você não precisa deixar a situação ainda mais difícil entre vocês dois.

- Nani!? Você tem noção do que está falando?

- Sim Mey, eu tenho noção sim. Mas pare pra pensar na situação... Olha... Por que não conversamos em outro lugar? Não quero que essa conversa vaze e caia nos ouvidos de Kisame.

- Seria ótimo. Eu não quero que o Kisa saiba dessa situação, ele ficaria louco de raiva e iria tirar satisfação com o Yahiko, e nós sabemos como isso tudo terminaria...

- É. Teríamos muito sushi pra comer durante a semana. - Sorriu.

- Nani!?

- Nada não. Em fim, vamos conversar lá fora.

As garotas caminharam até o lado de fora do esconderijo, ficando poucos metros da entrada.

- Continuando o que estávamos falando agora pouco. Pelo que eu entendi, se você se negasse de ter relação com Pain Sama, ele teria dado um fim no Kisame. É isso?

- Exato.

- Ok... E pelo visto você ama o Kisame, e não queria que nada de mal acontecesse com ele. Por isso você permitiu que Pain Sama fizesse o que fez.

- Isso mesmo. E pra piorar a situação o Yahiko quer manter essa loucura.

- Olha... Pela sua cara... Você não está gostando nada da situação. Mas é como eu já te falei, você não precisa deixar a situação pior. Já que é pra fazer, faça da melhor maneira possível.

Meyrumi olhou incrédula para Kaimisha.

- Ah! Por favor! Sem hipocrisia! Vai me dizer que não acha o Pain Sama um homem atraente? - Kaimisha.

Meyrumi continuou em silêncio.

- Qual é Mey!

- Ok... Sim... O Yahiko é atraente sim. - Confessou receosa. - Mas eu amo o Kisame! - Exclamou logo depois.

- Tá, vamos deixar o Kisame de lado nesse momento, e vamos nos concentrar no Pain Sama. Vou direto ao ponto, você poderia ao menos fingir estar gostando.

- E por que eu faria isso?

- Eu acredito que isso agradaria o Pain. E quanto mais você o agradá-lo maior serão as chances de Kisame continuar vivo.

Meyrumi parou para analisar as palavras da garota.

“Pior que ela tem razão... Já que terei que obedecer a vontade de Yahiko, não existe razão pra eu dificultar as coisas, e as chances dele se manter distante de Kisame se tornam ainda maiores se eu fingir estar gostando da brincadeira.” - Meyrumi pensava.

- Tem toda razão Kai! Eu vou seguir o seu conselho! Muito obrigada! Confesso que não imaginava que você iria me ajudar no final de tudo.

- Imagina. - Sorriu.

- Kai...

- Sim?

- Por que você mantém relação com 2 pessoas? Não me diga que o Obito... Digo... O Tobi te obriga a...

Kaimisha ri.

- Claro que não! Tobi Sama não me obriga nada. Muito menos o Hidan.

- Então...?

- Isso sim é uma boa recepção! - Uma voz masculina exclamou.

As garotas olharam em direção da voz, e viram Hidan e Kakuzu.

Kai sorriu ao ver o Jashinzista caminhar em sua direção. Ele a ergueu segurando por sua cintura, e uniram os lábios com um pequeno selinho.

- Fiquei com saudades. - Hidan.

- Mentiroso. - Riu Kaimisha de forma gentil.

- Tô falando sério caralho! - Hidan.

- Pior que esse infeliz não está mentindo, por toda a missão ele só sabia falar de você ou do Jashin. - Kakuzu suspirou cansado. - Não sei o que é pior, quando você nos acompanha nas missões e eu tenho que aturar o namorico de vocês, ou quando você não nos acompanha e eu tenho que aturar o Hidan falar sem parar.

- Ora seu filho da puta! - Gritou Hidan.

Kakuzu iria responder algo, mas seus olhos verdes avistaram Meyrumi.

- Vejo a oinin, mas não vejo o tubarão. Brigaram por acaso? - Kakuzu.

- Não. Kisame está em missão desde ontem. - Meyrumi.

- Kisame e Itachi ainda não retornaram!? - Kakuzu.

- Por que parece surpreso? - Meyrumi.

- Porque eles saíram bem mais cedo do que Hidan e eu, e a missão deles era bem mais fácil que a nossa, e o local nem se quer é longe daqui. Era pra esses dois terem retornado bem mais cedo. Mas isso deve explicar a movimentação que vimos... - Kakuzu.

- Que movimentação!? - Meyrumi.

- Em frente ao mercado negro. Ele estava muito movimentado, muito mais do que o costume. Eu queria entrar pra saber a razão de tanta euforia, mas o idiota do Hidan ficou me enchendo a porra da paciência querendo voltar logo pro esconderijo por causa da Kaimisha.

Meyrumi arregalou os olhos.

- Não acho que seja por causa do Uchiha e do espadachim que deixou aquele lugar cheio de pessoas. Eles não seriam mortos em missão. - Hidan.

- Eles são excelentes ninjas sim, muito experientes e sagazes, mas ao contrário de nós dois, eles não são imortais. - Kakuzu.

- Que bobagem Kakuzu. É logico que Itachi e Kisame estão vivos. - Kaimisha.

- Pouco me importa. - Disse Kakuzu dando de ombros e se dirigindo para dentro do esconderijo. - Mas caso o espadachim esteja morto... - Ele passou bem ao lado de Meyrumi e deslizou a mão em sua cintura, cerrou os olhos, e continuou a caminhar para dentro do esconderijo.

Meyrumi engole seco ao sentir o toque de Kakuzu sobre sua cintura. Um toque rápido e suave, mas perceptivo.

- Oe! Não leva a sério o que o puto do Kakuzu falou. - Hidan.

- É verdade Mey Chan. Se eles estivessem mortos, essa notícia estaria a rolar entre os 4 cantos do mundo. E nós da Akatsuki seríamos os primeiros a saber, afinal temos o Zetsu. - Kaimisha.

- É, vocês tem toda a razão. - Sorriu Meyrumi tranquilizada.

“Meu Kisame está bem.” - Pensou a oinin.

Meyrumi resolveu deixar o casal a sós, e retornou para dentro do esconderijo. Foi até o quarto de Kisame. Alimentou os peixes, e ficou minutos observando eles comerem. Depois caminhou até o guarda-roupa, sentiu o cheiro de Kisame impregnado nas roupas, e aquilo fez seu coração chorar ainda mais de saudades. Deitou-se na cama, fechou os olhos, e seus pensamentos eram completamente destinados ao espadachim. A saudade era tanta que a oinin chegou a sentir os lábios de Kisame lhe beijar o pescoço.

- Kisa... - Suspirou Meyrumi.

- Creio que não.

Meyrumi abriu os olhos assustada ao ouvir a voz.

- Nani!? Pain!? O que faz aqui?

- Eu que lhe pergunto o que você faz aqui. Estou te procurando o dia inteiro.

- O... Dia inteiro!? Mas... Que horas são?

- Quase 23 horas.

- Nossa... Eu perdi completamente a noção do tempo.

- Isso é notável.

- Err... Pelo visto o Kisame não retornou... - Comentou abatida.

- Não chegou, mas seria interessante ele chegar nesse exato momento e se deparar com essa cena sobre sua cama. - Sorriu maliciosamente.

- Isso não tem graça! - Falou irritada.

- Não posso compartilhar da mesma opinião. - Falou o ruivo enquanto se levantava da cama. - Vamos, tenho algo pra você esta noite.

Ambos caminharam pelo corredor dos dormitórios, e quando passaram diante o quarto de Hidan, ouviam nitidamente os gemidos escandalosos do albino e de sua companheira.

- Ele deve ser bom no que faz. - Comenta Pain de forma indiferente.

- Por que diz isso?

- Porque nunca a ouvi desse jeito com o Tobi.

- Ah... Que coisa... - Falou de forma embaraçada com a resposta.

Caminharam mais, até finalmente chegarem ao quarto de Pain.

A oinin mal deu 3 passos para dentro do dormitório e Pain já começou a ditar suas ordens.

- Tira a roupa. - Falou seriamente.

Meyrumi obedeceu, e enquanto tirava sua vestimenta seu pensando ficava a repetir as palavras de Kaimisha, fingir estar gostando.

“Tenho que fingir. Tenho que fingir muito bem”.

Ficou completamente nua, olhou para trás, vendo Pain sentado sobre a poltrona, deslizando o olhar em cada centímetro do seu corpo nú, e massageando o próprio membro por cima da calça.

Em seguida Pain apontou para a cama, fazendo Meyrumi olhar para direção que o ruivo apontava, e logo avistou uma caixa na cor preta.

- Vista. - Disse Pain.

Meyrumi caminhou até a caixa, imaginando ter alguma lingerie dentro dela, mas assim que abriu a caixa ficou surpresa com o que viu, uma coleira de couro preta com spikes prateados, a guia de corrente prateada. Uma venda de couro preto, e um pequeno chicote.

A garota engoliu seco ao ver os objetos, e logo em seguida sentiu os lábios de Yahiko lhe beijar o pescoço de forma delicada. Os lábios do líder subiram até a orelha na oinin, e ele sussurrou.

- Sempre quis te ver dessa forma.

Yahiko pegou a coleira e colocou no pescoço da oinin, e depois prendeu a guia.

- Sempre... - Voltou a sussurrar no ouvido da garota.

Meyrumi ficou se perguntando o que ele iria fazer.

- Vamos! - Disse Yahiko puxando a guia.

- Nani!? Vamos a onde!? - Questionou assustada ao ver que caminhavam em direção a porta do quarto.

- Vamos passear um pouco.

- Yahiko! Espera!

Pain não deu ouvidos a oinin. Abriu a porta do quarto puxando Meyrumi pela guia.

- Fique de 4.

Meyrumi respirou profundamente, e atendeu a ordem de Pain.

- Agora vamos dar uma volta. Me guie para onde quiser.

E novamente a jovem obedeceu ao homem do Rinnegan. Andaram por longos minutos pelos diversos lugares do esconderijo, até chegarem a alguns metros da entrada do local.

Pain puxou a guia, fazendo Meyrumi se virar para ele. Ver Meyrumi a sua frente, andar de 4 por todos os locais, usando aquela coleira, completamente submissa a ele, o levava a loucura. Seu membro chegava a doer de tanta excitação. Abriu o zíper da calça, abaixou a parte da frente de sua cueca boxer e livrou seu membro. Estava duro, latejando, com diversas veias saltadas.

- Vem me aliviar um pouco. - Falou.

“É agora, tenho que fingir!” - Pensou.

Meyrumi engatinhou até Yahiko, o encarando de forma carnal. Ficou de joelhos, com seu rosto na altura exata do membro do ruivo. Mordeu os lábios inferiores e novamente olhou para Pain de forma sensual, fazendo o ruivo arquear uma das sobrancelhas, estranhando a atitude repentina da garota.

Abriu a boca lentamente, porém de forma carnal, fazendo Pain perder o compasso da respiração. Colocou a língua para fora e lambeu toda a extensão de baixo do membro do ruivo. Pain suspirou com o toque quente e molhado da língua de Meyrumi. Com a ponta da língua ficou brincando com a ponta do membro de Yahiko, hora chupando apenas a glande, hora entrelaçando a língua com o piercing que o ruivo tinha na ponta do sexo, provocando o máximo possível, e tais provocações faziam o membro de Pain latejar ainda mais e expelir mais pré gozo.

Logo depois, lentamente, começou a acolher o sexo do líder dentro da boca. Sentiu seu membro quente vibrar e contrair dentro de sua boca, as veias engrossarem, o pré gozo ficar um pouco mais espesso, e a glande encostar a garganta. Sugou o membro com bastante pressão, fazendo a boca salivar ainda mais.

Pain entralaçou os dedos nos longos cabelos de Meyrumi, fazendo-a achar ele iria aumentar a velocidade dos movimentos, mas para surpresa da garota o ruivo apenas acariciou suas mechas loiras enquanto soltava um longo suspiro extasiado.

- Mey... Pode arranhar com os dentes, eu gosto muito disso.

“Peculiar”. - Pensou a garota, e logo deixou os dentes rasparem levemente no membro de Yahiko. E assim que o homem do Rinnegan sentiu os dentes de encontro contra seu membro, soltou um gemido mais alto e satisfatório.

- Isso... Assim mesmo. - Arfou Pain.

Meyrumi arriscou colocar um pouco mais de força, e isso fez o líder gemer ainda mais alto

- Acho que você está começando a entender um pouco sobre mim. - Pain.

A oinin continuou a chupar o sexo de Yahiho, e sempre intercalando em raspar os dentes. Cada vez que os dentes lhe raspavam, o sexo de Pain enrijecia e pulsava cada vez mais.

E sem perceber, Meyrumi estava se divertindo com aquilo e começou a se envolver com a situação. Levou sua mão até a próstata do Yahiko, e apertou levemente, porém de forma firme e precisa.

Yahiko fechou os olhos, tombou a cabeça para trás. Seu quadril foi levemente jogado para frente, seu membro espalmou chegando ao seu ápice.

- Hummmmm Mey!!! - Exclamou Pain enquanto se desmanchava dentro da boca da garota, fazendo Meyrumi tomar até a última gota.

Pain tirou seu sexo de dentro da boca da garota, porém ela continuou ajoelhada, encarou o membro do ruivo relaxar, porém encarou de forma excitada, depois subiu os olhos castanhos até os olhos arroxeados do Rinnegan, e em seguida lambeu os próprios lábios.

Pain estranhou aquela atitude, não que ele não estivesse gostando, muito pelo o contrário, ele estava amando.  Mas ficou se perguntando a razão dessa mudança repentina.

“Ela está fingindo ou está realmente gostando?”. - Pensou o líder enquanto guardava seu membro novamente dentro das vestimentas.

Pain pegou na guia novamente, e puxou Meyrumi com ele.

- Vamos! - Falou o líder de forma firme.

Retornaram ao quarto, ordeu que Mey fosse para a cama. A garota se deitou no meio da cama e ficou a observar o líder tirar a própria roupa, e novamente seu lembro extava a ponto de bala.

Foi até a cama, pegou a venda e o chicote na caixa, abriu as pernas da garota, se encaixando sobre elas.

- Espero que goste de ser vendada. - Pain.

- Yahiko... - Chamou a garota. - Posso te propor algo diferente?

- Eu gosto de propostas.

Meyrumi sorriu. Ela já tinha algo em mente, não sabia ao certo porque tinha aquilo em seus pensamentos, não sabia porque queria fazer aquilo, e muito menos não sabia porque aquilo a empolgava.

Deitou Yahiko, passando por cima dela. Levantou as mãos do garoto, e algemou seus pulsos na mesma algema que ele havia usado com ela na noite interior.

- Interessante. E o que pretende agora? - Pain.

- Vou te dar o que você tanto gosta. - Sorriu maliciosamente.

- E você por acaso sabe do que eu gosto?

Meyrumi pegou o pequeno chicote, e estralou a ponta dele no tórax de Pain. Sentir a ponta do objeto de couro lhe tocar na pele de forma rápida lhe causando uma leve dor misturada com ardência fez Yahiko fechar os olhos e suspirar de forma excitada.

- Hummmm!! Isso... Boa garota. - Suspirou.

Meyrumi vendou os olhos de Yahiko logo em seguida.

- Cada vez mais interessante. - Pain.

Meyrumiu sentou-se sobre o colo do ruivo, observou seu corpo. Era definido e levemente musculoso. Repleto de piercings, o que o deixava ainda mais interessante. Passou as pontas dos dedos por todo o ombro, tórax, braços e abdômen do líder. Ele suspirava com os toques da oinin sobre sua pele, e a cada suspiro ele sussurrava “Sempre...”.

Aquilo começou a mexer com Meyrumi, ela não sabia o porquê, mas estava começando a gostar daquilo tudo.

Subiu seu corpo, levando um dos seus seios até a boca de Yahiko, e rapidamente o ruivo começou a passar sua língua por todo o seio. Lambia, mordia levemente o bico, chupava delicadamente.

A respiração de Meyrumi pesou, seu corpo começou a esquentar com o toque da língua úmida e quente que ele tinha. Não imaginou que poderia melhorar, até finalmente sentir o toque frio do piercinig da língua dele. Novamente aquela sensação de frio e calor fez a coluna de Meyrumi se arrepiar. A garota fechou os olhos, mordeu os lábios inferiores para tentar segurar o gemido, mas foi em vão. Apesar do gemido ter sido abafado, ele foi perfeitamente ouvido por Yahiko, que logo passou novamente o metal frio sobre o mamilo da garota a fazendo arquear a coluna. A oinin se permitiu curtir um pouco daquela sensação, e quando deu-se por si, o tórax de Yahiko estava melado de tanto que ela roçar seu sexo contra ele.

Afastou os seios da boca dele, olhou para trás, e viu o membro do ruivo melado de tanto salivar. Retirou a venda dos olhos dele, e o encarou de forma sensual enquanto deslizava a ponta do chicote nos lábios de Pain.

Desceu o corpo, até seu sexo sentir o membro ereto do líder. Ergueu o quadril, posicionando a sua entrada na glande do membro dele. Ameaçou encaixar, mas introduziu apenas a ponta, o que foi o suficiente pro ruivo gemer extasiado.

Desceu um pouco mais sobre seu sexo, porém, enquanto descia alguns centímetros, ela bateu a ponta do chicote no abdômen de Yahiko, o fazendo fechar os olhos e gemer de prazer, e assim foi, até ter todo o membro dele dentro de si. Olhou para o corpo dele repleto de leves marcas vermelhas por causa do chicote. Rebolou com o membro dentro de si, conseguindo pressionar o clitóris contra o corpo dele, e tal contato fazia o corpo da oinin se arrepiar em êxtase.

Novamente levou a ponta do chicote no rosto de Pain, e dessa vez acariciou as bochechas deles.

- Gosta? - Perguntou de forma debochada.

- Uhum. - Respondeu.

Meyrumiu bateu a ponta sobre a bochecha, fazendo o ruivo mordes os lábios inferiores.

- Responde direito. - Ordenou a oinin.

- Se eu for apanhar a cada resposta errada, farei questão de sempre responder errado. - Sorriu. - Mas estou amando te ver sobre o controle.

- Bom saber. - Disse a loira enquanto começava a subir e descer pelo membro de Yahiko. Seus movimentos eram lentos, porém completos, iam por toda extensão, desde a glande até a base. O interior de Mey estava tão molhado, e o membro de Yahiko tão melado que faziam o choque do prazer ser ainda mais intenso. Aos poucos os movimentos começaram a tomar outro ritmo, e cada vez que se tornava mais acelerado, mais parecia que seus corpos entravam em combustão. Ambos suavam e gemiam intensamente. Pain estava fascinado como os seios da garota pulavam com o impacto de seus corpos, mas ficou ainda mais fascinado ao ver a garota morder a base do chicote por conta do prazer.

“Sensual demais!” - Pensou Yahiko com os olhos refletindo a luxuria de seu corpo e mente.

Ele queria poder tocar em sua pele, mas suas mãos algemas não permitiam sentir o corpo da garota em seus dedos. Mas senti-la acolher seu membro dentro de si compensava qualquer outra vontade.

Pain sentia o sexo de Meyrumi se contrair a cada investida, sentia as veias de seu membro roçar nas paredes do interior da garota, e todo aquele atrito fazia seus corpos arrepiarem.

Assim ficaram longos minutos, nenhum dos dois queria que aquilo terminasse, mas Pain acabou acertando o ponto mais sensível dentro de Meyrumi, o que fez o sexo da garota contrair fortemente, apertando ainda mais o membro de Pain.

Yahiko sentiu a garota se desmanchar em seu membro. A forma que ela se desmanchava, fechando os olhos, mordendo os lábios inferiores, arqueando a coluna, o suor deslizando sobre seus seios, e raspando as unhas em seu abdômen... Yahiko apreciou cada detalhe da garota, tudo parecia estar em câmera lenta. Seu gemido aliviado, seu rosto começar a corar um pouco mais, e seu sexo apertando o dele. Yahiko chegou ao seu extremo, preenchendo o interior de Meyrumi com sua essência quente e viscosa.

Cansada e aliviada, Meyrumi deitou-se sobre o corpo de Yahiko também cansado e aliviado. Soltou as mãos de Pain das algemas, e rapidamente o ruivo abraçou a garota. Um abraço gentil e acolhedor. A respiração pesada e os corações acelerados, juntos, começaram a tranquilizar.

Assim que seus corpos relaxaram, ambos se ajeitaram na cama, Yahiko abraçou a oinin em conchinha, beijou-lhe o rosto e sussurrou em seu ouvido:

- Sempre que quis... Sempre...

E acabou adormecendo. Já Meyrumi ainda estava acordada, seu corpo estava exausto, mas sua mente não parava de pensar um único segundo.

“O que eu fiz? Kisa... Gomenasai...”.

Acordou no dia seguinte com uma voz a chama-la.

- Psiu, acorde!

“Nani!? O que está acontecendo?” - Pensou a garota enquanto abria lentamente os olhos, mas seus olhos não conseguiam focar em nada por conta do sono.

- Anda. Acorda. - A voz voltou a repetir.

Meyrumi fechou os olhos com força, e assim que abriu conseguiu ver perfeitamente.

- Nani!? - Exclamou assustada. - O que faz aqui Zetsu!?

Por conta da agitação Pain acordou também.

- O que está acontecendo? - Perguntou o ruivo sonolento enquanto apertava Meyrumi contra seu corpo.

- Pain Sama. Faltam 2 quilômetros para Kisame e Itachi retornarem da missão. - Falou Zetsu.

A ao ouvir o nome Kisame, Meyrumi já le levanta assustada da cama.

- Kisa!?! Kami Sama!! - Exclamou assustada enquanto se levantava rapidamente nua da cama.

- Wow. Interessante! - Sorriu Zetsu ao ver o corpo escultural da garota.

- Já pode sair Zetsu! - Ordenou Pain. E o homem bicolor obedeceu rapidamente a ordem de seu líder.

Meyrumi se vestiu rapidamente, estava ansiosa, afobada, nervosa.

- Imagino que irá ao quarto dele, deitar sobre a cama e fingir que passou a noite lá. - Pain.

- Exatamente.

- Não quer mesmo ficar comigo?

- Gomenasai Pain Sama, mas eu realmente amo meu Kisame.

- Entendo...

Meyrumi nem calçou seus sapatos, apenas o carregou nas mãos e sem aguardar mais uma única palavra de Yahiko, saiu rapidamente de lá, correndo o mais rápido possível para o quarto da Kisame.

A garota estava feliz, estava aliviada, finalmente estaria de volta aos braços do homem que tanto ama.

Chegou ao quarto de Kisame, tirou rapidamente a roupa a jogando no chão. Abriu seu armário, pegou qualquer camiseta do espadachim, vestiu, e se jogou na cama se cobrindo com os lençóis. E em menos de 10 minutos a porta se abriu de forma brusca, porém, foi fechada de maneira delicada.

Ouviu passos se aproximarem da cama, e logo depois uma mão quente lhe deslizar sobre os cabelos.

- Ohayo meu amor.

Finalmente Meyrumi ouviu a voz que tanto queria ouvir esses dias. A garota abriu os olhos e se deparou com o gentil sorriso de Kisame.

- Kisa! - Sorriu a oinin enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas. - E rapidamente abraçou o espadachim. Um abraço forte e desesperado.

- Nani!? Amor! Está tudo bem? Está chorando! O que houve? - Kisame perguntou preocupado.

- Nada. É só saudades.

Kisame sorriu, e retribuiu o abraço enquanto seus dedos acariciavam os cabelos loiros de Meyrumi. Assim ficaram longos minutos, curtindo a presença um do outro em silêncio.

- Acho que vou passar mais tempo em missões. Gostei dessa recepção. - Riu Kisame de forma gentil.

- Nem pense nisso! - Exclamou Meyrumi.

Hoshigaki pegou no queixo de Meyrumi e a beijou os lábios.

- Te amo minha capitã.

- Também te amo meu espadachim.

E novamente se beijaram.

- Mey. Vou tomar um banho e já volto pra gente se curtir melhor. - Sorriu.

- Tudo bem, vou te esperar ansiosamente.

Kisame deu-lhe um 3º beijo, e lançou um sorriso malicioso. Logo depois caminhou até o banheiro.

Retirou a roupa, largando pelo chão do banheiro, abriu o registro deixando a água fria cair sobre o corpo. Molhou os cabelos, e sorriu pra si mesmo ao se lembrar da aliança que comprará pra sua namorada.

“Será minha Hoshigaki Meyrumi”. - Pensou o homem de cabelos azuis.

Já no quarto, Meyrumi suspirou aliviada enquanto se espreguiçava na cama. Finalmente tudo havia retornado ao normal.

- Ohayo Mey.

“Nani?” - Pensou a garota assustada enquanto abria rapidamente os olhos. E logo sentiu seu corpo congelar e seu coração falhar uma batida ao ver Yahiko por cima de seu corpo.

- Pain Sama! - Sussurrou Meyrumi assustada. - O que faz aqui!?

- Você saiu tão rápido do quarto que eu nem tive tempo em lhe dar bom dia, nem mesmo um beijo de bom dia e de dizer o quanto adorei nossa noite.

- Ok. Bom dia Pain Sama. - E rapidamente lhe deu um pequeno selinho nos lábios. - Pronto! Agora pode ir embora!

- Está me expulsando!?

- Estou!

- Sabe... Ontem a noite você foi uma boa garota. Então quero te recompensar.

- Me... Reconpensar!? Ok. Como queira. Mas depois conversamos sobre isso. Agora por favor, vá embora.

- Depois!? Não... Vou te recompensar agora.

Meyrumi arqueou uma das sobrancelhas, e presentia que ele iria aprontar algo.

- Lembra das nossas regras? - Pain.

Meyrumi nada respondeu.

- Eu dito as regras. E se você me desobedecer, já sabe o que acontece... - Sorriu. E tal sorriso fez a oinin ficar tensa.

Pain puxou os lençóis, subiu a camiseta que a garota vestia até a altura de seu umbigo e abriu suas pernas.

- Pain! Isso é loucura! Aqui não!  - Exclamou assustada.

- Está me desobedecendo?

 Meyrumi engoliu seco, e com a cabeça fez sinal que não.

- Perfeito! Ontem você me proporcionou algo maravilhoso, então agora é a minha vez de lhe proporcionar algo.

Pain desceu entre as pernas da garota, levando seu rosto até a altura de seu sexo.

- Deixe-me esclarecer algo antes de começar. - Disse Pain enquanto encarava o sexo de Meyrumi completamente exposto. - Eu não vou sair daqui até você gozar.

 

[ . . . ]

Continua...



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