História Kiss Kiss - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Novos Titãs (Teen Titans)
Personagens Ciborgue, Donna Troy (Troia), Estelar, Garth (Aqualad / Tempest), Mutano, Personagens Originais, Ravena, Robin, Roy Harper (Arsenal), Terra
Tags Dick, Kiss Kiss, Kory
Exibições 27
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Ficção Científica, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYY!
Aqui está um extra, e pretendo postar muuuuuitos mais.
Aproveitem! ♥

Capítulo 14 - EXTRA Michael Ray


Fanfic / Fanfiction Kiss Kiss - Capítulo 14 - EXTRA Michael Ray

Era mais um dia comum na escola. Kory e Richard haviam faltado, pelo visto. Não os vi no primeiro horário e nem a amiguinha marrenta de Richard, a Toni, havia visto ele.

  Toni Monetti. O que dizer dessa criatura? Digo... O que dizer dessa pessoa desconhecida? Ela é arrogante, metida a valentona, acha que é a BFF do Richard, quando na verdade a BFF dele é a Kory.

  Porém, pude notar que Toni tem certa quedinha – onde podemos ler tombo de um precipício – por Richard. Ela havia pegado o celular dela e começado a digitar alguma coisa quando seu celular foi tirado de suas mãos. Ela olhou para o lado e viu Raquel.

- Olha só o que temos aqui...

- Me devolve Raquel. Isso é meu!

- Essa porcaria? – A garota ri. – Tinha que vir de você mesmo. – Ela estava sendo extremamente rude com a Monetti.

- Raquel, me dá esse celular. – Eu disse, aparecendo em sua frente. Ela me olhou com desprezo.

- Porque eu deveria fazer isso, hein Rayanne? – Ela disse com deboche.

- Simples. – Sorri com tudo aquilo. Estava divertido. Fazia tempos que eu queria dar na cara dessa vaca. – Porque eu quebraria sua cara e enfiaria esses saltos em lugares não muito agradáveis. – Sorri com sua cara. – Ora, o que estou falando? Eles passam direto, não é Raquel? Já estava tão acostuma a ter coisas dentro de você, que arrombou tudo, né querida? – Sorri e Monetti puxou o celular da mão de Raquel. O que me deu tempo bastante para dar um tapa na cara de Raquel.

- Como ousa? – Ela me perguntou com lágrimas nos olhos. – Vai pagar por isso Rayanne.

- Aah, vamos lá Raquel. Pense. Uma vez na sua vida. – Gargalhei. – Você perdeu todo o pouco respeito que tinha nessa escola depois que aqueles vídeos e fotos suas vazaram na internet. Até o seu ficante, que achava que estava te mudando, te abandonou. – Raquel sorriu.

- Você não sabe do que eu sou capaz Ray. – A olhei com desprezo.

- Acredite. Eu sei muito bem. – Olhei para sua cara com nojo. – Com tanto reboco na cara e com essas roupas, você seria capaz de se vender para virar dondoca. – Dei as costas e fui embora.

  Algo no fundo do meu peito me dizia que eu iria me arrepender do que havia dito para Raquel. Uma hora ela iria se vingar, mesmo sem a ajuda de ninguém. Eu segui para a sala de aula, pensando no que Raquel poderia fazer. Olhei para a cadeira atrás de mim no lado esquerdo e não vi Michael. Falando nele, já fazia um bom tempo que nós não estávamos nos dando tão bem.

  Quando ele entrou na sala, eu me sentei toda bonitinha, esperando ele me notar, porém, ele passou por mim direto com os olhos no celular, e não me disse nada. Fiquei arrasada, senti meu mundo desabando. Michael e eu estávamos estranhos. Mas eu não deixaria nosso amor morrer.

  Os dias foram passando, e logo era sexta-feira, Michael e Mel estavam muito próximos um do outro. Ele nem sequer falava comigo mais. Até que decidi enviar uma mensagem para ele.

 

Cellphone...

 

Eu te vi conversando com a Mel hoje...

Ele logo respondeu.

 – Bem, eu sempre conversei com ela.

Uma pontada atingiu meu peito. Decidi ser sincera com ele.

Estão muito íntimos e eu não gosto disso.

Esperei chegar. Estava ansiosa.

– E porquê você tem que gostar de alguma coisa sobre minha vida?

Ele foi tão rude comigo, que senti meu coração se partir.

Está sendo ridículo!

Eu já estava ficando com raiva.

– Você está sendo ridícula!

Eu? Claro que não! Estou defendendo meu território.

Pare de ficar de conversinha com ela Michael.

Estava morta de ciúmes. Michael atraia muitos olhares, e eu não conversava com Mel havia alguns dias. Ela se afastou um pouco do grupo.

– Não. Ela é minha amiga!

DANE-SE SE ELA É SUA AMIGA, TIA, PRIMA, MÃE, PAPAGAIO OU PERIQUITO! EU SOU SUA NA-MO-RA-DA, OU SE ESQUECEU DISSO? Decidi por as cartas na mesa.

Então escolha... Ou eu ou ela!

Por um momento, me senti ridícula. Havia prometido a mim mesma nunca fazer esse tipo de pergunta. Todos sabem como a pessoa pode perder se fizer esta pergunta idiota... Esperei durante algum tempo nervosa e ansiosa, querendo e, ao mesmo tempo não querendo uma resposta.

– Muito bem...

Eu não havia entendido o que ele queria dizer.

Tá... Muito bem o quê?!

Estava nervosa e queria uma resposta imediata.

– Está tudo acabado Ray.

Gelei. Como assim? Esse era o nosso fim?

O quê?!?!

– Não aguento mais esse seu ciuminho idiota.

Ciuminho idiota? Não é nada idiota. Eu estava tentando manter o nosso amor e... Nosso relacionamento. Éramos tão perfeitos juntos!

– ACABOU!

 

Cellphone...

 

  Após sua última mensagem, Michael bloqueou meu número. Eu desabei. Meu mundo havia acabado. Michael havia me deixado após um mês de namoro, depois de tudo o que eu fiz para ele. Eu dei tudo a ele. Literalmente tudo. Minha vida. Meu amor. Meus sentimentos. Meu corpo. Minha pureza...

  Eu fui para o banheiro cambaleando. Não me aguentava em pé, era Michael que me mantinha viva. Principalmente por causa do meu... Segredo.  Ninguém sabia, e ninguém saberia. Eu continuaria a viver como antes.

  Quando eu sai do banheiro depois de meia hora, ouvi a porta sendo trancada. Fui para a cozinha, enquanto prendia meu cabelo em um coque. Ao me ver, papai tomou um susto.

- Ray... O que houve? – Ele olhou de cima a baixo e direcionou seu olhar ao meu cabelo. – Filha...

- Oi papai. – Dei um sorriso amarelo.

- Você está tão clichê, filha. – Ele correu e me abraçou. Eu não aguentei e chorei em eu ombro. – O que fizeram com a minha filhinha? – Ele perguntava para si mesmo mexendo no meu cabelo.

- Ah, papai. Eu o odeio. Eu o odeio. – Eu repetia enquanto chorava muito. Papai me puxou para o sofá o me olhou sem entender.

- É Michael? Foi ele, filha? Foi ele que te machucou? O que ele fez? – Ele me olhava querendo me ouvir.

- Ah, papai. – Eu o olhei. – Eu dei tudo a ele, porque achava que ele era o amor da minha vida. Meu amor. Meu corpo e... Minha pureza. – Eu disse com amargura.

- Ooh, minha filha. Calma. – Ele me olha. – Me espera aqui, vai vendo um filme que goste. Papai já volta. – Ele me dá um beijo no topo da testa e sai. Coloquei o filme da Cinderella e meia hora depois, papai voltou com uma pizza grande de presunto, mussarela, catupiry, lombo e Champion. Um refrigerante grande de 3,5L da coca, várias barras de chocolate, dois potes de sorvete, e pasteizinhos, coxinhas e empadinhas para fritar.

- Pai? – Eu o olhei sem entender. – Eu não estou naqueles dias.

- Eu sei. – Ele sorriu para mim. – Quando sua mãe ficava mal, eu fazia isso para ela. Durante a gravides dela, eu tinha que sempre ter no mínimo dois potes de sorvete de brigadeiro.

- Obrigada papai. – Sorri.

  Ele preparou um lanche enorme para nós dois e foi tomar um banho rápido. Assim que voltou, trouxe minha almofada e cobertor da tristeza. Ele afastou e fingiu que sua mão era uma maquina fotográfica.

- Isso está tão clichê, filha. – Ele sorriu. Revirei meus olhos.

- Obrigada papai. – Ri.

  Passamos a noite toda vedo filme, conversando e rindo. Papai ficaria em casa essa semana. Ele era o meu apoio moral, emocional e meu confidente. Eu tinha o maior pai do mundo. Garry Jayne se casou aos 20 anos com minha mãe que tinha 17 e fugiram juntos. Como a família dos dois eram bem de vida, eles pegaram 1/5 da herança de cada um, que está guardada até hoje. Mamãe assim que fez 18 anos engravidou de mim, mas ela morreu duas semanas após o parto. Papai já me amava e ficou comigo, enquanto estudava e me mantia. Logo arrumou um emprego e ficamos bem de novo.

  Meus avós maternos não me aceitaram muito no começo, mas depois de me verem pela primeira vez, concordaram que não conseguiriam ficar longe de mim. Aos seis anos, ambos morreram e deixaram toda a herança para mim, a qual papai guardou às Sete Chaves para meu futuro. Os avós paternos morreram quando eu tinha onze anos, e também deixou a herança para mim, outra que papai guardou as Quatorze Chaves.

 

Fim do Extra...


Notas Finais




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