História Kiss Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Douglas Booth, Emmy Rossum, Friendship, Kiss Me, Romance
Exibições 11
Palavras 607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oie pessoinhas, enton... Aqui estou com mais uma fic (mesmo estando super atrasada com as outras, sim eu não tenho vergonha na cara ¯\_(ツ)_/¯.)
Ela é meio que um experimento, eu sinto que preciso aprender escrever uma comédia, então esse será um ponto muito focado na fic e me desculpem se falhar miseravelmente nisso.

De qualquer forma... Tenham uma boa leitura com o pequeno prólogo, o próximo já está sendo escrito.

Ah eu não tenho data para postar, mas vou tentar postar todo domingo, tentar...

Capítulo 1 - Prólogo


"É como dizem... Se apaixonar é uma merda"

 

Ajeitou a camisa branca mais uma vez, olhou no espelho e ajeitou o cabelo, alcançou o perfume sobre a pia borrifando um pouco em si, conferiu se estava com as chaves no bolso do jeans e permaneceu com elas em mãos, voltou ao espelho e sorriu para seu reflexo deixou o banheiro em seguida, com passos ligeiros desceu os degraus que levava diretamente a entrada da grande casa, seguiu direto para cozinha e passou pela porta que dava acesso a garagem, passando por dois carros entrou no terceiro, o portão da garagem se abriu assim que usou o controle e sem delongas saiu pegando seu caminho para um bairro mais ao sul da cidade.

Cerca de vinte minutos depois estava ele estacionando seu carro no meio fio, abriu o porta luvas logo alcançando uma pequena caixinha vermelha aveludada, respirou fundo observando o objeto em sua mão, tomando coragem saiu do carro e caminhou até a porta da bela casa de pintura azulada, ignorou a campainha e bateu três vezes na porta aguardando que o atendesse, porém nenhum sinal de vida o fez usar a campainha levando a mão que segurava a caixinha para trás do corpo, ouviu paços e sentiu o coração acelerar.

A porta se abriu revelando a linda garota, os cabelos loiros estavam um pouco bagunçados, ela trajava um curto short jeans e uma camiseta roxa, seus olhos se arregalaram ao ver o jovem a sua frente e sorriu sem graça.

— Alex, oi!

— Oi Camila, eu... Eu sei que pode ser cedo pra isso, mas em tão pouco tempo você conseguiu me mudar, não sei se foram seus olhos, seus beijos ou seu jeito durona de ser que me conquistou, mas tenho certeza que te amo e...

— Alex... –tentou Camila o interromper, mas o garoto parecia não ouvir.

— Sinto que isso pode dar certo, se for com você. Então... —começou a trazer a mão para frente, Camila estava com a boca entreaberta e quando viu a caixa começou a falar.

— Alex, me desculpa não posso, nos mal começamos a namorar, é só um ano isso é loucura! –dizia tentando não soar muito rude.

— Podemos fazer dar certo, eu sei que você pode não confiar muito em mim por causa do meu passado, mas você...

— Não Alexander, não é por isso é além disso, na verdade. Eu gosto de você, mas não a ponto disso, entende? E sabe, eu ainda gosto do Tyler e ultimamente ele tem se mostrado mudado, eu queria ter te dito antes.

— Espera, você tá me dando um fora? –perguntou encarando a garota que ia responder, mas ele não deu a chance, começando a se exaltar. — Eu venho te pedir em noivado e você termina comigo? Por causa do retardado do Tyler?

— Ele mudou, e eu sempre gostei dele. –a garota mordia o lábio inferior e franzia o cenho como se soubesse o que estava por vir.

— Há quanto tempo você tá me traindo? –a seriedade da pergunta pareceu assusta-la, ficando calada por alguns segundos.

—Eu não...

— Há quanto tempo?

— Alex, não foi bem uma traição, foram só beijos! –Alex riu com escarnio encarando a loira.

— Só beijos? Tudo bem, se você acredita mesmo que ele mudou, vai atrás dele! Espero que leve um soco mais forte do que do dia que nos conhecemos. –disse sorrindo e se virou para ir embora, porém ao lembrar-se do objeto em sua mão o jogou perto dos pés da garota que se abaixou para pegar.

— Oque eu vou fazer com isso? –perguntou abrindo a caixinha e olhando, um tanto encantada, o anel.

— O que quiser, é seu! 


Notas Finais


Se puderem e quiserem, deixem um comentário, mesmo que for um "tá ruim, apaga" ^^
Obrigada por ter gasto um pouquinho do seu tempo para ler, espero te ver no próximo!

Beijos:*


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