História Kiss Me - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~SatanSooBr

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Percy Jackson
Tags Percabeth
Exibições 212
Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus benzinhos<3
Sei que eu disse que só ia postar hoje à noite mas foi mais forte que eu.
Está fanfic é uma releitura de Percabeth - Century XIX, ela está sendo reescrita por motivos de ser muito ruim. Espero que gostem do novo enredo e a forma com estou reescrevendo.
Beijinhos no core:3

Capítulo 1 - Insanity


Pov. Perseus Jackson 


Estava em seu escritório com uma mão atrás da cabeça, tentando resolver o problema do parlamento, detestava ter um cargo político, detestava ser o duque de JacksonVille.
Ouviu duas leves batidas na porta e logo uma mulher de idade entrou, os cabelos presos em um coque bem feito e os olhos cor de mel esbanjando carinho. Dorotha às vezes lembrava sua mãe em alguns aspectos.
-Menino Jackson, tem um homem loiro querendo falar com o senhor, eu o informei que você só estará disponível para os assuntos do parlamento amanhã, mas ele disse que tratava de assuntos pessoais.-Disse ela.
-Deixe-o entrar. - Ela assentiu e tornou a passar pela porta. 
Logo ela foi aberta de novo e um senhor entrou pela porta, ele aparentava já ter certa idade, e os cabelos brancos já mesclavam aos loiros, tinha olhos castanhos nenhum pouco calorosos, esses esbanjavam seriedade.
Se levantou e caminhou a passos firmes em direção ao homem, retribui o olhar gélido e o aperto de mão firme.
-Olá senhor Jackson, me desculpe atrapalhar em seu dia de folga, mas acho que esse assunto deve ser tratado pessoalmente.
-Não é incômodo nenhum, senhor...
-Chase.
-Queira se sentar sr.Chase. -Disse apontando para a cadeira em frente à minha, logo rodei a mesa e voltei para meu lugar anterior. -Então, do que se trata assunto tão importante para que o senhor venha até mim.
-Seu casamento.
Examinei o senhor a minha frente, meu casamento? Ele deve ter percebido meu olhar de questionamento, pois prosseguiu.
-Pouco antes de seu nascimento, sua falecida mãe e minha mulher eram boas amigas, e sempre sonharam que seus filhos casassem um com o outro. Você nasceu, um garoto forte e muito parecido com seu falecido pai, também muito querido por nossa família. Sua mãe e minha mulher decidiram que caso minha filha tivesse o sexo feminino ela casaria com o senhor. Dois anos depois minha pequena princesa nasceu, a bebezinha mais linda que eu já vi. -Por um segundo suas expressões se tornaram amáveis, para logo depois voltarem ao normal. - Bom, vocês brincaram juntos até os seu 10 anos, era engraçado a forma que você tratava Annabeth, como de igual para igual. 
Por um segundo sua memória clareou, e reconheceu o velho a sua frente. 
-Tio Frederick! - Exclamou feliz, o homem sorriu espantado com a alegria do garoto a sua frente.
Lembrava-se muito bem, até de Annabeth, uma garotinha loira com tranças dos dois lados do cabelo, sem os dentes da frente. Ela era engraçada, e ficava tentando comandar todas as brincadeiras.
O problema era que ela era horrível! Magrela, chata, e o pior, dez vezes maior que ele. Lembra-se de em uma de suas incontáveis brigas de compará-la a um potro recém-nascido, quase incapaz de andar com as pernas finas e compridas.
Lembra também quando ela esfregou a cara dele na lama depois disso. Sempre se aproveitando do seu senso de cavalheirismo.
-Que bom que se lembra de nós, isso torna tudo mais fácil. Minha filha finalmente chegou a maioridade e já passou da hora dela se casar. Realmente não queria cobrar esse casamento do senhor, mas pelo tanto de foras que minha filha já deu em sua vida não vejo mais opções se não a prender em um casamento arranjado.
-Entendo senhor Frederick, mas não sei se estou disposto a casar-me ainda.
Vi um pingo de decepção em seu olhar.
-Mas em nome de minha mãe posso considerar a proposta.-Continuei.
Ele abriu um sorriso discreto.
-Obrigada por considerar a ideia, na verdade, por que não aceita jantar em minha residência hoje? Creio que não sairá de lá sem a data do casamento marcada.
Olhou o senhor a sua frente com divertimento, tio Frederick sempre se achando com a total razão. Resolveu aceitar o convite, afinal, estava louco para rever sua velha amiga.
Esperava que ela não continuasse mais alta que ele, seria constrangedor, é claro que ainda não se casará, que marido estaria disposto a subir em um banco para beijar a esposa?
Riu com o pensamento.
-Será um prazer Frederick.

Pov. Annabeth 

A garota se encontrava escondida em seu quarto, lendo um livro com o total prazer. Afinal, ler um livro já é bom, mas a sensação de fazer algo proibido era ainda melhor.
Ouviu a porta ser aberta e rapidamente escondeu o livro debaixo do travesseiro.
-Seu pai chegou senhorita Chase, disse para a senhorita se arrumar divinamente pois receberam uma visita especial.
-Quem senhora Melanie.
-O senhor Chase não me disse, e a senhorita devia começar a obedecer a sua mãe, o que pensa que está fazendo lendo esses livros?
Merda, pensou, esqueceu dos olhos de águia da Melanie, e também acabou deixando a borda do livro para fora.
-Você sabe que a senhor Chase detesta que fique lendo esses livros, se arrepende até hoje de ter te ensinado a ler.
Revirou os olhos.
-É não revire esses olhos pra mim mocinha. Já preparei seu banho, vá banhar-se que eu vou arrumar suas roupas.
-Sim, senhora.
Foi em direção ao banheiro, a banheira estava no meio, podia se ver a fumaça saindo da água quente, logo se animou, não é sempre que fervem tanta água para ela se banhar. Com certeza essa visita deve ser importante, a julgar pela animação de Melanie a deixá-la maravilhosa.
Com certeza ela sabia quem era o visitante misterioso, não sabia se era um defeito ou uma qualidade a Melanie ser tão leal ao seu pai.
Aproveitou o banho o melhor que pode mas logo a água começou a esfriar e ela lutou a sair da banheira.
Caminhou de volta ao quarto, coberta apenas pelo roupão, se preparando psicologicamente para a tortura que viria a seguir.
Melanie nunca foi uma das pessoas mais delicadas para vesti-la, na verdade, a mulher não tem um pingo de delicadeza.
Assim que entrou no quarto Melanie já foi logo colocando o espartilho, se segurou no cabo colocado ao lado do espelho, Melanie apertou até o ar lhe faltar, comprimindo seus seios ao extremo, ela abriu um botão do espartilho, para que eu não morresse sufocada, ou destacar mais meus seios, o mais provável. Ela veio com a saia logo depois, gostou do look que a Melanie escolheu, o azul tifanny lhe caia muito bem.
Queria sair correndo quando ela começou a pentear seu cabelo, ela o deixou solto, prendendo apenas uma mecha com uma presilha com uma flor azul escuro. Uma safira.
Modéstia à parte, estava maravilhosa.
-Quem foi que lhe deu esta flor mesmo minha querida?-Disse Melanie. 
-Ah... -Tentou se recordar.- A família Jackson, em meu aniversário de 8 anos.
Sempre adorou a família Jackson, e ainda sentia falta do Duque e da Duquesa, que faleceram pouco tempo depois do seu aniversário. Naquela época a malária não tinha cura, e Sally não conseguiu resistir, Poseidon faleceu pouco tempo depois, de depressão. Não sabe como Percy conseguiu seguir a vida, perdendo os pais tão jovens.
Se lembrava dele, um garoto baixinho e revoltado, hiperativo ao extremo e muito mandão. Ele se achava por ser o futuro duque e sempre mandava em tudo e em todos, mas ele nunca conseguia mandar nela, ele sofreu muito em suas mãos.
Desde a morte dos pais nunca mais o viu, apenas soube que ele foi estudar em um colégio distante e voltou aos dezoito anos para assumir o cargo da família.
Ele era um bom garoto acima de tudo.
Viu que Melanie estava tagarelando alguma coisa em seu momento de nostalgia, apenas concordou com o que quer que ela estava dizendo.
Ouviu duas batidinhas na porta, e logo viu a cabeça da sua mãe.
-Querida, desça, a visita chegou.
Assentiu.
Acenou com a cabeça para Melanie e seguiu pelo corredor, não vendo sua mãe. Se pôs a descer as escadas, com a cabeça em outros ares acabou pisando em falso e por pouco não deu de cara no chão. Se não fosse alguém tela segurado, abriu os olhos receosa e pode ver dois pares de esmeraldas a observando.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...