História Kiss Me Quick - ShortFic ABO - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson
Tags Abo, Alfa, Dois Alfas, Edward, Gemeos Cox, Gêmeos Styles, Harry, Larrystylinson, Louistomlinson, Ômega, One Direction
Visualizações 1.573
Palavras 2.170
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey vocês ... Essa vai ser uma ShortFic que eu pretendo terminar até novembro. Eu já tenho cinco capitulos prontos, meu roteiro está pronto e vai ate o dez.
Então se vocês estiverem gostando, eu tento prolongar até o quinze.
Espero que gostem.
São Dois Harrys, Edward gemeo mais solto e o Harry o gemeo mal-humorado.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Louis conversava com seus novos colegas enquanto esperava o professor da primeira aula chegar. Ele não sabia o porque de estar com medo, sua mãe o tranquilizará várias vezes ao telefone na chamada de vídeo logo pela manhã. 
Louis havia saído de Doncaster para cursar a faculdade em Londres, ele até tentaria não ficar tão nervoso, mas estava sendo impossível. Todos na UCL pareciam que o encaravam. Não que isso fosse ruim, já que ele sempre gostou de atenção. Mas era constrangedor. 
Ele sabia que não era o único ômega ali, então não entendia os olhares. 
— Você mora na cidade ou veio de fora? —Louis saiu de seus devaneios e prestou atenção no que Eloise falava. 
— Eu sou de Doncaster. — a menina o encarou de um jeito meio curioso, afinal o que um ômega caipira queria em Londres, ou melhor, ainda como que ele havia conseguido passar na avaliação da faculdade? Para as pessoas que vivem na capital, qualquer outro lugar era considerado um caipira. 
— Como? — ela ao perceber que havia sido grosseira tratou de se corrigir. —Eu quero dizer, porque? Com tantas outras faculdades mais perto e menos difícil de conseguir uma vaga. Por que escolheu logo essa? 
Louis começou a rir do questionamento da menina. 
— Sabe, Eloise, não querendo ser grosso, mas já sendo; Eu sempre fui o melhor em tudo que fiz, eu sempre estudei em escolas particulares e venho me preparando para ser médico desde os meus doze anos e não sei se você percebeu, mas o fato de você ter morado toda a sua vida em Londres não a faz melhor do que eu. Afinal estamos na mesma universidade e você é ômega assim como eu, se não era pra eu estar aqui isso, significa o mesmo para você! 
Ele não queria assumir, mas ficou irritado, então tratou de se virar para frente deixando que a conversa acabasse. Para ele, Eloise não valeria a pena, era o tipo de pessoa que ele sempre preferiu passar longe. Louis sabia que ela não o conhecia, ele não havia aparecido na campanha de seu pai para prefeito nas eleições de 2009, muito menos quando ele foi reeleito em 2013. Mark deixou bem claro que não queria que seus filhos participassem em suas propagandas e muito menos que eles fossem juntos aos debates e outros assuntos políticos. Não que a escolha viesse só por parte dele, mas também por parte de sua ex-esposa, Johannah, que não queria criar um caso para cima das crianças, pois todas elas são ômegas. Sua família vem de uma longa linhagem de políticos, seu pai já fora vereador e prefeito. Seu avô que exerce o cargo de primeiro-ministro desde 2010 e pelo que ele sabe o pai do seu avô também já trabalhou no palácio. Já a família de sua mãe vem de vários médicos. Johannah e Mark não conseguiram conter a felicidade quando o pequeno Lou, de onze anos, pediu de presente para o seu aniversário de doze um ano de cursinho pré-vestibular de medicina. Lógico que seus pais tiveram certo trabalho para explicar que aos doze anos ainda não poderia fazer o mesmo, mas que quando ele fosse um pouco mais velho que eles pagariam qualquer curso que o menino quisesse. E hoje, com seus dezoito anos, não se arrepende por ter estudado vários cursos ao longo dos anos, ciências aplicada, anatomia do corpo, estudos que ele mesmo fez sobre os órgãos, nomes de ossos e ligações. Dizer que ele não teve um passatempo ou algo que o distraísse de tantos estudos era pura mentira, Louis assistiu a quase todos os seriados médicos. Seu favorito sempre será Dr. House por suas diversas doenças estranhas e raras. Um dia ele será tão bom quanto Greg. 
Louis encarava o quadro negro, ele sabia que o professor não estava atrasado, ninguém poderia o culpar por chegar muito cedo. Ele sabia que se ficasse mais dez minutos dentro de seu apartamento acabaria morrendo de ansiedade. Muitas pessoas ainda chegavam, a turma não era tão grande. 
Observou a porta se abrir e por ela passar dois garotos de mãos dadas, eles eram exatamente a mesma pessoa. Cópias, gêmeos idênticos. Ficou surpreso por tamanha beleza, ambos usavam skinny preta que parecia mais uma pele do que a próprio vestimenta, botas marrom e somente as camisetas que os diferenciavam. Nem mesmo os óculos de sol eram diferentes, os cortes de cabelo um pouco abaixo das orelhas, exatamente igual. A camiseta de um era vermelha e a do outro preta. 
Ambos vestiam por cima das camisetas um sobretudo preto com comprimento um pouco abaixo da bunda. 
— Uau! — escutou uma das garotas ômegas que sentava atrás dele suspirar. 
Os gêmeos pararam de frente a turma e com as mãos que não estavam entrelaçadas levantaram os óculos, procurando por um lugar onde ambos poderiam se sentar. Encararam-se por um tempo antes de abaixarem os óculos e começarem a subir os degraus, guiados pelo de camiseta preta. Louis observou atento a cada movimento deles. Ficou surpreso quando ambos entraram em sua fileira de cadeiras e passaram a andar até ele. Louis olhou ao redor e viu que só havia uma cadeira de cada lado, eles não poderiam se sentar juntos. Há não ser, claro, que Louis levantasse e deixasse que ambos ficassem lado a lado. Mas não foi isso que aconteceu. Eles sentaram um de cada lado do menino que ainda estava confuso com a beleza deles. 
Deixou seu corpo, que estava ereto, cair contra o encosto e ficou intimidado ao que ambos os rapazes o olharam. 
— Olá, eu sou Edward! — O garoto á sua esquerda disse após levantar os óculos e estender a mão para tal cumprimento. Levou a mão até a do maior e a pegou, seus dedos pareciam tão pequenos e finos ao lado da do outro. Assistiu suas mãos se tocarem antes de levantar o olhar para o rosto angelical do mesmo. Seu corpo vacilou ao que viu o sorriso de dentes brancos e alinhados o encarando. Notou que havia duas covinhas uma de cada lado de sua boca, deixando suas bochechas tão lindas. 
— Sou Louis! – Louis poderia se dar um prêmio por não ter gaguejado. 
Escutou alguém bufar e se virou para o garoto que vestia de todo preto. 
—Olá, Louis, eu sou Harry! – Louis se virou para o outro lado e o cumprimentou da mesma maneira que havia feito com Edward e novamente assistiu seus dedos serem tão pequenos perto dos outros. 
Louis não pode deixar de observar como ambos eram tão idênticos, até mesmo as covinhas nas bochechas. Porém, Harry tinha um olhar mais desafiador, não era como Edward que tinha um olhar natural. Era como o de um caçador para com a sua presa e essa presa, era Louis. 
Engoliu a seco e tornou a se encostar-se a sua cadeira, tentou não se incomodar com o fato de que ambos estavam o encarando o deixando intimidado. 
— Se vocês quiserem que eu saia para que vocês sentem lado a lado, é só me pedir, não precisa ficar me encarando. — resmungou e escutou a risada baixa de ambos. Esperou por um momento para ver se obtinha alguma resposta, mas nada foi dito. Sua atenção fora tomado pelo professor que entrou fazendo um barulho danado, falando coisas que ninguém poderia entender. 
A aula passou a mais lenta possível, biofísica nunca foi tão interessante quanto estava sendo agora. Louis nem mesmo se importou com os olhares que recebia dos gêmeos, nem mesmo se incomodou quando Harry passou o braço por trás do seu pescoço para empurrar o irmão na brincadeira, uma na qual ele não sabia do que se tratava. Deveria ser algo de irmãos. 
As quatro aulas passaram e logo ele teria um breve intervalo antes de continuar com a próxima aula. Na sua grade dizia que era aula de Bioquímica com o mesmo professor de Biofísica e ele não pode ficar mais feliz por saber que as duas matérias eram dadas pelo mesmo senhor. 
Andou rapidamente pelo longo corredor até alcançar a saída, olhará ao redor identificando onde estava para saber para qual lado deveria ir, logo tomou seu caminho para a praça de alimentação da universidade. O lugar era imenso com alguns cafés e pequenos quiosques com vários tipos de comida. Hoje Louis preferia  comer algo leve, então fora direto para um dos quiosques veganos.
 Ele comia tranquilamente enquanto lia uma das páginas do livro de Bioquímica quando alguém atrapalhou sua leitura arrastando a cadeira a sua frente. 
— Ler enquanto come faz mal! — sua cabeça se inclinou para o lado quando viu que Harry havia se sentado a sua frente. Sua bolsa estilo carteiro fora colocada no chão ao lado da sua e junto estava outra na qual ele deduzira que fosse de Edward. 
— É, eu sei. Onde está o outro você?! — perguntou e antes que Harry respondesse, Edward apareceu com dois pratos repletos de legumes, vegetais e nada além disso. 
— Hey, Lou! — Saudou o outro e Louis ficou ainda mais confuso. 
Desde quando ele havia se tornado “Lou”? Eles eram amigos agora? Mas Louis usou toda a sua simpatia e sorriu para ambos. 
— Olá, meninos! — Tomlinson observou Harry sorrir ladino e abaixar a cabeça. 
Os três passaram a comer em silêncio, às vezes Edward ria baixo de algo que Harry falou, deixando Louis ainda mais intrigado com a relação dos gêmeos. 
Durante a caminhada de volta para a sala de aula, Edward perguntou sobre a decisão de ser médico á Louis. 
— Não foi difícil saber o que eu queria ser, minha mãe é Ortopedista e vê-la trabalhando a minha infância toda cuidando das pessoas me deixava maravilhado. Ela tinha um esqueleto humano no quarto dela, meu pai e irmãs sempre acharam aquilo assustador. Mas eu não; sempre fiquei admirado de quantos ossos tinha nosso corpo. Eu me lembro como se fosse agora a sensação que eu senti quando peguei um dos livros de mamãe e comecei a observar as figuras, tinha um todo colorido nele que mostrava o nome das principais veias e nervos. Lembro-me também do quão triste eu fiquei quando eu pedi de aniversário ser médico e mamãe me disse que eu não podia ainda, mesmo eu pedindo pra ser médico de criança. Ela disse que eu não podia ser médico de criança, eu era uma criança. — Louis parou de falar quando percebeu que eles já estavam sentados e que os gêmeos encaravam-no de uma forma tão calorosa. 
— Continua, por que parou? — Edward perguntou confuso. 
— Acho que já enchi vocês demais com isso. Perguntem-me outra coisa. — pediu acanhado por Harry o encarar tão profundamente. 
— Nos conta sobre sua família. — Louis sorriu tão largo que Harry, por um momento, invejou a família do menor. Ele queria que o outro sorrisse assim quando falasse com ele ou sobre ele. 
— Meus pais são maravilhosos, mamãe como já falei é Ortopedista. Eu não sei como ela teve tempo de ter todos esses filhos que tem. Nós somos sete crianças. – Louis viu os olhos dos outros arregalarem. — Pois é! Papai é Prefeito de Doncaster. — novamente eles ficaram surpresos. 
Louis era uma pessoa bem simples para ser de uma família que têm um pouco a mais que os outros, não que ele fosse rico, mas eles viviam bem. O salário da mãe era bem alto por ser chefe da Ortopedia, o salário de seu pai também era alto como Prefeito. Ele agradece por nunca ter faltado nada em sua vida. 
— Seus pais ainda são casados? — Harry perguntou confuso, porque era raro ver casais de longas datas juntos. 
— Não, mamãe e papai se separaram tem quase cinco anos. Mamãe já até se casou novamente. Ela agora é casada com um medico que conheceu no hospital que trabalha, Daniel, ele é maravilhoso pra ela e minhas irmãs. Mamãe já até teve dois filhos com ele, os gêmeos. Na minha família tem dois casos de gêmeos. A Phoebe e a Daisy e o Ernest e a Doris. Mamãe e Papai nunca se marcaram e Daniel não se importou em casar-se com uma ômega que já tinha cinco filhos. 
Harry não pode deixar de sorrir com essa informação, ele já podia imaginar um casal gêmeos filhos dele com o menor. 
— Na nossa família tem caso de gêmeos também! — Louis olhou pra ele como se dissesse que não acreditava. Claro que era ironia, ele estava vendo uma bela obra de arte com dois corpos iguais. — Não, eu me refiro além de mim e do Harry. Nós temos a Gemma e o Gabe. Eles são tão iguais que às vezes nós enchemos o saco deles dizendo que o Gabe é a Gemma homem. Porém eles são ômegas, diferente de mim e do Harry, que somos dois alfas. — Edward riu tão gostoso que Louis se deixou sentir o som maravilhoso que era. 
— Senhores, atrapalho vocês? — os três olharam para frente e puderam ver que a aula já havia começado e que o professor estava bravo encarando-os. 
— Desculpe-me, Senhor Allan. Não vai se repetir. — Louis sorriu doce para o homem que voltou a escrever no quadro negro.


Notas Finais


Hey espero que vocês gostem :D e continuem me acompanhando.


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