História Kissing the Christmas Killer - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Policial, Pwriters, Suspense, Yaoi
Visualizações 9
Palavras 2.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite! Capítulo primeiro de uma história que espero conseguir escrever até o fim, com ou sem interesse dos leitores.

É a primeira vez que posto aqui, tenho minhas dúvidas sobre o peso do conteúdo e como isso vai ser recebido. Geralmente tenho uma escrita muito séria, mas todas minhas histórias tem roteiro bem adulto (leia adulto como um elogio, na verdademe refiro a cenas gore). Então, estejam avisados: muito mistério, investigação, crises de personalidade, muita, muita violência e sexo rude, que pode (ou não) ter conteúdo gore.

On y va?

Capítulo 1 - Assuntos Delicados


Fanfic / Fanfiction Kissing the Christmas Killer - Capítulo 1 - Assuntos Delicados

"Trinta anos depois, caçar contigo,

e sempre conversando e à chalaça...

Mais que perdizes, hoje, melhor caça

É matar fomes do caçar antigo."

- Tomaz de Figueiredo, trecho de Posfácio à Toca do Lobo.

---

Ele enrolava o dedo indicador no fio grosso do telefone público e sentia seu coração se torturar contra as paredes do peito. Caixa postal de novo, voz irritante da secretária eletrônica e ruído agudo do início da mensagem. E agora, uma mensagem de amor ou a honestidade?

- Quando você vier... eu vou fazer você implorar por mais, gritar de dor e se contorcer pra não deixar uma só gota escorrer daí de dentro. E quando eu não suportar mais escutar sua voz gritando, vou enfiar ele inteiro na sua boca e te fazer engolir até a ultima gota... – Creed mordeu o lábio e apertou o telefone – É isso que você quer ouvir? Eu fico duro só de pensar em você, todos os dias, pensar nas noites de neve e nos vinhos... Eu vou te esperar esse inverno de novo, e no próximo...

Não se despediu ao desligar, apenas segurou o telefone no gancho com força e respirou fundo para criar coragem de sair da cabine direto para a rua gélida, aquela noite era uma das primeiras que não nevava. Ele caminhou até o carro e ignorou a cara de desaprovação que fazia seu companheiro para si pela demora absurda dentro daquela cabine. Acendeu um cigarro antes de fechar a porta.

- Ah, sério? – Aaron era esquálido e seu cabelo cacheado agoniava Creed, mas sua voz tinha um timbre bem agradável e aconchegante.

- Vamos começar pela estrada sul? – Perguntou, com desinteresse na voz.

- Não, não. O delegado quer que eu revise a floresta da área 3 com você, recebemos um telefonema de um viajante dizendo que viu algumas luzes estranhas de noite.

- Ah é? Você tem casaco extra?

- Eu trouxe o seu, você sempre vem sem nada. – Bufou.

Creed assoprou um riso baixo pelo nariz e balançou a cabeça, parando os olhos em Aaron por alguns segundos. Aaron Melili havia se tornado sua dupla constante de trabalho desde que foi promovido a inspetor na delegacia, mas não havia muito o que fazer como policial ali. Era uma cidade mediana, mas muito, muito afastada de tudo e todos, ninguém morava ali por opção, mas sim por uma tradição estranha de cuidar da casa feia e dos trabalhos simples das gerações que vieram antes. Ainda assim, eles trabalhavam juntos todas as noites revisando as áreas menos visitadas daquela região para dar apoio aos poucos guardas-florestais que trabalhavam por ali.

- O que está olhando? – Melili se irritou com o olhar perdido do parceiro.

- Seu cabelo cacheado me irrita, e também não gosto do seu nariz pontudo.

- Cala a boca, a essa altura já devia ter acostumado.

- Nunca vou acostumar com isso. – Tirou sarro, vendo a placa do quilometro 22 passar.

- Aqui perto tem uma entrada pra onde o cara falou.

O carro virou poucos segundos depois e iluminou o atalho de coníferas. Andaram por ali mais quase 25 quilômetros com um Motown irritante tocando em um rádio de péssima qualidade, pararam quando não havia mais estrada.

Creed foi o primeiro a descer, vestia uma calça grossa de brim por cima de roupas térmicas, os dois traziam botas pretas pesadas de camurça e casacos por cima de casacos, o último que colocaram lhes cobria até o meio da perna, com as luvas, o cachecol e os aquecedores de ouvido já dava para ter uma ideia do quanto fazia frio nas montanhas.

- Pra lá? – Aaron tentou ver no mapa e apontou a lanterna para a estrada. – Acho que é.

Começaram a andar em direção às arvores. Já escurecia e mal eram cinco da tarde, a caminhava até as seis e meia tornou tudo um breu completo.

- Surprise... Não tem nada aqui. – Disse Creed, suspirando – Vamos voltar pelo outro lado, já está escuro demais.

O companheiro concordou e iluminou o cabelo ruivo vibrante do outro – Devia ter sido um fantasma! – Brincou, ia continuar mas reparou no parceiro uma expressão estranha.

- Estou me sentindo um pouco estranho – Colocou a mão sobre a cabeça e parou a vista sobre um ponto na neve que havia iluminado sem querer – O que é aquilo?

Aaron prontamente ergueu a lâmpada e viu o que aprecia ser um pedaço de roupa na neve. Se aproximou e agarrou o tecido, dando dois passos desajeitados e desequilibrados para trás – C-Creed...

Geralmente as pessoas sabem quando escutam um grito ou um grunhido, se está carregado de raiva, ressentimento, brincadeira ou dor. Aquilo não era só um pedaço de roupa, a voz que Aaron soltou era ríspida, aterrorizada e estava carregava por um medo e nervosismo intenso, ainda que tivesse dito só uma palavra.

Creed se aproximou e iluminou de perto o tecido, que escondia um pedaço de pele, que fazia parte de um braço. Não havia nada mais ali, era um braço, e estava decepado com um corte limpo. Aaron respirava fundo e cada vez mais rápido, começou a iluminar e caminhar nervoso em volta. A cada parte de corpo que encontrava meio coberto na neve sentia que seu estomago ia sair pela boca e que ia perder o controle sobre seus joelhos. O silêncio pesado fazia aquele cemitério macabro parecer um pesadelo gore.

- Tem mais de três pares de braços aqui... – Creed comentou nervoso e estranhamente animado com a situação, afinal, era seu primeiro caso de assassinato como inspetor. Algo no meio daquela chacina tinha um apelo egoistamente romântico para sua carreira. O ânimo se cortou quando se lembrou de terem visto alguém ali na noite passada, eles não tinham armas, não traziam nada. Nada acontecia, nunca, mas agora ter uma 9mm lhe faria se sentir seguro como se estivesse em seu escritório em uma terça de manhã.

Ele agarrou o braço do outro, que estava branco como mármore, e o puxou em direção ao carro – Vamos voltar, precisamos de uma perícia aqui o mais rápido possível, talvez quem quer que tenha vindo aqui ontem tenha deixado alguma marca que ainda não foi coberta pela neve.

- O que... o que foi isso? Creed, devem ter pelo menos seis corpos ali!!

O outro parou por alguns segundos ao sentir as mãos tremulas do outro, ou seriam as suas próprias?

- Respira, respira Melili.

Ele o fez, várias vezes. O inconsciente é uma merda, sentia cheiro de podre e estavam em quase -30C, não tinha cheiro nenhum vindo de qualquer um daqueles corpos. Mesmo assim vomitou duas vezes durante o caminho até chegarem no carro, e só ali Creed agarrou rapidamente o rádio do compartimento interno e esperou nervoso até a atendente com voz arrastada de sono responder um “Police...”.

- Código 31 na área 3 – a voz era nervosa e agitada– preciso de quatro viaturas equipadas e um pedido de perícia de SouthBridge para, no mínimo, seis corpos. Talvez mais.

A senhorita com voz preguiçosa chegou a engasgar – Corpos?! – Era o código utilizado quando encontravam um cadáver, aquele código que até então tinha sido usado uma só vez na história da cidade de Daster para um acidente de trânsito e era constantemente utilizado como piada entre os policiais que chegavam tarde para as camas de suas esposas na sexta-feira à noite.

Já havia sido tudo arranjado, agora o prudente era entrar no carro, ligar as luzes altas e esperar pelas viaturas despreparadas que chegariam ali em quase três horas. Aaron batalhou para se recompor, adorava dramas policiais, adorava mistérios que desvendavam romanticamente uma morte para chegar na verdade intima do executor. Não era bem assim, esperava (em sua fantasia de polícia e ladrão) que seria mais forte e resistente, e agora estava prestes a chorar como uma criança. Levou um tempo para que reparasse no quanto Creed também parecia nervoso e agitado, aquela noite não seria fácil para nenhum policial de Daster.

Quando chegaram as viaturas foi Creed quem se levantou para acompanhar, e no caminho parecia frio e deu ordens diretas com uma segurança excepcional na voz. Internamente estava meio feliz, mas era muito bom em esconder o que sentia. Dizia para que não tocassem em nada, para que buscassem iluminar o local e buscar qual era a extensão da área em que os corpos estavam, e que cercassem a área para quando a perícia chegasse. E que, obviamente, qualquer pessoa que encontrassem nos arredores deveria ser levada para a delegacia para prestar depoimento (não custa reiterar, já que a idiotice é uma das constantes infinitas dos humanos, na crença do ruivo).

O dano era maior que eles imaginavam. A perícia levou quase 8 horas para chegar em Daster, naquele intervalo de oito horas foram encontrados dezesseis corpos. Dezesseis, dezesseis rapazes desmembrados entre 13 e 18 anos de idade, todos magros de cabelos escuros, jogados na neve com suas partes espalhadas por toda a montanha em um raio de 4 quilômetros.

O delegado Stern era um homem grande (alto e largo) que perdeu metade do pouco cabelo que tinha aquela noite. Chegou incrédulo e saiu logo para começar a ligar para os órgãos que certamente iam ser involucrados naquele incidente pelos próximos meses. Creed foi enviado para casa depois das cinco da manhã. Ia se reportar na delegacia as 10 da manhã para receber um inspetor-profiler federal, e durante toda a noite agiu com um profissionalismo que não sabia que tinha.

Quando chegou em casa, porém, sentiu a garganta travar e finalmente percebeu as mãos tremendo. Tomou um banho quente e pensou em comer algo, mas logo lembrou do corte liso daqueles membros e a ideia do ensopado de carne que tinha na geladeira revirou seu estomago da pior maneira possível. No fim, tomou água e se deitou, e durante as duas horas que deveria ter dormido teve pesadelos acordado. “Que merda... Que merda...” Pensou, agarrando o celular para ver as horas de cinco em cinco minutos. “...eu tenho vinte e cinto minutos pra dormir, eu tenho que dormir...” e claro, já se sabe como é quando se contam os minutos para dormir. Eram nove da manhã e ele desistiu, se levantou, vestiu suas roupas e parou em frente ao espelho.

Seu cabelo ruivo ondulado estava pálido e despenteado, seu casaco estava abotoado errado, suas olheiras pareciam as de alguém que não dormia há anos e a barba bagunçada dava um aspecto ainda pior para o conjunto. A pele pálida coberta de sardas foi o toque final que proporcionava o ar fantasmagórico e surreal para a figura de Creed Resmond. Isso e os olhos verde oliva em um tom indefinido que causava um pouco de confusão nas pessoas, não sabiam se eram bonitos pelo tom claro ou sem-graça pela falta de verde.

Chegou na delegacia às 10:03, e já havia alguém sentado na cadeira de sua sala, de costas para a porta. Ela segurava um café com uma mão, um cigarro com outra e na mesa lia o relatório fresquinho do delegado. Ela? Não, o cabelo comprido enganara Creed, era um rapaz de, se muito, 27 anos. Creed estava com a cabeça em outro lugar, mas isso mudou ao abrir a porta e ver ele colocar o café na mesa e apoiar o cigarro no cinzeiro para se virar para si.

- Creed Resmond? – O tom de voz era sério, mas a voz era aveludada e não muito grave.

Creed levou alguns segundos para confirmar enquanto lutava contra o movimento de seus olhos por todo o rapaz. Ele devia ter 1,70 de altura, era magro e de aparência delicada, os lábios finos e o rosto certamente era esculpido em mármore. O conjunto de beleza extraordinário do rapaz obrigou o ruivo a fechar discretamente o casaco para esconder a reação física mal-educada.

- Creed Resmond, sim. Sim. Muito prazer.

O menor apertou os olhos um pouco e escorregou o óculo pelo nariz fino, deixando ele cair em seu pescoço segurado por uma corrente bem fina. – Algo errado?

- Não esperava trabalhar com uma criança. – Respondeu, rude.

O outro sorriu. – Claro que não, eu também não esperava trabalhar com um amador.

Creed sentiu o ego ferido e bufou um riso de escárnio. – Prazer, senhor...?

Houve alguns segundos de espera – Adam Isherwood.

Silêncio.

- Não precisamos começar tão mal, – o ruivo sugeriu enquanto ia para seu lugar na mesa – a perícia deve gerar o relatório inicial dentro das próximas horas, já leu o relatório?

- Em parte.

- Um viajante reportou ver luzes naquela região das montanhas na quarta à noite, ninguém mais viu nada desde então. Não tem suspeitos, não tem registro de nenhum jovem desaparecido dessa idade em Daster.

O rapaz ouviu atento, sem fazer nenhum comentário ainda.

- Foram encontrados dezesseis corpos em partes, cortaram os braços, pernas e cabeças. – Parou por um segundo, sem se desviar dos olhos azul turquesa do menor – Porque enviaram você?

Creed sabia que era rude, e algumas vezes se xingava por dentro, mas não podia evitar. Ele era lindo e parecia uma criança, porque tinha que trabalhar com alguém assim?

- Inspetor Resmond... – o menino respirou fundo, não parecia uma pessoa muito calma, mas aquela situação não lhe parecia estranha também – Se tem dúvidas sobre o meu trabalho – Lhe entregou um cartão com o contato do delegado federal de SouthBridge, a capital daquela península – Ligue para o delegado Westrill e pergun...

“Que homem nojento!” Pensou, assim que viu Creed não o deixar terminar de falar e já discar o número do delegado.

- John Westrill? Sou o inspetor Creed Resmond, de Daster. Eu solicitei que o caso fosse compartilhado com o departamento criminal federal, e solicitei um profiler para auxiliar na busca de suspeitos pelo desmembramento de dezesseis crianças, e você mandou um inspetor tão jovem que se encaixa no perfil das vítimas de 15 a 18 anos. Não é novidade para mim que as pessoas de SouthBridge desmerecem cidades menores, mas eu esperava um pouco mais de profissionalismo da sua parte.

Enquanto Creed falava merda pelo telefone, Adam tinha os olhos arregalados com a falta de escrúpulos do mais velho. Creed não era muito velho, tinha se muito 34 anos. O que veio em seguida foi uma frase curta que deixou o ruivo prepotente e orgulhoso em completo silêncio por vários segundos, mas não esboçaria nenhuma reação facial.

- Aguardo ansiosamente. Sim. Bom dia – desligou o telefone.

- Você bebeu?

Creed soltou uma risada contida do comentário.

- Não, não bebi.

Adam olhava para o outro incrédulo, apertando as mãos contra a pernas enquanto Creed se sentava um pouco desconfortável na cadeira reparando nos cabelos negros compridos do outro.

- Eu já fui muito desrespeitado na minha carreira, sr. Resmond, mas você? Você mal me conhece.

- Desrespeitado?

- Sim, pela minha aparência, pela minha idade, pelo meu físico fraco. Nada comparado a ter um bêbado questionando meu chefe nos meus primeiros cinco minutos de interação frente a um caso de assassinato em massa!!! – Sua voz já era insegura e irritada.

- Você não é desrespeitado, inspetor Isherwood – manteve o sorriso no rosto (sorriso este que causava fúria na cabeça do outro) – Deveria ter escutado o que seu delegado falou de você sob um pouco de pressão. Vocês já dormiram juntos?

As brincadeiras de mal gosto ainda iam causar muitas, mas MUITAS discussões entre os dois. Por hora foi apenas uma camisa perdida pelo café quente que o menor jogou de reflexo no ruivo, de raiva. O homem deu um pulo para trás e desgrudou a camisa da pele para não queimar e soltou um gemido de dor acompanhado de um “MERDA!”. Por um segundo Adam se sentiu bem, e logo viu a atenção das pessoas do lado de fora assistindo incrédulos aquela cena pelo vidro. Parecia muito, muito ruim. Arregalou os olhos e sentiu o rosto esquentar de vergonha, tirando um pano na bolsa como um relâmpago e limpando a camisa do outro.

- Desculpa! Desculpa! Por favor, eu não tava pensando! Desculpa... – Falava agitado enquanto apertava a mão sobre a camisa molhada de Creed.

Resmond, por sua vez, sorriu e observou a cena sem grande reação ou muitos comentários. – Percebi... É um traço comum em quem trabalha comigo – disse em tom de vitória, ainda que fosse um pseudo-auto-elogio bem duvidoso.

O mais novo se afastou um pouco, contrariado e bravo consigo mesmo, sentando-se na cadeira e suspirando – Se quiser eu posso pedir substituição e... em algumas horas enviam outro inspetor no meu lugar.

- Não, não quero. Eu estava falando sério quando disse que seu delegado falou bem de você, eu não quero trabalhar com outra pessoa – “Não deve ser recíproco”, pensou.

O rapaz o olhou confuso.

- Eu ainda não comi, você me paga o café e vamos para o sítio onde estão os corpos – ele sorriu consigo mesmo e balançou a cabeça – Obrigado por me fazer esquecer aquilo um pouco, btw.

O rapaz tinha os olhos arregalados, confuso. – De... nada?

Viu o ruivo de levantar e agarrar o casaco comprido. Era bem mais atraente fisicamente do que sua personalidade rude o fazia parecer, sobretudo o maxilar largo e os traços fortes do rosto. Ele desviou o olhar quando o ruivo olhou para si. “Será que ele viu? Pff.”

Creed pegou as chaves do carro com um bom humor estranho e abriu a porta, esperando o outro lhe seguir até entrarem no veículo e terem os dois um cigarro aceso em mãos.

- Vamos?

O outro assentiu sem graça com a cabeça.


Notas Finais


Assuntos delicados são chatos de escrever. Tudo o que é polícia, aquela descoberta macabra, aqueles companheiros de trabalhado que você não curte... Tudo isso é difícil de escrever.
Mas aqui estamos! Tenho planos para todos os personagens dessa história, e gosto de gente rude igual e--... o Creed.

Vocês suportariam?


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